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  • Fecomércio-FPA promove 1º Encontro Nacional de Previdência Associativa

    A previdência associativa como uma alternativa transparente e de baixo custo para que empresários e trabalhadores tenham um rendimento complementar à aposentadoria oficial foi o tema do 1º Encontro Nacional de Previdência Associativa, realizado pela Fundação Fecomércio Previdência Associativa (Fecomércio-FPA) no dia 14 de maio, na sede da Fecomércio-SP.


    O evento reuniu mais de 100 instituidores do Plano Fecomércio-Renda Complementar, como entidades representativas, sindicatos, associações, fundos de pensão, instituições prestadoras de serviços e empresas, além do secretário de Previd

    A previdência associativa como uma alternativa transparente e de baixo custo para que empresários e trabalhadores tenham um rendimento complementar à aposentadoria oficial foi o tema do 1º Encontro Nacional de Previdência Associativa, realizado pela Fundação Fecomércio Previdência Associativa (Fecomércio-FPA) no dia 14 de maio, na sede da Fecomércio-SP.


    O evento reuniu mais de 100 instituidores do Plano Fecomércio-Renda Complementar, como entidades representativas, sindicatos, associações, fundos de pensão, instituições prestadoras de serviços e empresas, além do secretário de Previdência Complementar, Leonardo André Paixão, e dos presidentes da Fecomércio-SP, Abram Szajman, da Fecomércio-DF e do Conselho Nacional do Sebrae, senador Adelmir Santana, do Conselho de Planejamento da Fecomércio-SP, Paulo Rabello de Castro, e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, Boris Tabakof, entre outros.


    Criada pela Fecomércio de São Paulo, a Fundação Fecomércio Previdência Associativa – iniciativa pioneira entre entidades de classe – deu origem a um plano de previdência diferenciado, voltado para empresários e trabalhadores: o Fecomércio Renda Complementar, criado em parceria com o Centro do Comércio de São Paulo e o Sindicato dos Representantes Comerciais e das Empresas de Representação Comercial do estado.


    “O Brasil ocupa o sétimo lugar no sistema de previdência do mundo. No caso da associativa, já são mais de 200 instituidores, divididos em cerca de 20 planos de previdência, e a nossa expectativa é a de que este número cresça cada vez mais”, afirmou, na ocasião, o secretário de Previdência Complementar, Leonardo Paixão.

  • Projeto do governo pode criar mais litígios trabalhistas

    Gazeta Mercantil  Editoria: Direito Corporativo  Página: A-13


    Especialistas dizem que adendo gera insegurança jurídica e defendem reforma trabalhista. O Projeto de Lei 536, que deve substituir polêmica “Emenda 3”, apresentada ao projeto de lei que criou a Receita Federal do Brasil (chamada de Super-Receita), não vai resolver o problema da relação entre empregados e empregadores e abre um espaço ainda maior para litígios trabalhistas, afirmam especialistas.

    Gazeta Mercantil  Editoria: Direito Corporativo  Página: A-13


    Especialistas dizem que adendo gera insegurança jurídica e defendem reforma trabalhista. O Projeto de Lei 536, que deve substituir polêmica “Emenda 3”, apresentada ao projeto de lei que criou a Receita Federal do Brasil (chamada de Super-Receita), não vai resolver o problema da relação entre empregados e empregadores e abre um espaço ainda maior para litígios trabalhistas, afirmam especialistas. Em substituição ao texto vetado pelo presidente Lula no inicio do mês passado, o governo encaminhou o PL 536, que contempla a ação do auditor fiscal mas delega a tarefa de decidir sobre as penas a serem aplicadas à “autoridade administrativa”, ou seja, o delegado da Receita Federal. A Receita multa tais empresas quando entende que os contratos são firmados como forma de escapar dos impostos e obrigações trabalhistas. “A lei não muda porque o poder do fiscal continua o mesmo; o que muda é a ampliação do leque de multas, pois agora a medida vale para todo tipo de relação trabalhista”, explica o advogado Eduardo Diamantino, do escritório Diamantino advogados. 


