CNC pede a Gleisi Hoffmann manutenção do texto da MP dos portos

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e representantes de empresários reuniram-se, nesta segunda-feira (18), no Palácio do Planalto, com a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, para pedir que o governo mantenha da forma como está a Medida Provisória 595, que estabelece um novo marco regulatório para os portos brasileiros.

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e representantes de empresários reuniram-se, nesta segunda-feira (18), no Palácio do Planalto, com a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, para pedir que o governo mantenha da forma como está a Medida Provisória 595, que estabelece um novo marco regulatório para os portos brasileiros.

A CNC foi representada pelo consultor da Presidência Roberto Nogueira Ferreira, que ressaltou os benefícios da Medida: “A MP é essencialmente boa e conceitualmente correta. Foca três vetores que a CNC, como usuária, sempre defendeu: ampliação da concorrência, melhoria da qualidade dos serviços prestados e redução de custos”, diz Roberto. Ele lembrou à ministra que a entidade tem em sua estrutura a Federação Nacional dos Despachantes Aduaneiros (Feaduaneiros).

Entre outros pontos, a ministra Gleisi disse aos empresários que conta com seu apoio, ao ressaltar que o governo não abrirá mão do modelo de portos públicos e privados. Além disso, Gleisi informou que, ao contrário do que vem sendo dito, os portos privados não sucateiam os portos públicos, e afirmou que o governo vai investir na gestão e na administração portuária.

Além da CNC, a reunião teve a presença de representante da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e dos presidentes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Confederação Nacional do Transporte (CNT), da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) e da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), além do ministro da Secretaria de Portos, Leônidas Cristino, e do secretário Executivo da Casa Civil, Beto Vasconcelos.