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  • Carta Mensal 700

    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do país.

     

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    Resultado de trabalho do mais alto teor cultural e profissional que expressa o pensamento de brasileiros ilustres – técnicos, professores, diplomatas, economistas, sociólogos, juristas e empresários – sobre os problemas econômicos, sociais e políticos, resultando numa obra notável de esclarecimento, que representa importante e desinteressada contribuição do comércio brasileiro à cultura do país.

     

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  • Intenção de consumo cresce 1,7% em novembro

    A confiança das famílias brasileiras para o consumo teve alta de 1,7% em novembro, na comparação com outubro, segundo a pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), divulgada hoje (21) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

     

    A confiança das famílias brasileiras para o consumo teve alta de 1,7% em novembro, na comparação com outubro, segundo a pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), divulgada hoje (21) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

     

    O aumento da confiança das famílias somou 128,4 pontos e foi reflexo da perda temporária de fôlego da inflação até o fim de outubro, aliado a manutenção dos ganhos reais. No entanto, em relação a novembro de 2012, houve queda de 3,9%. “A maior dificuldade de aquisição de crédito, o maior patamar da taxa de câmbio e o menor crescimento da massa real de salários mantiveram a intenção de consumo em um ritmo inferior ao do ano passado”, afirma o economista da CNC, Bruno Fernandes.

     

    Na comparação mensal, com exceção do item Momento para Duráveis, todos os componentes da pesquisa apresentaram variações positivas. O comportamento mais favorável do nível de preços no período e a sustentação do crescimento da renda permitiram uma elevação da confiança em relação ao consumo em geral, permanecendo acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável de consumo.

     

    Clique aqui para fazer o download da ICF

     

    O economista Bruno Fernandes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471.

     

  • Economia vai crescer 2,4% em 2013, prevê CNC

    O Brasil terá, em 2014, um ano de atividade fraca, com o crescimento do Produto Interno Bruto (soma de todos os serviços e bens produzidos no País) chegando a 2,2%, pouco abaixo da previsão para 2013, de 2,4%. Esse foi o cenário traçado pelo chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Carlos Thadeu de Freitas, em entrevista à imprensa, em 18 de novembro, em Brasília, na qual divulgou as projeções econômicas para o próximo ano.

    O Brasil terá, em 2014, um ano de atividade fraca, com o crescimento do Produto Interno Bruto (soma de todos os serviços e bens produzidos no País) chegando a 2,2%, pouco abaixo da previsão para 2013, de 2,4%. Esse foi o cenário traçado pelo chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Carlos Thadeu de Freitas, em entrevista à imprensa, em 18 de novembro, em Brasília, na qual divulgou as projeções econômicas para o próximo ano.

     A CNC avalia que a inflação em 2014, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o indicador do governo, repetirá a prevista para este ano, de 5,8%. Os economistas da entidade trabalham com a perspectiva de elevação controlada dos juros (com a taxa básica Selic de 11% ao ano) para manter a inflação dentro da meta oficial, que admite oscilação do IPCA até o teto de 6,5%.

     Com isso, as vendas do comércio devem alcançar crescimento de 4,5% em 2013, subindo um pouco, para 5,1%, no ano que vem. São valores modestos em relação à média do período entre 2004 e 2009, de 7,9%. Mesmo assim, Carlos Thadeu considera que o consumo será um dos alicerces do crescimento da economia em 2014. O nível de emprego e o crédito também darão fôlego à atividade e ao comércio, segundo ele.

    O ajuste fiscal continuará sendo perseguido, principalmente porque 2014 será um ano eleitoral, e o governo quer mostrar ao mercado que está fazendo o que é preciso, isto é, segurando os gastos públicos. “Não há mais espaço para incentivos fiscais. Resta tentar um novo contingenciamento de recursos”, afirmou o chefe da Divisão Econômica da CNC.

  • Intenção de consumo cresce 1,7% em novembro

    A confiança das famílias brasileiras para o consumo teve alta de 1,7% em novembro, segundo a pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), divulgada nesta quinta-feira (21) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    A confiança das famílias brasileiras para o consumo teve alta de 1,7% em novembro, segundo a pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), divulgada nesta quinta-feira (21) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    O aumento da confiança das famílias somou 128,4 pontos e foi reflexo da perda temporária de fôlego da inflação até o fim de outubro, aliado a manutenção dos ganhos reais. No entanto, em relação a novembro de 2012, houve queda de 3,9%. “A maior dificuldade de aquisição de crédito, o maior patamar da taxa de câmbio e o menor crescimento da massa real de salários mantiveram a intenção de consumo em um ritmo inferior ao do ano passado”, afirmou o economista da CNC, Bruno Fernandes.

