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  • Equifax ganha prêmio de excelência

    A Equifax venceu pela quarta vez o prêmio “Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente”. A empresa também é finalista na categoria “Empresa do Ano”, devido aos excelentes índices de avaliação obtidos na pesquisa.

    Esta é a oitava edição do prêmio, realizado pela revista Consumidor Moderno em parceria com o instituto GFK Indicator, com o objetivo de valorizar o esforço das empresas em garantir a satisfação do cliente.

    A Equifax venceu pela quarta vez o prêmio “Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente”. A empresa também é finalista na categoria “Empresa do Ano”, devido aos excelentes índices de avaliação obtidos na pesquisa.

    Esta é a oitava edição do prêmio, realizado pela revista Consumidor Moderno em parceria com o instituto GFK Indicator, com o objetivo de valorizar o esforço das empresas em garantir a satisfação do cliente. A cerimônia de entrega será realizada no dia 28 de maio, em São Paulo.


     




    Você sabia que a Federação do Comércio do Paraná está na “pole position” da venda de produtos da parceria CNC/Equifax? Até agora, a Fecomercio-PR já fechou 372 contratos com empresas de sua área de atuação.

  • Senador apóia limite na publicidade de bebidas alcoólicas

    O senador Tião Viana (PT-AC) apoiou em discurso a intenção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de limitar a publicidade de bebidas alcoólicas de baixo teor. Ele também concorda com a total proibição da venda de bebidas alcoólicas em estabelecimentos próximos de rodovias, como sugere o ministro da Justiça, Tarso Genro.


    Viana informou que, de cada 100 vítimas que chegam aos institutos médicos legais do país para exame cadavérico, 95 têm álcool no sangue. Além disso, mais de 50% dos assaltose assassinatos são motivados pelo alcoolismo.

    O senador Tião Viana (PT-AC) apoiou em discurso a intenção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de limitar a publicidade de bebidas alcoólicas de baixo teor. Ele também concorda com a total proibição da venda de bebidas alcoólicas em estabelecimentos próximos de rodovias, como sugere o ministro da Justiça, Tarso Genro.


    Viana informou que, de cada 100 vítimas que chegam aos institutos médicos legais do país para exame cadavérico, 95 têm álcool no sangue. Além disso, mais de 50% dos assaltose assassinatos são motivados pelo alcoolismo. Citou que houve “queda substancial” em acidentes de trânsito e violência nos países que limitaram a publicidade de bebidas alcoólicas.


    O senador pediu que o governo apresse o lançamento de um programa de combate ao alcoolismo, preparado por um grupo de trabalho com representantes de 11 ministérios. Tião Viana lamentou que exista no país um “lobby monstruoso” que impede a adoção de políticas mais severas contra bebidas alcoólicas, pois a propaganda do setor injeta nos meios de comunicação “bilhões de reais”.


    – O maior problema de saúde pública no Brasil é o alcoolismo, porque ele impulsiona mortes violentas, agressões, desvios de conduta, perda de dignidade para famílias inteiras. Não é preciso repetir que os acidentes de carro matam cerca de 45 mil brasileiros por ano, uma grande parte provocada pela bebida – acrescentou.


    O senador informou que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, participa em Genebra da 60ª Assembléia-Geral da Organização Mundial de Saúde, onde a gripe aviária ainda será um dos temas mais debatidos, ao lado da erradicação dos reservatórios do vírus da varíola e de medidas para erradicação da tuberculose, leishmaniose e outras endemias.


    Em aparte, Viana recebeu apoio do senador Mão Santa (PMDB-PI).


    Agência Senado, 14 de maio de 2007.

  • País ganhará mais 150 escolas federais profissionalizantes

    No prazo de quatro anos, o governo federal vai implantar, em cada um dos 150 municípios selecionados – batizados de cidades-pólo – uma escola de Educação Profissional e Tecnológica (EPT), abrindo mais 200 mil vagas. As cidades-pólo estarão distribuídas entre os 26 estados e no Distrito Federal.

    No prazo de quatro anos, o governo federal vai implantar, em cada um dos 150 municípios selecionados – batizados de cidades-pólo – uma escola de Educação Profissional e Tecnológica (EPT), abrindo mais 200 mil vagas. As cidades-pólo estarão distribuídas entre os 26 estados e no Distrito Federal. A expansão integra um dos principais pontos do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), lançado no final de abril pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e pelo ministro da Educação, Fernando Haddad.