    Essa medida, segundo o especialista, resulta em insegurança jurídica, já que aumentará número de questionamentos na Justiça. Qualquer empresa terá seu direito de contestar a multa na Justiça e isso gera insegurança”, completa Diamantino.Para o advogado Luiz Augusto Baggio, do escritório Emerenciano & Baggio Associados , qualquer nova medida que altere a “Emenda 3” caracteriza-se como um paliativo e esconde a questão principal, que é a reforma trabalhista e fiscal. “Como está, o projeto abre caminho para questionamentos na Justiça.


    Para tentar contornar a celeuma, o governo enviou um adendo ao projeto que define a atuação da Receita Federal na fiscalização de pessoa jurídica com trabalho personalíssimo -empresas prestadoras de serviço, com apenas uma pessoa. “De fato, o governo não quer perder o poder de arrecadação, mas não está percebendo que tal medida, mesmo que haja modificações, vai levar muito empregador à informalidade e diminuirá ainda mais o poder de arrecadação”, conta o vice-presidente da Comissão Especial de Assuntos Tributários da OAB-SP, Antônio Caldeira Miretti.     

  • Cidadão, um mero objeto fiscal

    Gazeta Mercantil  Editoria: Direito Corporativo   Página: A-13


    Diogo Leite de Campos, professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em seu estudo “A jurisdicização dos impostos: garantias de terceira geração”, inserido no livro “O tributo – Reflexão multidisciplinar sobre sua natureza” (coordenação minha, Editora Forense, edição de 2007), escreve: “A degradação da pessoa dos cidadãos vai mais longe: estes são vistos como meros objetos da atividade administrativa”.

    Gazeta Mercantil  Editoria: Direito Corporativo   Página: A-13


    Diogo Leite de Campos, professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em seu estudo “A jurisdicização dos impostos: garantias de terceira geração”, inserido no livro “O tributo – Reflexão multidisciplinar sobre sua natureza” (coordenação minha, Editora Forense, edição de 2007), escreve: “A degradação da pessoa dos cidadãos vai mais longe: estes são vistos como meros objetos da atividade administrativa”. E continua: “O contribuinte deve estar invisível, enquanto a administração lhe mede os bens e os rendimentos ….” até ao mais pequeno torrão” parafraseando Lactâncio: “deve mover-se se esta lho exigir; pagar quanto a tal for obrigado. É objeto, não sujeito”.


    O estudo jurídico do eminente catedrático coimbrão de renome internacional conclui que só há justiça quando o direito se faz entre iguais, isto é, quando “o Estado é participado, definido e controlado diretamente pelos cidadãos”.


    À evidência, nada há de mais distante da justiça tributária do que a política de arrecadação e coação adotada pela República Brasileira, “democrática” mais no nome, do que na realidade dos atos praticados pelos detentores do poder.


    De início, impõem, sem consultar o povo, a mais alta carga tributária dos países emergentes, e das mais altas do mundo civilizado, ofertando em troca apenas um plano assistencialista, que muitas vezes incentiva o ócio (bolsa-família) e migalhas de serviços públicos, normalmente de péssima qualidade, como se verifica em boa parte dos setores da saúde e educação.


    Em compensação, os tributos pagos pelo “cidadão-objeto” abarrotam os bolsos dos detentores do poder, seja em subsídios diretos, seja nas fantásticas benesses dos benefícios indiretos, que levam parlamentares e membros de outros poderes a gozar de ajudas de custo, verbas de gabinete, carros, empregados, tudo pago pelo Tesouro, sem necessidade de recolher sobre estas verbas imposto de renda, como qualquer “cidadão-objeto” do segmento não-governamental.


    Por outro lado, tudo se justifica pela necessidade de apoio dos partidos “políticos”, meros conglomerados de interesses, que mudam de nome, tanto quanto seus senadores, deputados e vereadores eleitos mudam de legendas, como, no século XVIII, os condutores das diligências mudavam de cavalos, em cada entreposto. Quando o governo multiplica Ministérios, Secretarias, cargos de confiança -como as células cancerosas multiplicam-se, nos organismos humanos não tratados-, por mais que se arrecade, a receita é sempre insuficiente para o tamanho de uma máquina esclerosada que não pára de crescer.


