O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, formalizou, por meio de carta à presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Vieira, a sugestão de que sejam restabelecidos os vôos diretos do Aeroporto Santos Dumont para Brasília, Vitória e Belo Horizonte.
Para justificar o restabelecimento destas pontes aéreas, além da grande movimentação de autoridades do governo, deputados, senadores e executivos, a carta cita o argumento técnico de que o Santos Dumont – que será tema de uma audiência pública, no
O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, formalizou, por meio de carta à presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Vieira, a sugestão de que sejam restabelecidos os vôos diretos do Aeroporto Santos Dumont para Brasília, Vitória e Belo Horizonte.
Para justificar o restabelecimento destas pontes aéreas, além da grande movimentação de autoridades do governo, deputados, senadores e executivos, a carta cita o argumento técnico de que o Santos Dumont – que será tema de uma audiência pública, no dia 22 – tem capacidade para operar eficientemente as ligações, sem que o aeroporto internacional Tom Jobim seja prejudicado. “Pelo contrário, tudo indica que, para o País e, especialmente para o Rio de Janeiro, a existência de dois aeroportos na mesma cidade, com características distintas, só pode ser vantajosa”, diz o texto.
Na avaliação da CNC, o Rio tem uma localização geográfica privilegiada e perdeu muito, como pólo econômico-financeiro, na medida em que o governo federal alterou a configuração dos vôos internacionais e domésticos, na busca de soluções para o caos do setor aéreo. Além das vantagens para os passageiros, a dinamização econômica proporcionada pelo Santos Dumont, hoje sub-aproveitado, pode ajudar o Rio a reverter o processo de esvaziamento do Estado que se arrasta há anos.
Foto: Roberto Stuckert/Infraero