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  • ENAServ 2013 debaterá os mecanismos de apoio às exportações de serviços

     A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), promove a 4ª edição do Encontro Nacional do Comércio Exterior de Serviços (ENAServ 2013). O evento acontecerá no dia 25 de junho, em São Paulo, com o apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP).  

     A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), promove a 4ª edição do Encontro Nacional do Comércio Exterior de Serviços (ENAServ 2013). O evento acontecerá no dia 25 de junho, em São Paulo, com o apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP).  

    Com o tema geral “Avanços no Comércio Exterior de Serviços”, o ENAServ 2013 abordará a proposta de financiamento em moeda local nas exportações de serviços e como os grandes eventos podem contribuir para reduzir o déficit da conta de turismo. Também contará com dinâmica para debater a implantação do Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio (Siscoserv), que tornou obrigatório o registro eletrônico de operações de exportação e importação de serviços. Outra dinâmica discutirá o que fazer para ampliar a efetividade dos mecanismos de apoio às exportações de serviços.

    A estimativa é de um público de mil participantes formado por empresários, executivos, autoridades do governo, dirigentes de entidades, consultores e especialistas, corretores e operadores, profissionais de comércio exterior e de bancos e seguradoras, representantes diplomáticos e comerciais, advogados, contadores, imprensa, acadêmicos e formadores de opinião.

    Mais informações em http://www.enaserv.com.br/

  • Comércio tem queda no rendimento, segundo PME

    No comércio, tanto o emprego quanto a renda tiveram evolução inferior às das demais atividades, como demonstra a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgada hoje (20/06) pelo IBGE. No mês de maio, as performances do emprego na atividade comercial foram baixas em São Paulo (-4,4%) e no Rio de Janeiro (-0,3%), influenciando a variação do nível de ocupação do setor, que teve um recuo de 1,0% em comparação com abril – essa foi a primeira queda desde fevereiro.

    No comércio, tanto o emprego quanto a renda tiveram evolução inferior às das demais atividades, como demonstra a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgada hoje (20/06) pelo IBGE. No mês de maio, as performances do emprego na atividade comercial foram baixas em São Paulo (-4,4%) e no Rio de Janeiro (-0,3%), influenciando a variação do nível de ocupação do setor, que teve um recuo de 1,0% em comparação com abril – essa foi a primeira queda desde fevereiro. Pela primeira vez em 11 meses, o rendimento médio na atividade comercial (R$ 1.451,00) registrou queda real (-1,0%) entre maio de 2013 e o mesmo mês do ano passado.

    O economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Fábio Bentes acredita que a situação está pior que a média dos outros setores. “Estamos tendo uma queda de rendimento de 1%, enquanto o rendimento médio real das pessoas ocupadas subiu 1,4% no comparativo anual. No emprego, tivemos queda em maio, o que não ocorre com as demais atividades”, afirma. Nos últimos 12 meses, a ocupação no comércio ainda registra avanço de 1,1% e taxa de desemprego abaixo da média (3,7%).

    Entre os dados gerais apresentados pela PME, o economista da CNC chama a atenção para a manutenção no nível de desemprego. “Pela primeira vez desde dezembro de 2009 não houve queda na taxa de desocupação, e essa estabilidade não é favorável à economia”, afirma Bentes. A taxa de desemprego ficou em 5,8% da População Economicamente Ativa (PEA) nas seis principais regiões metropolitanas do País em maio, segundo a PME, apresentando estabilidade tanto na comparação mensal quanto na anual. Apesar da estabilidade no nível de ocupação (+0,1% em relação a maio de 2012), houve crescimento no contingente de trabalhadores empregados na agropecuária (+8,1%) e nos serviços de administração pública e sociais, como saúde e educação (+4,6%).

    Diante das variações mensais nos níveis de ocupação e de rendimentos, a massa de rendimentos cresceu 0,2% no mês, acumulando, nos últimos 12 meses, variação positiva 1,5%. “Para 2013, as expectativas de expansão de 2,5% do PIB e inflação de 6,0% deverão viabilizar uma alta de 2,3% na massa de rendimentos (em 2012 houve alta de 6,5%) e taxa média de desemprego na casa dos 5,3%”, prevê o economista da CNC.

     

    Confira abaixo a nota completa da Divisão Econômica da CNC.

     

  • Resumo dos Relatórios das Representações CNC|Junho de 2013

    Assessoria de Gestão das Representações | Junho de 2013


    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

    Assessoria de Gestão das Representações | Junho de 2013


    Resumo dos relatórios elaborados pelos representantes, contendo as ações e decisões apresentadas nas reuniões.

