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  • Viação e Transportes debate formação de condutores no Brasil

    A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados promove audiência pública nesta terça-feira (26) para discutir o processo de formação de condutores no Brasil. O pedido para o debate é dos deputados Abou Anni (PSL-SP); Juscelino Filho (DEM-MA); Hugo Leal (PSD-RJ); Bosco Costa (PL-SE); Christiane de Souza Yared (PL-PR); e Carlos Gomes (Republicanos-RS).

    Os deputados estão preocupados com a revisão das regras para concessão e renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e para formação de condutores. Juscelino Filho chama a atenção, por exemplo, para a simplificação de procedimentos com o objetivo de reduzir custos e burocracia.

    A comissão já aprovou proposta que anula efeitos de resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) sobre o tema. A norma estabelece novas regras que entrariam em vigor até dezembro de 2022.

    Foram convidados para a audiência:

    • o ministro de Estado da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas;
    • o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Adriano Marcos Furtado;
    • o diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Jerry Adriane Dias Rodrigues;
    • o presidente do Sindicato dos Instrutores e Empregados em Autoescolas de Aprendizagem do Estado do Rio de Janeiro, Adalto Noventa Medeiros; entre outros. Confira a relação completa de convidados.

    O debate ocorre às 14h30 desta terça, no plenário 11.

    Fonte Agência Câmara

  • Relatório do projeto sobre superendividamento da população será discutido

    comissão especial da Câmara que analisa proposta para prevenir e tratar o superendividamento do consumidor (PL 3515/15) reúne-se nesta terça-feira (26) para discutir e votar o parecer do relator, deputado Franco Cartafina (PP-MG). O texto ainda não foi divulgado.

    O projeto, do Senado, cria regras para concessão de crédito ao consumidor, por meio de mecanismos de prevenção ao endividamento excessivo. O texto foi elaborado por uma comissão especial de juristas, responsável pela modernização do Código de Defesa do Consumidor (CDC – Lei 8078/90).

    A reunião será realizada às 14h30, em local a ser definido.

    Fonte Agência Câmara

  • Sesc-TO recebe homenagem por serviços prestados à Cultura

    22/11/2019

    O Sesc Tocantins foi homenageado, em 21 de novembro, com a entrega de uma placa e um certifica de honra ao mérito concedidos pela Universidade Federal do Tocantins (UFT). A cerimônia foi realizada no auditório Cuíca da UFT, em reconhecimento às relevantes ações desenvolvidas pelo Sesc-TO para a sociedade tocantinense no âmbito da Cultura. O presidente do Sistema Fecomércio-TO, Itelvino Pisoni, recebeu a homenagem entregue pela vice-reitora da UFT, Ana Lúcia de Medeiros, e pela pró-reitora de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários, Maria Santana.

    O presidente agradeceu a homenagem e falou sobre a importância das parcerias. “Estamos muito contentes com esta homenagem, pois o Sesc realmente é um fomentador da cultura no Tocantins. Só em 2018 foram mais de 200 apresentações culturais, quase mil exibições de filmes em nossos cinemas e nove mil empréstimos de livros. Agradecemos muito a Universidade Federal do Tocantins por este reconhecimento e nos colocamos sempre à disposição para que sejam feitas parcerias em prol da comunidade acadêmica”, disse.

    Após as entregas, foi realizado o Concerto Sesc Partituras, projeto feito em parceria com a UFT, que contou com a apresentação da Orquestra Viva Música, sob a regência do maestro Bruno Barreto.

    Sesc Partituras

    O projeto Sesc Partituras é uma biblioteca digital, sem fins lucrativos, que visa preservar e difundir o patrimônio musical brasileiro, democratizando o seu acesso através da disponibilização de partituras digitalizadas e editoradas. Utilizando um eficiente sistema de busca, o site permite a visualização e impressão integral das obras catalogadas e audição da maioria delas, oferecendo importante suporte a músicos, estudantes de música e pesquisadores.

