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  • Boletim Informativo Diário (BID) 102/2012

    DESTAQUES:

    Edital torna público o resultado preliminar de habilitação dos candidatos à eleição para o Fórum Nacional de Aprendizagem Profissional, biênio 2012/2013

    Ampliada a cobertura de gratuidade no âmbito do Programa Farmácia Popular do Brasil

    Convocada a IV Conferência Nacional do Meio Ambiente

    DESTAQUES:

    Edital torna público o resultado preliminar de habilitação dos candidatos à eleição para o Fórum Nacional de Aprendizagem Profissional, biênio 2012/2013

    Ampliada a cobertura de gratuidade no âmbito do Programa Farmácia Popular do Brasil

    Convocada a IV Conferência Nacional do Meio Ambiente

  • Expectativas dos empresários do comércio puxam Índice de Confiança, em maio

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) atingiu, em maio, 128,9 pontos – o que representa uma alta de 1,0% em relação a abril e de 0,8% ante o mesmo mês de 2011. O resultado foi puxado pelo subíndice “Expectativas do Empresário do Comércio”, que, com 165,2 pontos, registrou alta de 1,0% na comparação mensal e de 4,8% frente ao ano anterior – prova de que o empresário do setor ainda está otimista com relação ao desempenho futuro do varejo. Com este dado, a CNC estima um crescimento no volume de vendas do varejo de cerca de 7% em 2012.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) atingiu, em maio, 128,9 pontos – o que representa uma alta de 1,0% em relação a abril e de 0,8% ante o mesmo mês de 2011. O resultado foi puxado pelo subíndice “Expectativas do Empresário do Comércio”, que, com 165,2 pontos, registrou alta de 1,0% na comparação mensal e de 4,8% frente ao ano anterior – prova de que o empresário do setor ainda está otimista com relação ao desempenho futuro do varejo. Com este dado, a CNC estima um crescimento no volume de vendas do varejo de cerca de 7% em 2012.

    “Essa melhora no otimismo com o futuro se deu num cenário de deterioração das condições da economia em relação a 2011. Mas o balanço de riscos para a concretização do otimismo dos comerciantes tornou-se menos favorável com a significativa depreciação do real ante o dólar e com o cenário de maior inadimplência”, afirma o economista João Felipe Santoro Araújo, da CNC.

    A análise econômica do Icec e o detalhamento gráfico da pesquisa estão disponíveis na Central do Conhecimento.

    O subíndice “Condições Atuais do Empresário do Comércio” também apresentou alta em relação ao mês anterior (+0,5%), mas recuou 4,2% em relação a maio do ano passado, o que, para o economista, mostra que o atual otimismo do comerciante está mais ligado às expectativas do que ao desempenho atual da economia, que vem enfrentando um aumento considerável da inadimplência, assim como uma alta do dólar, que tende a reduzir o poder de compra do brasileiro.

    No corte regional, as regiões Norte e Nordeste permaneceram as regiões nas quais os comerciantes estão mais confiantes, com 136,5 e 131,4 pontos, respectivamente. A confiança do comerciante na região Sul terminou o mês de maio com 127,2 pontos; a Sudeste, com 126,5 pontos; e a região Centro-Oeste, com 130,1 pontos.

    Nas empresas de maior porte, ou seja, aquelas com mais de 50 funcionários, o nível de confiança subiu 4,8% em relação ao ano anterior, terminando o mês de maio com 148,7 pontos. Nas empresas de menor porte o nível de confiança apresentou menor alta (+0,7%) na comparação interanual, com 128,5 pontos. A diferença entre os níveis de confiança das empresas maiores e menores fechou o mês de maio em 20,3 pontos, a maior desde o início da pesquisa.

  • Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec): maio de 2012

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) atingiu, em maio, 128,9 pontos – o que representa uma alta de 1,0% em relação a abril e de 0,8% ante o mesmo mês de 2011. O resultado foi puxado pelo subíndice “Expectativas do Empresário do Comércio”, que, com 165,2 pontos, registrou alta de 1,0% na comparação mensal e de 4,8% ante o ano anterior – prova de que o empresário do setor ainda está otimista com relação ao desempenho futuro do varejo. Com esse dado, a CNC estima um crescimento no volume de vendas do varejo de cerca de 7% em 2012.

  • Indice de Confiança do Empresário do Comércio será divulgado amanhã, 5 de junho

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará amanhã, dia 5 de junho, às 10 horas, os resultados de maio do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec).

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará amanhã, dia 5 de junho, às 10 horas, os resultados de maio do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec).

    A pesquisa revela que o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC), um dos componentes do Icec, atingiu 114,6 pontos em maio – uma alta de 1,5% em relação a abril e de 0,2% ante igual período de 2011. Os pontos positivos para este desempenho foram a evolução favorável da expectativa de contratação de funcionários e a elevação no nível de investimentos, e o negativo, a situação atual dos estoques, que registrou queda de 1,7% na comparação com maio de 2011.

