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  • ICF registra estabilidade em janeiro, após três quedas seguidas

    Em janeiro deste ano, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou alta de 0,2% (119,7 pontos) na comparação com dezembro, e queda de 8,6% em relação a janeiro de 2014. O índice permanece acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável.

     

    Em janeiro deste ano, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou alta de 0,2% (119,7 pontos) na comparação com dezembro, e queda de 8,6% em relação a janeiro de 2014. O índice permanece acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável.

     

    O nível de confiança das famílias com renda abaixo de dez salários mínimos mostrou queda de 0,3% na comparação mensal. Já as famílias com renda acima de dez salários mínimos apresentaram elevação de 1,8%. O índice das famílias mais ricas está em 122 pontos, e o das demais, em 119,3 pontos. Na mesma base comparativa, os dados regionais revelaram que a maior retração ocorreu na região Sul – de 3,5% –, e a melhor avaliação ocorreu na região Sudeste, com aumento de 1,8%.

     

    Destaques

    Alguns componentes da pesquisa se destacaram nos resultados de janeiro. O componente Nível de consumo atual apresentou elevação de 1,9% em relação ao mês anterior e queda de 9,5% comparativamente ao mesmo período do ano passado. O elevado custo do crédito e o alto nível de endividamento ainda são os motivadores do desaquecimento na intenção de compras a prazo: o componente Acesso ao crédito registrou novamente quedas mensais e anuais de 0,6% e 9,2%, respectivamente, atingindo o menor nível da série, com 123,4 pontos, mesmo patamar visto em novembro de 2014. Já o item Momento para duráveis apresentou queda de 0,9% na comparação mensal. Em relação a 2014, o componente mostrou queda de 12%. Neste mês ele obteve o menor valor da série histórica, com 97,2 pontos – abaixo, portanto, da zona de indiferença. O item Perspectiva de consumo registrou queda de 2,8% em relação a dezembro. Na comparação anual, o índice apresentou queda de 14,2% e atingiu o menor valor da série histórica, com 121,9 pontos. Na base de comparação mensal, as famílias com renda de até dez salários mínimos mostraram queda de 3,4%, e aquelas com renda acima de dez salários, queda de 0,3%.

     

    Clique aqui para fazer o download da análise, gráficos e série histórica da ICF

    A assessora econômica Juliana Serapio atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9492

     

     

  • ICF registra estabilidade em janeiro, após três quedas seguidas

    Em janeiro deste ano, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou alta de 0,2% (119,7 pontos) na comparação com dezembro, e queda de 8,6% em relação a janeiro de 2014. O índice permanece acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável.

    Em janeiro deste ano, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), registrou alta de 0,2% (119,7 pontos) na comparação com dezembro, e queda de 8,6% em relação a janeiro de 2014. O índice permanece acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável.

    O nível de confiança das famílias com renda abaixo de dez salários mínimos mostrou queda de 0,3% na comparação mensal. Já as famílias com renda acima de dez salários mínimos apresentaram elevação de 1,8%. O índice das famílias mais ricas está em 122 pontos, e o das demais, em 119,3 pontos. Na mesma base comparativa, os dados regionais revelaram que a maior retração ocorreu na região Sul – de 3,5% –, e a melhor avaliação ocorreu na região Sudeste, com aumento de 1,8%.

    Destaques

    Alguns componentes da pesquisa se destacaram nos resultados de janeiro. O componente Nível de consumo atual apresentou elevação de 1,9% em relação ao mês anterior e queda de 9,5% comparativamente ao mesmo período do ano passado. O elevado custo do crédito e o alto nível de endividamento ainda são os motivadores do desaquecimento na intenção de compras a prazo: o componente Acesso ao crédito registrou novamente quedas mensais e anuais de 0,6% e 9,2%, respectivamente, atingindo o menor nível da série, com 123,4 pontos, mesmo patamar visto em novembro de 2014. Já o item Momento para duráveis apresentou queda de 0,9% na comparação mensal. Em relação a 2014, o componente mostrou queda de 12%. Neste mês ele obteve o menor valor da série histórica, com 97,2 pontos – abaixo, portanto, da zona de indiferença. O item Perspectiva de consumo registrou queda de 2,8% em relação a dezembro. Na comparação anual, o índice apresentou queda de 14,2% e atingiu o menor valor da série histórica, com 121,9 pontos. Na base de comparação mensal, as famílias com renda de até dez salários mínimos mostraram queda de 3,4%, e aquelas com renda acima de dez salários, queda de 0,3%.

