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  • Projeto obriga condomínios a comunicar casos de maus-tratos contra animais

    O Projeto de Lei 281/21 obriga condomínios residenciais e comerciais a comunicarem aos órgãos de segurança pública especializados casos ou indícios de maus-tratos contra animais ocorridos dentro da propriedade. O texto tramita na Câmara dos Deputados.

    Segundo a proposta, a comunicação deve ser feita imediatamente por meio de canais de ouvidoria quando o crime estiver ocorrendo ou, nos demais casos, por escrito em até 24 horas. A comunicação deverá conter informações que contribuam para a identificação do infrator e a preservação da integridade do animal.

    O descumprimento da medida pode resultar em advertência, na primeira infração, e em multa a ser definida pelos órgãos de proteção dos animais.

    Os condomínios também ficam obrigados a afixar nas áreas de uso comum, cartazes, placas ou comunicados divulgando o dever de denunciar maus-tratos contra animais.

    “A denúncia é a uma forma de preservação que todos os animais precisam, e tal atitude acarreta o fortalecimento na atuação da proteção. Não tomar atitude de fazer a denúncia ao tomar conhecimento de um caso de maus-tratos contra animais é ser conivente com o crime”, diz o autor, deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF).

    Fonte: Agência Câmara

  • Boletim Informativo Diário (BID) 031/2021

    DESTAQUES:

    Sancionada lei dispondo sobre as relações financeiras entre a União e o Banco Central do Brasil

    Divulgado o valor médio da renda mensal do total de benefícios pagos pelo INSS para o mês de abril de 2019

    Sancionada lei do Estado do Rio de Janeiro que modifica a norma dispondo sobre a proibição de cobrança por uso de banheiro instalado em shopping centers, centros comercias, galerias, supermercados e quaisquer outros estabelecimentos coletivos voltados para o comércio de modo geral

    DESTAQUES:
    •    Sancionada lei que dispõe sobre as medidas excepcionais relativas à aquisição de vacinas e de insumos contra a covid-19.
    •    Sancionada, com vetos, lei que dispõe sobre a responsabilidade civil relativa a eventos adversos pós-vacinação contra a Covid-19 e sobre a aquisição e distribuição de vacinas por pessoas jurídicas de direito privado.
    •    Arquivado o pedido de alteração estatutária de interesse do Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços e Especializadas em Bombeiro Civil do Distrito Federal.
    •    Anvisa divulga normas que estabelecem procedimentos e requisitos para submissão de pedido de autorização temporária de uso emergencial (AUE), em caráter experimental, e para importação e distribuição de medicamentos e vacinas para Covid-19.
    •    Prefeitura do Rio de Janeiro amplia as Medidas de Proteção à Vida, a vigorar a partir das 00h do dia 12 de março de 2021 até 22 de março de 2021.

  • Senac-PR realiza aula inaugural dos cursos técnicos, que terão 67 turmas em 28 unidades do Estado

    No dia 9 de março, o Senac-PR realizou a aula inaugural dos cursos técnicos. No total, foram confirmadas 67 turmas, e 1.375 alunos iniciaram seus estudos em 28 unidades do Estado. Para dar boas-vindas aos alunos, a palestrante Gabriela Agustini falou sobre “Destaque profissional: skills para o futuro do trabalho”.

    O diretor regional do Senac-PR, Rodrigo Rosalem, fez a abertura oficial do evento e agradeceu a confiança dos novos alunos na instituição. “Nos orgulhamos muito de ser escolha da formação profissional de vocês e principalmente pela confiança na marca Senac. A nossa formação é baseada na prática profissional, escutamos muito a demanda das empresas para que os alunos sejam protagonistas de sua carreira, com isso formamos profissionais de altíssima qualidade”, ressaltou Rosalem.

