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  • Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac| Novembro de 2019 – Informativo on-line

    Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac| Novembro de 2019 – Informativo on-line

    Infraestruturatura

    Controladoria-Geral da União (CGU)
    Representação
    Grupo de Trabalho Temático da Sociedade Civil voltado para o Assessoramento do Grupo Executivo do Comitê Interministerial Governo Aberto

    Representantes: 

    Titular
    Francisco Valdeci de Sousa Cavalcante
    1º Vice-Presidente da CNC 

    Suplente
    Cristiane de Souza Soares
    Especialista Executiva
    Assessoria de Gestão das Representações
    CNC
    (Compareceu)
    Saiba mais aqui:
    Reunião ordinária realizada no dia 1º de novembro de 2019

    Meio Ambiente

    Ministério de Minas e Energia (MME)
    Representação
    Workshop de Fontes Energéticas no âmbito do Planejamento de Longo Prazo

    Representante:
    Bernardo Rodrigues Souto
    Advogado
    Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis)
    (Compareceu)
    Saiba mais aqui:
    Reunião eventual realizada no dia 17 de outubro de 2019

    Microempresa e Empresa de Pequeno Porte

    Ministério da Economia
    Representação
    Comitê Temático de Tecnologia e Inovação do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (FPMPE)

    Representantes:
    Titular
    Charles Dickens Ázara Amaral
    Diretor Adjunto
    Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF)

    1º Suplente
    Cristiano Ramos Costa
    Especialista Técnico
    Assessoria de Gestão das Representações (AGR)
    CNC

    2º Suplente
    Mateus Lima Dornelas
    Especialista Técnico
    Divisão sindical (DS)
    CNC

    (Compareceu)
    Saiba mais aqui:
    Reunião ordinária realizada no dia 18 de setembro de 2019

    Relações do Trabalho

    Ministério da Economia
    Representação

    Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS)

    Representantes:
    Titular
    Antônio Lisboa Cardoso
    Advogado da Divisão Sindical
    CNC

    Suplente
    Abelardo Campoy Diaz
    Consultor da Vice-Presidência de Habitação Econômica do Sindicato da
    Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP)
    (Compareceu)

    Saiba mais aqui:
    Reunião ordinária realizada no dia 8 de outubro de 2019

    Saúde

    Ministério da Economia
    Representação
    Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP)

    Representantes:
    Titular

    Edgar Segato Neto
    Membro do Conselho de Representantes da CNC

    Suplente
    Bernadeth Macedo Vieira
    Engenheira de Segurança do Trabalho
    Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad)
    (Compareceu)
    Saiba mais aqui:
    Reunião ordinária realizada nos dias 25 e 26 de setembro de 2019

  • Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac| Novembro 2019

    Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac| Abril de 2019

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

    Atuação das Representações CNC|Sesc|Senac| Novembro de 2019

     

    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

  • Comissão da reforma tributária pode aprovar cobrança de IPVA de aviões e barcos

    Em seminário regional realizado em Belo Horizonte (MG), o presidente da Comissão Especial da Reforma Tributária na Câmara, deputado Hildo Rocha (MDB-MA), disse que o relatório final da proposta deve prever o pagamento de IPVA sobre embarcações e aeronaves. A comissão discute a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/19, do deputado Baleia Rossi (MDB-SP).

    A cobrança foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal em 2007. Hildo Rocha disse que a proposta não vai elevar a carga tributária, mas admitiu a possibilidade de corrigir o que chamou de “equívoco” do STF. “A gente pode fazer uma correção, depois de um equívoco do STF, que entendeu que IPVA não incide sobre embarcações e aeronaves. Isso a gente pode corrigir na PEC porque tem que ser uma mudança na Constituição”, explicou o presidente da comissão.

    Segundo Hildo Rocha, a proposta em análise na comissão especial não eleva a carga tributária, mas aumenta a arrecadação em R$ 500 bilhões, total que é hoje sonegado em função da complexidade do sistema.

