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  • Abertura do Congresso Regional do Sicomércio é marcada por apresentações culturais

    O Congresso Regional do Sicomércio – Edição Nordeste deu as boas-vindas aos participantes do encontro no ritmo da cultura pernambucana. Os representantes dos nove estados do Nordeste e federações nacionais do segmento do comércio de bens, serviços e do turismo foram recepcionados com apresentações culturais típicas de Pernambuco, durante a abertura do evento, realizada na noite da última segunda-feira (01/07), no Armazém Blu’nelle , no Recife.

    O Congresso Regional do Sicomércio – Edição Nordeste deu as boas-vindas aos participantes do encontro no ritmo da cultura pernambucana. Os representantes dos nove estados do Nordeste e federações nacionais do segmento do comércio de bens, serviços e do turismo foram recepcionados com apresentações culturais típicas de Pernambuco, durante a abertura do evento, realizada na noite da última segunda-feira (01/07), no Armazém Blu’nelle , no Recife. O evento, promovido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), segue até a quarta-feira (3/7), no Mar Hotel, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, onde serão trocadas experiências para o fortalecimento da liderança no setor sindical

    Durante a solenidade, o diretor-secretário da CNC, Pedro Nadaf, saudou os participantes em nome do presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, e destacou a importância do Sicomércio para o aperfeiçoamento da gestão sindical. “É preciso mudar conceitos, reformular modelos de gestão. Nesses dias de encontro vamos buscar conhecimentos e trocar experiências em busca de uma melhor gestão”, destacou.

    De acordo com o presidente do Sistema Fecomércio-PE, Sesc, Senac, Josias Albuquerque, o Sicomércio garante a melhoria na capacitação contínua das entidades representativas dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo. “Com o novo formato do Sicomércio em esfera regional é possível aprofundar as discussões das questões locais. Esta é uma oportunidade ímpar de troca de ideias e experiências” disse.

    Após os discursos, o público foi contemplado com uma apresentação do Balé Popular do Recife, que trouxe o Coco, o Frevo e o Forró, além de símbolos da cultura pernambucana como o caboclo de lança. Em seguida, o sanfoneiro Cezzinha abrilhantou a festa com o ritmo do tradicional forró pé-de-serra.

    Os congressos do Sicomércio têm como objetivo garantir a capacitação contínua das entidades representativas dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo, por meio de treinamentos e palestras que tratam de temas de interesse comum aos sindicatos. A liderança como instrumento de melhoria da representatividade e da representação Sindical será o grande tema a ser debatido no Congresso Regional do Sicomércio – Região Nordeste. Desde sua criação, o Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (Sicomércio) tem se constituído em um espaço privilegiado para o intercâmbio de ideias e a troca de experiências entre os sindicatos do comércio de bens, serviços e turismo, fomentando discussões pertinentes às várias áreas do sindicalismo nacional.

  • Josias Albuquerque e Pedro Nadaf destacam fortalecimento do Sistema

    Na abertura do segundo dia do Congresso Regional do Sicomércio – Edição Nordeste, na manhã desta terça-feira (2 de julho), em Recife, o presidente da Fecomércio-PE, Josias Albuquerque, anfitrião do encontro, e o diretor-secretário da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Pedro Nadaf, que é também presidente do Sicomércio regional, destacaram a importância do evento para o fortalecimento do Sistema e do comércio da região.

    Na abertura do segundo dia do Congresso Regional do Sicomércio – Edição Nordeste, na manhã desta terça-feira (2 de julho), em Recife, o presidente da Fecomércio-PE, Josias Albuquerque, anfitrião do encontro, e o diretor-secretário da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Pedro Nadaf, que é também presidente do Sicomércio regional, destacaram a importância do evento para o fortalecimento do Sistema e do comércio da região.

