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  • Informe Representações 244

    Assessoria de Gestão das Representações |02/07/2013 – Ano 5, nº 243


    SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

    Reunião Quadripartite Terceirização

    Assessoria de Gestão das Representações |02/07/2013 – Ano 5, nº 243


    SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

    Reunião Quadripartite Terceirização

    Laércio José de Oliveira, vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), foi indicado para representar a entidade na Reunião Quadripartite Terceirização, coordenada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, a realizar-se no dia 3 de julho, às 15 horas, na sala 97, no Palácio do Planalto, em Brasília/DF.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

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    agr@cnc.com.br

  • Confiança dos empresários do comércio completa um ano em queda

    O nível de confiança dos empresários do comércio recuou 1,0% em junho em comparação com o mesmo mês de 2012, segundo o Índice de Confiança dos Empresários do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Com o resultado de junho, o Icec registra a 12ª queda consecutiva e, pela primeira vez, desde março de 2012, o indicador que mede as expectativas dos empresários foi inferior ao que avalia as condições atuais (-1,8% contra -1,1%, respectivamente).

    O nível de confiança dos empresários do comércio recuou 1,0% em junho em comparação com o mesmo mês de 2012, segundo o Índice de Confiança dos Empresários do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Com o resultado de junho, o Icec registra a 12ª queda consecutiva e, pela primeira vez, desde março de 2012, o indicador que mede as expectativas dos empresários foi inferior ao que avalia as condições atuais (-1,8% contra -1,1%, respectivamente). “Ao contrário do ano passado, quando a queda do Icec podia ser atribuída exclusivamente à deterioração da satisfação com as condições correntes, em 2013, as expectativas de crescimento, tanto da economia, quanto do setor, estão menores que há um ano”, afirma o economista da CNC, Fábio Bentes.

    A perspectiva de contratação de funcionários em junho de 2013 teve uma alta de 1,9% em relação a igual período do ano passado, menor taxa de variação desde setembro de 2012, e uma desaceleração significativa ante os +4,1% da pesquisa anterior. “Este quadro reforça a expectativa de que o ritmo de contratações acompanhe a desaceleração das vendas do comércio varejista em 2013”, explica o economista da CNC. Os destaques regionais ficam com o Centro-Oeste (139,1 pontos), o Norte (138,8 pontos) e o Nordeste (138,3 pontos), que, segundo o economista, são as regiões que vem se destacando em termos de vendas no acumulado do ano.

    Clique aqui para acessar a análise e os gráficos do Icec

  • Sicomércio Nordeste debate o futuro

    O segundo dia do Congresso Regional do Sicomércio – Edição Nordeste foi encerrado com a realização de uma dinâmica de grupo com os presidentes das entidades

     

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    O segundo dia do Congresso Regional do Sicomércio – Edição Nordeste foi encerrado com a realização de uma dinâmica de grupo com os presidentes das entidades

     

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  • Empresário pernambucano fala sobre inovação no comércio

    O empresário Guilherme Ferreira Costa, diretor do Home Center Ferreira Costa ministrou palestra sobre a trajetória da empresa, na tarde desta terça-feira (2/7), durante o Congresso Regional do Sicomércio. Durante o encontro, o empresário destacou a importância da gestão focada em metas e do investimento em desenvolvimento de lideranças e do aperfeiçoamento profissional dentro das empresas para o sucesso nos negócios.

    O empresário Guilherme Ferreira Costa, diretor do Home Center Ferreira Costa ministrou palestra sobre a trajetória da empresa, na tarde desta terça-feira (2/7), durante o Congresso Regional do Sicomércio. Durante o encontro, o empresário destacou a importância da gestão focada em metas e do investimento em desenvolvimento de lideranças e do aperfeiçoamento profissional dentro das empresas para o sucesso nos negócios.

