Jornal do Commercio Editoria: Economia Página: A-4
O Banco Mundial (Bird) afirmou, em relatório, que é “improvável” uma aceleração no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no curto prazo. No entanto, afirma que os fundamentos positivos observados em 2007 e 2008 (“baixa taxa de juros, moeda forte e queda no desemprego”) devem continuar a sustentar o “ritmo robusto” da atividade doméstica.
Segundo as previsões do organismo internacional, o Brasil crescerá 4,5% neste ano e em 2009. A estimativa para o ano passado é de um avanço de 4,8%.
Jornal do Commercio Editoria: Economia Página: A-4
O Banco Mundial (Bird) afirmou, em relatório, que é “improvável” uma aceleração no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no curto prazo. No entanto, afirma que os fundamentos positivos observados em 2007 e 2008 (“baixa taxa de juros, moeda forte e queda no desemprego”) devem continuar a sustentar o “ritmo robusto” da atividade doméstica.
Segundo as previsões do organismo internacional, o Brasil crescerá 4,5% neste ano e em 2009. A estimativa para o ano passado é de um avanço de 4,8%. Para as instituição, o corte na taxa básica de juros, o aumento na demanda privada e os maiores gastos públicos foram responsáveis pela expansão do PIB brasileiro entre 2005 e 2007 – há três anos, o crescimento foi de 3,2%.
As previsões do Banco Mundial para o crescimento brasileiro de 2007 a 2009 são idênticas às da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgadas no início de dezembro.
Pelas previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI), de outubro do ano passado, o Brasil crescerá 4% neste ano. Para a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), o País se expandirá em 5%. Segundo a previsão do boletim Focus, feito semanalmente pelo Banco Central com cem instituições financeiras, o PIB brasileiro será de 4,5% neste ano.