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  • Sumário Econômico 1338

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Reajustes na percepção de risco – Desde que o Federal Reserve sinalizou a possibilidade de reduzir o programa de alívio quantitativo já no ano corrente, os mercados passam por grande turbulência e enfrentam grande volatilidade. Somada à grande incerteza acerca dos efeitos de tal mudança, há uma reavaliação de risco face ao novo cenário externo que se formou, apesar da recente decisão de adiamento do fim dos estímulos monetários. O programa LSAP (compra de ativos em grande escala, da sigla em inglês) está entre as políticas de expansão monetária sem precedentes, com instrumentos não convencionais e cujos efeitos são pouco conhecidos, colocadas em prática para enfrentar a grave crise econômica iniciada em 2008. Esse programa consiste atualmente na compra de US$ 86 bilhões por mês em títulos do tesouro americano e papéis lastreados em hipotecas. A partir de maio, o Federal Reserve começou a dar sinais de que, na medida em que se sustenta uma recuperação da economia norte-americana, poderia iniciar a normalização de sua política monetária, começando pelo LSAP.

     

    Outras matérias:

    Dia das crianças – As estimativas da Divisão Econômica da CNC apontam que o volume de vendas do varejo para o Dia das crianças deste ano deverá registrar variação de 4,9%, se constituindo na menor taxa de crescimento desde 2004, quando ficou em 3,1%. Note-se que em 2012 essa taxa atingiu incremento de 8% em relação ao ano anterior. Ainda assim, o faturamento deve alcançar R$2,9 bilhões e a data já é a quarta mais importante para o varejo brasileiro, atrás do Natal, Dia das mães e Dia dos pais. Como de hábito, o segmento de artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba o setor de brinquedos, dentre outros produtos, irá experimentar maior variação positiva na data, com expectativa de atingir aumento de 6,9% em relação a 2012. Outros setores também devem apresentar crescimento sazonal motivado pelo Dia das crianças: supermercados (+3%); vestuário (+3,8%) e livrarias e papelarias (+3,0%).

    Produtividade arrecadatória – Os serviços que a tecnologia disponibiliza tornam-se cada vez mais eficientes, e o resultado das operações converte-se no aumento da produtividade. Assim, a eficiência arrecadatória vem crescendo, pelo uso intensivo e racional de recursos tecnológicos e humanos, que empregados alimentam a sanha fiscal A mais recente inovação – já acontece com as pessoas que caíram na malha fina – foi instalada no regime tributário das MPEs e se chama Alerta Simples Nacional. O programa implica para cerca de 29 mil empresas optantes do Simples Nacional que tiveram inconsistências nas declarações prestadas no ano de 2010 o recebimento de um alerta, informação na qual consta o aviso da fiscalização e a necessidade de serem feitos ajustes nas declarações. Tal aviso de alerta será emitido pelo site da Receita Federal no sistema do Simples Nacional quando do acesso mensal feito pela empresa, com a finalidade de que seja gerado o valor do pagamento do imposto, bem como o DAS (documento de arrecadação do Simples Nacional).

    Produção industrial fica estável em agosto – Segundo os últimos dados disponibilizados pelo IBGE após queda de 2,4% em julho, a produção industrial ficou estável em agosto, na comparação com o mês imediatamente anterior, dados com ajuste sazonal. Tanta a indústria extrativa quanto à de transformação cresceram 0,2% nesta base de comparação. Dentre as categorias de uso, a maioria mostrou taxas positivas, sendo Bens de capital (+2,6%) a mais expressiva. A única exceção foi Bens de consumo (-0,6%), influenciada por Bens de consumo semi e não duráveis (-0,3%). Na comparação com agosto de 2012, houve uma queda de 1,2%, o primeiro resultado negativo após quatro taxas positivas consecutivas. A maior influência do mês foi o recuo de 2,0% na indústria extrativa, com queda desde fevereiro de 2013 (-10,2%) e o resultado menos intenso desde então. A indústria de transformação também demonstrou queda, entretanto em menor patamar, 1,2%. Diferentemente da análise anterior, a maioria das categorias obtiveram variações negativas, com Bens de capital (+11,8%) sendo o maior destaque e a única exceção.