    Ministérios, Secretarias são disputados não em função da especialidade dos que deveriam servir ao povo, mas em função das verbas que o presidente lhes destina, para que o seu detentor -aliado de ocasião e conveniência- possa manipulá-las. Estas verbas são resultantes dos tributos pagos pelo “cidadão-objeto”, que nada controla diretamente e vê grande parte delas ser veiculada por medidas provisórias.


    Para que o “cidadão-objeto” não se defenda, apesar de a ampla defesa administrativa e judicial ser garantida pela “Constituição Cidadã” de Ulisses Guimarães, concebem-se, sem qualquer pudor, os mais arbitrários projetos. E o “cidadão-objeto” vê seus direitos decrescerem, numa degradação -na feliz expressão de Diogo Leite de Campos- como nem nos tempos do regime militar se viu. Projetos como execução fiscal sem participação do Judiciário; de redução de direitos de defesa, nos Conselhos de Contribuintes, perante o qual o advogado do “cidadão-objeto” não pode participar das sessões secretas, mas o advogado dos detentores do poder tem presença garantida; vinculação das decisões dos conselheiros ao teor das instruções normativas emanadas da administração superior, que proíbe a apreciação de matéria constitucional; desobediência dos agentes da Secretaria da Receita Federal, que autuam profissionais liberais e outros trabalhadores, que se organizam em sociedades fundamentados na garantia constitucional de livre associação, reiterada no art. 129 da Lei 11.196/05 (que converteu a Medida Provisória do Bem), além de muitas outras ações deste jaez -demonstram que, na República Fiscal Brasileira, caminhando para a plena ditadura do Fisco, o cidadão é mesmo, e cada dia mais, um mero objeto, um “patrimônio personificado”, que deve ser confiscado em prol de se manter o alto nível de subsídios e mordomias dos detentores do poder.


    Não sem razão, o Brasil cresce pouco. Continua, apesar de toda a sua potencialidade, recebendo poucos investimentos estrangeiros, se comparados com outros emergentes de nosso nível, e corre o risco, ao menor sintoma de reversão do “boom econômico” mundial, de mergulhar numa crise sem precedentes, em que as empresas desaparecerão sufocadas pelo peso da administração esclerosada, cujos feitores estão aí para pisotear o “cidadão-objeto”.


    Pergunto-me: com os novos anteprojetos redutores dos direitos do contribuinte e que instituem a arrecadação arbitrária da carga “tributária”, para onde vamos? Transformar-nos-emos em “escravos-objeto”?


     


     

  • Governo acerta reforma tributária

    O Estado de São Paulo  Editoria: Nacional  Página: A-7


    O ministro das Relações Institucionais, Walfrido Mares Guia, informou que o governo já fechou a proposta de reforma tributária, que será apresentada aos governadores em reunião dia 19 ou 20 de junho e ele espera que comece a ser discutida pelo Congresso no segundo semestre. “Aquela proposta enviada em 2003, vamos retirá-la agora, para mandar a nova”, declarou, no Rio.


    “Há uma vontade enorme de que a reforma se manifeste”, afirmou Mares Guia. “Porque temos um cipoal tributário.

    O Estado de São Paulo  Editoria: Nacional  Página: A-7


    O ministro das Relações Institucionais, Walfrido Mares Guia, informou que o governo já fechou a proposta de reforma tributária, que será apresentada aos governadores em reunião dia 19 ou 20 de junho e ele espera que comece a ser discutida pelo Congresso no segundo semestre. “Aquela proposta enviada em 2003, vamos retirá-la agora, para mandar a nova”, declarou, no Rio.


    “Há uma vontade enorme de que a reforma se manifeste”, afirmou Mares Guia. “Porque temos um cipoal tributário. Não adianta querer tapar o sol com a peneira. O sistema brasileiro inibe a competitividade.” Ele ressaltou que a reforma levará 10 a 12 anos para ser totalmente implantada. E haverá um sistema de transição, para compensar eventuais perdas dos Estados.


     


     

  • Quatro medidas do PAC são aprovadas no Senado

    Valor Econômico   Editoria: Brasil  Página: A-6


    O Senado aprovou ontem cinco medidas provisórias do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Apenas uma delas foi modificada e retorna à Câmara – a MP 351, que isenta o pagamento de PIS/Pasep e Cofins para empresas que investirem em obras dos setores de transportes, portos, energia, irrigação e saneamento básico. 


