O mercado de trabalho brasileiro registrou a criação de 1,30 milhão de postos formais de trabalho em 2012, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O saldo do ano passado adveio da diferença entre 21,62 milhões de admissões e 20,32 milhões de desligamentos em todo o País e resultou em uma expansão de 3,4% ante o contingente de trabalhadores de 2011. Apesar do crescimento, a criação de vagas foi 36% menor que o total verificado em 2011 (2,03 milhões).
O mercado de trabalho brasileiro registrou a criação de 1,30 milhão de postos formais de trabalho em 2012, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O saldo do ano passado adveio da diferença entre 21,62 milhões de admissões e 20,32 milhões de desligamentos em todo o País e resultou em uma expansão de 3,4% ante o contingente de trabalhadores de 2011. Apesar do crescimento, a criação de vagas foi 36% menor que o total verificado em 2011 (2,03 milhões).
Para 2013, a expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é que seja gerado 1,96 milhão de postos de trabalho formais, em virtude do maior crescimento econômico esperado (+3,1%). Ainda assim, o resultado deve ser menor que o de 2011: confirmado esse cenário, o mercado de trabalho formal acusaria variação de +4,6% sobre 2012. Já para janeiro, a expectativa é que a variação mensal no número de vagas registradas pelo no Caged oscile +0,4%, expurgados os efeitos sazonais.
Os maiores responsáveis pela expansão do emprego constatada pelo Caged no ano passado foram serviços (+4,3%) e comércio (+4,4%), segmentos que responderam por 80% das vagas criadas. Em contrapartida, a administração pública (+0,2%) impediu uma alta mais acentuada no ritmo de criação de vagas formais. O recorde na geração de postos de trabalho ocorreu em 2010, com a abertura líquida de 2,63 milhões de empregos celetistas.