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  • Famílias devem consumir menos no Natal, mostra ICF

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) em dezembro apresentou uma leve alta de 0,9% em relação ao mês anterior (129,5 pontos), de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira, 17 de dezembro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). “O efeito sazonal do período, com as festas de fim de ano, além da manutenção dos ganhos reais, permitiu um aumento da confiança das famílias em dezembro, mantendo o índice acima da zona de indiferença (100,0 pontos), o que indica um nível favorável de consumo”, afirmou o economista da CNC Bruno Fernandes.

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) em dezembro apresentou uma leve alta de 0,9% em relação ao mês anterior (129,5 pontos), de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira, 17 de dezembro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). “O efeito sazonal do período, com as festas de fim de ano, além da manutenção dos ganhos reais, permitiu um aumento da confiança das famílias em dezembro, mantendo o índice acima da zona de indiferença (100,0 pontos), o que indica um nível favorável de consumo”, afirmou o economista da CNC Bruno Fernandes.

    Entretanto, apesar do crescimento moderado, na comparação anual a ICF teve um recuo de 6,1%, o que diminui a expectativa para as vendas de Natal.  Segundo a Divisão Econômica da CNC, o impacto no otimismo das famílias para compras é causado pelo aumento do custo do crédito, além de um menor crescimento da massa real de salários e da inflação mais alta.

    A venda de bens duráveis também sofrerá impactos neste Natal. O item que mede o Momento para Duráveis apresentou recuo de 1,7% na comparação mensal, devido às dificuldades para a aquisição de empréstimos e à ausência de medidas de estímulos, como ocorreu em 2012.

    Clique aqui para fazer o download da ICF

  • Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – dezembro de 2013

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

  • CNC mantém expectativas para vendas de Natal

    O próximo Natal deverá registrar a menor taxa de crescimento do volume de vendas desde 2005 e movimentar R$ 31,8 bilhões. A primeira previsão da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), feita em agosto (+4,5%), foi revisada para cima em setembro (+4,8%) e, novamente, elevada em outubro (+5,0%), mantendo-se nesse patamar desde então.

    O próximo Natal deverá registrar a menor taxa de crescimento do volume de vendas desde 2005 e movimentar R$ 31,8 bilhões. A primeira previsão da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), feita em agosto (+4,5%), foi revisada para cima em setembro (+4,8%) e, novamente, elevada em outubro (+5,0%), mantendo-se nesse patamar desde então.

    A principal razão para a manutenção das expectativas nos últimos dois meses está na possibilidade de reaceleração dos preços no varejo nos três últimos meses do ano, hipótese reforçada após a divulgação da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) referente a outubro. Além disso, o encarecimento do crédito ao consumidor e a evolução mais moderada do mercado de trabalho no início do quarto trimestre reforçam a previsão de um Natal com crescimento mais modesto em 2013.

    Embora o crescimento das vendas do varejo tenha se mantido em relação à avaliação anterior, alguns ramos do varejo tiveram suas expectativas revisadas para baixo – foi o caso de móveis e eletrodomésticos (de +8,4% em novembro para +7,5% na previsão atual), vestuário e calçados (de +4,0% para +3,5%) e artigos de comunicação e informática (de +5,8% para +5,5%). Por outro lado, as expectativas quanto ao volume de vendas de combustíveis e lubrificantes foram revisadas de +6,1% para +8,2%. Os demais segmentos do varejo não sofreram revisões superiores a 0,1%.

    Em decorrência da manutenção de previsão de crescimento das vendas, a expectativa de contratação de trabalhadores temporários manteve-se praticamente inalterada em relação à estimativa anterior, ou seja, 124,3 mil vagas devem ser abertas para suprir o aumento sazonal de demanda no varejo – um aumento de 2,8% em relação ao Natal passado. Os segmentos de hiper e supermercados e de vestuário e calçados deverão responder juntos por 70% da demanda por trabalhadores temporários no período – portanto, 86,9 mil vagas. A expectativa da CNC é que aproximadamente 12% desses empregados sejam efetivados após o Natal.

  • Síntese da Conjuntura 15/12/2013

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

     

     

     


    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

     

     

     


  • CNC mantém expectativas de alta para vendas de Natal

    O próximo Natal deverá registrar a menor taxa de crescimento do volume de vendas desde 2005 e movimentar R$ 31,8 bilhões. A primeira previsão da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), feita em agosto (+4,5%), foi revisada para cima em setembro (+4,8%) e, novamente, elevada em outubro (+5,0%), mantendo-se nesse patamar desde então.

     

    O próximo Natal deverá registrar a menor taxa de crescimento do volume de vendas desde 2005 e movimentar R$ 31,8 bilhões. A primeira previsão da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), feita em agosto (+4,5%), foi revisada para cima em setembro (+4,8%) e, novamente, elevada em outubro (+5,0%), mantendo-se nesse patamar desde então.

