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  • CNC projeta alta de 2,4% na massa de rendimentos este ano

    A taxa de desemprego abriu o ano em 4,8% da População Economicamente Ativa (PEA), de acordo com os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgados hoje (20) pelo IBGE – a menor para o mês de janeiro em dez anos. A alta da taxa de desemprego neste mês – que, em dezembro, correspondia a 4,3% da PEA – é um fenômeno sazonal natural do mercado de trabalho decorrente da volta à procura por trabalho por parte da população desocupada no início do ano.

    A taxa de desemprego abriu o ano em 4,8% da População Economicamente Ativa (PEA), de acordo com os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgados hoje (20) pelo IBGE – a menor para o mês de janeiro em dez anos. A alta da taxa de desemprego neste mês – que, em dezembro, correspondia a 4,3% da PEA – é um fenômeno sazonal natural do mercado de trabalho decorrente da volta à procura por trabalho por parte da população desocupada no início do ano.

    O rendimento das pessoas ocupadas registrou ganho real de 3,6% em relação a janeiro de 2013, em virtude das variações regionais verificadas em Porto Alegre (+7,7%) e no Rio de Janeiro (+7,3%). Na comparação com dezembro, houve avanço de 0,2%. Resultado do comportamento da ocupação e da remuneração média, a massa de rendimentos variou 0,7% sobre dezembro, acumulando, nos últimos 12 meses, alta de 3,3%. Considerando-se as expectativas para o crescimento econômico (+2,2%) e a inflação (+6,0%) em 2014, a massa de recursos provenientes do mercado de trabalho deverá registrar alta de 2,4%, e o desemprego médio deverá fechar o ano em 5,0% da PEA, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    O comércio na PME: as regiões metropolitanas de São Paulo (-2,6%) e Rio de Janeiro (-1,0%) foram as maiores responsáveis pelo recuo anual de -0,5% na ocupação no comércio. Na passagem de janeiro para fevereiro a ocupação no setor variou -2,3%, levando a taxa de desemprego média a 2,8%. O salário médio no comércio (R$ 1.610,70) auferiu ganho real de 5,2% em relação a janeiro de 2013.

  • CNC projeta alta de 2,4% na massa de rendimentos este ano

    A taxa de desemprego abriu o ano em 4,8% da População Economicamente Ativa (PEA), de acordo com os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgados hoje (20) pelo IBGE – a menor para o mês de janeiro em dez anos. A alta da taxa de desemprego neste mês – que, em dezembro, correspondia a 4,3% da PEA – é um fenômeno sazonal natural do mercado de trabalho decorrente da volta à procura por trabalho por parte da população desocupada no início do ano.

     

    A taxa de desemprego abriu o ano em 4,8% da População Economicamente Ativa (PEA), de acordo com os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgados hoje (20) pelo IBGE – a menor para o mês de janeiro em dez anos. A alta da taxa de desemprego neste mês – que, em dezembro, correspondia a 4,3% da PEA – é um fenômeno sazonal natural do mercado de trabalho decorrente da volta à procura por trabalho por parte da população desocupada no início do ano.

     

    O rendimento das pessoas ocupadas registrou ganho real de 3,6% em relação a janeiro de 2013, em virtude das variações regionais verificadas em Porto Alegre (+7,7%) e no Rio de Janeiro (+7,3%). Na comparação com dezembro, houve avanço de 0,2%. Resultado do comportamento da ocupação e da remuneração média, a massa de rendimentos variou 0,7% sobre dezembro, acumulando, nos últimos 12 meses, alta de 3,3%. Considerando-se as expectativas para o crescimento econômico (+2,2%) e a inflação (+6,0%) em 2014, a massa de recursos provenientes do mercado de trabalho deverá registrar alta de 2,4%, e o desemprego médio deverá fechar o ano em 5,0% da PEA, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

     

    O comércio na PME: as regiões metropolitanas de São Paulo (-2,6%) e Rio de Janeiro (-1,0%) foram as maiores responsáveis pelo recuo anual de -0,5% na ocupação no comércio. Na passagem de janeiro para fevereiro a ocupação no setor variou -2,3%, levando a taxa de desemprego média a 2,8%. O salário médio no comércio (R$ 1.610,70) auferiu ganho real de 5,2% em relação a janeiro de 2013.