  • CNC investe na capacitação de negociadores

    O Brasil evoluiu e as relações entre capital e trabalho vêm acompanhando essa evolução. Nesse mesmo ritmo, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) está investindo no processo de capacitação de seus negociadores, para que possam estar no mesmo patamar das centrais sindicais. Essa foi a avaliação do 1º vice-presidente da entidade, José Roberto Tadros, no encerramento, nesta terça-feira (19/6), do 3º Encontro Regional da Comissão de Negociação Coletiva do Comércio (CNCC), em Belém.

    O Brasil evoluiu e as relações entre capital e trabalho vêm acompanhando essa evolução. Nesse mesmo ritmo, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) está investindo no processo de capacitação de seus negociadores, para que possam estar no mesmo patamar das centrais sindicais. Essa foi a avaliação do 1º vice-presidente da entidade, José Roberto Tadros, no encerramento, nesta terça-feira (19/6), do 3º Encontro Regional da Comissão de Negociação Coletiva do Comércio (CNCC), em Belém.

    O anfitrião do encontro, o presidente da Fecomércio-PA, Carlos Marx Tonini, afirmou que a capacitação é muito relevante. “A iniciativa da CNC de trazer essa expertise para subsidiar as negociações “é de extrema importância para que possam ser celebradas convenções que reproduzam com mais fidelidade as relações capital/trabalho”.

    Entre os conferencistas, estavam o ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho Vantuil Abdala e os presidentes das federações do Comércio do Ceará, Luiz Gastão Bittencourt da Silva, e Francisco Valdeci de Souza Cavalcante, do Piauí. Também houve palestras detalhando cases de negociação coletiva.

    Os advogados da Divisão Sindical da CNC Lidiane Duarte Nogueira e Alain Alpin Mac Gregor apresentaram e responderam perguntas dos participantes sobre a Cartilha de Negociação Coletiva da CNCC.

    No último evento da programação, foi realizada uma “oficina de negociação”, coordenada pelo consultores Alencar Rossi, diretor da Alencar Rossi Negociações Coletivas, e Magnus Apostólico, coordenador da Comissão de Negociações da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

    Na oficina, os participantes do encontro tiveram a oportunidade de aplicar as informações e os ensinamentos passados nas palestras. Criaram-se dois grupos, um representando os trabalhadores e outro os empregadores, e ambos simularam uma negociação como se fosse real.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 113/2013

    DESTAQUES:

    Secretaria de Direitos Humanos recomenda garantia dos direitos humanos e não violência em manifestações públicas

    Revisada a composição da Comissão Técnica de “Componentes Automotivos”, composta, entre outros, pela Fecomércio-SP

    DESTAQUES:

    Secretaria de Direitos Humanos recomenda garantia dos direitos humanos e não violência em manifestações públicas

    Revisada a composição da Comissão Técnica de “Componentes Automotivos”, composta, entre outros, pela Fecomércio-SP

  • Segs fará capacitação on-line de avaliadores

    O Ciclo de Avaliações do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) 2013 teve início em 19 de junho e vai até 31 de agosto. Neste ano, os avaliadores contam com uma novidade: a Capacitação de Avaliadores será na modalidade Educação a Distância (EAD), por meio de uma plataforma on-line.

    O Ciclo de Avaliações do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) 2013 teve início em 19 de junho e vai até 31 de agosto. Neste ano, os avaliadores contam com uma novidade: a Capacitação de Avaliadores será na modalidade Educação a Distância (EAD), por meio de uma plataforma on-line.

    Os avaliadores serão divididos em 12 turmas e, no período de 15 dias, os participantes terão acesso a um site com todo o conteúdo do Segs e material didático específico sobre como devem ser realizadas as Autoavaliações e as Avaliações de Consenso. Além disso, também será possível contar com o suporte e o contato direto com os assessores da Gerência de Programas Externos (GPE) da CNC, para sanar quaisquer dúvidas.

    Ao final dos 15 dias, cada participante deverá entregar as Autoavaliações preenchidas. Importante: somente avaliadores aprovados na Capacitação EAD poderão atuar como avaliadores de consenso.

    Quatro turmas devem começar já no próximo dia 19 de junho; outras quatro serão iniciadas no novo processo, em 8 de julho; por fim, as últimas turmas começam em 22 de julho. O prazo final para a entrega das Avaliações de Consenso é 31 de agosto.

    Os avaliadores aprovados na Capacitação EAD e os presidentes das entidades que concluírem o Ciclo 2013 do Segs receberão os certificados de conclusão e um cartão pen drive do Segs/CNC.