     

    A principal razão para a manutenção das expectativas nos últimos dois meses está na possibilidade de reaceleração dos preços no varejo nos três últimos meses do ano, hipótese reforçada após a divulgação da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) referente a outubro. Além disso, o encarecimento do crédito ao consumidor e a evolução mais moderada do mercado de trabalho no início do quarto trimestre reforçam a previsão de um Natal com crescimento mais modesto em 2013. Embora o crescimento das vendas do varejo tenha se mantido em relação à avaliação anterior, alguns ramos do varejo tiveram suas expectativas revisadas para baixo – foi o caso de móveis e eletrodomésticos (de +8,4% em novembro para +7,5% na previsão atual), vestuário e calçados (de +4,0% para +3,5%) e artigos de comunicação e informática (de +5,8% para +5,5%). Por outro lado, as expectativas quanto ao volume de vendas de combustíveis e lubrificantes foram revisadas de +6,1% para +8,2%. Os demais segmentos do varejo não sofreram revisões superiores a 0,1%.

     

    Em decorrência da manutenção de previsão de crescimento das vendas, a expectativa de contratação de trabalhadores temporários manteve-se praticamente inalterada em relação à estimativa anterior, ou seja, 124,3 mil vagas devem ser abertas para suprir o aumento sazonal de demanda no varejo – um aumento de 2,8% em relação ao Natal passado. Os segmentos de hiper e supermercados e de vestuário e calçados deverão responder juntos por 70% da demanda por trabalhadores temporários no período – portanto, 86,9 mil vagas. A expectativa da CNC é que aproximadamente 12% desses empregados sejam efetivados após o Natal.

     

    O economista Fabio Bentes pode comentar os dados pelo telefone (21)3804-9264.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 235/2013

    DESTAQUES:

    FNDE estabelece procedimentos para a transferência de recursos da Bolsa-Formação do Pronatec aos serviços nacionais de aprendizagem

    Pedido de registro sindical requerido pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Valores dos Estados da Bahia e Sergipe – SINDEVALORES

  • CNC divulga nesta terça-feira resultados de dezembro da ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga nesta terça-feira, dia 17 de dezembro, os resultados de dezembro da pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF). Não haverá coletiva de imprensa: a partir das 10 horas, o economista Bruno Fernandes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471. Análise e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível no site.

    Sobre o ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga nesta terça-feira, dia 17 de dezembro, os resultados de dezembro da pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF). Não haverá coletiva de imprensa: a partir das 10 horas, o economista Bruno Fernandes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471. Análise e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível no site.

    Sobre o ICF

    A pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias é um indicador antecedente que tem como objetivo antecipar o potencial das vendas do comércio. O indicador tem capacidade de medir, com alta precisão, a avaliação que os consumidores fazem dos aspectos importantes da condição de vida de suas famílias, tais como capacidade de consumo, atual e de curto prazo, nível de renda doméstico, condições de crédito, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro.

  • Apoio ao esporte como prática de inclusão social

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apoiou a realização do Seminário Nacional de Políticas Públicas de Esporte, realizado em Aracaju, nesta sexta-feira (13). O evento, promovido pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado Federal e pela Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, contou com a participação do vice-presidente da CNC, o deputado federal Laércio Oliveira.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apoiou a realização do Seminário Nacional de Políticas Públicas de Esporte, realizado em Aracaju, nesta sexta-feira (13). O evento, promovido pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado Federal e pela Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, contou com a participação do vice-presidente da CNC, o deputado federal Laércio Oliveira. A participação da CNC no seminário teve o objetivo de ampliar parcerias que busquem desenvolver a prática esportiva no País como ferramenta de inclusão social e fortalecimento da cidadania.

    O seminário contou também com a presença do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, com a participação do governador de Sergipe, Jackson Barreto, e de outras autoridades nacionais, que discutiram o tema para a aplicação e difusão dos centros esportivos. “Este seminário busca preparar a mentalidade das pessoas para a importância do esporte. Vamos acolher eventos esportivos importantes e temos que universalizar o esporte como prática de lazer e de inclusão social”, destacou Aldo Rebelo.

    Laércio Oliveira destacou que o esporte é um instrumento de mobilização e inclusão social que deve ser permanentemente apoiado e que é também um agente transformador da sociedade. “O esporte une, agrega e promove transformações. Muda a mente do jovem que o pratica, sua relação com familiares e amigos, muda seu jeito de ver e viver o mundo. Pensar em políticas públicas para o esporte é pensar também no Brasil que queremos. Um país mais fraterno, solidário, com igualdade e mais justo”, destacou o vice-presidente da CNC.

    Laércio afirmou estar orgulhoso com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo como um agente desenvolvimentista do Brasil e do povo brasileiro. “Preparando o Brasil para os brasileiros, gerando emprego e riquezas para o País, defendendo os interesses das atividades do turismo por meio da Confederação ou formando profissionais por meio das ações educacionais do Senac e descobrindo talentos nos projetos de iniciação esportiva do Sesc”, disse ele, complementando que o Sistema Comércio é um aliado nacional em prol da valorização e inclusão social do povo brasileiro.