  • Legislação Participativa debate direito à assistência social e financiamento do setor

    A Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados realiza audiência pública nesta terça-feira (26) para debater sobre a defesa do direito à assistência social e ao financiamento público do setor.

    O requerimento para a realização do debate foi apresentado pela deputada Érika Kokay (PT-DF). A parlamentar afirma ser importante debater a promoção da política social de assistência social no Brasil, tendo em vista que o governo federal revogou a realização 12ª Conferência Nacional Extraordinária de Assistência Social prevista para ser realizada neste ano.

    “Faz-se necessário entender o processo que desencadeou a decisão de não realização da referida conferencia, como meio de garantir a manutenção das garantias sociais previstas constitucionalmente”, afirma.

    A deputada explica que, diante da decisão do Poder Executivo, o movimento social em defesa da assistência social decidiu realizar a Conferência Nacional Democrática de Assistência Social (CNDAS) em Brasília com o tema: “Assistência social: direito do povo, com financiamento público e participação social”.

    As entidades convidadas a participar do debate são:

    – Frente Nacional em Defesa do Sistema Único de Assistência Social;

    – Fórum Nacional dos Trabalhadores do Sistem Único de Assistência Social;

    – Fórum Nacional dos Usuários da Assistência Social;

    – Conselho Nacional de Assistência Social;

    – Movimento Nacional de Entidades de Assistência Social;

    – Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social;

    – Fórum Nacional de Secretários de Estado de Assistência Social;

    – Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc).

    O evento será interativo e ocorrerá no auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados a partir das 14 horas.

    Acesse: https://edemocracia.camara.leg.br/audiencias/sala/1438

    Fonte Agência Câmara

  • Comissão discutirá proteção de dados no âmbito das constituições de outros países

    comissão especial que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 17/19 debaterá, na próxima terça-feira (26), a proteção de dados no âmbito das constituições de outros países. O debate foi proposto pelos deputados Orlando Silva (PCdoB-SP), relator da matéria, e Luis Miranda (DEM-DF).

    Foram convidados:

    – o diretor da Unidade Internacional de Proteção de Fluxos de Dados da Comissão Europeia, Bruno Gencarelli;

    – o representante do Centre for Information Policy Leadership (CIPL) Bojana Bellamy;

    – o procurador da República Carlos Bruno Ferreira da Silva.

    A proposta em análise no colegiado insere a proteção de dados pessoais, incluindo os digitalizados, na lista de garantias individuais da Constituição Federal de 1988. A PEC determina ainda que compete privativamente à União legislar sobre o assunto.

    Hora e local

    A audiência pública está prevista para as 14h30, no plenário 7.

    Fonte Agência Câmara

  • Comissão rejeita desconto em tributos de microempresa administrada por jovem

    A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados rejeitou proposta que concede desconto de 10% nos tributos unificados pagos por microempresas constituídas ou administradas por pessoas com idade entre 18 e 25 anos (Projeto de Lei Complementar 384/17).

    O texto é de autoria do ex-deputado e atual senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB). A rejeição foi pedida pelo relator, deputado Hildo Rocha (MDB-MA). Segundo ele, o texto não cumpre os requisitos exigidos pela legislação para as propostas que reduzem a arrecadação federal.

    A Lei de Responsabilidade Fiscal, por exemplo, determina que projetos que provoquem renúncia de receita devem conter estimativa de impacto orçamentário-financeiro para o ano em que entrar em vigor e nos dois seguintes.

    A rejeição por incompatibilidade e inadequação financeira e orçamentária implica o arquivamento do projeto, a não ser que haja recurso ao Plenário da Câmara para manter a tramitação.