     “Num primeiro momento, não se trabalha com a redução nem com o aumento da carga tributária. Mas, ao longo do tempo, vai diminuir a carga tributária porque vai aumentar a arrecadação”, disse.

    Para Hildo Rocha, as principais vantagens da proposta em análise são a simplificação e a mudança na incidência dos tributos, hoje focada no consumo.

     A PROPOSTA DE REFORMA TRIBUTÁRIA

    – Simplifica o sistema tributário, substituindo cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)

    – Transição vai demorar dez anos, sem redução da carga tributária

    – Proposta também cria o Imposto Seletivo Federal, que incidirá sobre bens e serviços cujo consumo se deseja desestimular, como cigarros e bebidas alcoólicas

    Características do IBS:

    – terá caráter nacional, com sua alíquota formada pela soma das alíquotas federal, estaduais e municipais; estados e municípios determinam suas alíquotas por lei

    – incidirá sobre base ampla de bens, serviços e direitos, tributando todas as utilidades destinadas ao consumo

    – será cobrado em todas as etapas de produção e comercialização

    – será não-cumulativo

    – contará com mecanismo para devolução dos créditos acumulados pelos exportadores

    – será assegurado crédito instantâneo ao imposto pago na aquisição de bens de capital

    – incidirá em qualquer operação de importação (para consumo final ou como insumo)

    – nas operações interestaduais e intermunicipais, pertencerá ao estado e ao município de destino

    Fonte Agência Câmara

  • CAE aprova regras mais rígidas para a adesão de empresas ao Refis

    Regras mais rígidas para a adesão de devedores aos programas de parcelamento de débitos tributários e obtenção de benefícios fiscais, os chamados Refis, foram aprovadas, nesta terça-feira (5), pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. O objetivo da medida é evitar a redução de créditos para a Previdência Social. O PLS 425/2017 – Complementar é originário da CPI da Previdência, realizada em 2017, e agora segue para análise do Plenário, em regime de urgência.

    Segundo o senador Paulo Paim (PT-RS), que presidiu a CPI e relatou o PLS na CAE, o parecer final aponta a necessidade de uma regulamentação mais criteriosa para que benefícios fiscais sejam ofertados a contribuintes que realmente necessitem.

    — A finalidade da proposição é estabelecer regras para a concessão de futuros programas especiais de regularização tributária, os conhecidos Refis, que envolvam anistia, remissão, transição, abatimento de juros de mora e parcelamentos especiais de créditos tributários. Isso para evitar que sonegadores e fraudadores se utilizem de tais benefícios para deixar de cumprir suas obrigações tributárias – disse Paim.

    O projeto cria uma série de impedimentos para as empresas e cidadãos que querem aderir aos programas de parcelamento, que só poderá incluir débitos tributários de mais de cinco anos, contados da data da publicação da lei que instituir o benefício. Ou seja, o parcelamento especial apenas poderá ser utilizado a cada cinco anos. Passivos originários de dolo, fraude, crime contra a ordem tributária, apropriação indébita ou de outro ilícito penal também não poderão ser parcelados. A adesão ao programa de parcelamento também está proibida às empresas com faturamento anual acima de R$ 4 milhões e que tenham distribuído lucros ou dividendos aos sócios nos três anos anteriores à lei que criou o programa de parcelamento.

    O relator acrescentou a proibição de adesão de empresas que tenham distribuídos lucros e dividendos nos anos-calendários a que se referem os débitos abrangidos pelo período da lei de concessão de benefícios.

    O texto busca evitar a adesão indiscriminada de devedores — nem sempre de boa-fé — aos programas especiais de regularização tributária que envolvem anistia, remissão, transação, abatimento de juros de mora e parcelamentos especiais dos créditos tributários. O relator incluiu nessa lista o instrumento da moratória, que suspende o crédito tributário, e as “multas de mora, de ofício e isoladas”.