  • Dilma Rousseff prestigia formatura de alunos do Pronatec

    A Federação do Comércio de Bens, Serviço e Turismo do Estado do Rio Grande do Norte (Fecomércio-RN), através do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), realizou no dia 2 de outubro um evento em comemoração à formatura de 1.500 alunos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), no ginásio do IFRN em Ceará Mirim, com a presença da presidente da República, Dilma Rousseff.

    A Federação do Comércio de Bens, Serviço e Turismo do Estado do Rio Grande do Norte (Fecomércio-RN), através do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), realizou no dia 2 de outubro um evento em comemoração à formatura de 1.500 alunos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), no ginásio do IFRN em Ceará Mirim, com a presença da presidente da República, Dilma Rousseff.

    “Esta solenidade marca um grande passo na vida de todos vocês, alunos do Pronatec. Graças a este programa vocês estão entrando de cabeça erguida, pela porta da frente, no mercado de trabalho. Este é um programa no qual eu particularmente acredito e do qual me orgulho”, disse a presidente da República.

    Estiveram também prestigiando o evento Aloísio Mercadante, ministro da Educação, Garibaldi Alves Filho, ministro da Previdência, entre outras autoridades.

    Augusto Alves de Lira, aluno que concluiu dois cursos através do Pronatec e mais um dentro do Programa Senac de Gratuidade (PSG), disse que foi uma emoção muito grande. Além da qualificação, ele já terminou os cursos com a carteira de trabalho assinada. “Minha mãe está sem acreditar em tudo isso. Além de conseguir me qualificar cada vez mais e melhor, já saio daqui hoje com meu primeiro emprego garantido e ainda recebi meu certificado das mãos da presidente da República. Parece que estou sonhando”, concluiu.

    Atualmente, o Senac é o maior ofertante de vagas nestes cursos gratuitos no Rio Grande do Norte e o quinto maior do País. Quase 40% das vagas oferecidas através do Pronatec no RN são ofertadas pela instituição. “Eu me sinto gratificado em ver o sucesso do trabalho que estamos realizando através do Senac. Até o final de 2013, irão se formar cerca de 17 mil profissionais dentro do programa”, declarou Marcelo Fernandes de Queiroz, presidente da Fecomércio-RN.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 192/2013

    DESTAQUES:

    Alterada legislação que condiciona recebimento do Seguro-Desemprego à matrícula e frequência em curso de formação inicial e continuada ou de qualificação profissional, com carga horária mínima de cento e sessenta horas

    Divulgada a meta para a Taxa Selic, a partir de 10 de outubro de 2013

    Divulgados os fatores de atualização dos benefícios da Previdência Social para o mês de outubro de 2013

    Edital de Convocação do Sindicato do Comércio Varejista de Florianópolis para AGE a ser realizada no dia 22 de outubro de 2013

    DESTAQUES:

    Alterada legislação que condiciona recebimento do Seguro-Desemprego à matrícula e frequência em curso de formação inicial e continuada ou de qualificação profissional, com carga horária mínima de cento e sessenta horas

    Divulgada a meta para a Taxa Selic, a partir de 10 de outubro de 2013

    Divulgados os fatores de atualização dos benefícios da Previdência Social para o mês de outubro de 2013

    Edital de Convocação do Sindicato do Comércio Varejista de Florianópolis para AGE a ser realizada no dia 22 de outubro de 2013

    Prefeitura do Rio de Janeiro institui o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos – PMGIRS

  • A utilidade do fator previdenciário (Jornal do Commercio de 11 de outubro de 2013)

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    O fator previdenciário, criado pela Lei nº 9.876, de 28/11/99, é, como assinalamos em artigo publicado no Jornal do Commercio de 19/07/10, “uma engenhosa fórmula algébrica para estimular os segurados do sistema geral da previdência a adiar os pedidos de aposentadoria, a fim de que possam obter proventos de maior valor. O fator previdenciário penaliza as aposentadorias precoces e premia os que se aposentarem com mais idade e maior tempo de contribuição”.

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    O fator previdenciário, criado pela Lei nº 9.876, de 28/11/99, é, como assinalamos em artigo publicado no Jornal do Commercio de 19/07/10, “uma engenhosa fórmula algébrica para estimular os segurados do sistema geral da previdência a adiar os pedidos de aposentadoria, a fim de que possam obter proventos de maior valor. O fator previdenciário penaliza as aposentadorias precoces e premia os que se aposentarem com mais idade e maior tempo de contribuição”.

    A utilidade do fator previdenciário tem de ser considerada no contexto da Previdência Social e, particularmente, no âmbito de suas receitas e despesas.