    O presidente da Fecomércio-PR, Darci Piana, também marcou presença e desejou sucesso na nova jornada. “O Senac é uma instituição com nome nacional, tem mais de 70 anos de existência, e muita gente já passou por nossos bancos escolares para crescer na vida. Quero agradecer por terem escolhido o nosso Senac, que sejam muito felizes e que aprendam muito. Acreditaram na nossa instituição, e nós temos uma responsabilidade de retribuir tudo aquilo que vocês esperam de um curso técnico. Contribuam para o crescimento do nosso estado e do nosso país”, destacou Piana.

  • Fecomércio-MG propõe à Prefeitura de Belo Horizonte dez medidas de combate à pandemia

    A Fecomércio-MG e entidades representativas do setor produtivo de Belo Horizonte reuniram-se, no dia 8 de março, para debater e propor soluções que preservem vidas e contribuam para a reabertura das atividades empresariais na capital. Cientes da gravidade do momento, as entidades compreendem a decisão tomada pelo Poder Executivo Municipal, no dia 5 de março, de permitir apenas o funcionamento de serviços essenciais.

    No documento enviado ao gabinete da Prefeitura, as 18 entidades pontuam, no entanto, que a imprevisibilidade da decisão pode agravar ainda mais a situação de inúmeros estabelecimentos, já duramente afetados pelos efeitos financeiros da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Segundo essas entidades, mudanças repentinas como essa dificultam a manutenção das empresas e empregos.

    Diante deste cenário, as entidades defendem que o fechamento do comércio não deve ser a única alternativa ao enfrentamento da pandemia. Na avaliação do grupo, é preciso empenho na implantação de outras medidas e políticas públicas para combater o avanço e os impactos da pandemia em Belo Horizonte. Por isso, no documento enviado, as entidades enumeram 10 pedidos ao Executivo Municipal.

    Entre os pontos elencados estão: a ampliação no número de leitos de UTI; a intensificação e melhoria na fiscalização de empresas que estão em desacordo com os protocolos sanitários; a promoção de campanhas de conscientização em mídia aberta; a exigência do aumento da frota e do cumprimento dos horários do transporte coletivo; e o planejamento logístico para agilizar a vacinação na cidade.

    O material também aborda a necessidade de unificação de procedimentos entre as Prefeituras da Região Metropolitana de BH; de diálogo permanente entre os Governos Estadual e Municipal para o enfrentamento estratégico da pandemia; de ações que envolvam as entidades representativas; de um cronograma para a reabertura de todo o comércio na capital mineira; além da edição de medidas governamentais de apoio financeiro aos empresários.

    Diante  dessa realidade, o comércio de bens, serviços e turismo teme por um agravamento da crise na capital, o que intensifica a sensação de insegurança por parte das empresas. Sem confiança e previsibilidade, o empresário sofre com a dificuldade de acesso ao crédito, com o pagamento de obrigações tributárias e o encerramento de empresas na cidade (21.746 no total), potencializadas pelo fim do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm).

    Em busca de soluções

    Desde o início da pandemia, o Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-MG e Sindicatos Empresariais têm se posicionado perante as autoridades competentes no sentido de preservar a saúde da população e manter a atividade econômica em operação. Não por acaso, o Sistema vem atuando junto com a CNC em várias frentes, em âmbito nacional e em demandas estaduais, em articulação com os sindicatos.

    Recentemente, a Federação, em conjunto com o Colégio de Representantes dos Contribuintes Mineiros, alcançou uma vitória estratégica para o setor terciário. O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou o Convênio ICMS nº 17/2021, que permite ao Estado de Minas Gerais instituir um programa especial de parcelamento de créditos tributários referente ao ICMS.

    A Fecomércio-MG, em conjunto com a CNC, também tem atuado em favor da reedição do BEm, da prorrogação do prazo de carência dos empréstimos do Pronampe, do fortalecimento do diálogo com o Poder Legislativo Federal, da defesa da abertura das atividades empresariais com responsabilidade e segurança, além de ações pela imunização da população apta a se vacinar.

