Valor Econômico Editoria: Brasil Página: A-2
As vendas do comércio varejista cresceram 9,5% entre janeiro e setembro em relação ao mesmo período do ano passado, segundo o Indicador Serasa de Atividade do Comércio. As vendas das lojas do varejo especializado – – eletroeletrônicos, veículos e materiais de construção – subiram 12,2% no período. Já as vendas dos hipermercados, supermercados e do varejo de alimentos e bebidas cresceram 6,9%.
Na comparação de setembro deste ano com igual mês do ano passado, as vendas do varejo aumentaram 7,7%.
Valor Econômico Editoria: Brasil Página: A-2
As vendas do comércio varejista cresceram 9,5% entre janeiro e setembro em relação ao mesmo período do ano passado, segundo o Indicador Serasa de Atividade do Comércio. As vendas das lojas do varejo especializado – – eletroeletrônicos, veículos e materiais de construção – subiram 12,2% no período. Já as vendas dos hipermercados, supermercados e do varejo de alimentos e bebidas cresceram 6,9%.
Na comparação de setembro deste ano com igual mês do ano passado, as vendas do varejo aumentaram 7,7%. O varejo especializado puxou a alta, com crescimento de 9,7% . O volume de vendas dos hipermercados, supermercados e do varejo de alimentos e bebidas aumentou 5,9%.
Na relação entre setembro e agosto deste ano, as vendas do varejo diminuíram 3,1%. No varejo composto pelos hipermercados, supermercados e o varejo de alimentos e bebidas, as vendas ficaram praticamente estáveis (com ligeira queda de 0,1%), e no varejo especializado, o recuo foi de 5,7%. A Serasa atribui o desempenho negativo ao fato de agosto ser uma base elevada para vendas, devido ao maior número de dias úteis e ao Dia dos Pais.
Segundo os analistas da entidade, o varejo especializado vem puxando o crescimento no acumulado do ano por conta da expansão do crédito, alongamento dos prazos de financiamento, juros menores, aumento do emprego formal, queda da inadimplência e elevação da massa salarial.
A instituição alerta, porém, que “as evoluções, ao se considerar os últimos meses de 2006, apresentarão crescimentos menores, pois neste período a economia brasileira já estava aquecida, representando uma base forte”.