    Entre as emendas incluídas pelo relator, Edison Lobão (DEM-MA), há um mecanismo prevendo desconto em caso de antecipação de pagamento de dívidas do Refis.

    Valor Econômico   Editoria: Brasil  Página: A-6


    O Senado aprovou ontem cinco medidas provisórias do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Apenas uma delas foi modificada e retorna à Câmara – a MP 351, que isenta o pagamento de PIS/Pasep e Cofins para empresas que investirem em obras dos setores de transportes, portos, energia, irrigação e saneamento básico. 


    Entre as emendas incluídas pelo relator, Edison Lobão (DEM-MA), há um mecanismo prevendo desconto em caso de antecipação de pagamento de dívidas do Refis. O governo é contra e deve atuar para derrubar o dispositivo na Câmara. Segundo o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), a base não votou contra no Senado por causa de acordo feito com os líderes. 


    Uma emenda foi incluída na MP a pedido do governo. Ela estabelece isenção de imposto para de importação para aquisição de equipamentos para os Jogos Panamericanos. Na votação da Câmara, o governo só tem compromisso com a manutenção desse dispositivo incluído no Senado. 


    A isenção às empresas será dado por meio do Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infra-Estrutura (Reidi), criado pelo texto. Os benefícios valem para a compra de máquinas, equipamentos materiais e serviços e não valem para empresas já atingidas pelo Simples. Além da isenção, o texto altera o prazo para o recebimento dos créditos decorrentes da isenção de PIS/Pasep e Cofins nas edificações. 


    Também foi aprovada a MP 352, que concede isenções tributárias para o setor de TV Digital. Fabricantes de dispositivos eletrônicos semicondutores, displays e equipamentos transmissores de sinais serão beneficiados. Os benefícios serão concedidos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores (Padis), instituído pela MP. 


    Não houve alteração no Senado e a MP vai à sanção presidencial. Dentre os mecanismos de incentivo, os dois mais importantes são a redução de 50% do IPI e a dedução de despesas com desenvolvimento tecnológico e pesquisa no cálculo do pagamento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). 


    Pelo texto da MP da TV Digital, as empresas ainda poderão obter créditos relativos ao imposto de renda retido na fonte de contratos de transferência de tecnologia com o exterior. Os créditos serão de 20% para acordos com vigor de 1 de janeiro de 2006 a 31 de dezembro de 2008 e de 10% de 1 de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2013. 


    O plenário aprovou a MP 348, que cria os Fundos de Investimento em Participação em Infra-Estrutura (FIP-IE). A aprovação do texto, integrante do PAC, era uma das prioridades do governo federal pois incentiva investimentos nos setores de energia, transporte, saneamento e irrigação. 


    A quarta MP do PAC (340) corrige a tabela do Imposto de Renda em 4,5% até 2010. O texto só foi aprovado depois que Jucá assumiu compromisso de vetar um dispositivo incluído na Câmara que permitia aos proprietários do transporte alternativo repassar sua concessão a dois outros motoristas. 


    Outra MP votada (335) foi a que modifica dispositivos legais relacionados a imóveis da União para facilitar a regularização de assentamentos e o acesso a terreno ou a moradia para a população de baixa renda. 


     


     


     

  • Governo estuda reduzir INSS para empregador

    Folha de São Paulo  Editoria: Dinheiro  Página: B-5


    Decidido a reduzir o custo das empresas sobre a folha de pessoal, o governo estuda limitar a contribuição patronal, de 20%, ao teto de R$ 2.894,28 dos trabalhadores ou criar uma faixa de isenção para o recolhimento ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).


    As duas propostas em estudo esbarram na elevada perda de arrecadação, mas o governo já trabalha com a ampliação da medida para todas as empresas, independentemente do setor de atuação ou dos prejuízos com a valorização cambial.


    A idéia de limitar a pa

    Folha de São Paulo  Editoria: Dinheiro  Página: B-5


    Decidido a reduzir o custo das empresas sobre a folha de pessoal, o governo estuda limitar a contribuição patronal, de 20%, ao teto de R$ 2.894,28 dos trabalhadores ou criar uma faixa de isenção para o recolhimento ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).