    Da loja de material de construção em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, em 1884, para o Home Center com uma gestão moderna e pautada na sustentabilidade, uma longa trajetória trilhada pela inovação foi traçada pela família Ferreira Costa presente em Pernambuco e Salvador. “Tínhamos que evoluir pois o mercado de material de construção era restrito. Vimos que com uma variedade de produtos poderíamos inovar. Em 1989, foi inaugurado o primeiro Home Center Ferreira Costa e um novo conceito em Pernambuco”, enfatizou.

    Com uma gestão focada em metas e preocupada com o desenvolvimento do seu quadro funcional, o empresário busca dentro da empresa identificar lideranças e gestores e aperfeiçoar habilidades para a atuação dentro da organização. “O nosso grande desafio e de todo o empresariado é descobrir lideranças. Feito isso, investimos no potencial das pessoas que estão na empresa, incentivamos e promovemos o desenvolvimento profissional”, afirmou. Além disso, a empresa oferece parcerias com instituições de ensino e proporcionar um treinamento técnico constante para oferecer ao cliente um atendimento diferenciado.

     

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  • Novo cenário exige mais capacidade de gestão dos sindicatos

    O consultor Sindical da CNC, Renato Rodrigues, mostrou, em sua palestra no Congresso Regional do Sicomércio – Edição Nordeste, como o setor sindical teve que se adaptar, a partir da Constituição de 1988, definindo critérios que permitissem sua autogestão. De acordo com o histórico feito por Rodrigues, até a edição da atual Constituição Federal, o governo tinha grande ingerência no setor, o que foi corrigido, tornando necessário que as entidades criassem as condições para atuar em um cenário de maior autonomia.

    O consultor Sindical da CNC, Renato Rodrigues, mostrou, em sua palestra no Congresso Regional do Sicomércio – Edição Nordeste, como o setor sindical teve que se adaptar, a partir da Constituição de 1988, definindo critérios que permitissem sua autogestão. De acordo com o histórico feito por Rodrigues, até a edição da atual Constituição Federal, o governo tinha grande ingerência no setor, o que foi corrigido, tornando necessário que as entidades criassem as condições para atuar em um cenário de maior autonomia.

    Os projetos e programas que vêm sendo realizados no âmbito do Sistema Comércio, voltados para o fortalecimento dos sindicatos, estão diretamente ligados a este processo, de acordo com Renato Rodrigues. Ele destacou as várias ações que foram realizadas a partir do VII Sicomércio, realizado em 2007, com base no Plano Estratégico ali definido, e que foi sendo consolidado nos anos seguintes, como o Sistema de Informações de Crédito, o Sistema de Excelência em Gestão Sindical, fomento ao associativismo, a Certificação Digital, Sistemas Gerenciais, Redes de Relacionamentos, Desenvolvimento de Executivos Sindicais e CNC multimídia, com a criação dos sites dos sindicatos, todos eles disponíveis para federações e sindicatos.

    Renato Rodrigues também citou outras ações importantes, como a regionalização dos congressos do Sicomércio, o banco de dados da Contribuição Sindical, a criação da Comissão de Negociação Coletiva (CNCC), o Renalegis e a atuação das Câmaras de Comércio da CNC, como consolidadoras do foco no fortalecimento das entidades decorrentes do novo ambiente sindical nascido no cenário de transformação por que vem passando o País. “A liderança como forma de melhoria da representatividade e da representação sindical é o tema do nosso encontro”, afirmou Renato Rodrigues. “É bom que seja ressaltado que este tema não é um sonho ou uma fantasia. Essa liderança já está consolidada e a prova disso é o Sicomércio, emanado da ação dos líderes e concretizado pelas decisões das memoráveis assembleias realizadas no período de 1991 a 2007”.

    O ciclo de palestras do segundo dia foi finalizado com o chefe do Departamento de Planejamento da CNC, Daniel Lopez, falando sobre as ações e resultados do Plano Estratégico CNC 2007-2020, e com o designer da Confederação, Marcelo Vital, mostrando o trabalho feito na implantação da nova identidade visual das entidades do Sistema e a importância da adesão dos sindicatos ao novo padrão.