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  • Prorrogadas as inscrições para o Prêmio Nacional de Combate à Pirataria 2014

    O Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos Contra a Propriedade Intelectual (CNPC), órgão subordinado ao Ministério da Justiça, promove a edição 2014 do Prêmio Nacional de Combate à Pirataria, com o objetivo de reconhecer as entidades públicas e privadas que se destacaram no enfrentamento à pirataria e aos demais delitos contra a propriedade intelectual.

    O Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos Contra a Propriedade Intelectual (CNPC), órgão subordinado ao Ministério da Justiça, promove a edição 2014 do Prêmio Nacional de Combate à Pirataria, com o objetivo de reconhecer as entidades públicas e privadas que se destacaram no enfrentamento à pirataria e aos demais delitos contra a propriedade intelectual.

    Para concorrer, as entidades devem realizar sua inscrição até 30 de janeiro de 2015, em um dos seguintes eixos: educacional/preventivo, econômico e repressivo. As ações serão avaliadas de acordo com os critérios de impacto e benefício à sociedade; impacto e benefício à economia; inovação e criatividade; planejamento e coordenação; e potencialidade de exemplo e motivação.

    Cada categoria contará com até três premiados, que serão classificados como ouro, prata e bronze. Podem ser inscritas ações realizadas em qualquer localidade do Brasil. 

    As inscrições devem ser feitas pelo e-mail cncp@mj.gov.br ou enviadas, pelos Correios, com postagem até dia 30, para o Ministério da Justiça, no endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco T, Ministério da Justiça, Ed.Sede, Sala 301. CEP: 70.064-900.

    Para mais informações, acesse o site do Ministério da Justiça ou ligue (61) 2025-3199.

  • Agenda com o novo ministro da Educação

    O Fórum Nacional de Educação (FNE), órgão que reúne 44 entidades do poder público e sociedade civil organizada, instituiu um Grupo de Trabalho (GT) com o objetivo de fazer a interlocução com o ministro da Educação (MEC), Cid Gomes. A agenda de audiências compreende o estreitamento de laços entre o MEC e o FNE.

    O Fórum Nacional de Educação (FNE), órgão que reúne 44 entidades do poder público e sociedade civil organizada, instituiu um Grupo de Trabalho (GT) com o objetivo de fazer a interlocução com o ministro da Educação (MEC), Cid Gomes. A agenda de audiências compreende o estreitamento de laços entre o MEC e o FNE.

    No Fórum, o segmento empresarial está representado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). “Consideramos importante que a CNC componha o Fórum Nacional de Educação, espaço inédito de interlocução entre a sociedade civil e o Estado brasileiro, pois possibilita o acompanhamento das deliberações das Conferências Nacionais realizadas em 2010 e 2014, assim como, a participação do processo de implementação e avaliação da Plano Nacional de Educação”, afirma a gerente de implementação e integração educacional do Senac nacional, Rejane Leite. 

    O primeiro encontro do GT, realizado em 13 de janeiro, foram debatidas ideias para o fortalecimento do FNE, reivindicação decorrente de deliberação da Conferência Nacional de Educação (Conae 2010), cuja coordenação do Fórum destacou a necessidade de consolidação da infraestrutura e equipe técnica capaz de garantir a realização das atividades e atribuições do órgão. 

    Outro ponto debatido foi o Plano Nacional de Educação (PNE), instituído pela Lei nº 13.005/2014, cujo texto define os rumos da educação brasileira até 2024. O ministro Cid Gomes ressaltou a importância da implementação do PNE, principalmente nas esferas municipais, e comprometeu-se a enviar comunicação direta às unidades da federação para reforçar a atenção nos Planos Municipais de Educação. 

    A coordenação do FNE destacou a estreita relação entre o PNE e o Documento-Final da Conae 2010, e advertiu que a 2ª Conferência (Conae 2014) indicou novas deliberações apontadas pela população brasileira na perspectiva de pensar uma educação melhor para o nosso país. As ações para implementação do PNE deverão compor a pauta das próximas audiências com o ministro da Educação.

  • Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – janeiro de 2015

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

  • FNHRBS se reúne com o secretário de Turismo da Bahia

    O presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes Bares e Similares (FNHRBS) e presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC, Alexandre Sampaio, se reuniu na última sexta-feira (16), em Salvador, com o secretário de Turismo do Estado da Bahia, Nelson Pelegrino. O encontro foi para apresentar ao secretário um levantamento de todas as empresas baianas ligadas aos sindicatos filiados à Federação.

    O presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes Bares e Similares (FNHRBS) e presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da CNC, Alexandre Sampaio, se reuniu na última sexta-feira (16), em Salvador, com o secretário de Turismo do Estado da Bahia, Nelson Pelegrino. O encontro foi para apresentar ao secretário um levantamento de todas as empresas baianas ligadas aos sindicatos filiados à Federação. “Nós temos mais de nove mil empresas ligadas aos nossos sindicatos na Bahia, e o estado tem um grande potencial turístico, tanto é que foi um dos estados escolhidos para alocarmos um escritório da Federação. Não tenho dúvida que os desdobramentos da reunião serão positivos”, afirma Sampaio.

    O levantamento apresentado ao secretário contém informações detalhadas sobre cada empresa, com o intuito de conhecer a área de abrangência de cada entidade sindical, para que possam ser elaborados projetos de cursos palestras e patrocínios para eventos turísticos nas regiões. As estatísticas devem colaborar para uma melhor programação das ações de desenvolvimento turístico no estado.

    Também estiveram presentes na reunião o presidente do Sindicato de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares de Feira de Santana, Getúlio Andrade, e o presidente do Sindicato Patronal de Hospedagem e Alimentação de Itacaré, Ernani Pettinati.

  • CNC divulga quarta-feira resultados de janeiro da ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga na quarta-feira, 21 de janeiro, os resultados de janeiro da pesquisa Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, a assessora econômica Juliana Serapio atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471. Análise e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga na quarta-feira, 21 de janeiro, os resultados de janeiro da pesquisa Intenção de Consumo das Famílias (ICF). A partir das 10 horas, a assessora econômica Juliana Serapio atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471. Análise e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

    Sobre a ICF

    A pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias é um indicador antecedente que tem como objetivo antecipar o potencial das vendas do comércio. O indicador tem capacidade de medir com precisão a avaliação que os consumidores fazem dos aspectos importantes da condição de vida de suas famílias, tais como capacidade de consumo, atual e de curto prazo, nível de renda doméstico, condições de crédito, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro.

     

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 011/2015

    DESTAQUES:

    Secretaria de Inspeção do Trabalho altera norma dispondo sobre a fiscalização da aprendizagem nas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte

    SRT remete sindicados do comércio para procedimento de Mediação

    Deferido o registro sindical ao Sindicato do Comércio de Tailândia – SINCOMTAI – PA

    Dispensado e nomeados membros da Fecomércio/PR como representantes dos empregadores no Conselho de Previdência Social do INSS em Ponta Grossa

    Convocação do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Campinas e Região – RECAP para as Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária a serem realizadas no dia 29 de janeiro de 2015

  • Sumário Econômico 1390

    Destaque da edição:

     

    Destaque da edição:

     

    Retomada incerta do setor será desafio à confiança dos empresários em 2015 – O Índice de Confiança do Empresário do Comércio fechou 2014 com queda de 13,4% ante o último mês de 2013. Essa foi a maior queda do indicador nessa base comparativa em toda a série histórica da pesquisa, iniciada em março de 2011. A maior insatisfação com as condições atuais do setor e da economia cedeu 22,6%, levando esse subíndice a um novo piso histórico. Os demais subíndices relativos às expectativas (-9,9%) e aos investimentos (-10,3%) acompanharam esse movimento, embora em menor magnitude. Na comparação com o mês anterior, registrou-se a quarta queda seguida (-2,5%), a maior desde fevereiro de 2014. A estagnação da economia e o menor crescimento das vendas do comércio dos últimos 11 anos foram os maiores responsáveis pelo comportamento negativo da confiança do setor em 2014. Para 2015, a CNC projeta alta de 3,6% nas vendas. O subíndice que mede as condições atuais registrou a 17ª queda consecutiva na comparação com o mesmo mês do ano anterior, alcançando 76,6 pontos, seu menor nível desde o início da pesquisa. No comparativo mensal, o recuo de 6,7% foi o maior desde agosto de 2014 (-9,2%). Destacaram-se na composição do Icaec as quedas em ambas as bases comparativas no quesito que avalia o desempenho da economia brasileira.