    As duas propostas em estudo esbarram na elevada perda de arrecadação, mas o governo já trabalha com a ampliação da medida para todas as empresas, independentemente do setor de atuação ou dos prejuízos com a valorização cambial.


    A idéia de limitar a parcela patronal da contribuição previdenciária ao mesmo teto da contribuição do empregado beneficiaria apenas as empresas.


    Pelas regras atuais, a alíquota de 20% incide sobre o valor total da folha de pagamentos. Assim, companhias que têm muitos funcionários recolhem proporcionalmente mais à Previdência que os setores intensivos em tecnologia.


    A proposta do governo é fazer com que esses 20% sejam calculados sobre o valor máximo de R$ 2.894,28, independentemente do salário de cada trabalhador.


    A outra alternativa, que poderia beneficiar empregador e empregado, prevê a criação de uma faixa de isenção da contribuição previdenciária, a exemplo do que existe hoje na tabela do Imposto de Renda. O recolhimento das empresas, nesse caso, também estaria limitado ao teto do INSS.


    As simulações feitas por técnicos do Ministério da Fazenda, às quais a Folha não teve acesso, mostram que a perda de receita com as propostas em estudo é elevada.


    Nos dois cenários, o governo propõe que a perda de arrecadação seja compensada com a alta da alíquota da Cofins, tributo que financia a seguridade social. A Cofins é cobrada sobre o faturamento das empresas e não tem nenhuma relação com o número de funcionários.


    Dessa forma, o governo acredita que poderia incentivar novas contratações e, ao mesmo tempo, reduzir os custos das empresas que empregam mais gente.


    Ainda não há decisão sobre qual mecanismo será usado para desonerar a folha de salários. Em discussões internas, o ministro Guido Mantega (Fazenda) mostrou preferência pela proposta que limita a contribuição patronal ao teto de R$ 2.894,28.


    O principal empecilho tem sido como garantir a arrecadação. Segundo técnicos que estão participando da discussão, o governo não trabalha com a hipótese de perder receita.


    Ampliação


    A desoneração da folha de pagamentos vem sendo tratada em público pelo ministro Mantega como uma medida específica para os setores econômicos que têm sido mais afetados pela desvalorização cambial. Ele já citou as indústrias moveleira, têxtil, calçadista e mais recentemente “parte de eletroeletrônicos, serviços etc”.


    A Folha apurou que o governo já estuda uma desoneração muito mais ampla, que valeria para todas as empresas do país.


    A avaliação feita é que seria tecnicamente complicado controlar um mecanismo de isenção que valesse apenas para alguns setores, abrindo brechas para sonegação.


    Assim, as empresas afetadas pela valorização do real diante do dólar teriam o benefício da desoneração da folha de pagamentos, mas não um tratamento diferenciado do governo.


     


     




     


     

  • Vendas do varejo sobem 11,5% em março

    Folha de São Paulo   Editoria: Dinheiro  Página: B-6


    Pelo terceiro mês consecutivo, as vendas do varejo subiram: a expansão foi de 1,1% em março, na comparação com fevereiro, livre de efeitos sazonais (típicos de cada período). Em relação a março de 2006, a alta foi de 11,5%, a maior desde julho de 2004, segundo o IBGE.


    Os resultados do comércio surpreendem especialistas neste ano, que já estimam alta superior aos 6,2% de 2006. No primeiro trimestre, as vendas cresceram 9,7%.

    Folha de São Paulo   Editoria: Dinheiro  Página: B-6


    Pelo terceiro mês consecutivo, as vendas do varejo subiram: a expansão foi de 1,1% em março, na comparação com fevereiro, livre de efeitos sazonais (típicos de cada período). Em relação a março de 2006, a alta foi de 11,5%, a maior desde julho de 2004, segundo o IBGE.


    Os resultados do comércio surpreendem especialistas neste ano, que já estimam alta superior aos 6,2% de 2006. No primeiro trimestre, as vendas cresceram 9,7%. Entre os efeitos positivos sobre o nível de atividade do comércio, o IBGE citou o aumento do rendimento, a estabilidade do emprego, a redução dos juros e a crescente oferta de crédito.


    Para Carlos Thadeu de Freitas, economista da CNC (Confederação Nacional do Comércio), o bom desempenho é reflexo do aumento de 7,9% da massa salarial no primeiro trimestre, da queda de 3,5% do dólar e do avanço de 20% do crédito em termos reais.