    De acordo com as disposições constitucionais em vigor, a aposentadoria pode ser obtida, pelos homens, aos 65 anos de idade ou 35 anos de efetiva contribuição e, pelas mulheres, aos 60 anos de idade ou 30 anos de contribuição. Todavia, graças ao fator previdenciário, os valores dos proventos da aposentadoria poderão ser maiores se o segurado adiar, por alguns anos, o pedido de aposentadoria. Essa decisão do segurado também beneficia a Previdência Social porque adia o aumento da despesa com as aposentadorias.

    Como se sabe, a sistema previdenciário apresenta um desequilíbrio estrutural, cuja correção depende de uma reforma que considere o crescimento da população idosa, em razão do aumento da expectativa de vida, no Brasil e em todo o mundo civilizado. Todavia, essa reforma encontra óbices políticos naturais e intransponíveis, no presente momento.

    De qualquer forma, a Previdência Social brasileira é um dos maiores instrumentos de transferência de renda e redução das desigualdades sociais, em todo o mundo. Referindo-se ao déficit da Previdência, destacou o então Presidente Lula que “precisamos ter em conta que esse déficit foi programado pela Constituição de 1988, quando incluiu seis milhões de trabalhadores rurais na Previdência. Foi programado quando a gente criou o Estatuto do Idoso, aprovou a LOAS. Essas pessoas passaram a ter um benefício que deveria ser custeado pelo Tesouro Nacional e não pela Previdência.” (O Globo de 28/7/2006).

    Por isso mesmo, é incompreensível que, até hoje, não tenha sido expedido o ato – anunciado por diversos ex-Ministros da Previdência – separando as contas da Previdência Urbana, que é superavitária há três anos, graças ao crescimento do emprego e da renda, e as da Previdência Rural, que é gravemente deficitária e tem de ser considerada como um programa de assistência social, custeado com a receita da COFINS e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). De janeiro a junho deste ano, a previdência urbana apresentou um superávit de R$7,9 bilhões, enquanto a rural apresentou um déficit de R$5,6 bilhões. Como destacamos no artigo “Idéias para uma Reforma”, “a primeira medida a ser adotada deve ser a separação das contas da Previdência urbana, de caráter contributivo, e as da Previdência Rural, de caráter assistencial” (O Globo de 23/08/10).

    Nesse contexto, também é inexplicável que o Governo não haja promovido a implementação do Fundo Geral da Previdência Social, previsto no art. 250 da Constituição e criado pelo art. 68 da Lei de Responsabilidade Fiscal, fundo esse que, à semelhança dos Fundos de Previdência Privada, poderá aplicar, em Títulos do Tesouro Nacional ou no mercado financeiro, as suas disponibilidades e, assim, criar uma nova fonte de receita. Além disso, a implementação do Fundo deverá importar não só na extinção do regime de solidariedade e adoção do regime de capitalização, como também na revogação de todas as isenções e tratamentos favorecidos concernentes à contribuição previdenciária.

    A extinção do fator previdenciário foi tentada em 2010, conforme preceito do projeto que se transformou na Lei nº 12.254, de 15/06/2010, o qual foi vetado pelo então Presidente Lula, que, nas razões do veto, salientou que o dispositivo não atendia ao que dispõe a Constituição (art. 195, § 5º), que exige “a indicação da correspondente fonte de custeio total para o aumento nas despesas geradas pela extinção do fator previdenciário”.

    Nessas condições, o Congresso Nacional deve atentar para essas razões técnicas e jurídicas e negar aprovação à nova tentativa de revogação do fator previdenciário, sem a reforma estrutural da Previdência Social.

     

    Jornal do Commércio, 11 de outubro de 2013.

  • Federações participam de encontro com IBGE

    Começou na manhã desta quinta-feira, 10 de outubro, na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro, um encontro entre economistas da entidade, das Federações do Comércio do País e de representantes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Começou na manhã desta quinta-feira, 10 de outubro, na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro, um encontro entre economistas da entidade, das Federações do Comércio do País e de representantes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O objetivo da iniciativa, organizada pela Divisão Econômica da CNC, é a troca de informações sobre metodologias das pesquisas do IBGE com os economistas das federações, além de se iniciar o estudo de possibilidades de levantamentos em conjunto. “Essa iniciativa é algo que as federações almejam há tempos e, quando convidado, o IBGE se disponibilizou de forma rápida. Estamos à disposição do Instituto para realizar um trabalho junto às federações, que constituem o corpo de excelência da Confederação”, disse Eraldo Alvez da Cruz, secretário-geral da CNC, presente à abertura do evento. “É uma oportunidade inédita e importante, já que abre margem para a aproximação e a realização de acordos e convênios”, complementou Carlos Thadeu de Freitas, chefe da Divisão Econômica e ex-diretor do Banco Central. 