    No Estado, Sesc e Senac já disponibilizaram algumas de suas unidades – inclusive o Centro de Excelência em Saúde, na capital mineira – para a vacinação contra a covid-19.

  • Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac| Março 2021

    Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac| Março 2021 |Assessoria de Gestão das Representações| Março de 2021

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

  • Medidas restritivas do governo estadual são vistas com cautela pela Fecomércio-MS

    O Governo Estadual de Mato Grosso do Sul baixou decreto no dia 10 de março, com várias medidas restritivas para tentar combater o avanço da covid-19 no Estado. Elas vão vigorar por 14 dias.

    Para o presidente da Fecomércio-MS, Edison Araújo, a adoção de medidas restritivas é uma das formas de barrar a doença que bate recordes de mortes diárias no País, mas é preciso educar a população. “O comércio tem feito a parte dele: estamos cumprindo as normas de biossegurança, atendendo à lei que obriga um número mínimo de clientes, capacitamos empresários e funcionários sobre as principais medidas de prevenção e eles têm exigido o uso de máscara e a higiene das mãos”, alerta Edison.
    “Precisamos equacionar essa conta para que economia e saúde andem de mãos dadas e não tenhamos mais negócios fechados, mais famílias desempregadas e a economia estagnada. É preciso que cada cidadão também cumpra seu papel”.

    O decreto afirma ainda que serão instaladas barreiras sanitárias nas principais entradas do município, adoção de teletrabalho no funcionalismo público e mantém a suspensão das aulas presenciais na rede de ensino.

    Confira algumas das medidas:

    – Toque de recolher das 20 horas até as 5 horas do dia seguinte, sendo autorizado o funcionamento apenas de trabalhadores ligados aos serviços de saúde, os serviços de transporte, os serviços de alimentação por meio de delivery, as farmácias/drogarias, as funerárias, os postos de gasolina e as indústrias.

    – Aos sábados, atividades não essenciais podem atender o público no período das 5 horas até as 16 horas; aos domingos, está proibido.

    – O funcionamento está condicionado ao limite de 50% da capacidade instalada e obedecer ao distanciamento social de 1,5 m por pessoa.

    – Igrejas, clubes, salões e outros locais que, em razão da sua natureza, possam gerar aglomeração de pessoas, a exemplo de festividades, celebrações, confraternizações, shows e afins, devem ficar fechadas se não conseguirem obedecer às normas de distanciamento social.

  • Fecomércio-MT discute impactos da pandemia no setor produtivo com o Legislativo do Estado

    O presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, participou, no dia 9 de março, da 2ª Reunião Extraordinária da Comissão de Indústria, Comércio e Turismo da Assembleia Legislativa, por videoconferência, que discutiu os impactos da covid-19 nos setores produtivos do Estado.

    A reunião, que foi deliberada pelo presidente da comissão, deputado Carlos Avallone, e pelo deputado Eduardo Botelho, juntamente com o Observatório Socioeconômico da AL, também contou com a participação do senador Welington Fagundes, relator da Comissão Especial da Covid-19, o deputado federal Dr. Leonardo, líder da bancada federal, secretários de Estado e lideranças empresariais.

    Durante a discussão, foram apresentadas as seguintes questões: Pedido de ampliação dos prazos para pagamento dos financiamentos no Desenvolve MT, Pronampe e Fundo Geral de Turismo (Fungetur), além do novo financiamento para os afetados pela pandemia no Desenvolve MT e no governo federal.

    “A situação vivenciada por diversos segmentos econômicos é bastante delicada, por isso essa reunião com empresários e Poder Legislativo é extremamente necessária. Solicitei ao senador Welington Fagundes a criação de novas linhas de crédito para socorrer as empresas de forma imediata. Além disso, é essencial que os prazos do Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) sejam estendidos”, declarou o presidente da Fecomércio-MT.

  • Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac| Março de 2021 – Informativo on-line

    Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac| Março de 2021 – Informativo on-line

    Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac| Março de 2021 – Informativo on-line

    Educação e Cultura

    Ministério do Turismo (MTur)
    Representação

    Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC)
    Representante:
    Titular

    Caroline Soares de Souza
    Analista Cultural
    Serviço Social do Comércio (Sesc) – Departamento Nacional 
    (Compareceu)
    Saiba mais aqui:
    Reunião ordinária realizada de 11 a 17 de dezembro de 2020

    Microempresa e Empresa de Pequeno Porte 

    Ministério da Economia
    Representação

    Comitê Temático de Política de Apoio e Desenvolvimento das micro e pequenas empresas (MPE) do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (FPMPE)
    Representantes:
    Titular

    Sebastião de Oliveira Campos
    Diretor da CNC
    1º Suplente
    Fábio Gomes Morand Bentes
    Economista
    Divisão Econômica
    CNC
    2° Suplente
    Antonio Everton Chaves Junior
    Economista
    Divisão Econômica (DE) 
    CNC
    (Compareceu)
    Saiba mais aqui:
    Reunião ordinária realizada no dia 24 de fevereiro de 2021

    Ministério da Economia
    Representação

    Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (FPMPE)
    Representantes:
    Titular

    Luiz Gastão Bittencourt da Silva
    Vice-Presidente Administrativo da CNC
    1° Suplente
    Antonio Everton Chaves Junior
    Economista
    Divisão Econômica (DE) 
    CNC
    (Compareceu)
    Saiba mais aqui:
    Reunião ordinária realizada no dia 24 de fevereiro de 2021

    Relações do Trabalho

    Ministério da Justiça e Segurança Pública
    Representação

    Conselho Nacional de Imigração (CNIg)
    Representantes:
    Titular

    Francisco Valdeci de Sousa Cavalcante
    1º Vice-Presidente da CNC
    Suplente
    Roberto Velloso
    Assessor Executivo
    Divisão de Relações Institucionais (DRI)
    CNC 
    (Compareceu)
    Saiba mais aqui:
    Reunião ordinária realizada no dia 26 de fevereiro de 2021

  • Senado aprova transformação do Pronampe em política oficial permanente

    O Senado aprovou nesta quarta-feira (10) o Projeto de Lei (PL) 5.575/2020, que transforma o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) em política oficial de crédito e dá caráter permanente ao fornecimento de recursos. Foram 73 votos a favor e nenhum contrário. A matéria vai agora para análise da Câmara dos Deputados.

    O Pronampe é um programa do governo federal destinado ao desenvolvimento e o fortalecimento de pequenos negócios. Foi criado como sistema de crédito emergencial para a pandemia de covid-19 por meio da Lei 13.999, de 2020.

    O PL, de autoria do senador Jorginho Mello (PL-SC), foi aprovado sob a forma de substitutivo elaborado pela senadora Kátia Abreu (PP-TO). Ela acatou integralmente uma emenda e parcialmente outras oito. 

    O texto traz mais recursos para o programa, aumentando a participação da União no Fundo Garantidor de Operações (FGO) até 31 de dezembro de 2021. Esse aumento de recursos se dará por dotações da Lei Orçamentária Anual, doações privadas e recursos decorrentes de operações de crédito externo junto a organismos internacionais.

    Para os empréstimos já concedidos, o projeto prorroga por 180 dias o prazo de carência para pagamento das parcelas.

    — Desde o ano passado, o Senado não tem deixado a micro e a pequena empresa na mão. Nós temos tido muito sentimento de urgência para acudir essas empresas, que empregam 50% da mão de obra de carteira assinada deste país. Ao mesmo tempo, 90% das empresas do país são micro e pequenas empresas. Produzem 27% do PIB. Há uma descrença e uma falta de entusiasmo do sistema financeiro brasileiro de financiar essas micros e pequenas empresas. Isso precisa ser restabelecido e precisa ser modificado, e um dos instrumentos poderosos que nós temos para isso é justamente esse projeto de lei que nós já queríamos ter aprovado no ano passado, projeto de autoria do Jorginho Mello — afirmou Kátia Abreu.

