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  • Começa o 4º Congresso Regional do Sicomércio

    Começou hoje, 24 de outubro, o 4º Congresso Regional do Sicomércio, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O evento, realizado no Grand Park Hotel, foi aberto pelo diretor-secretário da CNC, Pedro Nadaf, presidente do Comitê Organizador do Congresso e da Fecomércio-MT, e conta com a presença de representantes de sindicatos do comércio da região centro-oeste e dos presidentes das federações do estado.

    Começou hoje, 24 de outubro, o 4º Congresso Regional do Sicomércio, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O evento, realizado no Grand Park Hotel, foi aberto pelo diretor-secretário da CNC, Pedro Nadaf, presidente do Comitê Organizador do Congresso e da Fecomércio-MT, e conta com a presença de representantes de sindicatos do comércio da região centro-oeste e dos presidentes das federações do estado.

    Com o tema “A liderança como instrumento de melhoria da representatividade e da representação sindical”, o encontro regional é formatado com palestras e discussões. “Esse encontro colabora com a reconstrução do nosso plano estratégico da Confederação. Muitos trabalhos foram construídos a partir de informações e das discussões dos sicomércios, como o Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs), por exemplo”, disse Nadaf. 

    A promoção dos Sicomércios é fruto de uma parceria entre a Confederação e as federações de compercio anfitriões, explica Nadaf. 

    Campo Grande sedia o penúltimo evento do ano – o próximo será realizado em Manaus, em novembro. Porém, o presidente do Congresso garante a continuidade dos eventos regionais. Nossa ideia é continuarmos a realização desses encontros, permitindo a outros estados a oportunidade de sediá-los”.

    Sobre o tema da liderança, Pedro Nadaf afirmou: “o foco do encontro é fomentar a representação para construirmos uma instituição cada vez mais forte”. E comentou sobre a nova marca do sistema, que em breve será atualizada também nos sindicatos. “Vamos entrar na fase dos sindicatos para todos termos uma unificação da marca, como já fizemos com a CNC e as federações”, finalizou.

    Recepção do anfitrião

    Edison Ferreira de Araújo, presidente da Fecomércio-MS, comentou da satisfação e da importância da presença dos convidados. “É um prazer enorme recebermos todos aqui. Nos eventos regionais cada vez mais aprendemos com as culturas. O que queremos proporcionar a vocês, além da parte artística, é muito trabalho, tirando proveitos das palestras”, disse.

  • O futuro do Centro-Oeste em debate no Sicomércio

    A Federação do Comércio do Mato Grosso do Sul (Fecomércio-MS)  recepcionou nesta quarta-feira, 23 de outubro, os sindicatos da região Centro-Oeste, na cerimônia de abertura do 4° Congresso Regional do Sicomércio, promovido pela Confederação Nacional do Comercio de Bens, Servicos e Turismo (CNC) com o apoio da Fecomércio-MS.

    A Federação do Comércio do Mato Grosso do Sul (Fecomércio-MS)  recepcionou nesta quarta-feira, 23 de outubro, os sindicatos da região Centro-Oeste, na cerimônia de abertura do 4° Congresso Regional do Sicomércio, promovido pela Confederação Nacional do Comercio de Bens, Servicos e Turismo (CNC) com o apoio da Fecomércio-MS.

    O diretor-Secretário da Confederação, Pedro Nadaf, abriu o evento, realizado em Campo Grande. “Trago um abraço a todos os nossos presidentes, em nome do presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, e agradeço ao presidente Edison de Araujo pelo carinho com que nos recebe. Esse evento é formatado e idealizado para as cinco regiões.  A CNC contribui economicamente, mas a estrutura fica por conta do antifrião”, disse Nadaf. 

    Segundo ele, um dos maiores desafios da região do Centro-Oeste é a logística, como os problemas para o escoamento de grãos, “o que atrapalhada nosso crescimento. E esse evento nos ajuda a formatar um novo modelo de desenvolvimento nesse sentido também”, afirmou Nadaf. “O desafio desse Sicomércio é a construcao de lideranças com visão de futuro. A mudança de conceitos, não das pessoas. O futuro do Centro-Oeste passa pela cabeça de cada um de nós, líderes sindicais que estamos aqui”, concluiu.