    Vânia Prata, coordenadora de Serviços e Comércio do IBGE, destacou no encontro que será criado um Comitê de Estatísticas Econômicas, para fortalecer as estatísticas econômicas e promover a interação de órgãos de nível federal que produzem informação com entidades representativas de diversos setores da economia. “O empresariado é um fornecedor básico de informações. A ideia é, com a participação de todos, gerar mais estatística com mais qualidade”, disse.

    A ideia do comitê já é aplicada intensivamente nas estatísticas sociais do IBGE, mas não as econômicas. “Não é uma invenção brasileira – países mais avançados trabalham conjugando várias áreas da sociedade para definir o que se deve gerar a nível estatístico”, complementou Vânia.

    Ainda na parte da manhã, a diretora de pesquisas adjunta do IBGE, Zelia Bianchini, falou sobre a Pesquisa Anual do Comércio (PAC) e a Pesquisa Anual de Serviços (PEAS), levantamentos estruturais do IBGE.  Segundo ela, as pesquisas conjunturais do Instituto, ou seja, a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) e a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) são feitas com base nos levantamentos estruturais. “O setor de serviços é o maior empregador do País, gera renda e engloba diversas atividades em seu escopo”, disse Zelia, ao explicar a importância de se ter uma pesquisa como a PMS, que passou a ser produzida desde agosto deste ano. O encontro acontece durante todo o dia, no auditório da Confederação, no Rio de Janeiro.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 191/2013

    DESTAQUES:

    Divulgado preço médio dos combustíveis a partir de 16 de outubro de 2013

    Pedido de alteração estatutária requerido pelo Sindicato do Comércio Varejista de Montes Claros – MG

    Designado representante da Fecomércio-CE para o Conselho de Previdência Social da Gerência Executiva do INSS em Fortaleza

    Sancionada lei do Estado do Rio de Janeiro que obriga os bares, restaurantes, hotéis, padarias e congêneres, a franquear a cozinha aos clientes

    DESTAQUES:

    Divulgado preço médio dos combustíveis a partir de 16 de outubro de 2013

    Pedido de alteração estatutária requerido pelo Sindicato do Comércio Varejista de Montes Claros – MG

    Designado representante da Fecomércio-CE para o Conselho de Previdência Social da Gerência Executiva do INSS em Fortaleza

    Sancionada lei do Estado do Rio de Janeiro que obriga os bares, restaurantes, hotéis, padarias e congêneres, a franquear a cozinha aos clientes

  • Boletim Informativo Diário (BID) 190/2013

    DESTAQUES:

    Senac, Senai e Senar recebem recursos financeiros para cursos do Programa Bolsa-Formação

    Edital de Convocação do Sindicato do Comércio Varejista de Bagé para a Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no dia 30 de outubro de 2013

    DESTAQUES:

    Senac, Senai e Senar recebem recursos financeiros para cursos do Programa Bolsa-Formação

    Edital de Convocação do Sindicato do Comércio Varejista de Bagé para a Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no dia 30 de outubro de 2013

  • CNC ajuíza ADI no STF contra a multa de 10% sobre o FGTS

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) ingressou hoje, 8 de outubro, no Supremo Tribunal Federal (STF), com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 5051 contestando a manutenção da cobrança da multa (contribuição social) de 10% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em caso de demissão de trabalhador sem justa causa. O relator da ADI é o ministro Luís Roberto Barroso.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) ingressou hoje, 8 de outubro, no Supremo Tribunal Federal (STF), com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 5051 contestando a manutenção da cobrança da multa (contribuição social) de 10% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em caso de demissão de trabalhador sem justa causa. O relator da ADI é o ministro Luís Roberto Barroso.

    Na ação, com pedido de liminar, a entidade visa suspender a eficácia e a definitiva declaração de inconstitucionalidade do art. 1º da Lei Complementar nº 110/2001, que criou o adicional.

