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  • Varejo on-line deverá crescer 65% no Natal

    As vendas do comércio eletrônico brasileiro devem crescer 64,8% neste Natal. Segundo a e-bit, empresa de marketing on-line, o faturamento desses sites entre os dias 15 de novembro e 23 de dezembro vai subir de R$ 458 milhões para R$ 755 milhões neste ano.

    O percentual de crescimento é bastante superior ao do comércio tradicional. A Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), por exemplo, estima que as vendas dos shoppings brasileiros no Natal de 2006 tenham crescimento de 4% a 5% na comparação com o mesmo período do ano passado.

    As vendas do comércio eletrônico brasileiro devem crescer 64,8% neste Natal. Segundo a e-bit, empresa de marketing on-line, o faturamento desses sites entre os dias 15 de novembro e 23 de dezembro vai subir de R$ 458 milhões para R$ 755 milhões neste ano.

    O percentual de crescimento é bastante superior ao do comércio tradicional. A Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), por exemplo, estima que as vendas dos shoppings brasileiros no Natal de 2006 tenham crescimento de 4% a 5% na comparação com o mesmo período do ano passado. O volume de vendas alcançaria R$ 60 bilhões.


    Para o ano de 2006, a e-bit prevê que o faturamento do comércio eletrônico alcance R$ 4,3 bilhões, o que representa uma alta de 72% em relação a 2005 (R$ 2,5 bilhões).


    Previsão revista


    A previsão inicial era de que as vendas chegassem a R$ 3,9 bilhões neste ano. Segundo a e-bit, o número foi revisado devido ao aumento da utilização de internet por banda larga e do total de internautas.


    Neste ano as vendas de computadores registram forte crescimento principalmente devido à queda do dólar, que barateia componentes, e às isenções de tributos para máquinas populares.

    Os produtos mais vendidos pela internet devem ser, pela primeira vez, os produtos eletrônicos, como televisores, tocadores de mp3 e câmeras digitais. Em seguida devem aparecer os livros e, depois, os CDs e DVDs.




     

  • Vendas nos supermercados reagem neste final do ano

    Depois de quatro meses em queda, as vendas no setor supermercadista registraram, em setembro, aumento real de 2,12% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Essa recuperação, no entanto, ainda não foi suficiente para reverter o quadro de queda registrado no acumulado do ano. De janeiro a setembro, a retração soma 2,21%.


    A expectativa é que essa reação seja mantida nos próximos meses, alavancadas pelo Natal, de maneira a atingir, no final do ano, a meta de 1% de crescimento em relação a 2005.

    Depois de quatro meses em queda, as vendas no setor supermercadista registraram, em setembro, aumento real de 2,12% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Essa recuperação, no entanto, ainda não foi suficiente para reverter o quadro de queda registrado no acumulado do ano. De janeiro a setembro, a retração soma 2,21%.


    A expectativa é que essa reação seja mantida nos próximos meses, alavancadas pelo Natal, de maneira a atingir, no final do ano, a meta de 1% de crescimento em relação a 2005. “Números extra-oficiais de outubro sinalizam uma melhora. Esperamos continuar nessa linha em novembro e dezembro”, afirma o presidente da entidade, João Carlos de Oliveira.


    Para os dez dias que antecedem o Natal, o setor espera um crescimento próximo a 15% nas vendas e no mês de dezembro, uma alta entre 5% e 6%. O otimismo do setor em relação à data pode ser observado na pesquisa da Abras e respondida por 70 redes que detêm mais de 70% do faturamento do setor.


    Segundo o estudo, 55% dos entrevistados devem manter suas encomendas no mesmo patamar do ano passado. Para os outros 45%, os pedidos serão superiores aos praticados em 2005. Nenhum deles respondeu que farão encomendas inferiores.