    Josias Albuquerque deu as boas-vindas aos presidentes das federações e dos sindicatos, enfatizando a finalidade do encontro de discutir as questões mais importantes em nível regional. Ele mencionou os recentes movimentos de protesto feitos em várias cidades do país, afirmando ser a favor das manifestações democráticas, mas sem violência. “Precisamos mudar. O Brasil pode fazer muito mais, seja na área de saúde, educação ou moradia. Não podemos nos acomodar. Por isso, faço questão de expor meu total apoio aos protestos. Para o setor do comércio de bens, serviços e turismo é fundamental investir mais no segmento. Os altos impostos tem prejudicado o setor. Estamos reunidos aqui para discutir justamente soluções e necessidades para o segmento de comércio. Esse é o nosso desejo, o desejo de mudar”, disse Josias.

    O presidente do Sistema Fecomércio-PE ainda lançou uma proposta para os cerca de 200 presidentes de sindicatos e de Federações do Comércio da Região Nordeste: a elaboração de um documento, ao final do evento, com as necessidades de mudanças e de modernização do sindicalismo brasileiro. “Precisamos modernizar a gestão sindical. E o momento é este aqui. Elaborado o documento, enviaremos para o governo, que deverá tomar as providências”, finalizou Josias.

    Já o diretor-secretário da CNC, Pedro Nadaf, destacou os avanços que têm sido feitos desde a realização da última edição nacional do Sicomércio, 2007, quando foi definido o Plano Estratégico do Sistema, com a previsão de uma série de programas, projetos e serviços a serem oferecidos para o fortalecimento das entidades, e que hoje vão se concretizando, como a Comissão Nacional de Negociação Coletiva, o Segs (voltado para a excelência da gestão sindical), as ações legislativas e de fortalecimento das representações.

    Nadaf destacou dois pontos considerados importantes para consolidar a unidade do Sistema: o site dos sindicatos, uma ferramenta que as entidades têm à disposição para incorporar os recursos de uma moderna forma de comunicação pela internet, e a implantação da nova marca. “Fizemos a unificação da identidade visual das nossas marcas e agora estamos envolvendo os sindicatos nesse processo. Faço um apelo às entidades para que possamos completar esse trabalho, com a adoção da nova identidade, para que possamos reforçar a imagem de unidade do nosso sistema com o mesmo padrão visual”.

     

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  • Aberto em Recife o Congresso Regional do Sicomércio

    Cerca de 200 dirigentes e lideranças sindicais participaram, na noite desta segunda-feira (1/7), em Recife, do Congresso Regional do Sicomércio – Edição Nordeste. Promovido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o evento reúne representantes dos nove estados da região e federações nacionais do setor.

    Cerca de 200 dirigentes e lideranças sindicais participaram, na noite desta segunda-feira (1/7), em Recife, do Congresso Regional do Sicomércio – Edição Nordeste. Promovido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o evento reúne representantes dos nove estados da região e federações nacionais do setor.

    O evento, que se estende até amanhã (3/7), foi aberto pelo anfitrião, Josias Albuquerque, presidente da Fecomércio-PE e vice-presidente Administrativo da CNC. Em seguida, falou o diretor secretário da CNC, Pedro Nadaf.

    O Sicomércio se constitui em um espaço para a troca de ideias e experiências, com o objetivo de desenvolver a liderança como instrumento para fortalecer a representação e a representatividade.

  • Síntese da Conjuntura 30/06/2013

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

     

     

     


    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

     

     

     


  • Sumário Econômico 1324

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Percentual de famílias endividadas recua em junho – O percentual de famílias que relataram ter dívidas, entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 63,0% em junho de 2013, recuando em relação aos 64,3% observados em maio. Apesar da queda na comparação mensal, o número de endividados ficou em patamar superior aos 57,3% observados em junho de 2012. O percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso recuou, tanto em relação ao mês anterior como na comparação com o mesmo período de 2012. O percentual de famílias inadimplentes alcançou 20,3% em junho de 2013, ante 21,6% em maio de 2013 e 23,2% em junho de 2012. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso apresentou trajetória semelhante, alcançando 7,2% em junho de 2013, ante 7,5% em maio de 2013 e 7,5% em junho de 2012.