    Para o presidente da Fecomércio-MS, Edison de Araújo,  a realização dos eventos regionais pela CNC aprimora uma dinâmica que envolve a compilação dos segmentos do comércio de bens, serviços e turismo “e coloca à disposição fontes inesgotáveis de recursos que repassamos aos sindicatos”, explicou.  “O Centro-Oeste tem parcela respeitável na composição da economia do País: 9,3% do PIB. Mesmo em momentos de crise, a região teve boa participação”, disse. “A nossa região tem necessidade de lideranças comerciais fortes e devemos nos aprimorar”, finalizou.

    Federações e autoridades convidadas

    O presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, comentou a importância dos encontros regionais. “Ao fazermos encontros por região, temos a opoprtunidade de nos aprofundarmos nas nossas discussões. O encontro busca a melhoria das nossas lideranças e o aumento da nossa representatividade, além de nos propciar essa integração mais próxima e uma discussão mais pujante”, disse o presidente da Fecomércio-DF.  

    José Evaristo dos Santos, presidente da Fecomércio-GO, exaltou a importância econômica e política da região. “Temos no Centro-Oeste a capital federal, Brasília, de onde sai o futuro dos nossos sindicatos e do nosso País”, afirmou. “Vamos avançar e tirar proveito dos debates para que possamos levar à CNC as nossas preocupações”.

    Participaram também da mesa de abertura: o vice-presidente do Centro-Oeste da Fenacon, Antonino Neves; o deputado estadual Marquinhos Trad (PMDB-MS), representando o governador do MS, André Pucinelli; a secretária Municipal de Desenvolvimento Economico, Ciência, Tecnologia, Turismo e do Agronegócio, Dharleng Campos, representando o prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal; e o deputado estadual Laerte Tetila (PT-MS) representando a Câmara Legislativa. 

     

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  • Integração nacional em livro

    No dia 16 de outubro, durante debate sobre a implementação da nova Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), a Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia (Cindra) lançou o livro “Desafios para o Desenvolvimento do Brasil na Visão da Cindra”, coletânea de textos produzidos por colaboradores e consultores da Câmara.

    No dia 16 de outubro, durante debate sobre a implementação da nova Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), a Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia (Cindra) lançou o livro “Desafios para o Desenvolvimento do Brasil na Visão da Cindra”, coletânea de textos produzidos por colaboradores e consultores da Câmara.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) colaborou com os textos “As experiências do Sistema CNC-Sesc-Senac no fomento ao desenvolvimento nacional e regional” e “Tributação: Entraves à competitividade e ao desenvolvimento regional”.

    A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia (Cindra), cujo presidente é o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), vem realizando este ano diversas ações com vistas a fomentar o desenvolvimento das regiões brasileiras. Foi nesse sentido que publicou o livro, como forma de complementar o trabalho de todo um ano dedicado aos debates, audiências e reuniões em torno do desenvolvimento e da integração das regiões do País.

    Faça abaixo o download da publicação.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 199/2013

    DESTAQUES:

    Publicada a reformulação orçamentária para o exercício de 2013 e a proposta orçamentária para 2014 da CNC

    Sancionada, com veto, lei que institui o Programa Mais Médicos

    CARF altera norma que aprovou o calendário de sessões para o ano de 2014

    Pedido de registro sindical requerido pelo Sindicato das Empresas Distribuidoras de Combustíveis do Estado de Goiás – SINDIGOIAS

    Representantes do Sesc integrarão o Conselho Estadual de Desportos do Estado do Rio de Janeiro

    DESTAQUES:

    Publicada a reformulação orçamentária para o exercício de 2013 e a proposta orçamentária para 2014 da CNC

    Sancionada, com veto, lei que institui o Programa Mais Médicos

    CARF altera norma que aprovou o calendário de sessões para o ano de 2014

    Pedido de registro sindical requerido pelo Sindicato das Empresas Distribuidoras de Combustíveis do Estado de Goiás – SINDIGOIAS

    Representantes do Sesc integrarão o Conselho Estadual de Desportos do Estado do Rio de Janeiro

    Promulgada lei no Município do Rio de Janeiro obrigando os estabelecimentos comerciais a disponibilizarem ao público o uso de instalações sanitárias

  • Artigo: A revolução econômica do pré-sal

    O Jornal do Brasil On line veiculou em 23 de outubro artigo de Ernane Galvêas, consultor econômico da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ex- presidente do Banco Central e ministro da Fazenda, intitulado “A revolução econômica do pré-sal”.

