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  • Nova marca é apresentada para sindicatos

    O designer da Assessoria de Comunicação da CNC, Marcelo Vital, apresentou aos sindicatos do comércio de bens, serviços e turismo da região centro-oeste, durante o 4º Sicomércio, a nova marca do Sistema Comércio e explicou a importância do cultivo dessa marca, criada em 2012.

    “O nosso esforço é voltado para o alinhamento de identidades, para que a percepção do cliente seja de um corpo único”, explicou

    O designer da Assessoria de Comunicação da CNC, Marcelo Vital, apresentou aos sindicatos do comércio de bens, serviços e turismo da região centro-oeste, durante o 4º Sicomércio, a nova marca do Sistema Comércio e explicou a importância do cultivo dessa marca, criada em 2012.

    “O nosso esforço é voltado para o alinhamento de identidades, para que a percepção do cliente seja de um corpo único”, explicou

    Segundo Vital, ao construir a nova marca, o foco foi estratégico e por integração, a fim de fortalecer o sistema do comércio de bens, serviços e turismo. “Para garantir um bom resultado é essencial que tenha uniformidade; seja de fácil reconhecimento; e tenha comunicação direta”, disse.

    Ele mostrou o processo de criação da marca, que teve o envolvimento de diversas equipes. “Uma nova marca foi criada para o Sesc, o Senac e a CNC, com alinhamento de identidade das três instituições. Assim foi criada uma identidade padrão para o Sistema CNC-SESC-SENAC, com uma fonte especialmente desenvolvida para eles e uma assinatura para o Sistema”.

    “A marca é a imagem da entidade”, finalizou.

     

     

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  • Ações e resultados pelo fortalecimento das entidades sindicais

    As ações e resultados do Plano Estratégico 2007-2020 da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) foram apresentados nesta quinta-feira (24) pelo chefe do Departamento de Planejamento (Deplan) da CNC, Daniel Lopez, no Congresso Regional do Sicomércio para os sindicatos da região Centro-Oeste.  

    As ações e resultados do Plano Estratégico 2007-2020 da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) foram apresentados nesta quinta-feira (24) pelo chefe do Departamento de Planejamento (Deplan) da CNC, Daniel Lopez, no Congresso Regional do Sicomércio para os sindicatos da região Centro-Oeste.  

    Daniel apresentou a estrutura da Confederação e falou sobre os produtos e serviços oferecidos às federações e sindicatos, como o Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs), que em 2012 treinou 1.085 pessoas, e as parcerias com a Certisign e a Boa Vista Serviços, para emissão de certificados digitais e análise de crédito, respectivamente.

    Segundo o chefe do Deplan/CNC, o planejamento estratégico e as ações e projetos desenvolvidos pela CNC buscam fortalecer as entidades sindicais enquanto representantes legítimas dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo. “Nossa missão é ‘assegurar às empresas do setor terciário as melhores condições para gerar resultados positivos e desenvolver a sociedade’. Será que efetivamente lideramos a comunidade empresarial? Temos uma representação justificada por direito, mas temos que ver se já estamos legitimados nesse direito. É essa a reflexão que devemos fazer aqui hoje”, completou Daniel Lopez.

    Também foram apresentados os grupos de trabalho, vinculado às áreas da CNC, que atuam para levar os programas e serviços até as federações e, por sua vez, aos sindicatos. Um dos exemplos foi o Grupo Técnico de Trabalho – Meio Ambiente (GTT-MA), coordenado pela Assessoria de Gestão das Representações (AGR) da CNC, que debatem as questões de interesse do empresariado quanto ao meio ambiente e à sustentabilidade.

    Na apresentação, Daniel Lopez mostrou um vídeo que exemplifica as ações da CNC em prol dos sindicatos. Assista abaixo:

  • Sindicatos conhecem a história do Sicomércio

    A história do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (Sicomércio) foi apresentada pelo consultor sindical da CNC, advogado Renato Rodrigues, na tarde de 24 de outubro, durante o 4º Encontro Regional do Sicomércio, na cidade de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.