     

    Outras matérias:

    Emprego formal tem o pior desempenho desde 2009 – De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, houve expansão de 1,7% no emprego formal em relação ao mesmo mês do ano passado. O saldo entre admissões (1.827.122) e demissões (1.755.094) gerou um acréscimo de 72,0 mil vagas em todo o País. Levando em conta apenas os primeiros cinco meses do ano, este foi o pior desempenho do emprego formal desde 2009. Eliminados os efeitos sazonais, houve variação de +0,33% em relação a abril, com destaque para o comércio (+0,13%) e para os serviços (+0,12%). O desempenho setorial mais fraco ocorreu na agropecuária, com taxa mensal de -1,30%. Com 670 mil postos de trabalhos criados nos cinco primeiros anos do ano, o mercado formal registrou o pior desempenho desde 2009.

    Mercado reduz estimativa do PIB pela sexta semana – No último relatório Focus divulgado pelo Banco Central, houve aumento pela segunda vez na mediana das expectativas para o IPCA deste ano, subindo para 5,86%. Pela primeira vez desde o segundo semestre de 2012 que esta estimativa fica acima de 5,84%, resultado realizado do IPCA no ano passado. As projeções para 2014 permanecem em 5,80% pela sexta semana consecutiva. A curto prazo, as estimativas são de 0,32% para junho, menor do que na semana anterior (0,34%), e 0,25% para julho. As 5 instituições que mais acertam – TOP 5 – projetam IPCA de 0,36% para junho, maior do que o mercado espera, e 0,26% para julho, também um pouco acima da mediana geral.

    PAC–PMEs – PAC–PMEs é a sigla do Programa de Aceleração do Crescimento das Pequenas e Médias Empresas, conjunto de ações desencadeado por empresários paulistas que desejam alavancar negócios, através da abertura de capital das empresas pela oferta pública de ações. A iniciativa empresarial é bastante fundamentada, e pode ser considerada de certa forma inovadora para o mercado brasileiro, pois trata da injeção de capital de investidores nas empresas de pequeno e médio portes, aquelas que, apesar do risco, apresentam potencial de crescimento da sua capacidade produtiva e estrutura organizacional sólida. Em virtude dos efeitos prováveis que o PAC–PMEs pode irradiar, as ações também podem ser encaradas como possível fermento do bolo da produção, visto que estabelecem para a economia local e o País perspectivas de crescimento econômico, aumento do volume de oferta de bens e serviços finais pela elevação do investimento, com a geração de mais emprego e aumento da renda, fora a geração de maior arrecadação da parte do governo também, entre outras coisas favoráveis para os agentes econômicos.

    Aumento da população em 2050 – De acordo com estudos e pesquisas relacionadas ao crescimento da população mundial, é feita uma estipulação através de um relatório elaborado atualmente pela Organização das Nações Unidas (ONU), pelo qual se projeta um aumento em um bilhão ao longo dos próximos 12 anos e chegar a 9,6 bilhões até 2050, tendo hoje em dia cerca de 7,2 bilhões de habitantes. As pesquisas efetuadas neste tema possuem como base as novas informações obtidas sobre os níveis de fecundidade de alguns países, que apontam que o crescimento será principalmente nos países em desenvolvimento, com mais de metade da África. Tendo em vista os índices do nível real de fertilidade de determinados países, “Ocorre à perspectiva de parecer ter aumentado nos últimos anos, em outros casos, a estimativa anterior era muito baixa.”, disse o diretor da Divisão de População do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU, John Wilmoth, durante uma conferência de imprensa em Nova York.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 121/2013

    DESTAQUES:

    BCB fixa meta de inflação para 2015

    RFB dispõe sobre aplicação da alíquota zero de IOF na operação de câmbio

    Alterada a TIPI para móveis e eletrodomésticos da linha branca

    Alterado o Regulamento da ANVISA para dispor sobre a Comissão Científica em Vigilância Sanitária

    MEC altera norma que dispõe sobre a habilitação e adesão das instituições privadas de ensino superior e de educação profissional técnica de nível médio ao Pronatec

    DESTAQUES:

    BCB fixa meta de inflação para 2015

    RFB dispõe sobre aplicação da alíquota zero de IOF na operação de câmbio

    Alterada a TIPI para móveis e eletrodomésticos da linha branca

    Alterado o Regulamento da ANVISA para dispor sobre a Comissão Científica em Vigilância Sanitária

    MEC altera norma que dispõe sobre a habilitação e adesão das instituições privadas de ensino superior e de educação profissional técnica de nível médio ao Pronatec

    SRT defere o registro ao Sindicato dos Empregadores e Profissionais Liberais em Estética e Cosmetologia do Estado do Rio de Janeiro

  • IV CNMA: a importância das conferências livres setoriais

    A realização da IV Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA), de 24 a 27 de outubro de 2013, em Brasília, está mobilizando diversos setores da sociedade brasileira. A quarta edição tem o desafio de contribuir para a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, com foco na Produção e Consumo Sustentáveis, na Redução dos Impactos Ambientais, na Geração de Trabalho, Emprego e Renda e na Educação Ambiental.

    A realização da IV Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA), de 24 a 27 de outubro de 2013, em Brasília, está mobilizando diversos setores da sociedade brasileira. A quarta edição tem o desafio de contribuir para a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, com foco na Produção e Consumo Sustentáveis, na Redução dos Impactos Ambientais, na Geração de Trabalho, Emprego e Renda e na Educação Ambiental.

    Com o lema “Vamos cuidar do Brasil”, a CNMA faz novamente um convite para que governos, empresários e sociedade civil possam expor preocupações, apresentar reivindicações e sugestões que aprimorem a política ambiental do País.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, por meio da Assessoria de Gestão das Representações (AGR), vem participando das reuniões preparativas da CNMA. A AGR está divulgando as informações sobre a Conferência por meio de um informativo específico, cujas edições podem ser acessadas logo abaixo. O terceiro número do informativo traz informações sobre as conferências livres, que têm o papel de viabilizar a discussão de todo e qualquer segmento da sociedade, possibilitando o encaminhamen¬to de propostas relativas aos eixos temáticos que serão abordados pela IV CNMA.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 120/2013

    DESTAQUES:

    Decreto regulamenta Lei dos Portos

    RFB altera norma que disciplina a aquisição de automóveis com isenção de IPI, por pessoas portadoras de deficiência

    Tesouro Nacional divulga o balanço do Setor Público Nacional no exercício de 2012

    DESTAQUES:

    Decreto regulamenta Lei dos Portos

    RFB altera norma que disciplina a aquisição de automóveis com isenção de IPI, por pessoas portadoras de deficiência

    Tesouro Nacional divulga o balanço do Setor Público Nacional no exercício de 2012

  • A demarcação das reservas indígenas e as propriedades rurais (Jornal do Commercio de 28 de junho de 2013)

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    O movimento dos estudantes, com a adesão da classe média, objetivando a redução do preço das passagens dos transportes públicos de São Paulo e do Rio de Janeiro, estendeu-se por todo o País em rapidez fulminante e intensidade expressiva, graças ao fenômeno das redes sociais. O movimento passou a visar outras “pautas”, como a melhoria dos serviços hospitalares e dos estabelecimentos de ensino, o fim da corrupção nos órgãos públicos, o arquivamento da PEC 37 etc. O cerco a edifícios dos três Poderes deve ser entendido como o pleito de funcionamento dos serviços públicos no “padrão Fifa”, ou seja, com a alta qualidade dos doze estádios construídos para a Copa das Confederações e a Copa do Mundo. A chamada questão indígena, muito embora não tenha sido abordada, insere-se na necessidade de uma ação governamental efetiva – no “padrão Fifa” – para eliminar os constantes litígios entre os indígenas e os produtores rurais, ambos amparados por normas da Constituição Federal.