    A meta é chegar a 350 escolas até 2010, totalizando 270 mil vagas.É a maior expansão feita no Brasil até hoje. O memor, garante Eliezer Pacheco, secretário de Educação Profissional Tecnológica do Ministério da Educação (MEC).


    O MEC pretende ainda estabelecer uma rede nacional de formação de professores nas instituições federais, estaduais e municipais, com equipes técnicas de orientação escolar voltada para a educação profissional de nível médio. A intenção é utilizar os recursos e metodologias da educação a distância.


    O objetivo é que em cada um dos cinco mil municípios brasileiros exista pelo menos uma escola ofertando a educação profissional a distância. Atualmente, existe um total de 700 mil matriculados no ensino profissionalizante. A meta é que esse número chegue a 2 milhões nos próximos quatro anos.


    Plano de expansão


    Para implementar a ação, que faz parte da segunda fase do Plano de Expansão da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, serão investidos R$ 500 milhões por ano para a manutenção e implantação do quadro de pessoal das escolas.


    Além disso, aproximadamente R$ 750 milhões serão destinados para a construção de novas unidades. Somando todas as fases, a rede federal da EPT, que em 2005 tinha 144 instituições, chegará ao final de 2007 com 203, terminando 2010 com 350 escolas.


    Em sua primeira etapa de expansão da rede, o Plano viabilizou a instalação de 60 novas instituições de ensino, criando 70 mil vagas. Nas duas fases, um dos critérios foi atender prioritariamente as localidades no interior do País e periferias dos grandes centros urbanos.


    Cidades-pólo


    O conceito de cidade-pólo aperfeiçoou a distribuição dessas unidades, aproveitando potenciais de desenvolvimento e a proximidade com os Arranjos Produtivos Locais (APL). A medida pretende reduzir a saída dos alunos em direção às grandes cidades e aproveitar parcerias e infra-estrutura existentes. Cada cidade-pólo selecionada abrange, em média, um raio de 50 quilômetros. O potencial de crescimento é avaliado regionalmente, sendo a cidade-pólo a referência de um conjunto de municípios ou seja, mesorregiões.


    Presidência da República, 15 de maio de 2007.

  • Comissão analisa acordo comercial com a Argentina

    A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional poderá votar nesta quarta-feira (16) a Mensagem 184/06, do Poder Executivo, que submete ao Congresso Nacional o texto de acordo para o estabelecimento de um mecanismo de cooperação comercial entre Brasil e Argentina.

    A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional poderá votar nesta quarta-feira (16) a Mensagem 184/06, do Poder Executivo, que submete ao Congresso Nacional o texto de acordo para o estabelecimento de um mecanismo de cooperação comercial entre Brasil e Argentina. Num primeiro momento, o apoio comercial abrangerá atividades como colaboração no preparo de agendas de negócios para os empresários; detecção de nichos de mercado que não possam ser satisfeitos com a oferta exportável do próprio País, informando a chancelaria da outra parte; e apoio aos empresários que participem de feiras, exposições ou rodadas de negócios. O relator, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), apresentou parecer favorável à mensagem.


    Software livre

    Também está na pauta a Mensagem 469/06, do Poder Executivo, relativa ao memorando de entendimento entre o Brasil e a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento para a Capacitação em Software Livre e Aberto nos Países em Desenvolvimento. O documento, que foi assinado em 2005, tem parecer favorável do relator, deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP).


    Situação de emigrantes

    Outra proposta que pode ser votada pela comissão é o PL 49/07, do deputado Neilton Mulim (PR-RJ), que obriga os ministérios das Relações Exteriores e da Justiça a comunicar ao Congresso Nacional a situação dos imigrantes no Brasil e dos emigrantes brasileiros no exterior. O relator, deputado Francisco Rodrigues (DEM-RR), recomenda a aprovação da proposta.


    A reunião da comissão está marcada para as 10 horas no plenário 3.


    Agência Câmara, 14 de maio de 2007.

  • Regulação dos mercados de petróleo, gás natural e álcool

    Durante a tarde desta segunda-feira (14), a Subcomissão Temporária de Regulamentação dos Marcos Regulatórios, que funciona no âmbito da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), discutiu os setores de petróleo, gás natural e biocombustíveis. Os palestrantes deixaram claro que os investimentos na geração de energia limpas e renováveis tendem a crescer bastante nos próximos anos.

    Durante a tarde desta segunda-feira (14), a Subcomissão Temporária de Regulamentação dos Marcos Regulatórios, que funciona no âmbito da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), discutiu os setores de petróleo, gás natural e biocombustíveis. Os palestrantes deixaram claro que os investimentos na geração de energia limpas e renováveis tendem a crescer bastante nos próximos anos. Na próxima segunda (21), o tema da audiência, também às 17h, será telecomunicações.