    A contribuição recolhida pelo empregador foi criada em 2001, para cobrir rombos nas contas do FGTS provocados pelos Planos Verão e Collor I, de 1989 e 1990. De acordo com o Conselho Curador do FGTS, contudo, o déficit foi regularizado em julho de 2012, mas apenas recentemente o Congresso Nacional conseguiu aprovar o Projeto de Lei estabelecendo o fim da contribuição. Em julho deste ano, a presidente Dilma Rousseff vetou integralmente o  projeto. Submetido à nova votação pelo Congresso Nacional, em setembro, o veto foi mantido.

    De acordo com a chefe da Divisão Sindical da CNC, Patrícia Duque, pelo Princípio da Razoabilidade, “não há que se manter uma contribuição social, de natureza tributária, cujo fim já se exauriu ou alterar sua destinação sem o meio jurídico adequado”. Segundo ela, como a dívida foi saldada, a receita das contribuições que continuam a ser feitas está indo para União, “fugindo da destinação original, o que era dirigido ao trabalhador em geral, o que não é permitido pela Constituição Federal, além de causar grave prejuízo aos contribuintes”.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 189/2013

    DESTAQUES:

    MFZ fixa normas específicas para a cobertura dos eventos de morte e invalidez permanente pelo Fundo de Compensação de Variações Salariais

    Prefeitura do Rio de Janeiro cria o Polo Comercial, Gastronômico e Cultural Centro Rio

    DESTAQUES:

    MFZ fixa normas específicas para a cobertura dos eventos de morte e invalidez permanente pelo Fundo de Compensação de Variações Salariais

    Prefeitura do Rio de Janeiro cria o Polo Comercial, Gastronômico e Cultural Centro Rio

  • Boletim de Informações em Turismo 017

    Rio de Janeiro, Ano 2, Número 17 – Setembro 2013

     

    AEROPORTO

     

    MASSADAR, Rafael. Novo aeroporto em SP terá investimento de R$ 1,2 bilhão. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 10, n. 231, p. 17, set. 2013.

    Rio de Janeiro, Ano 2, Número 17 – Setembro 2013

     

    AEROPORTO

     

    MASSADAR, Rafael. Novo aeroporto em SP terá investimento de R$ 1,2 bilhão. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 10, n. 231, p. 17, set. 2013.

    Tece comentários acerca da autorização para a construção e exploração do Novo Aeroporto Internacional Executivo Metropolitano de São Paulo (Naesp), concedida pelo ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, em meados de agosto.

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    EVENTOS

     

    EZEQUIEL, Dirceu. Mostra de antiguidade com gastronomia. Brasilturis Jornal, São Paulo, set. 2013. Rio de Janeiro, n. 748, p. 56.

    Fala sobre a realização da mostra de antiguidade e gastronomia, promovida pelo roteiro turístico Polo Novo Rio Antigo, todo terceiro sábado do mês, das 10 horas às 19 horas, com objetos de arte, antiguidades, música e gastronomia de época.

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    NOVO nome, mesmo endereço. Jornal Panrotas, São Paulo, v. 21, n. 1082, p. 6, set. 2013.

    Informa sobre a mudança do nome do evento Abav – Feira de Turismo das Américas, que passará a se chamar Abav Expo Internacional de Turismo, a partir da próxima edição, assim como a mudança da data da realização, que passará a se realizar em setembro.

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    NOVO espetáculo: O espetáculo Natalis é um dos destaques do Natal Luz deste ano e será apresentado por Sérgio Korsakoff, especialista em espetáculos natalinos. Brasilturis Jornal, São Paulo, v. 33, n. 748, p. 28, set. 2013.

    Divulga a realização da 28ª edição do Natal Luz de Gramado, que se realizará entre os dias 1º de novembro e 12 de janeiro de 2014, e terá como destaque o espetáculo Natalis, que será apresentado no Lago Joana Rita Bier e será dirigido por Sérgio Korsakoff.

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    BEM-VINDA a São Paulo. Panrotas na Abav 2013 – 2. ed., São Paulo, p. 6-10, set. 2013.

    Fala sobre a cerimônia de abertura da 41ª edição da Abav – Feira de Turismo das Américas, realizada entre os dias 05 e 08 de setembro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, que contou com a presença de várias autoridades do turismo nacional.

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    ABAV rebatizada. Panrotas na Abav 2013 – 3. ed., São Paulo, p. 28-29, set. 2013.