    Acesse aqui a análise completa da Divisão Econômica

     

    O economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

  • Conselho Nacional do Senac aprova intervenção no Regional/RJ

    Em reunião extraordinária, realizada em 13 de fevereiro, na sede do Departamento Nacional do Senac, o Conselho Nacional da Instituição acatou o pedido do Conselho Fiscal para promover intervenção no Departamento Regional do Rio de Janeiro, com o consequente afastamento do seu presidente, Orlando Diniz, e do Conselho Regional.

    Em reunião extraordinária, realizada em 13 de fevereiro, na sede do Departamento Nacional do Senac, o Conselho Nacional da Instituição acatou o pedido do Conselho Fiscal para promover intervenção no Departamento Regional do Rio de Janeiro, com o consequente afastamento do seu presidente, Orlando Diniz, e do Conselho Regional. Tal pedido deve-se à constatação de irregularidades, como aplicação indevida de recursos, desvio da missão institucional, desobediência à Resolução que regula os processos de licitação na Instituição e negligência na fiscalização dos contratos das empresas que realizaram o Fashion Business, entre outras.

    Estiveram presentes à reunião 57 conselheiros que, por 52 votos a favor, quatro contra e 1 em branco, decidiram pela intervenção, que será conduzida pelo Departamento Nacional do Senac.

    Foi nomeado interventor o Sr. Bruno Breithaupt.

  • Sindcomb Rio será presidido pela primeira vez por uma mulher

    Cida Schneider - SindCombCom 70,4% dos votos válidos e apenas um voto nulo, a Chapa Ética, liderada pela revendedora Maria Aparecida Siuffo Pereira Schneider, venceu, em 18 de fevereiro, as eleições do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes e Lojas de Conveniência do Município do Rio de Janeiro (Sindicomb Rio), para o período 2014-2018. 

    Cida Schneider - SindCombCom 70,4% dos votos válidos e apenas um voto nulo, a Chapa Ética, liderada pela revendedora Maria Aparecida Siuffo Pereira Schneider, venceu, em 18 de fevereiro, as eleições do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes e Lojas de Conveniência do Município do Rio de Janeiro (Sindicomb Rio), para o período 2014-2018. 

    O resultado reafirma o sucesso da gestão do presidente Manuel Fonseca da Costa e sua equipe à frente do sindicato dos postos do Rio, que será presidido, pela primeira vez, por uma mulher. Esse foi o pleito com o maior número de votantes, com 85,8% de participação, desde a criação do Sindcomb, há 60 anos. Cida assumirá a liderança no próximo dia 17 de março, em cerimônia a ser realizada na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). “Nossa categoria deu uma demonstração de força e civilidade ao comparecer ao nosso sindicato para votar. Agradeço a todos os que votaram na nossa chapa, como também aos que votaram na outra chapa, pelo comprometimento com a entidade. Dos 376 votantes, 321 saíram de seus negócios para votar, fortalecendo ainda mais nosso sindicato. Farei tudo o que estiver ao meu alcance, junto com toda a minha diretoria, para horar a confiança em nós depositada”, afirma Cida.

  • Informativo Diário (BID) 034/2014

    DESTAQUES:

    Aplicado direito antidumping definitivo, às importações brasileiras de pneus novos de borracha para bicicleta, originárias da República Popular da China, República da Índia e República Socialista do Vietnã.

    Divulgado códigos de receita a serem utilizados no Documento para Depósitos Judiciais ou Extrajudiciais.

     

     

     

     

     

     

     

     

    DESTAQUES:

    Aplicado direito antidumping definitivo, às importações brasileiras de pneus novos de borracha para bicicleta, originárias da República Popular da China, República da Índia e República Socialista do Vietnã.

    Divulgado códigos de receita a serem utilizados no Documento para Depósitos Judiciais ou Extrajudiciais.