    “Se o comércio não crescer nada neste ano, já tem garantida alta de 6,25%. Mas deve crescer mais”, avalia. O dólar reduz os preços de produtos importados ou com insumos produzidos no exterior, e a inflação baixa assegura maior poder de compra, afirma Freitas.


    Para o IBGE, a Páscoa também turbinou as vendas do comércio. “A Páscoa neste ano foi no início de abril, o que se refletiu nas vendas de março, além da continuidade das condições favoráveis da economia”, disse Reinaldo Pereira, da Coordenação de Comércio do IBGE.


    O economista do órgão também se mostrou otimista ao analisar o crescimento do comércio acumulado em 12 meses até março (7,3%). “Nesse raciocínio, mantidas as condições, vamos ultrapassar o ano passado”, disse Pereira.


    Setor atacadista


    O pequeno varejo e o Nordeste foram os responsáveis pelo crescimento real de 2,6% do atacado em 2006 em relação a 2005, com faturamento bruto de R$ 95,9 bilhões. De acordo com os dados divulgados pela Abad (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores), com base em pesquisa da Nielsen, a participação do Nordeste no destino de entrega dos produtos subiu de 23,8% para 25%. No mesmo período, por exemplo, a da Grande São Paulo caiu de 8,3% para 7,9%.


    Já o pequeno varejo, que engloba mercadinhos, empórios e padarias, aumentou sua participação na compra de produtos do setor atacadista de 33,8% para 34,2% do total, enquanto os bares expandiram sua fatia de 12% para 12,5%. Nesse mesmo comparativo, os supermercados com 20 ou mais caixas tiveram queda na participação, de 27,3% para 26,5%.


     

  • Confiança do consumidor volta a crescer em abril

    Valor Econômico  Editoria: Brasil  Página: A-3


    A confiança do consumidor brasileiro registrou crescimento em abril, após quatro meses consecutivos de queda, atingindo 132 pontos em abril contra 128 pontos em março no Índice Nacional de Confiança (INC), elaborado pela Ipsos Public Affairs para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). 


    Em abril do ano passado, o índice estava em 121 pontos. Segundo a pesquisa, a região sul do país (que foi considerada pessimista nos meses anteriores) passou de 97 para 103 pontos.

    Valor Econômico  Editoria: Brasil  Página: A-3


    A confiança do consumidor brasileiro registrou crescimento em abril, após quatro meses consecutivos de queda, atingindo 132 pontos em abril contra 128 pontos em março no Índice Nacional de Confiança (INC), elaborado pela Ipsos Public Affairs para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). 


    Em abril do ano passado, o índice estava em 121 pontos. Segundo a pesquisa, a região sul do país (que foi considerada pessimista nos meses anteriores) passou de 97 para 103 pontos. Com 150 pontos, Norte e Centro-Oeste continuam as mais otimistas, seguidas do Sudeste, que manteve-se com 136 pontos. No Nordeste, registrou-se aumento no otimismo, com 131 pontos em abril, ante 127 em março. 


    O componente da pesquisa referente às expectativas do consumidor brasileiro mostra que 40% da população espera que a situação econômica para os próximos seis meses continue forte — 15%, no entanto, prevêem perda de força na economia. 


    O índice mostra uma boa situação na compra de eletrodomésticos: 45% dos entrevistados dizem ser mais favoráveis a compras de produtos deste tipo, enquanto 29% se disseram menos favoráveis. Já em relação a compras de imóveis e automóveis, a situação se inverte: 36% são menos favoráveis e 31% mais favoráveis a essas compras. 


    “O desafio da economia brasileira é retomar o mercado imobiliário e convencer o consumidor a comprar bens de grande valor em longo prazo” , analisa o presidente da ACSP, Alencar Burti. 


    A confiança na manutenção do emprego caiu de 40% para 39% e a falta da confiança na segurança do emprego teve um leve aumento de 27% para 28% na comparação com o mês anterior. 


    O INC é elaborado com base em mil entrevistas realizadas em 70 cidades, incluindo nove regiões metropolitanas brasileiras. 