    Fala sobre as mudanças que ocorrerão na Abav – Feira de Turismo das Américas, que passará a se chamar Abav Expo Internacional de Turismo, a partir da próxima edição, que ocorrerá em setembro de 2014, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

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    1ª Conferência Brasileira de Turismo Criativo. Brasilturis Jornal, São Paulo, v. 33, n. 748, p. 66, set. 2013.

    Trata da realização da 1ª Conferência Brasileira de Turismo Criativo, que se realizará entre os dias 22 e 23 de outubro de 2013, no teatro São Pedro, no centro histórico de Porto Alegre, para promover o debate, disseminar conhecimento ao mercado turístico e estimular a adoção da nova prática em outros destinos.

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    HOTELARIA

     

    CRESCIMENTO contínuo: Hotéis brasileiros apresentam resultados positivos. Brasilturis Jornal, São Paulo, v. 33, n. 748, p. 26, set. 2013.

    Destaca os resultados positivos da hotelaria brasileira, do ano de 2012, fruto do aumento do poder aquisitivo da população, da diversificação e descentralização da economia nacional.

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    INFRAESTRUTURA TURÍSTICA

     

    TERESINA no PAC do Turismo. Brasilturis Jornal, São Paulo, v. 33, n. 748, p. 73, set. 2013.

    Fala sobre o investimento de R$ 40 milhões para a construção de um centro de eventos em Teresina, no Piauí, com os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento do Turismo, que destina parte de seus recursos para a construção de centros de convenções e eventos.

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    MERCADO DA AVIAÇÃO NACIONAL

     

    LIMA, Rafael. Mercado de viagens x alta do dólar: Associações debatem qual o impacto da valorização para o setor. Brasilturis Jornal, São Paulo, v. 33, n. 748, p. 94, set. 2013.

    Debate a possibilidade da alta do dólar afetar o mercado de viagens brasileiro, mesmo após a alta de 20% da renda dos brasileiros nos últimos 6 anos.

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    POLÍTICA DE TURISMO

     

    VALADARES assume presidência da CTD em lugar de Romário. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 10, n. 231, p. 15, set. 2013.

    Comenta a eleição do deputado Valadares Filho (PSB-PE) para a presidência da Comissão de Turismo e Desporto, em substituição ao deputado Romário (RJ), que precisou renunciar após deixar o PSB, ao qual cabe a presidência do colegiado.

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    CADASTUR coloca mais de 30 guias turísticos dentro da regularidade. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 10, n. 231, p. 6, set. 2013.

    Comenta sobre a solicitação de renovação de carteira de 32 guias de turismo no Cadastur, sistema de regulação de profissionais e empresas do setor, após a publicação da portaria 197/2013, em 31 de julho.

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    FERNANDES, Luiz Marcos. Sérgio Braune revela prioridades de sua gestão como secretário-executivo do MTur. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, set. 2013. Brasil, n. 231, p. 6.

    Divulga as declarações do novo secretário-executivo do Ministério do Turismo, Sérgio Braune, que revelou as prioridades de sua gestão e comentou o lançamento do Cadastro de Demandas Externas, um sistema de controle e transparência de informações.

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    ABEAR discute com governo medidas para amenizar crise do setor. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 10, n. 231, p. 15, set. 2013.

    Destaca o comunicado do presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, durante o Aviation Day, onde confirmou que entregou ao ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, um documento onde constam propostas para viabilizar a estratégia das empresas aéreas no país e reduzir custos.

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    ATAQUE às aéreas. Jornal Panrotas, São Paulo, set. 2013. Política, n. 1082, p. 25.

    Tece comentários acerca da reunião extraordinária que reuniu 25 secretários ou dirigentes estaduais de turismo, durante a 41º Abav – Feira de Turismo das Américas, para discutir a participação dos destinos em feiras internacionais, melhor “interação e integração” com o Ministério do Turismo, além da distribuição, além da distribuição da verba descentralizada da Embratur para promoção internacional, que será de R$ 12 bilhões, segundo o presidente da empresa, Flávio Dino.

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    PROMOÇÃO TURÍSTICA

     

    ISRAEL investe US$ 900 mil em primeira promoção turística no País. Brasilturis Jornal, São Paulo, v. 33, n. 748, p. 94, set. 2013.

    Comenta sobre o lançamento de uma campanha, promovida pelo Ministério de Turismo de Israel, para incentivar brasileiros a visitar o país.

