O Sistema de Excelência em
Gestão Sindical (SEGS) já está
começando a mudar a dinâmica
da gestão das Federações e dos
Sindicatos filiados ao Sicomercio.
Os números superam em muito
a expectativa. De acordo com o
vice-presidente
administrativo
da CNC, Flávio
Sabbadini, a intenção
inicial era
de que apenas 10
federações “aceitassem
o desafio”
de aderir ao
SEGS.
O Sistema de Excelência em
Gestão Sindical (SEGS) já está
começando a mudar a dinâmica
da gestão das Federações e dos
Sindicatos filiados ao Sicomercio.
Os números superam em muito
a expectativa. De acordo com o
vice-presidente
administrativo
da CNC, Flávio
Sabbadini, a intenção
inicial era
de que apenas 10
federações “aceitassem
o desafio”
de aderir ao
SEGS. “No entanto, temos 12
Federações estaduais e seis federais
em um nível de implantação
que pode ser considerado ótimo,
e outras sete estaduais que já
desenvolveram 70% do trabalho
pretendido”, diz.
O lançamento aconteceu em
novembro do ano passado, durante
o VIII Congresso do Sicomercio.
Das 33 Federações que aderiram ao
sistema, 31 já realizaram o treinamento
de avaliadores e a etapa de
auto-avaliação. No caso dos Sindicatos,
das 571 entidades
aderidas,
364 concluíram
o treinamento de
avaliadores e 313
realizaram a autoavaliação.
Desde maio, assessores
do Departamento
de Planejamento (Deplan)
da CNC, especializados em gestão da
qualidade, estão ajudando os multiplicadores
das entidades na implantação
dos conceitos do SEGS. O chefe do
Deplan, Daniel Lopez, explica que,
embora o atendimento dos assessores
seja direcionado prioritariamente às
Federações, a maioria delas incluiu a
orientação aos Sindicatos de sua base
no escopo do trabalho. “Dessa forma,
soluções criativas foram estabelecidas e
muitas Federações estão conseguindo
fazer com que os Sindicatos aproveitem
o SEGS com maior efetividade”,
explica.
Após a conclusão da fase de implementação
de práticas, as entidades
começarão a avaliação de consenso.
Para o chefe do Deplan, este é “um
momento extremamente rico”, no
qual as visitas entre entidades possibilitarão
a troca de experiências, a
identificação de novas oportunidades
de melhoria e a revisão da autoavaliação
com um olhar externo.
Ao final do ciclo, as entidades que
participarem de todas as etapas do
SEGS receberão um certificado de
reconhecimento da CNC.
Comprometimento
Segundo Daniel Lopez, o cumprimento
das tarefas previstas em
cada fase do SEGS é um passo importante
para alcançar a excelência
em gestão, mas o tempo para se
notarem os resultados “depende da
velocidade, do comprometimento e
da seriedade com que cada entidade
encara o sistema”. “Se esses requisitos
forem atendidos plenamente,
em menos de um semestre é possível
evidenciar melhorias”, estima.
Além do caderno de avaliação do
SEGS, que possibilita uma análise
profunda da gestão, estão ao alcance
das entidades mais de 30 modelos
de práticas de gestão de excelência,
simplificados e adaptados à realidade
sindical. “Há desde uma avaliação
de satisfação de cliente até gestão
de indicadores, mapeamento de
processos, padronização, planejamento
estratégico, pesquisa de clima
organizacional, etc. Cabe à entidade
se apropriar disso e colocar em
prática, na velocidade e no formato
condizentes com sua realidade e
interesse”, finaliza.
A opinião de quem conhece o SEGS na prática
“Além de ajudar na implantação do planejamento
estratégico nas entidades, o SEGS também
contribui para uma gestão mais organizada
e para que as entidades fiquem mais próximas
dos empresários.”
Leandro Domingos, presidente da Fecomercio Acre.
“O maior benefício do SEGS é oferecer ferramentas para as entidades
exercerem a gestão da mesma forma como fazem as principais
empresas do mundo, aplicando técnicas simples, mas que fazem a
diferença no cenário turbulento e inseguro em que vivemos, muitas
vezes ameaçado por mudanças radicais e questionamentos em relação
à falta de profissionalismo. O SEGS permite reforçar a estrutura
das entidades, contrapondo as ameaças citadas e o atingimento de
resultados com excelência.”
Daniel Lopez, chefe do Deplan/CNC
“As entidades que quiserem ter sustentabilidade
deverão se reinventar, e o SEGS é a ferramenta
que veio para reformular a gestão, proporcionando
uma melhor visibilidade e auxiliando nas
tomadas de decisão.”
Jorge Sanches, avaliador do Sescon/RJ.
“Lideranças sindicais que não se preocuparem
em desenvolver a sustentabilidade de suas entidades
correm o risco de sucumbir às ameaças do mercado.
Por isso, o SEGS é fundamental para garantir a
nossa representatividade.”
Ibraim Almeida, multiplicador da Fecomercio Goiás.
“O SEGS está sendo de grande valia
para a implementação do planejamento
estratégico da Fecombustiveis
e de seus Sindicatos, permitindo-nos
ter uma maior visão dos pontos positivos
e falhos de nossa atuação.”
Paulo Miranda, presidente da Fecombustiveis.
“O SEGS deu uma sacudida na
nossa maneira de trabalhar e vai
provocar uma melhoria nas relações
sindicais em todo o País. É um processo
de evolução mais do que válido,
adotado em boa hora pela CNC.”
Carlos Amaral, presidente da Fecomercio Bahia.
“A adoção do SEGS pelos Sindicatos
é essencial para manter nossa
representatividade respeitada em
caso de uma futura mudança na
legislação.”
Carlos D’Ambrosio, presidente do Sincomercio Itu.
“O SEGS contribuirá para que cresçamos
com mais qualidade, aprimorando
os processos já desenvolvidos
e tornando a nossa Federação uma
entidade referência em excelência
de gestão.”
Geórgia Philomeno, multiplicadora da Fecomercio Ceará.
“A didática simples do SEGS permite assimilar
a teoria e relacioná-la facilmente com a prática. O
programa está contribuindo para fomentar uma
maior integração entre a Federação e os Sindicatos
e para o nosso fortalecimento.”
Mabile Gatelli, multiplicadora da Fecomercio Santa Catarina.
“Além de ajudar na implantação do planejamento
estratégico nas entidades, o SEGS também
contribui para uma gestão mais organizada
e para que as entidades fiquem mais próximas
dos empresários.”
Leandro Domingos, presidente da Fecomercio Acre.