    “Passada a eleição (independente de quem tenha ganho) o consumidor está mais otimista. O acesso ao crédito continua e os indicadores econômicos estão bem”, diz Oliveira. Apesar disso, o empresário afirma que o percentual dos supermercadistas que apontam crescimento nas encomendas poderia ser maior.


    Tanto que a maioria dos entrevistados preferiu ser cautelosa ao avaliar a postura e comportamento do consumidor ao ir às compras de final de ano. Para 64% deles os consumidores serão moderados. Outros 26% acreditam que a postura do cliente será mais conservadora e somente 10% crêem num comportamento mais arrojado.


    Oliveira chama a atenção para o aumento de encomenda de brinquedos: 63% dos entrevistados devem manter os mesmo níveis de compra de 2005, outros 32% vão comprar, em média, 10% mais brinquedos este ano e somente 5% vão diminuir suas compras em 2%. “Certamente no Natal teremos muitos brinquedos importados nas gôndolas, como ocorreu no Dia das Crianças”, diz.


    No que diz respeito aos produtos importados em geral, a tendência, segundo a Abras, é seguir 2005, com a pretensão alta de comprar mais desses itens. Segundo a pesquisa, 58% dos entrevistados informaram que devem manter suas encomendas nos níveis de 2005, enquanto outros 42% informaram que vão comprar, em média, 9% mais.


    No segmento aves, 49% vão manter as compras de chester no mesmo nível de 2005, 48% comprarão mais (em média 8%) e apenas 3% vão comprar menos.


     

  • Senado aprova ‘Supersimples’, mas muda início da vigência

    Com a unanimidade dos 55 senadores presentes, o Plenário aprovou, nesta quarta-feira (8), o “Supersimples”, uma das matérias mais esperadas pelo setor produtivo e considerada uma das mais importantes para o desenvolvimento do país, por aliviar a carga tributária das micro e pequenas empresas e promover a formalização de empreendimentos.


    Aprovado com modificações no Senado, em regime de urgência, o Estatuto Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PLC 100/06) volta agora à Câmara dos Deputados.

    Com a unanimidade dos 55 senadores presentes, o Plenário aprovou, nesta quarta-feira (8), o “Supersimples”, uma das matérias mais esperadas pelo setor produtivo e considerada uma das mais importantes para o desenvolvimento do país, por aliviar a carga tributária das micro e pequenas empresas e promover a formalização de empreendimentos.


    Aprovado com modificações no Senado, em regime de urgência, o Estatuto Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PLC 100/06) volta agora à Câmara dos Deputados. A proposição já havia ficado dois anos em discussão na Câmara.


    A principal modificação feita pelos senadores fixou o início da vigência do “Supersimples” para o dia 1º de julho de 2007. Sem a alteração, a lei entraria em vigor no dia 1º de janeiro. A justificativa é a necessidade de um prazo para adaptação às novas regras pela Receita Federal – que precisa criar um novo software para gerenciar a arrecadação -, e pelos estados e municípios. Também será criado um Comitê Gestor, que será o responsável pela distribuição dos recursos aos entes federativos.


    Para o relator da matéria na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), senador Luiz Otávio (PMDB-PA), o “Supersimples” é o primeiro passo para uma reforma tributária mais ampla.


    O novo sistema de arrecadação substituiu diversos tributos por apenas oito, que serão arrecadas em uma só guia. Além do Imposto sobre Serviços (ISS), de arrecadação municipal e do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Prestação de Serviços (ICMS), o recolhimento unificado abrangerá os seguintes tributos: Imposto de Renda (IR), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Confins), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e a contribuição patronal referente ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).


    – O Senado cumpriu seu papel ao votar matéria que irá gerar dois milhões de empregos e reduzir uma gama enorme de tributos a apenas oito, a serem pagos em uma só guia, garantindo maior capacidade de investimento às micro e pequenas empresas – disse o relator.


    Também foi retirada do projeto a concessão dos benefícios gerados pelo “Supersimples” a empresas de locação de imóveis, cuja redação foi substituída por empresas de locação de móveis, que passarão a ter o direito de aderir ao novo sistema.