    A CPI da Previdência, destaca Paim, comprovou que os parcelamentos das dívidas são concedidos muitas vezes “em detrimento do interesse público e com prejuízos aos recursos que financiam a Previdência Social”, como a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

    Segundo o senador, o parcelamento de débitos com descontos de penalidades e multas, pelo governo federal, tem sido recorrente, demonstrando a impossibilidade de o Estado recuperar seus créditos. Isso acarreta insegurança jurídica e desestimula o cumprimento das obrigações fiscais no prazo, além da perda de eficácia do instrumento, que resulta na diminuição dos valores recuperados ao longo do tempo a cada novo Refis.

    “Fica evidenciada a necessidade de uma regulamentação mais criteriosa para que tais benefícios fiscais sejam ofertados, de forma a alcançar os contribuintes que realmente necessitem, e não se tornem um instrumento de privilégio de sonegadores”, defendeu Paim.

    O projeto diz ainda que a concessão do benefício deve contar com parecer favorável da administração tributária quanto aos seus efeitos para a arrecadação tributária atual e futura. O texto prevê que a administração tributária promoverá, semestralmente, audiências públicas para discutir os benefícios fiscais e as desonerações vigentes e apresentará, anualmente, em reuniões públicas, nas duas Casas do Congresso Nacional, parecer indicando os custos e as eventuais vantagens ao erário, com o objetivo de orientar a política fiscal e para indicar quais benefícios fiscais devem ser mantidos ou revistos.

    Fonte Agência Senado

  • Senado recebe pacote do governo para mudar pacto federativo e regras fiscais

    O presidente Jair Bolsonaro entregou nesta terça-feira (5) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, parte de um pacote de propostas elaboradas pela equipe econômica do governo para reformar o Estado brasileiro. São três propostas de emenda à Constituição (PECs): a emergencial, que pretende reduzir gastos obrigatórios, a do pacto federativo, que muda a distribuição de recursos entre União, estados e municípios, e a que revisa fundos públicos.

    O conjunto de medidas (Plano Mais Brasil), que ainda serão detalhadas pela equipe econômica, é a prioridade do governo após a aprovação da reforma da Previdência (PEC 6/2019). Um dos objetivos é pôr em prática o princípio do “mais Brasil, menos Brasília”. Ou seja: descentralizar o dinheiro que fica com a União, aumentando a autonomia de estados e municípios, uma das bandeiras de campanha de Bolsonaro durantes as eleições. O presidente apontou que as propostas deverão ser aperfeiçoadas por deputados e senadores e disse esperar que a votação das medidas se encerrem até “meados do ano que vem”.

    — Sempre ouvi nesta Casa que gostaríamos de continuar recebendo visitas de prefeitos e governadores a título de visita apenas, mas não para nos pedir algo orçamentário. Isso estando garantindo nesta emenda, eles decidirão o que fazer melhor porque eles vivem isso no dia a dia — disse o presidente.

    A iniciativa de Jair Bolsonaro de levar pessoalmente as propostas ao Senado foi classificada por Davi Alcolumbre como um reconhecimento ao trabalho do Parlamento na aprovação da reforma da Previdência.

    — Sua presença aqui hoje, da sua equipe, é a presença do respeito à política. É um gesto de aproximação com a política e com os políticos — disse o presidente do Senado.

    Ao receber as propostas, Davi Alcolumbre disse que “este Parlamento foi eleito para fazer as coisas acontecerem”. Afirmou que o atual Congresso será “o mais reformista” da história e enfatizou que propostas do governo conciliam-se com o que a Casa pensa.

    — A gente não precisa concordar com tudo, mas precisa buscar conciliação, porque o Brasil espera da gente essa conciliação — disse.

    Davi destacou que os textos foram construídos “por várias mãos” e afirmou que pretende reunir os senadores e avaliar com líderes partidários qual tramitação dará a essas matérias.