    Criado com foco no intercâmbio de ideias e na troca de experiências entre os sindicatos do comércio de bens, serviços e turismo, o congresso busca fomentar discussões sobre temas relativos ao sindicalismo, com o objetivo de garantir capacitação das entidades, a fim de desenvolver a Liderança Sindical.

    A história do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (Sicomércio) foi apresentada pelo consultor sindical da CNC, advogado Renato Rodrigues, na tarde de 24 de outubro, durante o 4º Encontro Regional do Sicomércio, na cidade de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.

    Criado com foco no intercâmbio de ideias e na troca de experiências entre os sindicatos do comércio de bens, serviços e turismo, o congresso busca fomentar discussões sobre temas relativos ao sindicalismo, com o objetivo de garantir capacitação das entidades, a fim de desenvolver a Liderança Sindical.

    A Criação do Sicomércio teve origem do final da década 1980, levando em conta os seguintes parâmetros: unicidade; representatividade; enquadramento sindical e integração das entidades.

    Renato conta que em 1991, foi criada a Comissão de Enquadramento e Registro Sindical do Comércio (CERSC), e realizada a primeira Convenção do Sicomércio. E em 1995 foi aprovado seu estatuto.

    “O Plano Estratégico 2007-2020, tratado na VIII Assembléia Geral do Sicomércio, em 2007, resultou em mudanças como a instalação do banco de dados da contribuição sindical nas federações; a realização de congressos regionais do sicomércio e a criação da Comissão de Negociação Coletiva do Comércio (CNCC) – instalada em setembro do ano passado”, explicou Renato.

    Além dessas iniciativas, a CNC também dispõe de câmaras do comércio; da rede Renalegis; da Rede Nacional de Representações do Comércio, e de programas como o Sistema de Excelência em Gestão Sindical (SEGS) e o Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), por exemplo. “Todos esses programas e redes existem para auxiliar os representantes do comércio, e trabalhar questões importantes para o avanço do setor”, finalizou.

     

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  • TAP apresenta resultados e desafios na CNC

    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), recebeu o vice-presidente da TAP Portugal, Luiz da Gama Mór, em 23 de outubro, no Rio de Janeiro. Mór falou sobre o cenário da TAP na aviação brasileira e mundial, abordando o reposicionamento da marca, os resultados positivos da empresa nos últimos anos e as novidades para 2014, como o aumento na frequência de voos entre Brasil e Portugal.

    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), recebeu o vice-presidente da TAP Portugal, Luiz da Gama Mór, em 23 de outubro, no Rio de Janeiro. Mór falou sobre o cenário da TAP na aviação brasileira e mundial, abordando o reposicionamento da marca, os resultados positivos da empresa nos últimos anos e as novidades para 2014, como o aumento na frequência de voos entre Brasil e Portugal.

    O executivo abordou a crise enfrentada pela TAP no início dos anos 2000, enumerando as principais ações que fizeram com que a empresa seja uma das empresas líder no mercado europeu. “Foi um momento difícil para a empresa, tivemos que encontrar soluções a curto, médio e longo prazo para reerguer a TAP. O primeiro projeto de restruturação da empresa foi aumentar a rota de voos e adentrou de maneira efetiva o mercado europeu”, explicou. De 2000 a 2013 a TAP duplicou o número de destinos operados, de 38 para 77, assim como o número de pessoas atendidas, devendo alcançar, em 2013, 10.9 milhões de passageiros, 700 mil a mais que em 2012. Para demonstrar que venceu a crise, o vice-presidente apresenta o faturamento da TAP que em 2012 foi de 2.6 milhões de Euros, 117,3% superior ao de 2000.

    Para o vice-presidente da TAP o crescimento foi baseado na melhora da produtividade. No período em que ampliou o número de rotas – 2000 a 2012 – também cresceu o número de empregados contratados em 2,6%, mas, no entanto diminuíram os funcionários em terra em mais de 18%. A TAP possui hoje cerca de 7 mil e quinhentos funcionários. “Não tem nenhuma empresa europeia com o nosso nível de eficiência”, afirmou Mór. Ele explica que parte da estratégia de sucesso da empresa se deve a mudança do foco nos processo para o foco no cliente, explicitada no lema da TAP: “só há uma maneira de voar, de braços abertos”. Mór explica que tanto a contratação quanto a promoção, dentro da empresa, levam em conta, mais que a capacitação técnica, a atitude. “Não adianta contratar alguém que me dê patada em 10 idiomas, prefiro alguém que não me dê patada”, explica.