    Fonte Agência Câmara

  • Projeto da Nova Lei do Primeiro Emprego é discutido na CAS

    Especialistas ouvidos pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) na quinta-feira (21/11) destacaram pontos positivos e negativos do Projeto de Lei (PL) 5.228/2019, que institui a Nova Lei do Primeiro Emprego. De autoria do senador Irajá (PSD-TO) e com relatoria do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), a proposição tem pontos polêmicos, segundo os debatedores, como a redução do depósito ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) de 8% para 2%.

    A Nova Lei do Primeiro Emprego pretende criar um contrato de trabalho especial que flexibiliza direitos e reduz encargos para estimular empresas de todo porte a contratar jovens que ainda não conseguiram sua primeira oportunidade profissional, desde que permaneçam frequentando o ensino profissional ou superior. A contratação seria uma opção para as empresas, que pode ser efetivada de acordo com a necessidade de mão de obra.

    Irajá comentou sobre a crise econômica e o alto índice de desemprego no Brasil, e disse que o Parlamento precisa reagir e editar medidas que ajudem a mudar o quadro. Ele informou que tem sido questionado sobre sua motivação ao protocolar o PL 5.228/2019. E explicou que, assim como ele não obteve êxito na adolescência, milhares de outros brasileiros enfrentam dificuldades ao visitar empresas em busca de oportunidades.

    — Não por má vontade, mas, entre contratar um jovem sem experiência e outro com experiência, evidentemente, será contratado aquele já qualificado. Esse projeto, então, dá estímulos aos empresários para contratarem jovens sem nenhuma experiência profissional. Se não houver sacrifícios por parte do governo, ao abrir mão do recolhimento do INSS, dos jovens, com a diminuição do Fundo de Garantia por um ano apenas, nem dos empresários, ao dar essa oportunidade, não vamos resolver o problema — afirmou.

    Debate

    Chefe da Divisão de Fiscalização do Trabalho Infantil e Igualdade de Oportunidades da Coordenação-Geral de Fiscalização do Trabalho do Ministério da Economia, Erika Medina Stancioli elogiou o projeto. Ela ressaltou que o objetivo é beneficiar jovens que não estudam nem trabalham, mas ponderou que o texto resolve somente parte do problema do desemprego no país. Uma das medidas defendidas por Erika para aumentar as oportunidades é a qualificação para o mercado de trabalho.

    — [O projeto] quer resolver uma parte, não consegue resolver tudo, mas eu achei a iniciativa excelente. Tem flexibilização de direitos, redução de encargos, alguns estímulos para as empresas, mas exige que esse jovem esteja frequentando o ensino profissional e superior. Está claro que ele não tem essa qualificação, e precisa se qualificar para ser mais atrativo para o mercado.

    Diretora Legislativa da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, Viviane Maria Leite de Faria elogiou a iniciativa de Irajá, mas disse que o PL 5.228/2019 precisa de aperfeiçoamentos, a fim de atrair os jovens para trabalhos dignos e estimulantes. A debatedora considerou que a proposta de redução da alíquota previdenciária atinge o empregador e não traz compensação ao trabalhador. Para Viviane, o assunto precisa ser aprofundado.

    — É o futuro do país que está em jogo. Os nossos jovens não podem ser atraídos para o mercado de trabalho assim. Essa discriminação justificada não se sustenta com uma precarização de direitos.

    Flávio Bolsonaro apresentou seu parecer, com emendas, no dia anterior ao debate. O presidente da Federação Brasileira de Associações Socioeducacionais de Adolescentes, Antonio Roberto Silva Pasin, elogiou o fato de que, atendendo a pedido dessas organizações, o relator suprimiu da proposta o artigo 11, que tratava de alterações na CLT. Da forma como estava o texto inicial, serviços socioeducativos prestados por entidades sem fins lucrativos seriam afetados.

    Pasin enalteceu o projeto de lei, e disse que a proposta de Irajá ultrapassa as fronteiras do trabalho, porque envolve educação, esporte e garantia de direitos constitucionais.

