O Comércio varejista nacional registrou em fevereiro deste ano desaceleração de 1,5% no volume de vendas e de 1,4% na receita nominal, na comparação com o janeiro, descontados os ajustes sazonais. A informação consta da Pesquisa Mensal do Comércio, produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Na comparação com fevereiro de 2007, o varejo no Brasil cresceu 12,2% no segundo mês do ano. Segundo IBGE, no acumulado do ano o crescimento é de 12,0%, e 10,2% nos últimos 12 meses.
O Comércio varejista nacional registrou em fevereiro deste ano desaceleração de 1,5% no volume de vendas e de 1,4% na receita nominal, na comparação com o janeiro, descontados os ajustes sazonais. A informação consta da Pesquisa Mensal do Comércio, produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Na comparação com fevereiro de 2007, o varejo no Brasil cresceu 12,2% no segundo mês do ano. Segundo IBGE, no acumulado do ano o crescimento é de 12,0%, e 10,2% nos últimos 12 meses.
Em fevereiro deste ano foram constatadas altas no volume de vendas – com ajuste sazonal – em sete das dez atividades pesquisadas, na comparação com janeiro: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (12,4%); Veículos e motos, partes e peças (5,2%); Material de construção (3,6%); Livros, jornais, revistas e papelaria (2,7%); Combustíveis e lubrificantes (2,0%); Móveis e eletrodomésticos (1,8%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,4%). Apresentaram queda em relação ao primeiro mês do ano os segmentos de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-2,8); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-3,9%); e Tecidos, vestuário e calçados com (-4,0%).
Todas as atividades do varejo apresentaram altas em fevereiro quando a base de comparação é o mesmo mês de 2007. São elas: Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (7,2%); Móveis e eletrodomésticos (22,3%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (27,5%); Tecidos, vestuário e calçados (12,7%); Combustíveis e lubrificantes (7,2%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (14,1%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (38,9%) e para Livros, jornais, revistas e papelaria (17,9%).
CNC: comércio deve crescer entre 5% e 6% em 2008
Para o chefe do Departamento Econômico da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu, o crescimento do comércio esta ano deve ser menor que o de 2007, quando a expansão chegou a 9,6%. “O crédito foi a grande alavanca do comércio em 2007, e agora haverá uma desaceleração via crédito”, afirma. Segundo ele, o setor deve apresentar, em 2008, evolução entre 5% e 6%, e o resultado de fevereiro já era esperado, após a expansão constatada em janeiro – 2,2% no volume de vendas e 2,6% na receita nominal. “Os setores que depende diretamente do comércio continuaram razoavelmente bem”, afirma.
Freitas destaca que, apesar da previsão otimista em relação a 2008, o desenvolvimento do setor vai depender diretamente da política econômica – em especial quanto à possibilidade da elevação da Selic – que já pode começar a ser definida hoje pelo Banco Central, com a reunião do Conselho de Política Monetária (Copom). Atualmente, a taxa básica de juros está em 11,25% ao ano.