    O Senado manteve ainda no projeto a revogação de todas as disposições em contrário à nova lei. Os estados costumam criar incentivos fiscais, principalmente em relação ao ICMS, para atrair empreendimentos para a região, conhecido como “guerra fiscal entre estados”. Com a revogação de disposições em contrário expressa na lei, os estados não poderão mais criar esse tipo de incentivo para micro e pequenas empresas.


    Na avaliação do ministro da Fazenda, Guido Mantega, a nova lei reduzirá o tempo médio para abertura de uma micro ou pequena empresa de 150 dias para duas semanas. Guido Mantega esteve no Senado momentos antes do início da votação em reunião com o presidente do Senado, Renan Calheiros, e os líderes partidários, quando chegaram a um consenso que viabilizou a votação da matéria. O ministro disse acreditar que a Câmara votará as modificações aprovadas pelo Senado em regime de urgência. (Agência Senado, 8 de novembro de 2006)


     

  • Comércio eletrônico espera faturar R$ 755 milhões no Natal

    As vendas do comércio eletrônico devem crescer 64,8% neste Natal, e o faturamento das empresas de comércio eletrônico deve alcançar os R$ 4,3 bilhões este ano. É o que indica o levantamento realizado por uma empresa de marketing online, a e-Bit, e, se este valor for confirmado, representará um crescimento de 72% sobre os R$ 2,5 bilhões comercializados no ano passado. A previsão para o Natal é a de que o comércio eletrônico fature cerca de R$ 755 milhões este ano, contra R$ 458 milhões do ano passado.

    As vendas do comércio eletrônico devem crescer 64,8% neste Natal, e o faturamento das empresas de comércio eletrônico deve alcançar os R$ 4,3 bilhões este ano. É o que indica o levantamento realizado por uma empresa de marketing online, a e-Bit, e, se este valor for confirmado, representará um crescimento de 72% sobre os R$ 2,5 bilhões comercializados no ano passado. A previsão para o Natal é a de que o comércio eletrônico fature cerca de R$ 755 milhões este ano, contra R$ 458 milhões do ano passado.


    O percentual estimado é bastante superior ao do comércio tradicional. A Associação Brasileira de Lojistas de Shopping estima um aumento de 4% a 5% nas vendas dos shoppings para o Natal de 2006, o que significaria um volume de vendas de R$ 60 bilhões.


    Segundo a pesquisa, os eletrônicos, como televisores, tocadores de MP3 e câmeras digitais devem ser os produtos mais vendidos pela Internet este ano, desbancando, pela primeira vez, os livros, CDs e DVDs. 

  • Levantamento da Serasa indica queda no volume de falências

    Levantamento divulgado hoje pela Serasa mostra que o volume de falências decretadas no país caiu 34,4% em outubro, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em números, o mês registrou 120 casos, ante as 183 registradas em igual período de 2005.

    Levantamento divulgado hoje pela Serasa mostra que o volume de falências decretadas no país caiu 34,4% em outubro, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em números, o mês registrou 120 casos, ante as 183 registradas em igual período de 2005. Conforme noticiado pela Sinopse CNC, o número de falências decretadas em 2006 já é 32,6% menor do que o registrado em igual período do ano passado.


    As falências requeridas também recuaram em outubro deste ano, sobre outubro de 2005, passando de 411 para 377, o que representa uma queda de 8,3%. No acumulado do ano, o recuo atinge 58,1% – de 8.542 para 3.582 pedidos.


    Os pedidos de recuperação judicial subiram 5,9% em outubro, na comparação com este mês de 2005. No ano, já foram registrados 208 destes pedidos, ante 72 em igual período do ano passado.