    Transformação

    Os ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, acompanharam o presidente Jair Bolsonaro na entrega das propostas. Elas serão analisadas inicialmente pelo Senado e, se aprovadas, seguirão para a Câmara. As três propostas são assinadas pelo líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), e pelo líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). Segundo Paulo Guedes, o governo está propondo uma transformação do Estado brasileiro em várias dimensões.

    — Tem a consolidação de uma cultura fiscal, uma cultura de austeridade de sustentabilidade fiscal. Na verdade, nós vamos garantir finanças sólidas para a República brasileira e ao mesmo tempos estamos descentralizando recursos para estados e municípios — disse o ministro da Economia.

    Paulo Guedes estima que as mudanças no pacto federativo aumentarão a transferências de recursos a estados e municípios em cerca de R$ 400 bilhões a R$ 500 bilhões.

    — O dinheiro tem que estar na ponta, tem que estar onde o povo está. Tem que estar na base e é isso que o presidente está fazendo — assinalou.

    Onyx Lorenzoni reforçou que a tese construída na eleição, de “Mais Brasil, menos Brasília”, começa agora a ganhar corpo.

    — Um novo tempo virá para estados e municípios — disse.

    Propostas

    A PEC Plano Mais Brasil traz mudanças na divisão de recursos de União, estados e municípios, o chamado pacto federativo. O texto prevê, entre outros pontos, a descentralização de recursos do pré-sal, a criação de um Conselho Fiscal da República que se reunirá a cada três meses para avaliar situação financeira dos estados e medidas de desvinculação, desindexação e desobrigação do Orçamento.

    A PEC propõe, por exemplo, mudanças na regra que hoje destina percentuais fixos da receita com gastos em saúde e educação, permitindo que gestores públicos tenham mais flexibilidade para escolher o que é prioridade.

    Já a PEC emergencial institui gatilhos para conter gastos públicos em caso de crise financeira na União, estados e municípios. A proposta traz uma espécie de regra de ouro para os estados, instrumento que proíbe o endividamento público para pagar as despesas correntes, como os salários do funcionalismo público, benefícios de aposentadoria, contas de energia e outros custeios. Entre as medidas, está a possibilidade de redução de jornadas e salários de servidores públicos.

    O governo aponta que a PEC emergencial é fundamental para reduzir despesas obrigatórias e abrir espaço já no Orçamento de 2020 para realizar os investimentos que resultem em maior benefício para a população.

    A terceira PEC vai propor ampla revisão dos fundos constitucionais e infraconstitucionais para liberar mais de R$ 200 bilhões hoje travados nesses fundos para abater a dívida pública.

    Enquanto senadores discutem essas propostas, deputados deverão se debruçar sobre outras medidas, como a PEC da reforma administrativa, que muda as regras do serviço público. O texto deve ser encaminhado à Câmara nos próximos dias.

    Repercussão

    Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho, afirmou as propostas são fruto de intenso diálogo entre governo e Congresso para elevar o controle dos gastos públicos, equilibrar a distribuição de recursos entre União, estados e municípios e acelerar a retomada do crescimento econômico e a geração de emprego.

    — Temos certeza que o Senado dará a sua contribuição para o Brasil avançar com a agenda de reformas.

    O senador Eduardo Gomes considera que o conjunto de medidas vai transformar o país.

    — Esse pacote traz uma série de medidas que podem, de maneira efetiva, transformar em realidade aquilo que já é um discurso muito usado pela classe política de repactuação dos recursos federais a uma nova ordem federativa — avaliou.

    Para o senador Rogério Carvalho (PT-SE), as medidas representam “mais um pacote de maldades do governo contra a população”.

    — São medidas que na sua maioria, com raras exceções, propõem conter o gasto público e mais uma vez de forma regressiva, ou seja, buscando retirar de quem tem menos para pagar juros — criticou.

