SEGS no 26º Encontro Nacional de Sindicatos Patronais

Na semana de 21 a 23 de abril, Sergipe foi sede do 26º Encontro Nacional de Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, promovido pela Associação dos Sindicatos Patronais em parceria com a Federação do Comércio de Sergipe. Nesta edição, o tema escolhido para discussão foi “Eficiência com Gestão Participativa” e contou com a participação de diversos convidados para debate de assuntos ligados ao sindicalismo.

Na semana de 21 a 23 de abril, Sergipe foi sede do 26º Encontro Nacional de Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, promovido pela Associação dos Sindicatos Patronais em parceria com a Federação do Comércio de Sergipe. Nesta edição, o tema escolhido para discussão foi “Eficiência com Gestão Participativa” e contou com a participação de diversos convidados para debate de assuntos ligados ao sindicalismo. O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, marcou presença e fez o discurso de abertura do evento.

Os desafios da gestão na busca de resultados foi o painel apresentado por Daniel Lopez, chefe do Deplan, que falou sobre o SEGS. Daniel explicou que o programa segue os fundamentos dos principais modelos de gestão da qualidade do mundo, porém com métricas adequadas à realidade das entidades sindicais: “Um sindicato ou Federação reconhecido pela sociedade e pelos empresários, com influência política, estruturas física e financeira sólidas e com funcionários qualificados, resulta em uma entidade de alto nível”, destacou Lopez, que aproveitou o momento para homenagear Flávio Sabbadini, ex-vice-presidente da CNC e ex-presidente do Sistema Fecomércio-RS, falecido em janeiro deste ano, como um dos grandes incentivadores do SEGS em nível nacional.

O diretor regional do Senac-RS, José Paulo da Rosa, abordou a necessidade de uma gestão participativa, com lideranças éticas e que promovam o comprometimento da diretoria e colaboradores na execução das ações planejadas e para a obtenção das metas estabelecidas: “O empresário, sozinho, é vulnerável frente às ações extremas como concorrência desleal, pirataria, entre outros. E os sindicatos, então, devem ser a solução para a longevidade das empresas”, afirmou.