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  • CBFarma discute prescrição de medicamentos e logística reversa

    A Câmara Brasileira de Produtos Farmacêuticos (CBFarma) reuniu-se na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em Brasília, em 16 de outubro, para discutir temas comuns aos empresários e suas atividades comerciais. A reunião foi presidida pelo coordenador da Câmara, Lázaro Luiz Gonzaga, presidente da Fecomércio-MG.

    A Câmara Brasileira de Produtos Farmacêuticos (CBFarma) reuniu-se na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em Brasília, em 16 de outubro, para discutir temas comuns aos empresários e suas atividades comerciais. A reunião foi presidida pelo coordenador da Câmara, Lázaro Luiz Gonzaga, presidente da Fecomércio-MG.

    Entre as questões abordadas, a prescrição de medicamentos pelos farmacêuticos e a Resolução nº 586/2013 do Conselho Federal de Farmácia, pontuadas pelo advogado da CNC, Cácito Esteves, que comentou o veto ao inciso 1º do artigo 4 do PL nº 286/2002. “A presidente Dilma vetou, em julho deste ano, dispositivo que estabelecia que a formulação do diagnóstico e a respectiva prescrição terapêutica seriam atividades privativas dos médicos”, disse. Essa parte da proposta era polêmica e motivou protestos de diversas categorias, como fisioterapeutas, enfermeiros e psicólogos, que consideravam um retrocesso na área da saúde.

    O Decreto nº 8.077 de 14/08/2013 e a lei nº 9762/1999, que atribui à Anvisa competência até então exercida pelo Ministério da Saúde, também foram pontuados.

    Logística reversa de medicamentos

    A logística reversa de medicamentos também foi tratada na reunião. Em uma discussão mais refinada, a assessora ambiental da CNC, Cristiane Soares, explicou aos membros da Câmara o Sistema de Logística Reversa de produtos que estão sendo propostos para o mercado do comércio brasileiro.

    No Brasil há um grupo de produtos com logística reversa estruturada, já regulamentada e em funcionamento: Embalagens de defensivos agrícolas; Pilhas e baterias; Pneus reversíveis; e Embalagens de óleo lubrificante, cujo acordo setorial foi assinado em 19 de dezembro de 2012.

    Outros três produtos cujo acordo setorial em âmbito nacional tem procurado desenvolver modelos de gerenciamentos e destinação final ambientalmente adequada de resíduos, estão sendo negociados por representantes do GTT-MA. São eles: Lâmpadas fluorescentes; Produtos eletrônicos; e Medicamentos.

    Atualmente o setor farmacêutico (comércio, indústria, distribuidores e importadores) tem discutido a implementação da logística reversa, a fim de formatar um acordo setorial. Uma reunião com a indústria foi agendada para o fim do mês.

    Para tanto, Cristiane aconselha: “Se preocupem em ter coesão no decorrer das negociações com todos os segmentos. A meta quantitativa é importante, mas a geográfica é essencial”.

  • Propostas para a nova Política Nacional de Desenvolvimento Regional

    O ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira, participou na quarta-feira, dia 16, de debate na Câmara dos Deputados para falar sobre os avanços e as dificuldades para a implementação da nova Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR). A iniciativa foi do presidente da Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia (Cindra), deputado Jerônimo Goergen (PP/RS), e levou ao plenário 9 do Legislativo representantes de vários segmentos da sociedade.

    O ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira, participou na quarta-feira, dia 16, de debate na Câmara dos Deputados para falar sobre os avanços e as dificuldades para a implementação da nova Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR). A iniciativa foi do presidente da Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia (Cindra), deputado Jerônimo Goergen (PP/RS), e levou ao plenário 9 do Legislativo representantes de vários segmentos da sociedade.

    Segundo o ministro, o Governo já faz políticas sociais e o que se pretende agora é construir um projeto que reduza as grandes diferenças regionais. O passo inicial foram as Conferências de Desenvolvimento Regional, realizadas em todos os Estados e no Distrito Federal, que culminaram na Conferência Nacional, informou Daniela Nogueira Soares, assessora especial do Ministério e coordenadora do programa de implantação do PNDR.

    As propostas surgidas nesses encontros darão consistência à nova PNDR, disse ela. “As contribuições de cada região irão construir a nova lei, que será um marco para o País.”

    Consultor da Presidência da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Roberto Nogueira Ferreira falou sobre os efeitos da questão tributária no desenvolvimento regional. “Na formulação de políticas públicas, é preciso tratar os desiguais com desigualdade”, observou, sustentando que não se pode adotar o mesmo tratamento tributário para regiões com níveis de desenvolvimento bem diferentes.

    O consultor defendeu um modelo tributário diferente do que está em vigor, sob pena de preservação da situação atual. Roberto Nogueira disse ainda que não é possível construir um plano de desenvolvimento regional por decreto e enfatizou a necessidade de dar fim ao conflitos estaduais sobre a aplicação de alíquotas do ICMS.