    Participaram do encontro o presidente e o relator da subcomissão, senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN); o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa; o presidente do Conselho de Administração da companhia Brasil Ecodiesel, Jorio Dauster; Francesco Giannetti, representante da União da Agroindústria Canavieira de São Paulo (Única); o diretor da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), Carlos Eduardo de Freitas Brescia; além dos senadores Valter Pereira (PMDB-MS) e Romero Jucá (PMDB-RR).


    Delcídio Amaral afirmou que o objetivo dos encontros é sugerir aperfeiçoamentos nos marcos regulatórios, para acabar com as “incertezas jurídicas” que os investidores estrangeiros encontram para investir no Brasil. O senador informou que cada audiência da subcomissão terá um relatório específico, que comporão o relatório final, a ser entregue em setembro. Esse relatório, que será votado na CAE, vai apresentar sugestões de mudanças nas legislações específicas, e também vai sugerir projetos de lei ou alterações em projetos já existentes.


    – A ausência ou ineficiência de marco regulatório faz com que alguns setores brasileiros recebam poucos investimentos estrangeiros – disse Delcídio.


    Paulo Roberto Costa informou que a Petrobras pretende investir em biodiesel, HBio (novo tipo de biodiesel, ainda sem marco regulatório), alcooldutos, energia eólica e energia solar. Ele defendeu a redução tributária (PIS/Cofins) na compra de matérias-primas pela indústria petroquímica e também incentivos fiscais para investimentos em projetos de mecanismos de desenvolvimento limpo (MDLs).


    Para o diretor da Petrobras, o país deve centralizar a regulamentação da produção, transporte e comercialização do álcool combustível em um único órgão. Hoje, têm influência no setor tanto o Ministério da Agricultura, quanto a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o Ministério das Minas e Energia (MME). Ele defendeu ainda subvenção econômica para abaixar o preço do óleo diesel consumido por embarcações pesqueiras nacionais.


    Jorio Dausterinformou que a Brasil Ecodiesel é a maior empresa produtora de biodiesel do país, produzindo 60% do total. A principal matéria-prima é a mamona, a qual a empresa compra de 57 mil famílias produtoras. Ele disse que o setor foi regulamentado em 2005 e por isso ainda não tem sérios problemas. Para Dauster, o principal objetivo é aprofundar o caráter de inclusão social da produção de biodiesel, além de buscar matérias-primas (mamona e pinhão-manso, por exemplo) que não rivalizem com a alimentação, como soja, milho e cana rivalizam.


    Francesco Giannetti esclareceu que a mistura de 23% de álcool na gasolina brasileira aumenta a octanagem do combustível e diminui a poluição. Ele disse que o etanol nacional não depende de subsídios governamentais e tem o menor preço de produção entre os biocombustíveis mundiais.


    Já Carlos Eduardo de Freitas Brescia lembrou que a Lei do Gás, já aprovada pelo Senado Federal, está em apreciação na Câmara dos Deputados. De acordo com ele, o objetivo da Abegás é ajudar na expansão da oferta do gás natural, cujo transporte ainda não tem marco regulatório. Ele informou que o gás natural constitui atualmente 10% da matriz energética brasileira, sendo 20% da matriz da Região Sudeste. Brescia também afirmou que, nos últimos quatro anos, o setor gerou cerca de 500 mil empregos, com investimentos da ordem de R$ 16 bilhões. De 1998 até 2004, continuou, o consumo de gás cresceu 20% por ano, crescendo mais 8% em 2005 e 4% em 2006.


    Agência Senado, 15 de maio de 2007.

     




     

  • ESPECIAL para SESC e SENAC: novo projeto cria Sess e Senass

    A Câmara analisa o Projeto de Lei nº 844/2007, de autoria do deputado Lelo Coimbra(PMDB-ES), que dispõe sobre a criação do Serviço Social da Saúde (Sess) e do Serviço Nacional de Aprendizagem em Saúde (Senass).


    A proposição atribui à Confederação Nacional de Saúde (CNS), Hospitais, Estabelecimentos e Serviços (CNS) o encargo de criar, organizar e administrar o Sess e o Senass.

    A Câmara analisa o Projeto de Lei nº 844/2007, de autoria do deputado Lelo Coimbra(PMDB-ES), que dispõe sobre a criação do Serviço Social da Saúde (Sess) e do Serviço Nacional de Aprendizagem em Saúde (Senass).