    Na comparação mensal, com exceção do item Momento para Duráveis, todos os componentes da pesquisa apresentaram variações positivas. O comportamento mais favorável do nível de preços no período e a sustentação do crescimento da renda permitiram uma elevação da confiança em relação ao consumo em geral, permanecendo acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável de consumo.

  • CNC divulga na quinta-feira resultados de novembro da ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga na quinta-feira, dia 21 de novembro, os resultados de novembro da pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF). Não haverá coletiva de imprensa: a partir das 10 horas, o economista Bruno Fernandes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471. Análise e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível no site.

    Sobre o ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga na quinta-feira, dia 21 de novembro, os resultados de novembro da pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF). Não haverá coletiva de imprensa: a partir das 10 horas, o economista Bruno Fernandes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471. Análise e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível no site.

    Sobre o ICF

    A pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias é um indicador antecedente que tem como objetivo antecipar o potencial das vendas do comércio. O indicador tem capacidade de medir, com alta precisão, a avaliação que os consumidores fazem dos aspectos importantes da condição de vida de suas famílias, tais como capacidade de consumo, atual e de curto prazo, nível de renda doméstico, condições de crédito, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro.

     

  • Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – novembro de 2013

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

  • Serviços sofrem desaceleração no 3º trimestre

    Após duas altas mensais seguidas, a receita mensal do setor de serviços ficou estável entre agosto e setembro, registrando variação nominal de 0,0%, de acordo com a pesquisa mensal de serviços (PMS) divulgada hoje (19/11) pelo IBGE. Para o economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fabio Bentes, o resultado não pode ser considerado positivo. “Embora não tenha ocorrido queda na receita do setor, o resultado é ruim porque o segundo semestre é mais aquecido”, informa.

    Após duas altas mensais seguidas, a receita mensal do setor de serviços ficou estável entre agosto e setembro, registrando variação nominal de 0,0%, de acordo com a pesquisa mensal de serviços (PMS) divulgada hoje (19/11) pelo IBGE. Para o economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fabio Bentes, o resultado não pode ser considerado positivo. “Embora não tenha ocorrido queda na receita do setor, o resultado é ruim porque o segundo semestre é mais aquecido”, informa. A receita do setor registrou desaceleração de quase 1,0 ponto percentual na comparação entre o 3º trimestre de 2013 e igual período de 2012.

    Em relação a setembro de 2012, houve aumento nominal de 9,6%, 3,0 pontos percentuais a mais do que a variação anual registrada em agosto (+6,6%). As maiores variações nessa base de comparação ocorreram nos transportes e correios (+12,1%). Para o economista da CNC, esse crescimento é relativo, porque veio acompanhado de uma alta da inflação. “Alguns setores de transporte estão com inflação elevada, então mesmo essa taxa nominal, que foi a mais alta do período, não é tão positiva”, afirma Bentes.

    Já a receita bruta dos serviços teria acusado variação real de +0,7% nos últimos doze meses e queda de -0,6% em relação ao mês anterior, levando em conta a deflação da variação média dos preços dos serviços que integram o IPCA. Os responsáveis foram os serviços variados de manutenção, reparação e apoio à agropecuária (+7,0%), que não permitiram uma alta mais expressiva da receita bruta. Os dados ainda não contam com ajuste sazonal e com um deflator específico.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 217/2013

    DESTAQUES:

    Deferidos os registros ao Sindicato das Empresas de Refeições Coletivas do Distrito Federal – SINDERC/DF, ao Sindicato das Empresas de Comercio Exterior do Estado de Santa Catarina – SC – SINDITRADE e ao Sindicato do Comércio de Bens e Serviços Tecnológicos de Informática do Estado de Roraima – SINCOINFOR

    SRT remete para procedimento de Reunião de Mediação o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, de Empresas de Garagem, Estacionamento e de Limpeza e Conservação de Veículos de Caxias do Sul – SINDIPETRO – RS; o Sindicato das Empresas de Garagens, Estacionamentos e de Limpeza e Conservação de Veículos no Estado do Rio Grande do Sul – SINDEPARK/RS; o Sindicato das Empresas Distribuidoras, Comercializadoras e Revendedoras de Gases em Geral no Estado do Rio Grande do Sul – SINGASUL – RS; e o Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Estado do Rio Grande do Sul – SULPETRO

    Republicado Aviso do Sindicato Nacional do Comércio Transportador-Revendedor-Retalhista de Combustíveis notificando para o recolhimento da Contribuição Sindical Patronal, aplicável a partir de 1º de janeiro de 2014

    Edital de Convocação do Sindicato dos Representantes Comerciais da Grande Florianópolis para a Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 06 de dezembro de 2013