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Com inflação alta, serviços têm queda real de receita em 2013

    A receita bruta do setor de serviços cresceu 8,5% em 2013, segundo os últimos dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje (19) pelo IBGE. O resultado do ano passado foi pior que o de 2012, quando o faturamento nominal decorrente da prestação de serviços às famílias e às empresas brasileiras avançou 10,0%. Em relação a novembro, houve alta de 7,8%, puxada pelos serviços variados de manutenção, reparação e apoio à agropecuária (+14,0%).

    A receita bruta do setor de serviços cresceu 8,5% em 2013, segundo os últimos dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje (19) pelo IBGE. O resultado do ano passado foi pior que o de 2012, quando o faturamento nominal decorrente da prestação de serviços às famílias e às empresas brasileiras avançou 10,0%. Em relação a novembro, houve alta de 7,8%, puxada pelos serviços variados de manutenção, reparação e apoio à agropecuária (+14,0%).

    Os dados nominais de 2013 deflacionados pela inflação dos serviços apurada pelo IPCA (+8,75%) no mesmo período apontam para uma variação real de -0,2% da receita com a prestação de serviços. Em 2012, o faturamento real do setor variou +1,3%. “Além de ainda não contar com um deflator específico para a obtenção de um índice de volume dos serviços, a PMS ainda não conta com ajuste sazonal nos dados mensais. Educação, saúde e serviços financeiros não integram a coleta mensal da PMS”, explica Fabio Bentes, economista da CNC. Ainda assim – destaca o economista –, o indicador mensal do IBGE cobre aproximadamente 36,5% do valor adicionado bruto gerado no País e mais de 1/3 do pessoal ocupado no mercado de trabalho. “A inflação de serviços continuou elevada em 2013 (+8,73%) e foi praticamente a mesma de 2012 (+8,75%). A diferença é que no ano passado a receita do setor não cresceu o suficiente para proporcionar ganho real no faturamento do setor”, complementa Fabio.

  • Com inflação alta, serviços têm queda real de receita em 2013

    A receita bruta do setor de serviços cresceu 8,5% em 2013, segundo os últimos dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje (19) pelo IBGE. O resultado do ano passado foi pior que o de 2012, quando o faturamento nominal decorrente da prestação de serviços às famílias e às empresas brasileiras avançou 10,0%. Em relação a novembro, houve alta de 7,8%, puxada pelos serviços variados de manutenção, reparação e apoio à agropecuária (+14,0%).

     

    A receita bruta do setor de serviços cresceu 8,5% em 2013, segundo os últimos dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje (19) pelo IBGE. O resultado do ano passado foi pior que o de 2012, quando o faturamento nominal decorrente da prestação de serviços às famílias e às empresas brasileiras avançou 10,0%. Em relação a novembro, houve alta de 7,8%, puxada pelos serviços variados de manutenção, reparação e apoio à agropecuária (+14,0%).

     

    Os dados nominais de 2013 deflacionados pela inflação dos serviços apurada pelo IPCA (+8,75%) no mesmo período apontam para uma variação real de -0,2% da receita com a prestação de serviços. Em 2012, o faturamento real do setor variou +1,3%. “Além de ainda não contar com um deflator específico para a obtenção de um índice de volume dos serviços, a PMS ainda não conta com ajuste sazonal nos dados mensais. Educação, saúde e serviços financeiros não integram a coleta mensal da PMS”, explica Fabio Bentes, economista da CNC. Ainda assim – destaca o economista –, o indicador mensal do IBGE cobre aproximadamente 36,5% do valor adicionado bruto gerado no País e mais de 1/3 do pessoal ocupado no mercado de trabalho. “A inflação de serviços continuou elevada em 2013 (+8,73%) e foi praticamente a mesma de 2012 (+8,75%). A diferença é que no ano passado a receita do setor não cresceu o suficiente para proporcionar ganho real no faturamento do setor”, complementa Fabio.

     

  • Intenção de Consumo das Famílias volta a registrar recuo em fevereiro

    Em fevereiro, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apresentou recuo de 0,9% (129,8 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior e queda de 4,2% em relação a fevereiro de 2013. Em janeiro deste ano, a pesquisa já havia apresentado retração de 3,0% em relação a janeiro de 2013.