     

    Outras matérias:

    • Inflação se situa abaixo do teto da meta em 2014 – O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,78% em dezembro, fechando o ano em 6,41%, abaixo do teto estipulado no regime de metas de inflação (6,5%). Em 2013, o índice apresentou menor aceleração, com alta de 5,91% na mesma base de comparação. A inflação em dezembro foi puxada principalmente pela alta dos preços das passagens aéreas, alimentação fora do domicilio e carnes. Esses itens registraram elevação de 42,5%, 1,3% e 3,7%, respectivamente. Juntos, contribuíram com 0,37 p.p., quase metade de toda a alta do índice total. A maior aceleração dos preços desses itens levou os grupos alimentação e transportes a registrar os maiores impactos sobre o IPCA, com altas de 1,08% e 1,38%, respectivamente, respondendo por 67% da toda a alta da inflação no período. O percentual de itens com variação positiva no IPCA, o chamado índice de difusão, registrou 68,5% no mês passado, resultado superior aos 61,6% de novembro. Analisando o comportamento da inflação em 2014, o índice mais uma vez se situou acima do centro da meta, porém dentro do teto estipulado. Dentre os grupos, alimentação e habitação obtiveram os maiores impactos sobre o IPCA, com altas de 8,03% e 8,80%.

    • Indústria volta com resultados negativos em novembro – Segundo os últimos dados disponibilizados pelo IBGE, a produção industrial retraiu 0,7% em novembro de 2014, após um crescimento de 0,1% em outubro e queda de 0,3% em setembro. Ao longo do ano foram seis meses com taxas abaixo de zero, em comparação com o mês imediatamente anterior, dados com ajuste sazonal. A indústria extrativa recuou 0,7%, o terceiro resultado negativo de 2014. Enquanto a de transformação recuou 1,2%, após aumento de 0,4% em outubro. Houve retração na maioria das categorias de uso analisadas, sendo bens intermediários a única exceção, com estabilidade, e bens de consumo o maior destaque (-0,9%). Bens de consumo duráveis obteve desaceleração de 2,1%. Na comparação com novembro de 2013, houve uma queda de 5,8%, continuando a tendência negativa observada em dezembro de 2013. Diferentemente da análise anterior, a indústria de transformação, com recuo de 7,0%, foi a principal influência, sendo que a indústria extrativa acelerou 4,1%. Em ambos os casos houve continuidade de suas tendências. Parecido com o observado na comparação anterior, todas as categorias de uso recuaram, com bens de capital mostrando o maior resultado negativo (-9,7%) e bens de consumo duráveis com queda de 11,0%.

    • A reciclagem de garrafas PET – A embalagem PET (polietileno tereftalato) é considerada por alguns ambientalistas como um dos resíduos mais prejudiciais ao meio ambiente, devido ao longo tempo que o material leva para se desfazer na natureza. No caso em que as garrafas não têm destinação adequada e são descartadas diretamente na natureza, temos um problema ainda mais grave. Geralmente as garrafas vão parar nos rios, agravando a poluição da água e o problema das enchentes. O plástico demora mais de 100 anos para se decompor, e pode causar até a perda de biodiversidade. Fragmentos de plástico podem ser consumidos por animais que os confundem com comida, levando-os à morte. Isto está se tornando especialmente grave nos oceanos, onde estudos indicam que boa parte das águas já está contaminada. Algumas avaliações apontam o PET como o responsável por 5% do lixo urbano no País. O descarte inadequado do produto também gera problemas, sendo um foco de proliferação de insetos em terrenos baldios e um fator de poluição de rios e córregos. A produção brasileira de PET em 2012 foi de 562 mil toneladas, sendo 59% (331 mil/t) delas recicladas. Os principais consumidores de PET reciclado no Brasil são o setor têxtil, com 38,2% de participação, seguido das resinas insaturadas e alguídicas (usada na fundição e areia), com 23,9%. Outras embalagens (de alimentos e não alimentos) consomem 18,3% do volume reciclado.

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Outubro de 2014

    Assessoria de Gestão das Representações | Outubro de 2014

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

    Assessoria de Gestão das Representações | Outubro de 2014

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.