13º salário injetará R$ 8,3 bi no Estado

Jornal do Commercio Editoria: Rio de Janeiro Página: A-14


O 13º salário injetará R$ 8,347 bilhões no Estado, de acordo com pesquisa realizada pela Fecomércio-RJ com 885 trabalhadores na Região Metropolitana do Rio. Deste total, R$ 1,173 bilhão foi o valor pago na primeira parcela e R$ 1,516 bilhão foi valor adiantado ao trabalhador ao longo do ano.


O restante será dividido entre a segunda parcela (R$ 2,688 bilhões) e os que receberão o abono de forma integral (R$ 2,970 bilhões).

Jornal do Commercio Editoria: Rio de Janeiro Página: A-14


O 13º salário injetará R$ 8,347 bilhões no Estado, de acordo com pesquisa realizada pela Fecomércio-RJ com 885 trabalhadores na Região Metropolitana do Rio. Deste total, R$ 1,173 bilhão foi o valor pago na primeira parcela e R$ 1,516 bilhão foi valor adiantado ao trabalhador ao longo do ano.


O restante será dividido entre a segunda parcela (R$ 2,688 bilhões) e os que receberão o abono de forma integral (R$ 2,970 bilhões). A lei determina que os empregadores têm até o dia 20 de dezembro para pagar o 13° salário de seus funcionários.


A pesquisa revelou que a primeira parcela já tem destino certo. Dentre as despesas já definidas, os entrevistados vão utilizar a maior parte (R$ 524 milhões) na compra de produtos e serviços (R$ 272 milhões) e na reserva de dinheiro (R$ 252 milhões). Os R$ 486 milhões restantes serão utilizados no pagamento de dívidas.


“O décimo terceiro salário vai injetar na economia do Estado do Rio de Janeiro um volume 5% maior do que o montante de 2006. Além disso, o total da primeira parcela do abono usado para o pagamento de dívidas é 22,5% menor do que o do ano passado (R$ 627 milhões), o que mostra que o fluminense está cada vez mais organizado”, analisa o presidente da Fecomércio-RJ, Orlando Diniz


Depois do pagamento de todas as despesas, em outubro, 78,3% das famílias estavam com o orçamento equilibrado e superavitário, contra 77,1% em igual mês de 2006. Com relação ao percentual de famílias com contas em atraso na região, o índice caiu de 21,2% para 19,6% na mesma base de comparação e a parcela de famílias com alguma prestação em atraso passou de 15,0% para 13,7%.


“Esse cenário demonstra a consistência da melhora da saúde financeira do consumidor. É reflexo do bom momento da economia. Mesmo com a expansão do crédito, a inadimplência está em queda, o que mostra que o consumidor está organizando suas finanças de uma forma mais madura, administrando bem a sua renda e planejando as suas compras”, completa.