Governo e sindicatos divergem sobre o novo valor do mínimo

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu nesta terça-feira (15/2), em comissão geral na Câmara, a manutenção da política de valorização do salário mínimo desenvolvida desde 2007, e cobrou o reajuste do mínimo para R$ 545 em votação prevista para esta quarta-feira (16).


A oposição e as centrais sindicais cobram um valor maior, de até R$ 600. Já as centrais sindicais divergiram em relação ao tamanho do aumento.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu nesta terça-feira (15/2), em comissão geral na Câmara, a manutenção da política de valorização do salário mínimo desenvolvida desde 2007, e cobrou o reajuste do mínimo para R$ 545 em votação prevista para esta quarta-feira (16).


A oposição e as centrais sindicais cobram um valor maior, de até R$ 600. Já as centrais sindicais divergiram em relação ao tamanho do aumento. Segundo a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o valor do mínimo deveria subir dos atuais R$ 540 para R$ 580, mas a maioria defendeu um aumento para R$ 560.


“Não houve uma política isolada do governo, e sim uma estratégia geral para elevar os salários e aumentar o emprego”, afirmou Mantega, ao reiterar a defesa do mínimo de R$ 545.


Após o encontro, o Plenário aprovou o regime de urgência para o PL 382/11, que aumenta o salário mínimo para R$ 545.


O presidente da Câmara, Marco Maia, expressou-se sobre o assunto afirmando que “há uma tendência muito forte” na Câmara para a aprovação do salário mínimo de R$ 545, conforme a proposta do governo.