     

  • Prefeito de Palmas visita novo Centro de Atividades do Sesc em Tocantins

    O Centro de Atividades do Sesc Palmas, que está sendo construído em uma área de 15 mil metros quadrados na região norte de Palmas, capital do Tocantins, recebe amanhã (9/11) a visita do prefeito da cidade, Raul Filho, e dos secretários municipais de Comunicação, Educação e Cultura, Juventude e Esportes, Assistência Social e Turismo. As autoridades serão recebidas pelo presidente da Fecomércio-TO, Hugo de Carvalho.


    A nova unidade do Sesc em Palmas será entregue à população em janeiro de 2007, com capacidade para realizar mais de 140 mi

    O Centro de Atividades do Sesc Palmas, que está sendo construído em uma área de 15 mil metros quadrados na região norte de Palmas, capital do Tocantins, recebe amanhã (9/11) a visita do prefeito da cidade, Raul Filho, e dos secretários municipais de Comunicação, Educação e Cultura, Juventude e Esportes, Assistência Social e Turismo. As autoridades serão recebidas pelo presidente da Fecomércio-TO, Hugo de Carvalho.


    A nova unidade do Sesc em Palmas será entregue à população em janeiro de 2007, com capacidade para realizar mais de 140 mil atendimentos por mês nas áreas de educação infantil, fundamental e complementar, saúde, nutrição, odontologia, assistência médica, esporte, lazer e turismo.           

  • Produção de veículos cresce no Brasil

    Dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) indicam um crescimento de 10,9% na produção de veículos no país em outubro, na comparação com setembro, e de 14,2% em relação a outubro de 2005.


    Em outubro, a indústria produziu 226,4 mil unidades; no acumulado de 2006, o total de veículos fabricados já é de 2,2 milhões, um resultado 4,5% maior do que o verificado no mesmo período de 2005. A venda de veículos novos somou 175,3 mil unidades em outubro, o que representa um aumento de 10% sobre setembro e de 27,3% sobre outubro do ano passado.

    Dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) indicam um crescimento de 10,9% na produção de veículos no país em outubro, na comparação com setembro, e de 14,2% em relação a outubro de 2005.


    Em outubro, a indústria produziu 226,4 mil unidades; no acumulado de 2006, o total de veículos fabricados já é de 2,2 milhões, um resultado 4,5% maior do que o verificado no mesmo período de 2005. A venda de veículos novos somou 175,3 mil unidades em outubro, o que representa um aumento de 10% sobre setembro e de 27,3% sobre outubro do ano passado.


    De janeiro a outubro, o setor exportou 10,130 bilhões de dólares – um crescimento de 8,5% sobre o registrado no mesmo período de 2005.

  • Comissão mista recomenda salário mínimo de R$ 400



    A Comissão Especial Mista do Salário Mínimo aprovou nesta quarta-feira (8) a recomendação aos poderes Executivo e Legislativo para que o salário mínimo seja fixado em R$ 400, a partir de 2007. Na proposta orçamentária do governo federal para o próximo ano, porém, a forma de cálculo prevista elevará o salário mínimo de R$ 300 para R$ 375.


    O relator da comissão, senador Paulo Paim (PT-RS), afirmou que essa divergência não impede que a recomendação seja atendida e o salário mínimo seja de R$ 400.



    A Comissão Especial Mista do Salário Mínimo aprovou nesta quarta-feira (8) a recomendação aos poderes Executivo e Legislativo para que o salário mínimo seja fixado em R$ 400, a partir de 2007. Na proposta orçamentária do governo federal para o próximo ano, porém, a forma de cálculo prevista elevará o salário mínimo de R$ 300 para R$ 375.


    O relator da comissão, senador Paulo Paim (PT-RS), afirmou que essa divergência não impede que a recomendação seja atendida e o salário mínimo seja de R$ 400.


    – Devemos lembrar que o ano passado, a proposta orçamentária chegou aqui no Congresso com a previsão de um salário mínimo de R$ 320 e saiu com R$ 350, aumentou em R$ 30. Tudo depende de vontade política do Congresso e do governo e também do movimento sindical – argumentou Paim.