    — [A proposta] é de toda a sociedade, pelo combate ao trabalho infantil, [contra] o abuso ao trabalho adolescente, a marginalidade e tem como objetivo o estímulo. Já ultrapassou as fronteiras de uma única política.

    O coordenador nacional de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho do Ministério Público do Trabalho, Tadeu Henrique Lopes da Cunha, defendeu mecanismos de compensação tributária que não afetem o direito dos trabalhadores. Na opinião do debatedor, o Estado brasileiro é que deve arcar com os custos da iniciativa.

    — O Estado tem essa obrigação prevista na Constituição federal. Uma de suas funções é a proteção do jovem, e o Estatuto da Juventude também traz dispositivos nesse sentido. Então, a nossa sugestão é ir por um caminho onde o Estado financie essa situação, e não o próprio trabalhador.

    Para o desembargador do Tribunal Regional do Trabalho de Curitiba, Ricardo Tadeu Marques da Fonseca, a proposição é meritória. Ele observou, no entanto, que não se podem criar estímulos com a diminuição de direitos dos trabalhadores. Segundo o desembargador, a redução do Fundo de Garantia prevista no projeto é inconstitucional por não se tratar de um imposto, nem mera alíquota, mas de salário.

    — Seria inconstitucional, de fato. Então, sugiro aprofundamento a respeito do artigo 4º do projeto [que trata de contribuição previdenciária patronal diferenciada para a remuneração dos jovens]. Assim, haverá implementação do artigo 227 da Constituição, e o Estado cumprirá seu papel, sem risco de inconstitucionalidade.

    Irajá esclareceu que o projeto de lei não fere a Constituição, porque jovens fora do mercado de trabalho não têm renda, já que não trabalham. Segundo ele, é preferível que esse jovem tenha 2% de contribuição sobre um salário, a 8% de nenhuma remuneração.

    — Não se pode falar em retirada de direitos quando o jovem é privado do direito trabalhista mais básico, o próprio emprego. Passa a ser uma coisa imaginária. Porque o que é a poupança de um jovem que não está trabalhando se ele não trabalha? Ele não tem poupança.

    Fonte Agência Senado

  • Carta Mensal – 772

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional, que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do País.

     

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  • Sumário Econômico – 1599

    Fintechs e blockchain: oportunidades para o mercado financeiro – No dia 11 de novembro, foi realizado, no Centro Cultural da Fundação Getulio Vargas, o seminário Fintechs e Blockchain: Oportunidades para o Mercado Financeiro para debater os impactos da tecnologia no mercado econômico e financeiro brasileiro. O primeiro tópico a ser discutido foi a concentração no mercado bancário brasileiro e o perfil do capital nos bancos, para possibilitar a participação do Brasil no G20. Observaram-se também entraves concorrenciais na estruturação bancária brasileira, como o alto compulsório, os spreads elevados e outras práticas de mercado, valores altos dos serviços da TecBan, por exemplo. Outro tema debatido foi o sistema monetário de free banking, em que há a possibilidade de existência de múltiplas moedas, como a Libra do Facebook, por exemplo. Conciliado com a utilização de stablecoin, criptomoedas ou tokens digitais com tecnologia blockchain, e stable currency, quando a moeda virtual é conversível em moeda (depósito bancário). Por fim, devido aos avanços tecnológicos, o Brasil terá alguns desafios para enfrentar no futuro. A regulação bancária, por exemplo, pois uma arbitragem regulatória nos bancos aumenta os investimentos nas fintechs, o que pode provocar impactos na política monetária, enquanto excesso de regulação nos bancos, e menos nas fintechs, amplia a tendência de aumento dos spreads e redução do crédito.