    A proposição atribui à Confederação Nacional de Saúde (CNS), Hospitais, Estabelecimentos e Serviços (CNS) o encargo de criar, organizar e administrar o Sess e o Senass. Retira, pois, esses serviços do Sistema Confederação Nacional do Comércio (CNC).


    O nobre parlamentar, na justificação do projeto, observa a existência de uma “distorção” no setor com relação à vinculação desses serviços. Diz que os serviços social e de aprendizagem da aérea de saúde “devem ser colocados a cargo de uma organização específica, mais sintonizada com as reais necessidades de formação e aperfeiçoamento dos profissionais da área”.


    Escapa ao conhecimento do deputado os resultados de mais de seis décadas de permanente evolução do Sistema CNC, a quem compete a administração do Sesc e do Senac, que se traduzem não só no enorme número de pessoas atendidas por essas instituições a cada ano, mas principalmente na qualidade dos cursos e serviços oferecidos. As entidades tornaram-se parte integrante da vida brasileira e empenham-se continuamente pelos caminhos da estabilidade, do desenvolvimento econômico e da justiça social. A importância do trabalho do Sesc e do Senac fica evidente em termos de saúde pública. O conhecimento acumulado pelas instituições nessa área tem sido levado às comunidades carentes por meio de profissionais que lidam com grandes desafios e que fazem a diferença, na medida em que detêm capacidade intelectual, conhecimentos e valores que lhes conferem um caráter único em termos de atendimento ao público e de formação profissional especializada.


    A redução dos recursos para o Sesc e para o Senac afetará o trabalho consolidado e o resultado de mais de sessenta anos de responsabilidade do Sistema CNC com a saúde no nosso País. Além do mais, a medida poderia causar um número indesejável de demissões de profissionais singulares e dedicados.


    A matéria foi apresentada em 25 de abril de 2007. Em 9 de maio, foi despachada às Comissões de Seguridade Social e Família (CSSF); de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP); de Finanças e Tributação (CFT) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). A proposição está sujeita à apreciação Conclusiva pelas Comissões. Tramitação: Ordinária.


    CNC, 15 de maio de 2007.

  • Fecomércio-SP: preços no varejo têm alta de 0,41% em abril

    O Índice de Preços no Varejo (IPV), da Fecomércio de São Paulo, registrou alta de 0,41% em abril, ante 0,24% em março. É a segunda maior variação do ano, atrás, somente, da elevação de 0,44% de janeiro. No acumulado do ano, o avanço já é de 1,10%, e, em 12 meses, de 1,12%.


    O grupo Combustíveis e Lubrificantes, com elevação de 1,94% nos preços, foi o maior responsável pela alta de abril, comparada a março.

    O Índice de Preços no Varejo (IPV), da Fecomércio de São Paulo, registrou alta de 0,41% em abril, ante 0,24% em março. É a segunda maior variação do ano, atrás, somente, da elevação de 0,44% de janeiro. No acumulado do ano, o avanço já é de 1,10%, e, em 12 meses, de 1,12%.


    O grupo Combustíveis e Lubrificantes, com elevação de 1,94% nos preços, foi o maior responsável pela alta de abril, comparada a março. Vestuários, Tecidos e Calçados subiu 0,84%; Móveis e Decorações, 0,82%; Drogarias e Perfumarias, 0,71%; Padarias, 0,73%; Supermercados, 0,32%; Veículos, 0,20%; Material de Construção, 0,58% e Material de Escritório, 0,52%.


    Registraram queda nos preços oito dos 21 grupos pesquisados pelo IPV: Feiras (-1,88%); Eletrônicos (-1,49%); Açougues (-1,21%); Eletrodomésticos (-0,59%); Floriculturas (-3,39%). Autopeças e Acessórios (-0,11%). CDs (-0,11%) e Óticas (-0,09%).

  • Fecomercio lança fundo associativo

    Gazeta Mercantil   Editoria: Finanças   Página: B-3


    Todos as afiliadas e empregados da entidade podem participar do plano de previdência. Às vésperas de fazer 30 anos, a previdência complementar brasileira ganha novas modalidades e se adapta à nova realidade do mercado de trabalho: a do aumento no número de prestadores de serviço em oposição à queda na criação de empregos formais.

