Brasileiro mantém intenção de compra

A intenção de compra das famílias brasileiras ficou em 136,7 pontos em fevereiro – o que representa uma alta de 0,7% em relação a igual período de 2010 e uma queda de 1,8% sobre janeiro. É o que mostra a Pesquisa Nacional de Intenção de Consumo das Famílias (ICF-Nacional), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A intenção de compra das famílias brasileiras ficou em 136,7 pontos em fevereiro – o que representa uma alta de 0,7% em relação a igual período de 2010 e uma queda de 1,8% sobre janeiro. É o que mostra a Pesquisa Nacional de Intenção de Consumo das Famílias (ICF-Nacional), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Na comparação anual, dois fatores impulsionaram o ICF: a satisfação das famílias brasileiras com o consumo atual, com alta de 2,9%, e a satisfação com o emprego atual, com alta de 2,4%. Já na variação mensal, contribuíram para o resultado do mês a percepção dos brasileiros quanto ao bom momento para a compra de bens duráveis, com alta de 10,5% em relação a janeiro, e o otimismo dos trabalhadores com a perspectiva profissional, que teve alta de 3,2% no mesmo período.

Além de provocar reflexos na expansão do consumo, o momento favorável do mercado de trabalho, marcado por robustas taxas de crescimento do emprego e da renda, também influenciou os níveis da inadimplência, que segue sob controle: em fevereiro, segundo a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC-Nacional), apenas 7,7% das famílias brasileiras pesquisadas afirmaram não ter condições de pagar seus débitos, ante 7,9% registrada em janeiro e 8,5% em fevereiro de 2010. O total de endividados, entretanto, subiu para 65,3% em fevereiro de 2011 – um aumento de 5,9 pontos percentuais em relação aos 59,4% registrados no mês anterior e 3,5 pontos percentuais na comparação com fevereiro de 2010. Do total de endividados, 23,4% alegaram ter dívidas ou contas em atraso no fechamento do mês, ante 22,1% em janeiro e 25,6% em fevereiro de 2010.