04/09/2019
O CEO da Gol, Paulo Kakinoff, reuniu-se com a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, para apresentar as novas opções de voos que serão operados pela companhia e que representam um aumento de 18,75% nas frequências da empresa no Estado. “Este incremento de malha é uma excelente notícia não só para o nosso turismo, mas para toda a economia do Estado”, declarou o presidente do Sistema Fecomércio-RN, Marcelo Queiroz, convidado para a audiência.
Serão três novos voos regulares para o Rio de Janeiro a partir de novembro. Além disso, entre dezembro e março, serão mais seis frequências semanais para os aeroportos de Congonhas (SP) e Brasília (DF); e, ainda, mais duas para Goiânia, estas operando nos meses de dezembro e janeiro.
“Esse aumento, somado a movimentos parecidos já anunciados pela Azul e pela Latam, deve contribuir bastante para revertermos o quadro que semanalmente identificamos por meio do Radar de Tarifas Aéreas da Fecomércio, segundo o qual as tarifas cobradas para Natal, tendo como ponto de partida alguns dos principais polos emissores de turistas do País (DF, RJ, SP e MG), estão, invariavelmente, mais altas do que aquelas praticadas para destinos vizinhos nossos como Paraíba, Ceará e Pernambuco”, afirmou Queiroz.
ICMS
A governadora agradeceu à Direção da Gol por ampliar o número de voos. “É uma atitude possível graças ao incentivo concedido pelo Governo do Estado, que estabeleceu novas regras para a redução da cobrança do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) do querosene da aviação.” Fátima Bezerra ainda destacou “o importante trabalho desempenhado pela Fecomércio, sempre com embasamento técnico e com importantes contribuições para o fomento ao turismo, sendo parceira do Estado”.
A Gol também anunciou um novo voo para a Argentina. “Nós já solicitamos essa nova frequência Natal-Buenos Aires e aguardamos a autorização dos órgãos competentes”, comentou Paulo Kakinoff, que acrescentou: “A decisão de iniciar as operações em um novo destino é uma análise mútua do governo, que escuta a população; e da companhia aérea, que faz os estudos de viabilidade econômica”.