  • Projeto de Lei do Senado fixa 4% de comissão

    Foi discutido na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, nesta terça-feira, 18 de junho, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 47/2013, que torna obrigatório o pagamento de comissão de pelo menos 4% sobre o valor das vendas efetivadas pelo empregado da empresa comercial. Representando a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, o advogado Antônio Lisboa compareceu à Audiência Pública junto com o vice-presidente da CNC Adelmir Santana, presidente da Fecomércio-DF.

    Foi discutido na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, nesta terça-feira, 18 de junho, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 47/2013, que torna obrigatório o pagamento de comissão de pelo menos 4% sobre o valor das vendas efetivadas pelo empregado da empresa comercial. Representando a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, o advogado Antônio Lisboa compareceu à Audiência Pública junto com o vice-presidente da CNC Adelmir Santana, presidente da Fecomércio-DF.

    A proposta, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (Decreto-Lei 5.452/1943), ainda prevê que o valor das comissões que somado ao salário e às demais vantagens ultrapassar o teto do salário-contribuição do Regime Geral da Previdência Social seja considerado como parcela indenizatória.

    Segundo Lisboa, é preciso fazer uma reflexão sobre as consequências da aplicação desse projeto, não só para o empregador, mas também para o empregado, pois, uma vez colocado em prática, pode provocar desiquilíbrio, influenciando, inclusive, a geração de empregos.

    “A CNC é contrária a esse projeto, que não valoriza a negociação, porque, para a fixação do percentual de comissão, teria que se levar em consideração o tipo de negócio, a margem de lucro que a empresa tem sobre o produto que vende, para, então, saber como ela poderia pagar uma comissão desse percentual”, disse Antônio Lisboa. O advogado declarou que a entidade compreende o pleito dos trabalhadores, que buscam melhorias para suas vidas, mas advertiu quanto ao comprometimento das atividades do setor produtivo, com mais custos que venham a inviabilizar a atividade.

    Adelmir Santana chamou a atenção para a diversidade dos setores e suas margens: “Há setores que têm valor agregado significativo, mas também há os que têm margens controladas pelo Estado brasileiro, como, por exemplo, medicamentos, gasolina e petróleo em geral. Para estes últimos citados, é impossível a remuneração como parte pagável de 4%, porque, certamente, essa não é nem mesmo a remuneração da empresa como um todo”. E finalizou: “Claro que essas buscas são significativas. Não estamos nos posicionando contrários aos trabalhadores; pelo contrário. Mas chega um momento em que pode estar em risco o próprio emprego”.

    A CNC entregou um documento ao presidente da Comissão que faz menção a algumas negociações coletivas que já contemplam disposições sobre o assunto e se colocou à disposição para novas discussões: “Precisamos valorizar mais a questão da negociação coletiva”, disse Lisboa.

    Representantes dos trabalhadores também participaram do debate em torno do Projeto apresentado pelo senador Ruben Figueiró (PSDB-MS) e cujo relator é o senador Paulo Paim (PT-RS).

  • Debate sobre negociação coletiva no Encontro Regional da CNCC

    O segundo dia do Encontro Regional da Comissão de Negociação Coletiva do Comércio (CNCC), aberto pela manhã, no auditório do hotel Crowne Plaza, em Belém, será dedicado ao debate de cases de negociação coletiva.

    O primeiro palestrante foi o advogado e consultor da Presidência da Fecomércio-PE, José Almeida de Queiroz. Em seguida, falou o presidente do Conselho de Relações Sindicais da Fecomercio-SP, Ivo Dall’Acqua Júnior.

    O segundo dia do Encontro Regional da Comissão de Negociação Coletiva do Comércio (CNCC), aberto pela manhã, no auditório do hotel Crowne Plaza, em Belém, será dedicado ao debate de cases de negociação coletiva.

    O primeiro palestrante foi o advogado e consultor da Presidência da Fecomércio-PE, José Almeida de Queiroz. Em seguida, falou o presidente do Conselho de Relações Sindicais da Fecomercio-SP, Ivo Dall’Acqua Júnior.

    A negociação coletiva no âmbito do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (Sicomércio) foi o tema abordado pelos presidentes das federações do Comércio do Ceará, Luiz Gastão Bittencourt, e do Piauí, Francisco Valdeci de Souza Cavalcante, mediados pelo presidente da Federação do Comércio de Sergipe, Abel Gomes da Rocha Filho.

    No encerramento da programação da manhã, os consultores especializados em negociações sindicais Alencar Naul Rossi e Magnus Ribas Apostólico falarão sobre aspectos comportamentais da negociação coletiva. À tarde, ambos coordenarão uma oficina de negociação entre os participantes do evento.