    Governo apresenta diretrizes para a reforma tributária – O secretário especial da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto, apresentou o projeto de reforma tributária do governo, em entrevista veiculada na mídia. Além de criar um imposto sobre o consumo, o governo também propõe mudanças no Imposto de Renda e no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e a desoneração da folha de salários das empresas. A proposta não inclui a criação de uma nova CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira). A ideia é que a reforma tenha quatro fases, com a primeira tendo início já no fim deste ano e a última em meados de 2020. A primeira fase da proposta consiste na criação de um imposto sobre consumo, com a unificação do PIS (Programa de Integração Social) e da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social). O tributo resultante da fusão será a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), e terá uma alíquota única, podendo variar entre 11% e 12%, sem regimes especiais, e seguirá o modelo de Imposto sobre Valore Agregado (IVA), que permite a utilização de créditos para diminuir o valor a pagar.

    Semana Global do Empreendedorismo – Está no ar o site www.empreendedorismo.org.br. Através dele, é possível acessar a programação da Semana Global do Empreendedorismo (SGE), evento espalhado pelo mundo que acontece de 18 a 24 de novembro, com o mote, aqui no Brasil, Empreender é Viver o Futuro Hoje. Além do site, pode-se acompanhar a evolução da Semana em #SGE19. A SGE está no Twiter, Facebook, entre outras mídias sociais. No referido sítio, qualquer empreendedor pode participar, cadastrando a sua atividade, bem como ficar seguindo a programação de cada unidade da Federação. Todos os estados estão engajados. E é possível acompanhar os fatos de forma presencial ou on-line. A SGE 2019 se apresenta sobre três eixos: Capacitar, Inspirar e Conectar. Espera-se, então, ampliar a bandeira do empreendedorismo como um elemento capaz de gerar novas e mais oportunidades de negócios. Assim, a SGE estima que o avanço e o crescimento das ações empreendedoras possam vir a acontecer e serem desenvolvidas por intermédio de grandes transformações sociais, seguidas da melhoria da qualidade de gestão, tomada de decisão e sabedoria para o enfrentamento da conjuntura sob o foco de medidas voltadas para a internet, também.

    Análise de Impacto Regulatório do Inmetro – Em 12 de novembro deste ano, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) participou de um evento na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), com mais de 70 representantes dos mais diversos setores econômicos, para debater a Análise de Impacto Regulatório (AIR), realizada para a elaboração do Regulamento Geral do Novo Modelo Regulatório (NMR) do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), a ser concluído em 2021. A AIR é um dos principais instrumentos voltados à melhoria da qualidade regulatória. Consiste num processo sistemático de análise baseado em evidências que busca avaliar, a partir da definição de um problema regulatório, os possíveis impactos das alternativas de ação disponíveis para o alcance dos objetivos pretendidos.
     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 209/2019

    DESTAQUES:

    Sancionada lei dispondo sobre as relações financeiras entre a União e o Banco Central do Brasil

    Divulgado o valor médio da renda mensal do total de benefícios pagos pelo INSS para o mês de abril de 2019

    Sancionada lei do Estado do Rio de Janeiro que modifica a norma dispondo sobre a proibição de cobrança por uso de banheiro instalado em shopping centers, centros comercias, galerias, supermercados e quaisquer outros estabelecimentos coletivos voltados para o comércio de modo geral

    DESTAQUES:
    •    Alterada norma que designa os conselheiros suplentes (CNC), que integrarão as Turmas Extraordinárias das Seções de Julgamento do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.
    •    Iniciada revisão do direito antidumping aplicado às importações brasileiras de pneus novos radiais para ônibus ou caminhão, aros 20″, 22″ e 22,5″, doravante também denominados “pneus de carga”, originárias da África do Sul, da Coreia, da Rússia, Japão, Reino da Tailândia e Taipé Chinês, onde a CNC foi convocada para participar da audiência final.
    •    Alterado Anexo do Regimento Interno da Fundacentro.
    •    Prorrogado prazo para envio de indicações de associações representativas de titulares de direitos autorais e de associações representativas de usuários, para compor a Comissão Permanente para o Aperfeiçoamento da Gestão Coletiva.