     

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  • Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec): junho de 2013

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente com os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a 200 pontos.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente com os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a 200 pontos.

  • Organizações de sucesso precisam de líderes

    Não há organização que possa dar certo se não houver uma boa liderança. Essa foi a mensagem que transmitiu aos participantes do Congresso Regional do Sicomércio, em Recife, o empresário Edson Moura, presidente do Conselho de Administração da Acumuladores Moura, maior indústria do segmento na América Latina, com 3.500 funcionários. Segundo ele, o conceito de liderança que defende vale também para tanto para cidades, quanto para clubes de futebol, empresas ou sindicatos.

    Não há organização que possa dar certo se não houver uma boa liderança. Essa foi a mensagem que transmitiu aos participantes do Congresso Regional do Sicomércio, em Recife, o empresário Edson Moura, presidente do Conselho de Administração da Acumuladores Moura, maior indústria do segmento na América Latina, com 3.500 funcionários. Segundo ele, o conceito de liderança que defende vale também para tanto para cidades, quanto para clubes de futebol, empresas ou sindicatos.

    Em sua palestra, ele contou a história da empresa, fundada em 1957, e que está hoje em sua segunda geração. Criada pelos seus pais, a Moura passou por quatro etapas no seu processo de crescimento. A primeira, do final dos anos 50 até 1975, caracterizada pelo empreendedorismo, em que os pais estavam sozinhos à frente do negócio. Depois, quando a segunda geração se incorporou ao negócio, mesclou-se, o que ele chama de empreendedorismo com amadorismo.

    “Amadorismo porque éramos três irmãos e um cunhado, que haviam saído da faculdade diretamente para a direção da empresa. Isso gerou altos e baixos do negócio, de 1975 a 1990”, recordou. A partir daí e até 2010, adotou-se o formato em que a liderança passou a ser exercida pela gestão, não mais pelo amadorismo. Por fim, a etapa atual, em que a liderança é estabelecida pela cultura empresarial, “um fator que parece complexo, mas é simples de entender, pois nada mais é do que um conjunto de coisas importantes para o equilíbrio de uma empresa, como valores, comportamento, crenças, etc, que regula as ações corporativas”.

    Por fim, ele deixou um recado: “se eu pudesse transmitir um sentimento que representasse a importância da liderança, em qualquer lugar que ela seja adotada, é que é um sacerdócio. É como uma lição de vida, que nós recebemos e podemos aperfeiçoar e crescer com isso”.


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  • MDIC: comércio é fundamental para o desenvolvimento do País

    O comércio representa uma parcela expressiva do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Traçar políticas para o desenvolvimento do segmento é de extrema importância para o desenvolvimento econômico para a geração de renda e de empregos no país, de acordo com a assessora técnica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Edna Cesetti, durante palestra no Congresso Regional do Sicomércio, na terça-feira (2/7), no Recife.

    O comércio representa uma parcela expressiva do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Traçar políticas para o desenvolvimento do segmento é de extrema importância para o desenvolvimento econômico para a geração de renda e de empregos no país, de acordo com a assessora técnica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Edna Cesetti, durante palestra no Congresso Regional do Sicomércio, na terça-feira (2/7), no Recife.

    Segundo Edna Cesetti, o Governo Federal está empenhado em construir junto às entidades representativas do setor uma agenda voltada para inovação e ampliação do mercado. “São os empresários e as instituições que os representam que estão debatendo o que deve ser implementado a curto prazo. Temos uma agenda imediata para melhorar a competividade”, disse.