    A comissão recomendou ainda a aprovação de dispositivo da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 285/04 que prevê a elevação de 22,5% para 23,5% da arrecadação tributária, cujo destino é o Fundo de Participação dos Municípios, de forma a aumentar os recursos disponíveis para o pagamento do salário mínimo nas cidades mais pobres do país. A PEC, de autoria do Poder Executivo, tramita nas Câmara dos Deputados.


    Também foi recomendada a aprovação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o que promoverá em investimentos de R$ 5 bilhões no setor. O relatório da comissão recomendou ainda a aprovação da PEC 24/03, de autoria de Paulo Paim, que tem por objetivo impedir o bloqueio ou contingenciamento de dotações do orçamento da seguridade social. (Agência Senado, 8 de novembro de 2006)


     

  • Projeto que tipifica crimes pela internet é retirado de pauta

    O presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA), determinou que seja retirado da pauta de votações desta quarta-feira (8) o substitutivo do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) a projetos que tipificam os crimes cometidos via Internet. Não há nova data para sua votação.


    ACM tomou a decisão após ouvir Azeredo que concordou em dar mais tempo para a discussão. Nos últimos dias, o assunto foi discutido nos principais jornais do país e causou grande polêmica.

    O presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA), determinou que seja retirado da pauta de votações desta quarta-feira (8) o substitutivo do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) a projetos que tipificam os crimes cometidos via Internet. Não há nova data para sua votação.


    ACM tomou a decisão após ouvir Azeredo que concordou em dar mais tempo para a discussão. Nos últimos dias, o assunto foi discutido nos principais jornais do país e causou grande polêmica. A matéria também foi motivo de discursos no Plenário do Senado, nesta terça-feira (7).


    Trata-se de um substitutivo que Eduardo Azeredo apresentou como relator de três projetos – PLS 76/00, PLS 137/00 e PLC 89/03 – que tratam do assunto, apresentados nos últimos seis anos pelos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Leomar Quintanilha (PCdoB-TO) e pelo deputado Luiz Piauhylino (PDT-PE).


    O substitutivo pune com pena de um a quatro anos crimes como a difusão de vírus digital, uso de cartão clonado e roubo de senhas. A proposta, que usa artigos dos projetos dos outros parlamentares e inclui novos itens, obriga os provedores de Internet a exigirem identificação cadastral de todas as pessoas ao assinarem contrato para uso da rede mundial de computadores. Mais: os provedores terão de arquivar por três anos todos os acessos e conteúdo postado pelos internautas. (Agência Senado, 7 de novembro de 2006)


     

  • Comissão aprova anulação de cláusula que contrarie código

    A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou substitutivo ao Projeto de Lei 6346/05, pelo qual são anuladas as cláusulas contratuais que estabeleçam para o julgamento de ações do consumidor um foro que contrarie as regras do Código de Processo Civil.

    A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou substitutivo ao Projeto de Lei 6346/05, pelo qual são anuladas as cláusulas contratuais que estabeleçam para o julgamento de ações do consumidor um foro que contrarie as regras do Código de Processo Civil. O texto original do projeto, de autoria do Senado, tornava nulas as cláusulas contratuais que indicassem um foro prejudicial à defesa do consumidor.

    Ao justificar a alteração, o autor do substitutivo, deputado Jonival Lucas Junior (PTB-BA), afirmou que, em muitas situações, não há como o fornecedor avaliar o grau de prejudicialidade do foro eleito em relação a cada um dos consumidores contratantes. “Pode ocorrer que, no momento da contratação, o foro eleito seja o mais favorável para o consumidor e, depois, por mudança de residência, torne-se o local que prejudique a sua defesa.”


    Tramitação

    O projeto, que tramita em caráter conclusivo, segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. (Agência Câmara, 8 de novembro de 2006)