    Edital de Convocação do Sindicato das Empresas de Vigilância, Transporte de Valores e Curso de Formação de Roraima – SINDESPE/RR para a Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada no dia 12 de dezembro de 2013

    Sancionada lei do Estado do Rio de Janeiro obrigando os estabelecimentos que funcionam dentro das escolas da rede particular de ensino, a divulgarem as informações referentes à presença e à discriminação de quantidades em suas tabelas nutricionais dos alimentos comercializados em seus estabelecimentos

  • Serviços sofrem desaceleração no 3º trimestre

    Após duas altas mensais seguidas, a receita mensal do setor de serviços ficou estável entre agosto e setembro, registrando variação nominal de 0,0%, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje (19/11) pelo IBGE. Para o economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fabio Bentes, o resultado não pode ser considerado positivo. “Embora não tenha ocorrido queda na receita do setor, o resultado é ruim porque o segundo semestre é mais aquecido”, informa.

    Após duas altas mensais seguidas, a receita mensal do setor de serviços ficou estável entre agosto e setembro, registrando variação nominal de 0,0%, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada hoje (19/11) pelo IBGE. Para o economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fabio Bentes, o resultado não pode ser considerado positivo. “Embora não tenha ocorrido queda na receita do setor, o resultado é ruim porque o segundo semestre é mais aquecido”, informa. A receita do setor registrou desaceleração de quase 1,0 ponto percentual na comparação entre o 3º trimestre de 2013 e igual período de 2012.

    Em relação a setembro de 2012, houve aumento nominal de 9,6%, 3,0 pontos percentuais a mais do que a variação anual registrada em agosto (+6,6%). As maiores variações nessa base de comparação ocorreram nos transportes e correios (+12,1%). Para o economista da CNC, esse crescimento é relativo, porque veio acompanhado de uma alta da inflação. “Alguns setores de transporte estão com inflação elevada, então mesmo essa taxa nominal, que foi a mais alta do período, não é tão positiva”, afirma Bentes.

    Já a receita bruta dos serviços teria acusado variação real de +0,7% nos últimos doze meses e queda de -0,6% em relação ao mês anterior, levando em conta a deflação da variação média dos preços dos serviços que integram o IPCA. Os responsáveis foram os serviços variados de manutenção, reparação e apoio à agropecuária (+7,0%), que não permitiram uma alta mais expressiva da receita bruta. Os dados ainda não contam com ajuste sazonal e com um deflator específico.

    Dentre as unidades da Federação os maiores destaques foram: Mato Grosso (+19,8%), Distrito Federal (+19,4%) e Tocantins (+18,6%). Juntas, essas três unidades da Federação respondem por apenas 4,2% do faturamento anual de todo o setor de serviços. No acumulado do ano, o Centro-Oeste (+14,1%) é a região que tem apresentado maior dinamismo e responde por +2,1% da receita média anual dos serviços pesquisados pelo IBGE.

    Os segmentos de educação, saúde e serviços financeiros não fazem parte da PMS, entretanto, as atividades pesquisadas respondem, atualmente, por 34,6% das ocupações no país e por 36,5% do valor adicionado bruto gerado pela economia brasileira. As atividades de transporte e correios (28,6%) e de serviços profissionais, administrativos e complementares (28,2%) responderam por mais da metade da receita operacional líquida dos serviços brasileiros nos últimos anos.

  • CNC participa do 13° Fórum de Boas Práticas da FNQ

    A Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) promove, no dia 19 de novembro, a 13ª edição do Fórum de Boas Práticas, que tem o objetivo de compartilhar e debater experiências de organizações por meio de práticas de sucesso reconhecidas e divulgadas no Banco de Boas Práticas da FNQ e de processos que utilizam o Modelo de Excelência da Gestão.

    A Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) promove, no dia 19 de novembro, a 13ª edição do Fórum de Boas Práticas, que tem o objetivo de compartilhar e debater experiências de organizações por meio de práticas de sucesso reconhecidas e divulgadas no Banco de Boas Práticas da FNQ e de processos que utilizam o Modelo de Excelência da Gestão.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é filiada à FNQ desde 2012 e o Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) integra o portfólio da Rede Qualidade, Produtividade e Competitividade (Rede QPC), que reúne programas setoriais e estaduais que promovem o aumento da competitividade das organizações por meio de melhorias na gestão.

    Nesta edição, o Fórum traz as empresas premiadas e finalistas do Prêmio Nacional da Qualidade® (PNQ) em 2013 e suas práticas de sucesso. Será realizado no Auditório Pau Brasil da Sabesp, na Av. do Estado, 561, Ponte Pequena, São Paulo (SP).