    A senadora Soraya Tronicke (PSL-MS) afirmou que o novo pacto federativo vai dar mais autonomia os estados e os municípios.

    — Isso é um marco na história do Brasil porque nunca ninguém deu tanto poder para os estados e os municípios. O presidente Bolsonaro está de parabéns por estar abrindo mão disso tudo — avaliou.

    Para a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), as reformas são importantes, mas o Senado precisa estudar as propostas.

    — As reformas devem acontecer, precisam acontecer, mas nós precisamos estar atentos na vida do brasileiro, na vida do estado brasileiro. A gente não pode repetir a história do Chile. Nós vamos analisar cada ponto desse pacote, vamos trabalhar exatamente nessa frente: a defesa dos brasileiros, de trabalhadores brasileiros e também a defesa do nosso Estado — disse.

    Fonte Agência Senado

  • CDH vai debater reforma tributária

    A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal promove na quinta-feira (7), a partir das 14h, audiência pública interativa para debater a reforma tributária. A reunião foi requerida pelo presidente da comissão, senador Paulo Paim (PT-RS).

    Foram convidados para o debate os procuradores da Fazenda Nacional Heráclio Mendes de Camargo Neto, Leonardo Alvim e Giuliano Menezes Campos.

    Também devem participar André Luiz Freire Allemão, do Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz); e Reynaldo Lima, presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo.

    A audiência será realizada na sala 2 da Ala Nilo Coelho, no anexo 2 do Senado Federal. Qualquer pessoa pode acompanhar e participar por meio do site do programa e-Cidadania ou pelo Alô Senado (0800 612211).

    Acesse: http://bit.ly/audienciainterativa

    Fonte Agência Senado

  • Importância de laboratório farmacêutico público é tema de debate

    As comissões de Ciência e Tecnologia; e de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados promovem debate nesta quinta-feira (7) sobre a importância da Fundação para o Remédio Popular (Furp) na produção, pesquisa, desenvolvimento e distribuição de medicamentos populares. O debate atende a requerimentos apresentados por diversos parlamentares.

    O deputado Alexandre Padilha (PT-SP), um dos parlamentares a solicitar o debate, explica que a Furp é um dos maiores laboratórios farmacêuticos públicos do Brasil e da América Latina, responsável pelo desenvolvimento, produção e distribuição de produtos que garantem a melhoria da qualidade de vida da população.

    “É de conhecimento amplo que a indústria farmacêutica, no mundo, concentra esforços na pesquisa e comercialização de produtos para o tratamento de doenças mais específicas que agreguem maior retorno financeiro. Em contrapartida, os laboratórios farmacêuticos públicos, no Brasil, atuam para atender as demandas do Sistema Único de Saúde (SUS), negligenciadas pelos grandes laboratórios do mercado”, afirma o parlamentar.

    Foram convidados:

    – representante do Ministério da Saúde;

    – a Conselheira Nacional de Saúde, Lenise Aparecida Martins Garcia;

    – o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, José Henrique Germann Ferreira;

    – o presidente da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil, Artur Roberto Couto;

    – o vice-presidente da Federação Nacional dos Farmacêuticos, Fábio Basílio;

    – representante do Conselho Federal de Farmácia.

    A reunião será realizada às 10 horas, no plenário 13.

    Acesse: https://edemocracia.camara.leg.br/audiencias/sala/1260

    Fonte Agência Câmara

  • Parecer sobre publicação de documentos de empresas deve ser votado hoje

    A comissão mista que analisa a Medida Provisória 892/19 no Congresso reúne-se nesta tarde para votar o parecer da relatora, senadora Soraya Thronicke (PSL-MS).

    A MP estabelece que as empresas constituídas como sociedades anônimas podem publicar apenas na internet os documentos exigidos pela Lei das Sociedades Anônimas, como convocação de assembleias, avisos aos acionistas, relatórios da administração e demonstrações financeiras.