    Participaram do debate, além de Roberto, Daniela e deputados integrantes da Cindra, o coordenador de Estudos Regionais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Guilherme Mendes Resende; o vice-presidente da Federação das Indústrias do Amazonas, Nelson Azevedo dos Santos; o economista Eduardo José Monteiro da Costa, da Universidade Federal do Pará; e o professor Carlos Antônio Brandão, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

    Antes do início da programação, houve o lançamento do livro “Desafios para o Desenvolvimento do Brasil na Visão da Cindra”, coletânea de textos produzidos por colaboradores e consultores da Câmara. A CNC colaborou com os artigos “As experiências do Sistema CNC-Sesc-Senac no fomento ao desenvolvimento nacional e regional” e “Tributação: entraves à competitividade e ao desenvolvimento regional”.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 195/2013

    DESTAQUES:

    MTE concede o registro de alteração estatutária à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso do Sul

    MTE concede o pedido de alteração estatutária à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismos do Paraná

    SRT disciplina os procedimentos para registro e arquivo de convenções e acordos coletivos de trabalho nos órgãos do Ministério do Trabalho e Emprego e sobre a solicitação de mediação coletiva de conflitos trabalhistas

    Alterados representantes do Conselho Nacional de Saúde

    DESTAQUES:

    MTE concede o registro de alteração estatutária à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso do Sul

    MTE concede o pedido de alteração estatutária à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismos do Paraná

    SRT disciplina os procedimentos para registro e arquivo de convenções e acordos coletivos de trabalho nos órgãos do Ministério do Trabalho e Emprego e sobre a solicitação de mediação coletiva de conflitos trabalhistas

    Alterados representantes do Conselho Nacional de Saúde

  • Intenção de consumo mantém-se estável em outubro

    Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apresentou em outubro leve alta de 0,1% (126,3 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior, e recuo de 6,3% em relação a outubro de 2012.

    Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apresentou em outubro leve alta de 0,1% (126,3 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior, e recuo de 6,3% em relação a outubro de 2012. Fatores semelhantes a setembro incidiram sobre o resultado do período – segundo o economista Bruno Fernandes, o alívio pontual da inflação ainda vem impactando positivamente a confiança das famílias no mês atual. O menor otimismo quanto ao emprego e a renda e a maior dificuldade de aquisição de crédito mantiveram a intenção de consumo em um patamar inferior ao ano passado. O índice mantém-se acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável de consumo.

    Na comparação mensal, os componentes Perspectiva Profissional, Consumo Atual e Perspectiva de Consumo apresentaram variações positivas. O comportamento mais favorável do nível de preços permitiu uma elevação da confiança em relação ao consumo em geral. Na comparação anual, o ICF apresentou variação negativa (-6,3%), puxada novamente por todos os componentes da pesquisa, na mesma base de comparação. O aumento do custo do crédito e o menor otimismo em relação ao emprego e a renda impactaram negativamente a confiança das famílias no período. 

  • Informe Representações 254

    Assessoria de Gestão das Representações |15/10/2013 – Ano 5, nº 254

     

    CÂMARA DOS DEPUTADOS

    Simpósio de Desenvolvimento Regional

    Assessoria de Gestão das Representações |15/10/2013 – Ano 5, nº 254

     

    CÂMARA DOS DEPUTADOS

    Simpósio de Desenvolvimento Regional

    Luiz Gil Siuffo, vice-presidente da CNC e Roberto Nogueira Ferreira, consultor da Presidência da CNC, foram indicados para representar a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), na mesa de abertura e na mesa de trabalho, respectivamente, do Simpósio de Desenvolvimento Regional, a ser realizado amanhã, dia 16 de outubro de 2013, das 8h30 às 14 horas, no plenário 9, anexo II da Câmara dos Deputados.

    Promovido pela Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia (Cindra), o Simpósio tem o objetivo de, juntamente com representantes do Governo Federal, da sociedade civil e da classe acadêmica, debater sobre a Política de Desenvolvimento Regional, seus desafios e alternativas para o Brasil, em atenção ao requerimento nº. 295/2013, de autoria do Deputado Gerônimo Goergen (PP/RS).

    Na cerimônia também será lançado o livro “Desafios para o desenvolvimento do Brasil na visão da Cindra”, com o qual a CNC colaborou com os artigos “O desenvolvimento regional e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) – as experiências do Sistema CNC-Sesc-Senac no fomento ao desenvolvimento nacional e regional” e “Tributação: entraves à competitividade e ao desenvolvimento regional”.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.com.br

  • Planejar as ações é fundamental para o desenvolvimento das entidades

    O Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) realizou, no último dia 8 de outubro, uma videoconferência com multiplicadores do programa em todo o Brasil. O objetivo foi de orientar os participantes a desenvolver o seu Plano de Melhorias, identificando as oportunidades de melhorias nas Avaliações de Consenso.

    O Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) realizou, no último dia 8 de outubro, uma videoconferência com multiplicadores do programa em todo o Brasil. O objetivo foi de orientar os participantes a desenvolver o seu Plano de Melhorias, identificando as oportunidades de melhorias nas Avaliações de Consenso.