  • Mudanças no Simples Nacional são bem vindas para empresariado

    A aprovação do parecer que altera a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (MPEs), na última quarta-feira, na comissão especial da Câmara dos Deputados, atende demandas do segmento empresarial. O economista Antonio Everton Junior, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), aponta que, segundo projeções, aproximadamente 450 mil empresas poderão ser favorecidas com as mudanças. “A inclusão de novas atividades do segmento de serviços no regime tributário do Simples Nacional efetivamente desonera as MPE e simplifica o pagamento de impostos”, afirma.

    A aprovação do parecer que altera a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (MPEs), na última quarta-feira, na comissão especial da Câmara dos Deputados, atende demandas do segmento empresarial. O economista Antonio Everton Junior, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), aponta que, segundo projeções, aproximadamente 450 mil empresas poderão ser favorecidas com as mudanças. “A inclusão de novas atividades do segmento de serviços no regime tributário do Simples Nacional efetivamente desonera as MPE e simplifica o pagamento de impostos”, afirma.

    Espera-se que a votação no plenário do Congresso Nacional aconteça até março do ano que vem, para que o favorecimento possa vigorar o mais rápido possível, ainda em 2014. Para o economista, a aprovação é um passo importante no sentido da universalização do Simples Nacional, bem como no surgimento de maiores condições para o fomento das empresas de menor porte. “A mobilização em torno da promoção de melhorias para as MPE amplifica o tema como assunto do Estado Nacional. O status de Ministério da recém estabelecida Secretaria das MPE evidencia junto com a sensibilidade do Legislativo a importância crescente destas empresas para o desenvolvimento social e a economia do País”, aponta o economista da CNC.

    Da reunião realizada ontem na Comissão Especial que analisa o Projeto de Lei Complementar (PLP 221/2012 e 237/2012) que altera o Estatuto da Micro e Pequena Empresa, participaram os vice-presidentes da CNC, Laércio Oliveira, e Adelmir Santana, representando a entidade. Membro da Comissão Especial, o deputado Laércio Oliveira (Solidariedade-SE), encaminhou o voto favorável do partido. Segundo ele, ao contrário do que sustenta o Governo Federal, a perda de receita com a aprovação do projeto será ínfima. O parlamentar argumenta que qualquer redução será compensada com a adesão de milhares de novas empresas ao Supersimples, inclusive as que estão hoje na informalidade, atraídas pela diminuição da carga tributária.

  • Mudanças no Simples Nacional são bem vindas para empresariado

    A aprovação do parecer que altera a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (MPEs), na última quarta-feira, na comissão especial da Câmara dos Deputados, atende demandas do segmento empresarial. O economista Antonio Everton Junior, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), aponta que, segundo projeções, aproximadamente 450 mil empresas poderão ser favorecidas com as mudanças. “A inclusão de novas atividades do segmento de serviços no regime tributário do Simples Nacional efetivamente desonera as MPE e simplifica o pagamento de impostos”, afirma.

    A aprovação do parecer que altera a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (MPEs), na última quarta-feira, na comissão especial da Câmara dos Deputados, atende demandas do segmento empresarial. O economista Antonio Everton Junior, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), aponta que, segundo projeções, aproximadamente 450 mil empresas poderão ser favorecidas com as mudanças. “A inclusão de novas atividades do segmento de serviços no regime tributário do Simples Nacional efetivamente desonera as MPE e simplifica o pagamento de impostos”, afirma.

     

    Espera-se que a votação no plenário do Congresso Nacional aconteça até março do ano que vem, para que o favorecimento possa vigorar o mais rápido possível, ainda em 2014. Para o economista, a aprovação é um passo importante no sentido da universalização do Simples Nacional, bem como no surgimento de maiores condições para o fomento das empresas de menor porte. “A mobilização em torno da promoção de melhorias para as MPE amplifica o tema como assunto do Estado Nacional. O status de Ministério da recém estabelecida Secretaria das MPE evidencia junto com a sensibilidade do Legislativo a importância crescente destas empresas para o desenvolvimento social e a economia do País”, aponta o economista da CNC.

     

    Da reunião realizada ontem na Comissão Especial que analisa o Projeto de Lei Complementar (PLP 221/2012 e 237/2012) que altera o Estatuto da Micro e Pequena Empresa, participaram os vice-presidentes da CNC, Laércio Oliveira, e Adelmir Santana, representando a entidade. Membro da Comissão Especial, o deputado Laércio Oliveira (Solidariedade-SE), encaminhou o voto favorável do partido. Segundo ele, ao contrário do que sustenta o Governo Federal, a perda de receita com a aprovação do projeto será ínfima. O parlamentar argumenta que qualquer redução será compensada com a adesão de milhares de novas empresas ao Supersimples, inclusive as que estão hoje na informalidade, atraídas pela diminuição da carga tributária.