     

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  • Boletim Informativo Diário (BID) 112/2013

    DESTAQUES:

    MTE institui Subcomitê para Promoção de Trabalho Decente para Pessoas com Deficiência e designa seus representantes

    Edital de Convocação do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de Sergipe para AGE a ser realizada no dia 18 de julho de 2013

    Edital de Convocação do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação de Mato Grosso do Sul para AGE de Ratificação a ser realizada no dia 12 de julho de 2013

    DESTAQUES:

    MTE institui Subcomitê para Promoção de Trabalho Decente para Pessoas com Deficiência e designa seus representantes

    Edital de Convocação do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de Sergipe para AGE a ser realizada no dia 18 de julho de 2013

    Edital de Convocação do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação de Mato Grosso do Sul para AGE de Ratificação a ser realizada no dia 12 de julho de 2013

  • Restaurante-Escola Senac Downtown é nova opção de gastronomia no Rio

    O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, Antonio Oliveira Santos, recebeu, em 17 de junho, donos de restaurantes, maîtres, chefes de cozinha e garçons, além de empresários, para apresentar o novo conceito do Restaurante-Escola Senac Downtown, que será reinaugurado em  1º de julho, no térreo do Edifício da CNC (Av. General Justo, 307). O ambiente foi totalmente reformulado e adaptado, de forma a atender a clientela do restaurante, bem como alunos e profissionais de gastronomia.

    O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, Antonio Oliveira Santos, recebeu, em 17 de junho, donos de restaurantes, maîtres, chefes de cozinha e garçons, além de empresários, para apresentar o novo conceito do Restaurante-Escola Senac Downtown, que será reinaugurado em  1º de julho, no térreo do Edifício da CNC (Av. General Justo, 307). O ambiente foi totalmente reformulado e adaptado, de forma a atender a clientela do restaurante, bem como alunos e profissionais de gastronomia. Os clientes poderão desfrutar de um salão bem mais amplo (304,85 m2) e com espaço para atender, confortavelmente, a 154 comensais (a capacidade anterior era de 86 lugares) com serviço à  la carte e buffet, além de american bar para 24 pessoas e uma adega com uma ampla carta de vinhos.

    Dotada de um alto padrão de segurança alimentar, a cozinha foi totalmente reformada e tem uma área de aproximadamente 150 m2, com praças individuais para confeitarias fria e quente, cortes de carnes e preparo de saladas. Já a cozinha pedagógica, com quatro ilhas de preparo, é separada do salão por um vidro que permite ver os profissionais em atividade. A escola conta, também, com salas de aula teórica, sala de aula-bar e biblioteca

    O projeto do espaço do salão do restaurante é do arquiteto Ricardo Bruno, e os da cozinha e da escola são do departamento de engenharia do Senac-DN.

    Participaram de almoço e visita técnica o empresário Jair Coser, o presidente do Banco Safra, Carlos Alberto Vieira, o proprietário do Restaurante Mosteiro, José Temporão, os chefes José Hugo Celidônio, Luciano (Alloro) e Edmar (Gero), os maîtres Lucas, do Country Club,  Gustavo, do Alessandro & Frederico, Gleison e José Carlos, do Satyricon, Waldeck, chefe e barman do San Remo, entre outros.

    Administrado pelo Departamento Nacional do Senac, o Restaurante-Escola Senac Downtown é mais um ambiente pedagógico da instituição, com  espaços para os alunos aprimorarem, na prática, todas as técnicas que aprendem em sala de aula. O serviço, tanto na cozinha como no salão, será executado, com acompanhamento de instrutores especializados, por discentes dos cursos de Auxiliar de Cozinha, Cozinheiro, Commis de Bar (Auxiliar de Garçom), Garçom e Barman. A escola tem uma área de 246 m2 e três salas de aula, que podem comportar até 16 alunos para cada curso.

    Todas as ofertas educacionais do Restaurante-Escola Senac Downtown são gratuitas, alinhando-se à política de inclusão social da Instituição, na qual se destacam o Programa Senac de Gratuidade (PSG) e a participação do Senac no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), do governo federal. O Senac tem 16 restaurantes-escola de gastronomia, inclusive na Câmara dos Deputados e, em julho, no Senado. Cerca de 100 mil profissionais são formados por ano, com base na metodologia “aprender fazendo”, informou o diretor-geral da instituição, Sidney Cunha.

     

     

    José Temporão, Bernardo Cabral, Armando Oliveira Santos e Antonio Oliveira Santos

     

    Senac Downton

    Área do restaurante. Ao fundo, a conzinha-escola que irá receber alunos do Senac.

     

    Antonio Oliveira Santos em visita às dependências da cozinha

    Antonio Oliveira Santos em visita às dependências da cozinha

     

    Equipe Senac Downtown