    O Jornal do Brasil On line veiculou em 23 de outubro artigo de Ernane Galvêas, consultor econômico da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ex- presidente do Banco Central e ministro da Fazenda, intitulado “A revolução econômica do pré-sal”. Galvêas abre o texto afirmando que a exploração do petróleo nos campos do pré-sal significará uma nova fase de prosperidade e riqueza para a economia brasileira, como foi a revolução agropecuária produzida pela Embrapa, nos últimos 25 anos.

    Galvêas ressalta ainda que o volume de investimentos previstos, da ordem de US$ 105 bilhões , de 2013 a 2017, com reflexos sobre a cadeia industrial dos fornecedores, principalmente no campo da siderurgia, estaleiros, máquinas e equipamentos, indústria elétrica, etc. Segundo Galvêas, o resultado do último leilão ficou dentro do figurino: a Petrobras será a única operadora dos poços licitados e a PPSA será a agência reguladora do Governo, inclusive para fins de comercialização. “Os demais sócios aportam experiência e tecnologia, como é o caso das empresas europeias Shell e Total, e recursos financeiros, como é o caso das chinesas CNOOC e CNPC”, afirma o consultor da CNC.

  • Contribuições ao Novo Código Comercial: modernização das regras para a atividade empresarial no Brasil

    Objetiva contribuir para o debate nacional sobre a importância da atividade comercial, moderna e sintonizada com as demandas de um mundo globalizado e em constante mutação, tanto quanto a uma discussão localizada sobre o dia-a-dia das empresas no Brasil. Ressalta que o Novo Código Comercial vai atuar na área do comércio na internet, denominação empresarial, títulos eletrônicos, contratos empresariais com a compra e venda mercantil, o fornecimento, a distribuição, o fretamento de embarcações e outros assuntos.

    Objetiva contribuir para o debate nacional sobre a importância da atividade comercial, moderna e sintonizada com as demandas de um mundo globalizado e em constante mutação, tanto quanto a uma discussão localizada sobre o dia-a-dia das empresas no Brasil. Ressalta que o Novo Código Comercial vai atuar na área do comércio na internet, denominação empresarial, títulos eletrônicos, contratos empresariais com a compra e venda mercantil, o fornecimento, a distribuição, o fretamento de embarcações e outros assuntos.

  • A economia brasileira e os reflexos para o turismo

    O economista chefe da CNC e ex-diretor do Banco Central, Carlos Thadeu de Freitas, analisou o cenário da economia brasileira e os reflexos para o turismo durante o Encontro PanHotéis – Inovação e Tendências 2013, evento da Editora Panrotas patrocinado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), pelo Sesc e pelo Senac, realizado em 22 de outubro na CNC no Rio de Janeiro.

    O economista chefe da CNC e ex-diretor do Banco Central, Carlos Thadeu de Freitas, analisou o cenário da economia brasileira e os reflexos para o turismo durante o Encontro PanHotéis – Inovação e Tendências 2013, evento da Editora Panrotas patrocinado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), pelo Sesc e pelo Senac, realizado em 22 de outubro na CNC no Rio de Janeiro.

    Carlos Thadeu de Freitas iniciou sua palestra fazendo uma análise do PIB mundial e de como o Brasil passou de sétimo (em 2010) para quarto maior receptor de investimentos estrangeiros em 2012. “O Brasil ainda é um país que recebe e vai receber investimentos externos, o que é bom para o turismo”, afirmou.

    Na sequência, Carlos Thadeu analisou o fluxo de capitais no País nos últimos anos, os indicadores de endividamento externo e a trajetória do câmbio e das taxas de juros. Segundo demonstrou o economista, a elevação dos juros reais vai encarecer as compras no cartão de crédito e as viagens para o exterior, o que pode incentivar o turismo interno. Ele lembrou, também, que o endividamento das famílias e o endividamento mundial podem ser um freio para o setor, mas que o Brasil tem como garantia no turismo, nos próximos anos, os grandes eventos.