    A solução dessa questão depende não só do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (julgamento final sobre a área da Reserva Raposa do Sol), mas sobretudo do Executivo, notadamente através da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), criada aliás por prazo indeterminado, no pressuposto de que a questão indígena jamais será solucionada. A FUNAI parece interessada na manutenção das discussões sobre a demarcação das terras indígenas e dos litígios entre índios e produtores rurais. A definitiva solução dessas questões importaria, logicamente, na extinção da FUNAI, o que não interessa a muitos. Esse quadro acaba por desgastar o Governo, sobrecarregado com questões de alta relevância, como a estabilidade da moeda, a arrecadação dos tributos, o funcionamento da Previdência Social e da rede hospitalar pública, a exploração do pré-sal, a melhoria dos aeroportos, portos, rodovias e ferrovias, a construção de usinas hidrelétricas, as ações sociais etc.

    “Quando os portugueses desembarcaram na Terra de Santa Cruz – destacamos no artigo “Contornos da Questão Indígena”, pub. no Jornal do Brasil de 7/2/06 -, a população nativa deste vasto território, então desconhecido em seus limites, deveria abrigar uma população estimada entre 2 e 4 milhões de índios, distribuídos por mil etnias.” Hoje seriam 500 mil índios. Essa redução decorreu basicamente da truculência do conquistador lusitano, que gerou, entre nós, uma espécie de sentimento de culpa, o qual, por sua vez, modelou a generosa política de demarcação das terras indígenas, que ditou todo um Capítulo de nossa Constituição, cuja regra principal dispõe que “são reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens.” (art. 231)

    Esse preceito, de inspiração antropológica, em detrimento de uma visão social e política, se, por um lado, assegura aos índios a manutenção de seus hábitos de vida e a posse e usufruição de seu território, por outro lado parece condená-los a um estágio de subdesenvolvimento econômico e social inaceitável, ou seja, ao “padrão idade da pedra”, sem acesso ao bem-estar alcançado pelos brasileiros em geral. Por isso, milhares de indígenas, hoje aculturados, abandonaram as suas terras para viver em Boa Vista, capital de Roraima, ao lado dos roraimenses, com os mesmos hábitos destes, assim renegando boa parte dos seus “costumes, línguas e tradições”.

    Todavia, a falta da definitiva e adequada demarcação das “terras tradicionalmente ocupadas pelos índios” tem gerado, ao longo do tempo, inúmeros conflitos entre índios e proprietários rurais, com a invasão e depredação das propriedades destes por parte daqueles, infelizmente apoiados pela própria FUNAI e por numerosas ONG’s, destas se destacando as estrangeiras motivadas pela cobiça pelas ricas terras da Amazônia e que alegam, audaciosamente, que os índios formariam uma nação fora do âmbito da nação brasileira. Além disso, a construção de hidrelétricas tem sido interrompida por ações violentas de índios. Urgem, por conseguinte, ações do Executivo para a demarcação das terras indígenas, o que depende do julgamento, pelo Supremo Tribunal Federal, do recurso interposto a respeito das regras estabelecidas para a demarcação da Reserva Raposa Serra do Sol.

    Por todas essas razões, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo alia-se à Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária, no sentido de solicitar ao Governo que aguarde a decisão final do Supremo Tribunal Federal, para demarcar as terras indígenas. Cabe também um apelo ao Supremo Tribunal para que dê preferência ao julgamento final desse processo, de modo, inclusive, a por fim à violência das invasões e depredações de propriedades rurais privadas engajadas no processo produtivo responsável pela alimentação de nosso povo e por expressiva parcela de nossas exportações.

     

    Jornal do Commércio, 28 de junho de 2013.

  • Relatório do II Encontro com Gestores de Representações – Rede Nacional de Representações – 22/05/2013

    Relatório do II Encontro com Gestores de Representações – Rede Nacional de Representações, realizado em 22/05/2013, que contou com a participação de gestores de representações das Federações filiadas ao Sistema CNC de todo país e das Assessorias de Relações Institucionais dos Departamentos Nacionais do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional da Aprendizagem Comercial (Senac).

     

     

    Relatório do II Encontro com Gestores de Representações – Rede Nacional de Representações, realizado em 22/05/2013, que contou com a participação de gestores de representações das Federações filiadas ao Sistema CNC de todo país e das Assessorias de Relações Institucionais dos Departamentos Nacionais do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional da Aprendizagem Comercial (Senac).