    Gazeta Mercantil   Editoria: Finanças   Página: B-3


    Todos as afiliadas e empregados da entidade podem participar do plano de previdência. Às vésperas de fazer 30 anos, a previdência complementar brasileira ganha novas modalidades e se adapta à nova realidade do mercado de trabalho: a do aumento no número de prestadores de serviço em oposição à queda na criação de empregos formais.


    Neste contexto, a previdência associativa, fundos de pensão criados por entidades de classe, associações e cooperativas para seus associados é uma boa opção para o trabalhador que quer melhorar sua renda na aposentadoria e garantir uma velhice tranqüila, coisa que os benefícios pagos pela Previdência Social, em média de R$ 657 por mês, não é suficiente para promover. Ontem mais um fundo de pensão associativo foi lançado no mercado.


    A Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), que tem 150 sindicados patronais entre seus filiados, lançou o “Fecomercio-Renda Complementar”, um plano de previdência voltado para todos os empregados e afiliadas da Fecomercio, além dos funcionários da própria entidade.


    No 1º Encontro Nacional de Previdência Associativa, que reuniu ontem, na sede da Fecomercio, foi anunciada nota técnica da Secretaria de Previdência Complementar (SPC), que explicita que sócios de pessoas jurídicas vinculadas às associações e sindicatos também podem participar de planos de previdência associativa.


    Vantagens do plano


    Entre as vantagens do plano da Fecomercio está a baixa taxa de administração de 0,5% e a isenção de taxa de adesão ou saída do plano para os participantes. O plano pode ser usado como instrumento de negociação trabalhista e os empregadores podem fazer depósitos nas contas individuais dos seus empregados-participantes de forma esporádica, periódica ou condicionada.


    O secretário de Previdência Complementar, Leonardo André Paixão, afirmou que a idéia da previdência associativa é “democratizar a previdência complementar” e destacou a importância do regime para o País. “O Brasil tem o sétimo maior sistema de previdência complementar do mundo, apesar de apenas 2,2% da População Economicamente Ativa (PEA) ter plano de previdência complementar”, afirma.


    Segundo Paixão, desde que a nota técnica entrou em vigor no mês passado o número de participantes dos planos de previdência complementar tem crescido no Brasil.


    “A previdência complementar tem 2,5 milhões de participantes e tem potencial para atingir 5,5 milhões. No caso da associativa, temos 200 instituidores em cerca de 20 planos de previdência”. Entre as associações que formaram um plano de previdência associativa, Paixão cita como exemplo o fundo da Ordem dos Advogados do Brasil, que conta com cerca de cinco mil participantes.


    O presidente da Associação Brasileira das Entidades de Previdência Complementar (Abrapp), Fernando Pimentel, afirma que o grande diferencial da previdência associativa é que o vínculo não é só trabalhista. Ele se mostra otimista em relação ao potencial de crescimento da previdência complementar no Brasil. “Fizemos pesquisas com os dez maiores sindicatos e entidades patronais do País e verificamos que temos quatro milhões de potenciais participantes da previdência associativa”, revela. Pimentel estima que, em cinco anos, a previdência associativa deve captar R$ 460 bilhões.


    O presidente do Conselho de Planejamento Estratégico da Fecomercio, Paulo Rabello de Castro, não poupou críticas à Previdência Social no País. “Este regime estará cada vez mais restrito às classes menos favorecidas. Nas famílias com cinco filhos, apenas um recolhe para a Previdência Social. A maioria dos jovens não só não recolhe como não sabe nem do que se trata”, alerta.


    “O déficit da previdência social está sempre crescente e não há como onerar ainda mais a folha de pagamento. O jovem brasileiro já não reconhece mais o regime geral como legítimo e confiável”, avalia.


    Segundo Rabello de Castro, três palavras resumem a essência da previdência associativa: formalização, solidarização e capitalização. “O objetivo é que a previdência associativa seja parceira do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social), pois a pequena e média empresa hoje estão distantes da Previdência Social”, explica.


     


     

  • A qualidade no Ensino Fundamental

    Jornal do Commercio  Editoria: Opinião  Página: A-17





    Há mais de meio século, estudos baseados em séries históricas colocaram em pé de igualdade, como fatores explicativos do crescimento e desenvolvimento das nações, o investimento em capital físico e o investimento em capital humano, através da educação que, como processo, não permite saltar etapas.

    Jornal do Commercio  Editoria: Opinião  Página: A-17





    Há mais de meio século, estudos baseados em séries históricas colocaram em pé de igualdade, como fatores explicativos do crescimento e desenvolvimento das nações, o investimento em capital físico e o investimento em capital humano, através da educação que, como processo, não permite saltar etapas. A base da pirâmide educacional é o ensino fundamental e pouca serventia tem para o País expandir o topo, sem cuidar da base.