    Até maio de 2013 o fluxo de capitais foi positivo no País, mas, com a redução dos fluxos monetários nos Estados Unidos, após a crise, o dólar volta a apresentar trajetória de valorização. “Com a crise, todos começaram a praticar políticas monetárias frouxas, e, agora, os que estavam deixando frouxo tiveram que apertar”, disse. As mudanças no câmbio, por um lado, podem ser positivas para o setor turístico, pois a moeda desvalorizada é convidativa para a entrada de turistas estrangeiros, mas, por outro lado, encarecem as despesas de alguns segmentos, como a aviação, que tem mais de 50% dos seus custos dolarizados; e esses aumentos de preços têm reflexos em toda a cadeia turística.

    Carlos Thadeu mostrou que os serviços estão inflacionados, já que o crescimento do mercado consumidor brasileiro nos últimos anos aumentou a demanda, o que encareceu os preços e gerou perda de competitividade. O economista chefe da CNC acredita que, para que o turismo brasileiro se torne mais competitivo, já que o câmbio não é o bastante, uma alternativa é “dar espaço para a redução de custos no Brasil com a diminuição da carga tributária”.

  • Cartilha do Novo Código Comercial

    Tramita atualmente no Congresso Nacional o Projeto de Lei nº 1.572, de 2011, de autoria do deputado Vicente Cândido (PT-SP) e que dá nova redação ao Código Comercial Brasileiro.

    O Novo Código Comercial, como vem sendo chamado, é um conjunto de regras que visam melhor disciplinar as relações jurídicas entre empresas e empresários. Mas não pense você que é algo que interessa apenas ao mundo empresarial.

    Tramita atualmente no Congresso Nacional o Projeto de Lei nº 1.572, de 2011, de autoria do deputado Vicente Cândido (PT-SP) e que dá nova redação ao Código Comercial Brasileiro.

    O Novo Código Comercial, como vem sendo chamado, é um conjunto de regras que visam melhor disciplinar as relações jurídicas entre empresas e empresários. Mas não pense você que é algo que interessa apenas ao mundo empresarial.

    O texto legal em discussão interferirá, também, na vida de cada cidadão brasileiro. Ao reduzir as amarras que travam o crescimento da atividade empresarial no País, o Novo Código poderá levar desenvolvimento econômico, social e cultural às comunidades. Reforça-se, assim, a função social das empresas.

    Nesta cartilha, você é convidado a conhecer um pouco mais sobre o novo Código Comercial e seu impacto no cotidiano de empresários e consumidores em todo o Brasil.

     

    Boa leitura!

  • Síntese da Economia Brasileira – 2012

    É com satisfação que a CNC lança a Síntese da Economia Brasileira 2012 bem diferente das anteriores, com novos conteúdos, formato, tabelas e gráficos, além de comentários descritivos.

    Em 2012, a economia brasileira cresceu 0,9%, taxa considerada baixa diante das estimativas do início do ano e das medidas do governo para aquecer a demanda.

    É com satisfação que a CNC lança a Síntese da Economia Brasileira 2012 bem diferente das anteriores, com novos conteúdos, formato, tabelas e gráficos, além de comentários descritivos.

    Em 2012, a economia brasileira cresceu 0,9%, taxa considerada baixa diante das estimativas do início do ano e das medidas do governo para aquecer a demanda.

    Apesar do aumento do consumo do governo (de 1,9% em 2011 para 3,2%), o PIB foi influenciado pela desaceleração do consumo das famílias (3,1%) em relação a 2011 (4,1%) e pela forte retração dos gastos em formação bruta de capital fixo (-4,0%).

    No tocante à produção, agricultura e indústria registraram variações negativas (-2,3% e -0,8%, respectivamente) ao passo que as atividades ligadas ao setor de serviços cresceram 1,7%. O comércio, após subir 3,4% em 2011, contribuiu com alta de 1,0% para o PIB.

    Reflexo também da situação externa, nossas exportações caíram -5,26%, consequentemente diminuindo a corrente de comércio em -3,43% (de US$482,3 bilhões em 2011 para US$ 465,7 bilhões). Os minérios, maior produto exportado, recuaram -24,8%.

    Acreditamos que a Síntese da Economia Brasileira 2012 com 129 tabelas, gráficos e comentários, seja do agrado para que todos possam compreender a performance da economia no ano passado.

  • Síntese Ambiental 8

    Apresenta os assuntos de maior destaque das reuniões realizadas pelo Grupo Técnico de Trabalho de Meio Ambiente (GTT-MA).

    Apresenta os assuntos de maior destaque das reuniões realizadas pelo Grupo Técnico de Trabalho de Meio Ambiente (GTT-MA).