    Os documentos deverão ser disponibilizados no site da companhia e nos endereços da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da bolsa de valores onde as ações são negociadas, estes dois últimos sem cobrança de nenhum valor. As publicações deverão ter certificação digital de autenticidade.

    Antes de a MP ser editada, a lei exigia que os documentos fossem divulgados na imprensa oficial e em jornal de grande circulação, o que acarretava um custo para as empresas.

    A comissão reúne-se às 15 horas, no plenário 15 da ala Alexandre Costa, no Senado.

    Fonte Agência Câmara

  • Dirigente da CNC apresenta ações e benefícios do Sistema Comércio

    05/11/2019

    As entidades do Sistema Comércio têm importância fundamental para a sociedade, afirmou o vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e presidente da Fecomércio Amapá, Eliezir Viterbino, ao participar de sessão da Assembleia Legislativa do Estado. Em palestra aos parlamentares, ele relatou que “70% da receita líquida do Sesc e do Senac é destinada a programas de gratuidade nas áreas de lazer, cultura, esporte, educação e na qualificação profissional das pessoas de baixa renda”.

    Segundo Viterbino, com grande atuação no mercado e no desenvolvimento social amapaense, as instituições ligadas ao Sistema Comércio promovem ações e desenvolvem projetos que atendem às necessidades – em grande parte gratuitamente – da comunidade. A sessão foi realizada em 23 de outubro a convite do deputado estadual Dr. Furlan (PTB-AP), com o objetivo de apresentar as atividades desenvolvidas pelo Sistema Fecomércio-Sesc-Senac e Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) do Amapá.

    Esse acordo de gratuidade, revelou o dirigente, foi firmado por meio de decreto em 2008, selando o acordo entre o Sistema e o governo federal, em prol do aumento do número de vagas nos cursos ofertados, destinados a alunos e trabalhadores de baixa renda, proporcionando oportunidade de crescimento pessoal e profissional.

    Viterbino considerou ainda essencial a união entre o Sistema Comércio e a Assembleia Legislativa. Afirmou também que o Parlamento estadual pode ser aliado, “sobretudo no que precisamos no estado. Uma das facilitações que podemos ter são leis em situações jurídicas que facilitem o negócio e que o democratizem”.

    Ainda durante a participação na sessão legislativa, o presidente Viterbino convidou os deputados para uma visita institucional a todas as entidades ligadas ao Sistema S, no dia 24. Na ocasião, foram apresentados programas, projetos e ações desenvolvidas pelas instituições.

  • Black Friday pode gerar alta de até 15% no comércio capixaba

    Em 2019, a expectativa de vendas por parte do comércio capixaba durante a Black Friday 2019 é uma alta entre 10% e 15% em relação ao ano passado, dependendo do segmento. No ano de 2018, o mês de novembro registrou alta de 10,7% nas vendas, em relação ao mesmo mês em 2017.

    De acordo com o presidente da Fecomércio-ES, José Lino Sepulcri, o empresário do comércio capixaba está mais confiante com referência a este fim de ano, e iniciativas como essa são importantes para promover as vendas, tendo em vista a liberação de recursos das contas do PIS/Pasep e do FGTS, que servem de estímulo para o consumo. “Gradativamente, o mercado de trabalho formal tem apresentado avanços no Estado, assim como a intenção de consumo das famílias, o que cria um ambiente de boas expectativas”, explica.

    As promoções devem acontecer durante todo o mês de novembro, o que corresponde à expectativa dos consumidores. Os números da pesquisa mostraram que 69% deles já sabem o que pretendem comprar.

    Nessa época, as vendas tendem a ser maiores em produtos eletrônicos, eletrodomésticos, telefonia celular e informática.

    Online x Física

    Este ano, haverá maior integração entre os canais físicos e digitais, pois, além de uma maior adesão de lojas físicas ao evento, a opção de comprar pela internet e retirar na loja foi aprovada pelos consumidores, uma vez que elimina o valor cobrado pelo frete.