    A videoconferência foi apresentada por Alexandre Marcelo e Vítor Ribeiro, da Gerência de Programas Externos da CNC. Segundo eles, o primeiro passo para por as melhorias em prática tem que ser a estruturação do planejamento das ações.  “O planejamento é o caminho que iremos traçar. O primeiro passo é deixar bem claro qual é o principal objetivo que queremos alcançar. E é em cima desse objetivo que temos que traçar o nosso caminho”, afirmou Alexandre Marcelo.

    Os assessores lembraram que o resultado das Avaliações é um bom guia para as entidades realizarem uma análise prévia, identificando as oportunidades de melhorias, para só então começarem a elaborar seus Planos de Melhorias. “As avaliações são diagnósticos, que passam por todos os critérios de gestão do Segs, e é com base nesse diagnóstico que se deve fazer um bom planejamento”, completou Marcelo.

    “Precisamos planejar as ações com foco e simplicidade, sem entrar em detalhes que possam impedir a execução das ações. Também é importante manter a disciplina, para executar as ações conforme planejado”, concluiu Vítor.

    A videoconferência foi transmitida através da Rede Sesc, diretamente do Condomínio Sesc-Senac, na Barra da Tijuca (RJ) para 31 pontos de recepção no Brasil, contando com a participação de 112 pessoas.

  • Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – outubro de 2013

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 194/2013

    DESTAQUES:

    CRPS autoriza os funcionamentos da 1ª Composição Adjunta das 1ª, 2ª, 3ª e 4ª Câmaras de Julgamento

    SRT arquiva impugnações e defere a alteração estatutária ao Sindicato do Comércio Varejista de Presidente Prudente – SINCOMÉRCIO – SP

    DESTAQUES:

    CRPS autoriza os funcionamentos da 1ª Composição Adjunta das 1ª, 2ª, 3ª e 4ª Câmaras de Julgamento

    SRT arquiva impugnações e defere a alteração estatutária ao Sindicato do Comércio Varejista de Presidente Prudente – SINCOMÉRCIO – SP

  • CNC recebe primeiro Encontro PanHotéis

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) recebe, em 22 de outubro, o Encontro PanHotéis – Inovação e Tendências 2013, primeiro evento da Panrotas Editora voltado especialmente para o segmento de hotelaria. O evento vai debater a indústria do entretenimento e sua importância para os hotéis, legislação e políticas tributárias, tendências de serviços nos meios de hospedagem, entre outros temas atuais, além de promover discussões estratégicas entre os líderes do setor.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) recebe, em 22 de outubro, o Encontro PanHotéis – Inovação e Tendências 2013, primeiro evento da Panrotas Editora voltado especialmente para o segmento de hotelaria. O evento vai debater a indústria do entretenimento e sua importância para os hotéis, legislação e políticas tributárias, tendências de serviços nos meios de hospedagem, entre outros temas atuais, além de promover discussões estratégicas entre os líderes do setor.

    Entre os palestrantes o chefe da Divisão Econômica da CNC, Carlos Thadeu de Freitas, vai falar sobre a economia brasileira e o setor de viagens. Além dele, estão confirmados nomes como: Diogo Canteras, criador da HotelInvest, empresa de consultoria especializada em investimento hoteleiro; Enrico Ferni, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH); João Carlos Pastore, líder para a área de Turismo do Facebook Brasil, Andrea Natal, Diretora Geral do Hotel Copacabana Palace, entre outros. Mais informações no site www.panhoteis.com.br/encontro.

    O Encontro PanHotéis tem patrocínio do Sistema CNC – Sesc – Senac e o apoio da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), da ABIH, do Fórum de operadores Hoteleiros (Fohb), da Resorts Brasil, Associação Brasileira de Compradores para Hotéis e Restaurantes (Abracohr) e R1 Solutions.

  • Com estabilidade nos preços, varejo volta a surpreender

    As vendas do comércio varejista brasileiro registraram alta de 0,9% em agosto, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje (15) pelo IBGE.  Este resultado, livre de fatores sazonais, ficou 0,2 ponto percentual acima da projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e foi particularmente influenciado pelos ramos de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação e por artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos que auferiram altas de 7,6% e 1,1%, respectivamente.

    As vendas do comércio varejista brasileiro registraram alta de 0,9% em agosto, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada hoje (15) pelo IBGE.  Este resultado, livre de fatores sazonais, ficou 0,2 ponto percentual acima da projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e foi particularmente influenciado pelos ramos de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação e por artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos que auferiram altas de 7,6% e 1,1%, respectivamente.

    Os preços no varejo se mantiveram praticamente estáveis na passagem mensal (+0,1% em relação a agosto) impactando favoravelmente as vendas reais que cresceram pelo sexto mês consecutivo e levaram a CNC a rever sua previsão de crescimento para 2013 de 4,2% para 4,5%.  Diante dos resultados dos últimos dois meses, confirma-se a perspectiva de recuperação do varejo ante o fraco primeiro semestre do ano. Para o segundo semestre, a expectativa da CNC é de alta de 5,9% no volume de vendas (contra +3,0% da primeira metade do ano) e, para setembro, a projeção é de +0,5% em relação a agosto.

    Ainda neste cenário, os destaques deverão ser as expansões de 10,6% e 7,5% projetadas para os ramos de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos e de artigos de uso pessoal e doméstico.