     


     

  • Parceria CNC/Equifax ganha três novos produtos

    A partir de 18 de maio, a linha de produtos CNC/Equifax estará ainda mais completa, com o lançamento do Equifax Consumidor, Equifax Empresa e Equifax Verifica. Os três novos produtos vêm somar-se ao portfólio já composto pelo Equifax Cheque, Equifax Cheque Completo, Equifax Consumidor Completo, Equifax Cobrança, Equifax Decisão e Equifax Empresa Completo, lançados em 1º de setembro.

    Com o Equifax Consumidor, é possível fazer avaliações rápidas e seguras do comportamento comercial de consumidores de todo o Brasil.

    A partir de 18 de maio, a linha de produtos CNC/Equifax estará ainda mais completa, com o lançamento do Equifax Consumidor, Equifax Empresa e Equifax Verifica. Os três novos produtos vêm somar-se ao portfólio já composto pelo Equifax Cheque, Equifax Cheque Completo, Equifax Consumidor Completo, Equifax Cobrança, Equifax Decisão e Equifax Empresa Completo, lançados em 1º de setembro.

    Com o Equifax Consumidor, é possível fazer avaliações rápidas e seguras do comportamento comercial de consumidores de todo o Brasil. Ele confirma o CPF e o endereço da pessoa consultada, a quantidade de cheques sem fundos, o número de protestos, com destaque para as cinco últimas ocorrências e informações exclusivas como a participação societária com possibilidade de acessar informações fundamentais para análise de crédito de empresas associadas ao CPF consultado.

    O Equifax Empresa foi desenvolvido para reduzir os riscos nos negócios, através de uma análise de crédito mais aprofundada, que leva em consideração a situação atual da empresa e a participação em outras empresas, entre outras informações. O produto tem um importante diferencial em relação aos concorrentes: possui conteúdos exclusivos como: endereço completo da empresa, ações de despejo, ações executivas da fazenda municipal e estadual, versão de impressão e ajuda em todos os campos do relatório.

    O Equifax Verifica estará disponível em duas versões: consumidor e empresa. Com ele, é possível confirmar o número do CPF e/ou CNPJ, verificar o endereço, pendências e restrições financeiras, com destaque para as últimas ocorrências, empresas credoras, datas de vencimento e valores associados, e obter a relação de cheques sem fundos, em especial a quantidade, data do último cheque, nome do banco, agência e motivo, além das últimas cinco ocorrências. É o único relatório do mercado que fornece somente informações de pendências financeiras e cheques sem fundos, proporcionando o melhor custo benefício para negócios que requerem uma análise mais simplificada.

  • Golpistas causaram prejuízo de R$ 73,7 milhões em 2006

    Em 2006, 1.155 empresas golpistas atuaram no Brasil, causando um prejuízo de R$ 73,7 milhões. É o que aponta o levantamento exclusivo realizado pela Equifax. O número de companhias cresceu 7% (total de 1.079 casos registrados em 2005), enquanto o valor das fraudes aumentou 15% na comparação com os R$ 64 milhões registrados em 2005.

    O prejuízo de R$ 73,7 milhões contabiliza apenas os títulos protestados, que cresceram 24%. Outro resultado direto dessas fraudes são os cheques devolvidos, que avançaram 1%.

    Em 2006, 1.155 empresas golpistas atuaram no Brasil, causando um prejuízo de R$ 73,7 milhões. É o que aponta o levantamento exclusivo realizado pela Equifax. O número de companhias cresceu 7% (total de 1.079 casos registrados em 2005), enquanto o valor das fraudes aumentou 15% na comparação com os R$ 64 milhões registrados em 2005.

    O prejuízo de R$ 73,7 milhões contabiliza apenas os títulos protestados, que cresceram 24%. Outro resultado direto dessas fraudes são os cheques devolvidos, que avançaram 1%. Os setores mais afetados pelos golpes foram os de alimentação, telefonia e de materiais elétricos e para construção.

    O maior número de golpistas foi identificado nos estados do Sudeste: 616 companhias, ou 53,3% do total. A região também registrou o maior prejuízo: R$ 43 milhões, ou 64% do total. A segunda maior quantidade de empresas fraudulentas foi registrada no Sul, 23,9%; seguido do Nordeste, 15,5%; Centro-Oeste, 6,1% e Norte, 1,1%.