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    PROMOÇÃO do Brasil no exterior: Acordo entre Embratur e Latam gerou a realização do Discover Brasil 2013, o qual trouxe 84 operadores de 20 países ao País. Brasilturis Jornal, São Paulo, v. 33, n. 748, p. 36, set. 2013.

    Comenta a realização do Discover Brasil 2013, realizado em 20 de agosto, em São Paulo, evento gerado após acordo assinado pela Embratur e o Grupo Latam Air Lines para promoção do país como destino turístico.

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    VILA do Saber: Viaja Mais Melhor Idade. Panrotas na Abav 2013 – 2. ed., São Paulo, p. 16, set. 2013.

    Destaca o lançamento da reedição do programa Viaja Mais Melhor Idade, uma iniciativa do Ministério do Turismo para estimular viagens entre pessoas com mais de 60 anos, aposentados e pensionistas, durante a edição da 41ª Abav – Feira de Turismo das Américas.

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    RESTAURANTE-ESCOLA SENAC DOWNTOWN

     

    SENAC reabriu restaurante-escola. Brasilturis Jornal, São Paulo, set. 2013. Rio de Janeiro, n. 748, p. 56.

    Informa sobre a reabertura do restaurante-escola Senac Downtown, em julho.

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    TURISMO EM NÚMEROS

     

    FERNANDES, Luiz Marcos. Viagens e Economia. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, set. 2013. Reportagem Especial, n. 231, p. 26.

    Apresenta alguns indicadores da indústria do turismo que demonstram a tendência de crescimento acima da média, em comparação ao crescimento da economia nacional.

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    EUA, Europa e América do Sul são destinos preferidos. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, set. 2013. Reportagem Especial, n. 231, p. 27.

    Divulga os dados de uma pesquisa, feita pela American Express, que mostra os destinos mais visitados pelos brasileiros no exterior e valor médio gasto pelos associados da operadora em suas viagens.

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    FERNANDES, Luiz Marcos. Gastos dos turistas estrangeiros superam marca de US$ 4 bilhões. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 10, n. 231, p. 6, set. 2013.

    Apresenta os números do Banco Central que mostram a soma de US$ 4 bilhões, oriunda dos gastos dos turistas estrangeiros no Brasil, entre os meses de janeiro e julho deste ano, batendo o recorde histórico para o período.

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    TURISMO NACIONAL

     

    UM MÊS histórico para o turismo internacional. Brasilturis Jornal, , v. 33, n. 748, p. 55, set. 2013.

    Comenta o crescimento da entrada de turistas brasileiros nos aeroportos brasileiros, no mês de julho, por causa da realização da Jornada Mundial da Juventude.

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    MT apresenta novo mapa turístico dentro do programa do MTur. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 10, n. 231, p. 6, set. 2013.

    Fala sobre a apresentação do novo mapa turístico do estado do Mato Grosso, redesenhado de acordo com as novas diretrizes do Programa Nacional de Regionalização do Turismo, que manteve os seus 15 destinos turísticos, porém priorizou 89 municípios.

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    PAULA, Márcio Favilla L. de; BASTOS, Luana; COUTO, Marden. Organização Mundial do Turismo prevê crescimento do setor. Jornal Turismo de Minas, Belo Horizonte, abr./jun. 2013. Entrevista, n. 75, p. 3.

    Entrevista com Márcio Favilla, diretor executivo da Organização Mundial de Turismo (OMT), que falou sobre sua trajetória, sobre a OMT, a situação do turismo mundial e as contribuições que a Copa do Mundo deixará para o turismo brasileiro.

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    RECONHECIMENTO. Jornal Panrotas, São Paulo, set. 2013. Gente, n. 1082, p. 12-13.

    Mostra uma lista com os 50 nomes mais poderosos e os 25 nomes mais influentes do turismo, de acordo com os suplementos diários do Jornal Panrotas na Feira da Abav 2013.

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    TURISMO RURAL

     

    TURISMO rural em 2013: um mistério a ser desbravado. Brasilturis Jornal, São Paulo, v. 33, n. 748, p. 54, set. 2013.

    Aborda a necessidade de desenvolvimento e reconhecimento do turismo rural brasileiro para fortalecer iniciativas, democratizar as oportunidades econômicas, sociais e culturais, bem como promover negócios e prover conhecimento e informações.

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