    De olho no futuro

    Um dos grandes momentos de crise da empresa ocorreu com as erupções do vulcão Eyjafjallajökull em 2010 na Islândia, que prejudicou de maneira severa o transporte aéreo na Europa. O executivo fala que a TAP criou um serviço de atendimento para auxiliar todas as pessoas presas nos aeroportos, que não podiam decolar. “Quem não era cliente da TAP, era cliente em potencial, não fizemos diferenciação”, esclarece. Foi nesse momento que Mor percebeu a importância das redes sociais. Com todos os canais de atendimento telefônicos ocupados as demandas começaram a surgir pelas redes e foi criada uma equipe de atendimento específica para o Facebook. “Entender o passageiros, suas necessidades e expectativas foram passos primordiais para essa grande guinada. Através do Facebook, pudemos dar uma resposta rápida para os nossos clientes, e tranquilizá-los quanto aos nossos serviços”, contou o representante da TAP. Hoje o trabalho da empresa com as redes sociais é um case de sucesso para outras empresas.

    Novidades para 2014

    Mór divulgou as novidades da empresa para 2014, como o aumento na frequência de voos entre Brasil e Lisboa. Serão mais 8 voos semanais entre os países, será inaugurado durante o Verão europeu o voo triangular Manaus-Belém-Lisboa, com 3 saídas semanais, as cidades de Belo Horizonte e Salvador contarão com voos diários para Lisboa e aumenta a frequência de voos de Natal e Porto Alegre. “Estamos aumentando o número de voos não apenas por causa da Copa, queremos um produto de qualidade e que sirva melhor os brasileiros, além de responder a um crescimento de demanda da Europa para o Brasil”, afirmou. Atualmente a companhia é a que mais opera na ligação entre Brasil e Europa, totalizando 82 voos semanais.

    Outro foco da empresa para o próximo ano é o Leste Europeu, mas o executivo não revelou quais serão os destinos, apenas afirmou que serão divulgados em breve pela companhia.

  • Encargos tributários impactam na baixa produtividade do País

    O professor da USP José Pastore discursou na tarde desta quinta-feira, 24 de outubro, para os participantes do Congresso Regional do Sicomércio – Edição Centro Oeste, realizado em Campo Grande (MS). O tema não poderia despertar mais atenção nos presentes: o avanço nas relações trabalhistas e o desenvolvimento do ambiente empresarial ao longo do tempo.

    O professor da USP José Pastore discursou na tarde desta quinta-feira, 24 de outubro, para os participantes do Congresso Regional do Sicomércio – Edição Centro Oeste, realizado em Campo Grande (MS). O tema não poderia despertar mais atenção nos presentes: o avanço nas relações trabalhistas e o desenvolvimento do ambiente empresarial ao longo do tempo.

    Pastore abordou as transformações no modelo de produção em todo o mundo e como isso afetou os níveis de produtividade nos países. “Esses novos modelos de produção melhoram a qualidade, a pontualidade e a produtividade. E essas mudanças também consistem em novas relações do trabalho, que foram mudando para se ajustar a esse mundo veloz da cadeia produtiva”, afirmou.

    No entanto, a produtividade no Brasil permanece estagnada. Segundo o professor, isso se deve em consequência da desatualização da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), que completou 70 anos em 2013. “O problema da CLT não é ser velha, mas sim que ela não se modernizou. Essa morosidade afeta o desempenho da economia e, dentro dessa rigidez, a legislação trabalhista cria custos e mais custos, despesas e mais despesas”, completou Pastore.