    Estas ações estão sendo construídas a partir do Plano Brasil Maior, que é a política industrial, tecnológica e de comércio exterior do Governo Federal. O desafio do Plano Brasil Maior é: sustentar o crescimento econômico inclusivo num contexto econômico adverso; sair da crise internacional em melhor posição do que entrou, o que resultaria numa mudança estrutural da inserção do país na economia mundial. Para tanto, o Plano tem como foco a inovação e o adensamento produtivo do parque industrial brasileiro, objetivando ganhos sustentados da produtividade do trabalho

    Para a assessora técnica do MDIC, a Confederação Nacional do Comércio Bens, Serviços e Turismo (CNC) é fundamental para a elaboração de políticas que venham desenvolver o comércio de bens, de serviços e do turismo. “A CNC contribui para a construção de políticas para o segmento, pois, é ela que leva os anseios das entidades do setor a esfera nacional”, destacou.

     

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  • Boletim Informativo Diário (BID) 122/2013

    DESTAQUES:

    Aprovada Tabela de Mapeamento de cursos técnicos para oferta na forma subsequente pela Bolsa-Formação Estudante no âmbito do Pronatec

    BCB altera norma que dispõe sobre o direcionamento de depósitos à vista captados pelas instituições financeiras para operações de crédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores

    BCB altera norma sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito

    MTE altera norma que criou o Cadastro Nacional de Aprendizagem Profissional

    DESTAQUES:

    Aprovada Tabela de Mapeamento de cursos técnicos para oferta na forma subsequente pela Bolsa-Formação Estudante no âmbito do Pronatec

    BCB altera norma que dispõe sobre o direcionamento de depósitos à vista captados pelas instituições financeiras para operações de crédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores

    BCB altera norma sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito

    MTE altera norma que criou o Cadastro Nacional de Aprendizagem Profissional

  • Carlos Thadeu fala sobre reflexos do cenário internacional no Brasil

    O cotidiano do Brasil a cada dia vem sendo mais influenciado pelos cenários econômicos, em alguns casos extremos, da Europa, da China e dos Estados Unidos. Dessa forma, o Brasil, bem como outros países emergentes, vive um momento de mudanças, que, no geral, permitem prever uma situação delicada até o final deste ano. Este foi o panorama desenhado pelo chefe da Divisão Econômica da CNC, Carlos Thadeu de Freitas Gomes, em palestra no Congresso Regional do Sicomércio – Região Nordeste, em Recife.

    O cotidiano do Brasil a cada dia vem sendo mais influenciado pelos cenários econômicos, em alguns casos extremos, da Europa, da China e dos Estados Unidos. Dessa forma, o Brasil, bem como outros países emergentes, vive um momento de mudanças, que, no geral, permitem prever uma situação delicada até o final deste ano. Este foi o panorama desenhado pelo chefe da Divisão Econômica da CNC, Carlos Thadeu de Freitas Gomes, em palestra no Congresso Regional do Sicomércio – Região Nordeste, em Recife.

    “Os capitais que vinham entrando, diminuíram o ritmo. Além disso, sofremos os reflexos de uma fase de alta de juros nos Estados Unidos e muita incerteza na China que, a cada dia, mostra um resultado econômico mais fraco”, exemplificou o economista, ressalvando que os fundamentos macroeconômicos do Brasil são sólidos: “há mais dólar em estoque do que dívida a pagar”.

    Ele apresentou um quadro de muita cautela aos participantes do Sicomércio, que reúne cerca de 200 lideranças sindicais do Nordeste. Segundo Carlos Thadeu, as commodities, que já estavam caindo, caem ainda mais, a expectativa em relação ao saldo da nossa balança comercial é a cada dia menor, bem como a atividade econômica.

    Citou ainda as previsões do Banco Central, de crescimento de apenas 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) em 2013, enquanto a inflação ficará próxima de 6% e, no ano que vem, ao redor de 5,5%. “Estamos vivendo, pois, num cenário incerto, de economia fraca, mas não acho que estamos vivendo perigo inflacionário.”

    O comércio, que já está melhor do que em 2012, vai continuar crescendo neste ano, mas a passos mais lentos, projetou.

     

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