    Em fevereiro, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apresentou recuo de 0,9% (129,8 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior e queda de 4,2% em relação a fevereiro de 2013. Em janeiro deste ano, a pesquisa já havia apresentado retração de 3,0% em relação a janeiro de 2013. “O aumento sazonal dos gastos no início do ano, além da manutenção de um elevado nível de endividamento e maior dificuldade de aquisição de crédito, manteve a intenção de consumo em um ritmo inferior ao do ano passado”, explica Bruno Fernandes, economista da entidade. Apesar do resultado, o índice mantém-se acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável. Acesse, em anexo, a análise completa e os gráficos da ICF.

     

    Na comparação mensal, dois componentes da pesquisa apresentaram variações positivas – Perspectiva Profissional e Momento para Duráveis. O maior comprometimento da renda no início do ano com gastos relacionados a transporte, moradia e educação influenciou o resultado em fevereiro. Já na comparação anual, a ICF novamente apresentou variação negativa, puxada por todos os componentes da pesquisa. Nível elevado de endividamento e crédito mais caro vêm se refletindo em uma maior moderação do consumo no período. Na mesma base de comparação, o último resultado positivo foi em dezembro de 2012. Por faixas de renda, os cortes mostram que o resultado do índice na comparação mensal foi sustentado principalmente pela queda da confiança das famílias com renda até dez salários mínimos, com recuo de 1,1%. As famílias com renda acima dez salários mínimos apresentaram crescimento (0,1%). O índice das famílias mais ricas encontra-se em 133,1 pontos, e o das demais, em 129,3 pontos. Analisando as condições atuais e as perspectivas futuras da economia doméstica, a previsão da Divisão Econômica da CNC é que o volume de vendas do varejo obtenha um crescimento ao redor de 5,0% em 2014.

     

     

     

    A partir das 10h, o economista Bruno Fernandes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471.

  • Intenção de Consumo das Famílias volta a registrar recuo em fevereiro

    Em fevereiro, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apresentou recuo de 0,9% (129,8 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior e queda de 4,2% em relação a fevereiro de 2013. Em janeiro deste ano, a pesquisa já havia apresentado retração de 3,0% em relação a janeiro de 2013.

    Em fevereiro, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apresentou recuo de 0,9% (129,8 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior e queda de 4,2% em relação a fevereiro de 2013. Em janeiro deste ano, a pesquisa já havia apresentado retração de 3,0% em relação a janeiro de 2013. “O aumento sazonal dos gastos no início do ano, além da manutenção de um elevado nível de endividamento e maior dificuldade de aquisição de crédito, manteve a intenção de consumo em um ritmo inferior ao do ano passado”, explica Bruno Fernandes, economista da entidade. Apesar do resultado, o índice mantém-se acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável.

    Na comparação mensal, dois componentes da pesquisa apresentaram variações positivas – Perspectiva Profissional e Momento para Duráveis. O maior comprometimento da renda no início do ano com gastos relacionados a transporte, moradia e educação influenciou o resultado em fevereiro. Já na comparação anual, a ICF novamente apresentou variação negativa, puxada por todos os componentes da pesquisa. Nível elevado de endividamento e crédito mais caro vêm se refletindo em uma maior moderação do consumo no período. Na mesma base de comparação, o último resultado positivo foi em dezembro de 2012. Por faixas de renda, os cortes mostram que o resultado do índice na comparação mensal foi sustentado principalmente pela queda da confiança das famílias com renda até dez salários mínimos, com recuo de 1,1%. As famílias com renda acima dez salários mínimos apresentaram crescimento (0,1%). O índice das famílias mais ricas encontra-se em 133,1 pontos, e o das demais, em 129,3 pontos.

    Analisando as condições atuais e as perspectivas futuras da economia doméstica, a previsão da Divisão Econômica da CNC é que o volume de vendas do varejo obtenha um crescimento ao redor de 5,0% em 2014.

  • Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – fevereiro de 2014

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.