    Ainda de acordo com o palestrante, o problema da falta de competitividade no Brasil também é “um dos reflexos de uma CLT parada no tempo. A competitividade não é só importante para exportação, mas internamente também. Quando uma empresa tem uma sobrecarga de tributos e despesas trabalhistas, isso afeta a nossa competitividade. E quando um país/empresa não consegue competir, ela fecha. Quando ela fecha, os empregos vão junto.”.

    Custo unitário

    José Pastore falou também sobre o Custo Unitário do Trabalho, que leva em conta a produtividade do trabalhador. Quanto mais a produtividade sobe, mais o custo unitário cai (e vice-versa). Em 2012, o custo unitário do Brasil subiu 158% em relação a 2002 e 40% em relação a 2008. Em países desenvolvidos, este custo fica entre 8% e 9%, pois a produtividade sobe mais do que o aumento de salários.

    “No Brasil, a produtividade não sobe por problemas como falta de investimentos em educação, falta de inovação e criatividade, infraestrutura, entre outros. No entanto, os salários e benefícios têm aumentado gradativamente. A consequência disso para a empresa é que ela irá repassar esse custo para o preço final dos produtos ou irá retirar do próprio lucro. E isso inflaciona o País. Inflação e fraco investimento, em minha opinião os principais problemas do Brasil, decorrem da baixa produtividade”, finalizou Pastore.

    Veja também:

    Custos trabalhistas afetam investimento e inflação

  • Boletim Informativo Diário (BID) 200/2013

    DESTAQUES:

    Retificada a publicação da reformulação orçamentária para o exercício de 2013 e a proposta orçamentária para 2014 da CNC

    Divulgado o preço médio dos combustíveis, a partir de 1º de novembro de 2013

    Receita divulga norma da declaração do IR 2014 e do programa gerador

    Acordado memorando de entendimento entre o Ministério do Trabalho e Emprego e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados a fim de contribuir com a efetivação dos direitos dos solicitantes de refúgio, através do aprimoramento dos mecanismos de acesso ao mercado de trabalho

    DESTAQUES:

    Retificada a publicação da reformulação orçamentária para o exercício de 2013 e a proposta orçamentária para 2014 da CNC

    Divulgado o preço médio dos combustíveis, a partir de 1º de novembro de 2013

    Receita divulga norma da declaração do IR 2014 e do programa gerador

    Acordado memorando de entendimento entre o Ministério do Trabalho e Emprego e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados a fim de contribuir com a efetivação dos direitos dos solicitantes de refúgio, através do aprimoramento dos mecanismos de acesso ao mercado de trabalho

  • Plano Brasil Maior é apresentado no Sicomércio

    O coordenador-geral de Mercado Doméstico na Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Douglas Finardi, apresentou aos convidados o Plano Brasil Maior (PBM) e o ambiente político brasileiro dos setores do comércio de bens, serviços e turismo, durante o Congresso Regional do Sicomércio – Edição Centro-Oeste, realizado em Campo Grande.

    O coordenador-geral de Mercado Doméstico na Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Douglas Finardi, apresentou aos convidados o Plano Brasil Maior (PBM) e o ambiente político brasileiro dos setores do comércio de bens, serviços e turismo, durante o Congresso Regional do Sicomércio – Edição Centro-Oeste, realizado em Campo Grande.

    Douglas explicou a estrutura dos Conselhos de Competitividade do PBM, cada Conselho de Competitividade Setorial é responsável por elaborar – levando em conta os objetivos e metas do Plano Brasil Maior – a Agenda Estratégica Setorial.

    Os conselhos são compostos por membros dos Comitês Executivos e das entidades representativas do setor privado e dos trabalhadores e o objetivo de seu trabalho é a transformação de oportunidades em propostas concretas de ação.

    Segundo Douglas, um dos desafios é reunir representantes de todos os setores. “Essa conversa é sempre em parceria com trabalhadores, governo e setor privado. É importante a presença de todos e que forneçam boas idéias e sugestões, como alicerces para a melhoria dos setores de comércio e serviços”, afirmou.