    O autor do texto original também comemorou a aprovação e elogiou o trabalho da relatora, a qual chamou de “mãe do Pronampe”.

    — O Pronampe fez um bem extraordinário para o país. Os bancos, que têm lucros extraordinários todos os anos, precisam ser um pouco mais brasileiros, diminuir taxa de juros, alavancar o Pronampe! Esses pequenos geram mais da metade dos empregos formais do país. O Senado está indo ao encontro do pequeno e do micro que precisam da nossa ajuda. O Pronampe, sem sombra de dúvida, salvou milhares de empresas e, automaticamente, milhares de empregos. Um programa de crédito fantástico — observou Jorginho Mello, também autor do projeto que criou o Pronampe no ano passado.

    Linha de crédito

    De acordo com o texto aprovado, a linha de crédito concedida no âmbito do Pronampe corresponderá a até 30% da receita bruta anual calculada com base no ano anterior ao da contratação, salvo no caso das empresas que tenham menos de um ano de funcionamento, hipótese em que o limite do empréstimo corresponderá a até 50% do seu capital social ou a até 30% de 12 vezes a média da sua receita bruta mensal apurada no período, desde o início de suas atividades, o que for mais vantajoso.

    A taxa de juros anual máxima será igual à taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), acrescida de 1,25% sobre o valor concedido, para as operações concedidas até 31 de dezembro de 2020; e de até 6% sobre o valor concedido, para as operações concedidas a partir de 1º de janeiro de 2021.

    O Banco do Brasil disponibilizará consulta das pessoas físicas e jurídicas que se beneficiaram do Pronampe, com a discriminação dos montantes já contratados. O Sebrae receberá os dados cadastrais relativos às operações concedidas, para ofertar assistência e ferramentas de gestão às empresas.

    As instituições participantes do Pronampe operarão com recursos próprios e poderão contar com garantia a ser prestada pelo FGO Pronampe até 100% do valor de cada operação garantida, com cobertura pelo fundo da inadimplência limitada ao valor máximo segregado pelo administrador do FGO para a garantia da carteira da instituição participante do Pronampe, não podendo ultrapassar 85% da respectiva carteira à qual esteja vinculada.

    O projeto exclui das operações de crédito garantidas pelo Pronampe os profissionais liberais que tenham participação societária em pessoa jurídica ou que possuam vínculo empregatício de qualquer natureza.

    Disponibilidade

    Todas as instituições financeiras que podem oferecer o Pronampe deverão disponibilizar a informação de linha de crédito, a taxa de juros e prazo de pagamento no site das instituições e em seus aplicativos para celular.

    Fica vedado o oferecimento de quaisquer outros produtos ou serviços financeiros, inclusive seguros prestamistas, no momento de contratação do Pronampe.

    Estímulo

    Kátia Abreu é taxativa quanto à importância do programa. Ela lembra que já foram concedidas mais de 516 mil operações de crédito, abrangendo mais de 440 mil empreendedores, e foram emprestados mais de R$ 37,5 bilhões. “Esses recursos foram um grande alívio aos pequenos negócios que poderiam ter desaparecido em meio ao turbilhão provocado pela crise, gerando mais desemprego e uma queda ainda maior no crescimento econômico de curto prazo”, diz em seu pareceno relatório.

    “É preciso avançar no sentido de transformar o programa de forma a que possa continuar emprestando a quem mais precisa e tem dificuldades de encontrar crédito no mercado — os pequenos negócios”, acrescenta.