    Essa tomada de consciência aflora, agora, nas recentes ações de governo. O ponto de partida é o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), construído a partir da apuração dos alunos, mediante exames como a “Prova Brasil” e o “Sistema Nacional de Avaliação Básica”, comparado com as estatísticas do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) sobre aprovação, repetência, tempo médio de permanência na escola etc.


    O referido índice resulta numa notação que vai de ero a dez. Para 2005, a meta no primeiro segmento do ensino fundamental (da primeira à quarta série) é a nota 3,8 e no segundo (da quinta à oitava), a nota 3,5. Ambos valores ainda estão bem abaixo da nota 6, tomada como padrão do ensino em países economicamente desenvolvidos.


    Quando as notas médias são desdobradas segundo a rede de ensino, verifica-se que o desvio para menos está concentrado na rede municipal, validando a percepção da precária qualidade do ensino. Na rede estadual, a notação fica praticamente na média, que continua a apontar baixa qualidade. Já o ensino na rede particular excede amplamente a nota 6, apontada como média desejável. Todavia, é na rede federal que a nota mais alta é alcançada, como indicativa da qualidade do ensino: 7,8. Pena que a rede pública federal seja uma pequena amostra, no universo do ensino fundamental.


    Acertadamente, o Executivo federal pretende repassar R$ 1 bilhão adicionais para os municípios nos quais a qualidade de ensino seja baixa no primeiro segmento do ensino fundamental. A continuidade do repasse ficará condicionado ao compromisso com metas de melhoria do ensino, a serem alcançadas nos próximos 15 anos.


    Ao comentar o pronunciamento do presidente Lula, por ocasião do lançamento do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), o senador Cristóvão Buarque ressaltou a importância do Ideb, como termômetro do ensino, e destacou as medidas colaterais de apoio, como a facilidade de acesso às escolas, o fornecimento de luz elétrica, as ações positivas etc, admitindo que o salto qualitativo na educação requer muito mais. Nesse sentido, o piso salarial de R$ 850 mensais, para 40 horas semanais de trabalho, recupera, em parte, a dignidade do professor. Contudo, mais uma vez, o que realmente fará diferença será o investimento no capital humano, isto é, na formação de professores capazes de bem ensinar, num ambiente físico adequado,ainda que modesto.


    Desde os tempos do Império, o Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, é considerado instituição modelar de ensino, tanto no ciclo fundamental, como no médio, prestígio devido, em grande parte, à qualificação de seu corpo docente. A maioria dos professores possui mestrado, quando não doutorado, e os alunos recebem auxílio na supervisão e orientação escolar. O Pedro II não poderia, tão cedo, ser reproduzido em escala nacional, mas ilustra bem a questão chave, ou seja, o salto de qualidade, a formação do professor e sua dedicação ao magistério, como carreira e meio digno de vida.


    É confortador que comece a permear, mesmo nas camadas mais pobres da sociedade, a consciência da importância da educação de qualidade, como instrumento de avanço individual e progresso social. Nesse contexto, deve ser ressaltado o papel dos meios de comunicação, quando dedicam espaço e tempo ao tema crucial da educação para o Brasil.

  • IBGE: comércio varejista vende 11,5% mais em março, em relação a 2006

    O IBGE divulgou hoje o resultado das vendas do comércio varejista no país, que registraram crescimento de 11,5% em março, na comparação com igual período de 2006. Em relação a fevereiro deste ano, a expansão foi de 1,1%, já com ajuste sazonal.

    O IBGE divulgou hoje o resultado das vendas do comércio varejista no país, que registraram crescimento de 11,5% em março, na comparação com igual período de 2006. Em relação a fevereiro deste ano, a expansão foi de 1,1%, já com ajuste sazonal. No primeiro trimestre de 2007, as vendas acumulam alta de 9,7% e, nos últimos 12 meses, de 7,3%.


    Todas as atividades do varejo registraram aumento nas vendas na comparação entre março deste ano e do mesmo mês de 2006, mas a maior contribuição veio do segmento de Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentíios, Bebidas e Fumo, que corresponde a 42% da taxa global e apresentou alta de 9,3% no período. O setor de Móveis e Eletrodomésticos subiu 18,1% em março.


    Na divisão por Estados, as 27 unidades da Federação tiveram resultados positivos em março, ante março do ano anterior. A maior variação foi verificada em Alagoas (29%), seguida por São Paulo (13,9%).