    Objetivos

    Entre os objetivos do Plano Brasil Maior, estão: criar referência de informações sobre o comércio (elaboração do Atlas); ampliar os canais de articulação e diálogo entre os setores público, privado e trabalhadores (realização do II Simbracs); disseminar boas práticas e conceder certificação voluntária das empresas do setor de comércio (criar programa de normalização e certificação das empresas do setor de comércio). “A idéia sempre foi alavancar a qualidade dos serviços prestados. Trazer uma visão diferenciada para a relação do consumidor com o prestador. A nossa visão é de que é preciso preparo e boas praticas, para se antecipar aos possíveis problemas com o consumidor”, explica o representante do MDIC.

    Entre os demais objetivos, Douglas citou: fomentar a utilização das etiquetas inteligentes pelo comércio e racionalizar os procedimentos para a abertura e encerramento de empresas (criar programa de modernização e simplificação dos procedimentos para registro e legalização das empresas do comercio). “No ultimo Simbracs foi levantada a possibilidade de criação de uma empresa em 48 horas”, explicou.

    outro foco do programa é orientar as políticas públicas para o setor de serviços (Siscoserv); apoiar a internacionalização e exportação de serviços (rever os entraves para levar uma marca brasileira para o exterior); promover estudos da Cadeia Logística ligada ao setor de transporte e promover a eficiência logística no transporte rodoviário de cargas (melhorar a qualidade logística no País).

    Atlas Nacional de Comércio e Serviços

    A estrutura do Atlas Nacional de Comércio e Serviços, também foi apresentada. Segundo Douglas, o produto “pretende reunir informações do setor terciário”. O Atlas foi produzido dividido em quatro capítulos que trazem: dados e mapas indicando contextos econômico e social; comércio; serviços e serviços logísticos por região.

    Custo Brasil

    A Coordenadora do Sicomércio, Patrícia Duque, comentou o “Custo Brasil”. “O custo do trabalho no Brasil também precisa de uma revisão. Bom saber que podemos avançar no âmbito das políticas públicas. Espero que avancemos também nas Relações de Trabalho”, finalizou Patrícia.

     

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  • Taxa de média de desemprego deverá fechar o ano próxima de 5,3%

    Com a perda de força da inflação, o salário médio (R$1.908,00) dos trabalhadores das seis principais regiões metropolitanas do País voltou a acusar valorização real tanto na comparação mensal (+1,0%), quanto em relação a setembro de 2012 (+2,2%). É o que revela a Pesquisa Mensal de Emprego, divulgada hoje pelo IBGE.

    Com a perda de força da inflação, o salário médio (R$1.908,00) dos trabalhadores das seis principais regiões metropolitanas do País voltou a acusar valorização real tanto na comparação mensal (+1,0%), quanto em relação a setembro de 2012 (+2,2%). É o que revela a Pesquisa Mensal de Emprego, divulgada hoje pelo IBGE.

    Apesar dos números positivos, se confirmadas as atuais expectativas de crescimento na ordem de 2,5% para o PIB, e de alta de 6,0% para a inflação, considerando o INPC em 2013, a taxa de média de desemprego deverá fechar o ano próxima de 5,3%, portanto, ligeiramente abaixo da taxa média de 2012 (5,5%). A projeção é da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para outubro, mês de forte movimentação de contratações no comércio, a expectativa é de que o número de desocupados passe a representar menos de 5,0% da População Economicamente Ativa (PEA).

    O comércio na PME: Com vendas crescendo em ritmo mais fraco este ano, o recuo da ocupação no comércio ante setembro de 2012 (-2,4%) foi particularmente influenciado pelas menores contratações no Rio de Janeiro (-8,5%) e em Belo Horizonte (-6,5%). Apesar do recuo na geração de vagas, o setor ainda é o responsável pela maior participação na força de trabalho nos últimos 12 meses e sua a taxa de desemprego (3,4%), ainda se encontra abaixo da média nacional. A remuneração média no comércio (R$1.497,20) registrou desvalorização real de -0,6% em relação a setembro de 2012. Acesso abaixo a análise completa da Divisão Econômica da Confederação.