    “Os microempresários e pequenas empresas têm enormes dificuldades de obtenção de crédito para financiarem suas atividades. Um dos maiores problemas consiste na falta de garantias que são exigidas na concessão de empréstimos. Sem garantias e sem acesso ao crédito os pequenos negócios ficam muito vulneráveis em momentos de crise, podendo levar à falência um número grande desses negócios. O Pronampe inova ao prover garantias aos pequenos negócios e atrair instituições financeiras a ofertarem crédito a esse segmento”, completa a relatora.

    Para o senador Zequinha Marinho (PSC-PA), o Pronampe está tendo um papel crucial na vida de micros e pequenas empresas, dando “mais segurança aos donos de pequenos negócios”. O senador Paulo Rocha (PT-PA) afirmou que “os bancos, inclusive os oficiais, boicotaram o Pronampe em 2020, dificultando os empréstimos”.

    O senador Alvaro Dias (Podemos-PR) elogiou o projeto por entender ser um avanço para o país. Marcos Rogério (DEM-RO) disse ser “imprescindível a consolidação desse tratamento diferenciado e favorecido às micros e pequenas empresas para que possam continuar como os agentes de desenvolvimento da economia nacional”.

    A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) ressaltou que o Pronampe impediu a falência de muitas empresas no ano passado.

    — O Pronampe foi fundamental, no ano passado, para o Brasil, para as empresas, que representam 30% do PIB [produto interno bruto] brasileiro, uma participação muito grande no mercado de trabalho, na geração de emprego e renda. E o Pronampe veio exatamente impedir que várias empresas — micros e pequenas empresas — quebrassem. Essa é a realidade — disse Eliziane.

    Jorginho Mello agradeceu a “todos os senadores e senadoras pela grandeza, pelo patriotismo de aprovar um crédito que vai ficar na história do Brasil, que é juro decente para ajudar o micro e o pequeno que queiram empreender nesse Brasil”.

    Fonte: Agência Senado

  • Nova Lei de Licitações vai a sanção presidencial

    O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (10) a redação final do projeto da nova Lei de Licitações (PL 4.253/2020). Esse era o último passo para que o projeto, aprovado em dezembro, pudesse ser enviado para a sanção presidencial.

    Na fase da redação final não são feitas mudanças no conteúdo do projeto, apenas apenas ajustes de terminologias, clareza e precisão no texto. O relator, senador Antonio Anastasia (PSD-MG), esclareceu que o processo se alongou excepcionalmente porque a matéria era muito complexa e passou por várias versões diferentes.

    — Foi necessário alterar 135 dispositivos, e a redação final tem que ficar adstrita ao que votamos em dezembro. As equipes técnicas se empenharam e a redação está fidelíssima.

    A nova lei foi aprovada no fim do ano passado, na forma de um substitutivo que veio da Câmara dos Deputados, mas ela já tramitava há quase 10 anos. O projeto teve origem em uma comissão especial do Senado, em 2013, e passou por três reformulações até chegar à versão atual. A nova lei deve substituir a atual Lei das Licitações (Lei 8.666, de 1993), a Lei do Pregão (Lei 10.520, de 2002) e o Regime Diferenciado de Contratações (Lei 12.462, de 2011), modificando as normas referentes aos sistemas de contratação da administração pública.

    Para Anastasia, a aprovação definitiva do texto encerra um longo processo de racionalização da legislação brasileira.

    — Os institutos da lei vão representar, no futuro próximo, uma renovação da gestão pública brasileira, pela sua agilidade, adequação, modernidade e transparência.

    O projeto cria modalidades de contratação, tipifica crimes relacionados a licitações e disciplina itens do assunto em relação às três esferas de governo: União, estados e municípios. Entre outras mudanças, o texto permite seguro-garantia nas licitações, o que poderá contribuir para a redução de obras inacabadas, e cria um portal nacional de contratações públicas para centralizar os procedimentos licitatórios dos entes federados por meio de um banco de dados unificado.

    Fonte: Agência Senado