  • Incertezas da economia requerem atenção constante

    Não há um cenário definitivo na economia, por isso, é imprescindível acompanhar o processo a todo momento.  A afirmação foi feita pelo chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Carlos Thadeu de Freitas, nesta quinta-feira, 24 de outubro, no Congresso Regional do Sicomércio – Edição Centro-Oeste.

    Não há um cenário definitivo na economia, por isso, é imprescindível acompanhar o processo a todo momento.  A afirmação foi feita pelo chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Carlos Thadeu de Freitas, nesta quinta-feira, 24 de outubro, no Congresso Regional do Sicomércio – Edição Centro-Oeste.

    Durante a palestra “Cenário econômico mundial e expectativas para o Brasil”, Carlos Thadeu falou da importância das pesquisas da CNC e das Federações do Comércio, fazendo esse acompanhamento do cenário econômico. “Os empresários do comércio de bens, serviços e turismo precisam ter ciência se vão precisar fazer estoques ou não, se precisam se preparar ou não”, afirmou.

    Thadeu fez uma apresentação do cenário internacional, desde a crise econômica de 2008. Segundo ele, o Brasil fica dependente dessas movimentações desse cenário, sobretudo quanto à recuperação dos Estados Unidos. Houve uma fuga de capitais de outros países para os EUA, o que fez o dólar chegar a R$ 2,50 em maio. Além disso, o Banco Central americano investiu em estímulos para o consumo, o que aumentou as taxas de juros para os outros países. “Neste momento, vivemos uma trégua, com o dólar a R$ 2,17, pois esses estímulos cessaram em setembro”, explicou o chefe da Divisão Econômica da CNC.

    No entanto, essa trégua pode acabar, caso a economia americana volte a apresentar recuperação mais constante e a taxa de juros aumente ainda mais. “Em 2008, o Brasil tinha muitas reservas e adotou medidas de incentivo ao consumo, o que fez com que ele não sentisse tanto os efeitos da crise. Agora, na saída da crise, o Brasil pode não ter o mesmo desempenho, porque conforme os EUA se recuperam, a taxa de juros americana sobe e a tendência é que o dinheiro que está aqui seja investido lá”.

    O câmbio flutuante também aumenta as incertezas de empresários e consumidores. “A única coisa certa nesse ambiente é que as taxas de juros vão continuar pressionando. O crédito ficará mais difícil devido às taxas de juros”, disse Carlos Thadeu.

    Para o futuro, Thadeu explica que não há catástrofes esperadas para o Brasil, pois ainda há fatores como emprego e massa salarial que estão em bons patamares. “Mas isso não quer dizer que estamos protegidos. Temos investimentos estrangeiros – sobretudo em petróleo, o que vai ajudar a minimizar a queda do real no futuro-, mas temos uma crise no investimento externo. 2014 precisará ser um ano de ajustes”, finalizou.

     

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  • Federações do Centro-Oeste marcam presença no 4º Sicomércio

    Os presidentes das federações do comércio do Centro-Oeste reafirmaram a importância do evento.

    “Fico muito feliz com as palestras que vamos ouvir aqui. Certamente vamos sair daqui com muitos conhecimentos novos, declarou o presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana.

    Os presidentes das federações do comércio do Centro-Oeste reafirmaram a importância do evento.

    “Fico muito feliz com as palestras que vamos ouvir aqui. Certamente vamos sair daqui com muitos conhecimentos novos, declarou o presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana.

    “Aqui vamos encontrar idéias para trabalharmos juntos aos nossos representados. É em reuniões como essas que podemos discutir temas como terceirização, problemas da legislação do trabalho. Em um grupo menor isso é possível. É uma troca de serviços. Temos que discutir aqui o que podemos oferecer a mais para nossos representados, isso é fundamental”, falou José Evaristo dos Santos, presidente da Fecomércio-GO.

    Antonino Ferreira Neves, vice-presidente para o Centro-Oeste da Fenacon, comentou que sua federação têm feito uso de programas oferecidos pela CNC. “Estamos aplicando os programas que a CNC, como o SEGS”, contou.

     

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