    “A alta na expectativa de contratação de novos funcionários reflete exatamente a visão favorável do empresário do comércio em relação ao futuro. Esse otimismo é justificado pelo crescimento de 7,5% do volume de vendas no varejo nos últimos 12 meses”, afirma o economista João Felipe Araújo Santoro, da CNC, considerando os dados de março da Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada pelo IBGE.

    O Icec é o primeiro índice nacional a antecipar as tendências do consumo sob o ponto de vista do empresário do comércio, e o único realizado exclusivamente com os tomadores de decisão das empresas do varejo.

  • Fecomércio-ES consegue reajuste de impostos sobre veículos em estoque

    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Espírito Santo (Fecomércio-ES) conseguiu ajuste no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre veículos 0 Km que chegaram às concessionárias do Estado antes da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A medida está no Decreto n° 3.021, publicado pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-ES) no Diário Oficial em 30 de maio.

    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Espírito Santo (Fecomércio-ES) conseguiu ajuste no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre veículos 0 Km que chegaram às concessionárias do Estado antes da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A medida está no Decreto n° 3.021, publicado pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-ES) no Diário Oficial em 30 de maio.

    O Decreto vale apenas para os veículos cujos modelos tiveram alteração no IPI e que estavam em estoque nas lojas antes do anúncio das medidas do governo federal, fazendo com que na nota fiscal de entrada nas revendedoras conste o valor integral.

    A redução do ICMS foi um pedido da Fecomércio-ES e do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Espírito Santo (Sincodives). “Existe uma estimativa de 12 mil veículos em estoque, e, com a regulamentação do Decreto, vai ser possível desafogar os pátios sem prejuízo das concessionárias e do governo com a arrecadação. E o consumidor sai ganhando, com descontos de até 10%”, afirmou o presidente da Federação, José Lino Sepulcri.

     “Com o Decreto do Estado, as notas dos veículos que já estavam em estoque e que serão encaminhadas para o fabricante para um novo faturamento estão asseguradas da fiscalização pelo Estado. A diferença dos tributos, agora menores, vai se tornar crédito”, explica o diretor Executivo do Sincodives, José Francisco Costa.

    Os veículos que ainda serão enviados às concessionárias chegarão com nota fiscal calculada, já se levando em consideração a queda no imposto. A alíquota de ICMS sobre veículos 0 Km  permanece em 12%, tanto para utilitários quanto para veículos de passeio. 

  • STJ determina que empresas da área de Educação devem contribuir para o Sesc e o Senac

    As empresas prestadoras de serviços educacionais devem recolher as contribuições compulsórias devidas ao Sesc e ao Senac independente de sua vinculação à Confederação Nacional de Educação e Cultura.

    A decisão é da Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça e foi tomada durante o julgamento do Recurso Especial nº 1.255.433, de relatoria do ministro Mauro Campbell Marques.

    As empresas prestadoras de serviços educacionais devem recolher as contribuições compulsórias devidas ao Sesc e ao Senac independente de sua vinculação à Confederação Nacional de Educação e Cultura.

    A decisão é da Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça e foi tomada durante o julgamento do Recurso Especial nº 1.255.433, de relatoria do ministro Mauro Campbell Marques.

    “A lógica em que assentados os precedentes é de que as empresas prestadoras de serviços não podem ser excluídas dos benefícios sociais das entidades em questão (Sesc e Senac) quando inexistente entidade específica a amparar a categoria profissional a que pertencem. Na falta de entidades que forneçam os mesmos benefícios sociais e para a qual sejam vertidas contribuições de mesma natureza e, em se tratando de empresa prestadora de serviços, há que se fazer o enquadramento correspondente à Confederação Nacional do Comércio (CNC), ainda que submetida a atividade respectiva a outra Confederação, incidindo as contribuições ao Sesc e Senac que se encarregarão de fornecer os benefícios sociais correspondentes”, afirma o ministro Mauro Campbell Marques.

  • STJ determina que empresas da área de Educação devem contribuir para o Sesc e o Senac

    As empresas prestadoras de serviços educacionais devem recolher as contribuições compulsórias devidas ao Sesc e ao Senac independente de sua vinculação à Confederação Nacional de Educação e Cultura.

    A decisão é da Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça e foi tomada durante o julgamento do Recurso Especial nº 1.255.433, de relatoria do ministro Mauro Campbell Marques.

    As empresas prestadoras de serviços educacionais devem recolher as contribuições compulsórias devidas ao Sesc e ao Senac independente de sua vinculação à Confederação Nacional de Educação e Cultura.

    A decisão é da Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça e foi tomada durante o julgamento do Recurso Especial nº 1.255.433, de relatoria do ministro Mauro Campbell Marques.

    “A lógica em que assentados os precedentes é de que as empresas prestadoras de serviços não podem ser excluídas dos benefícios sociais das entidades em questão (Sesc e Senac) quando inexistente entidade específica a amparar a categoria profissional a que pertencem. Na falta de entidades que forneçam os mesmos benefícios sociais e para a qual sejam vertidas contribuições de mesma natureza e, em se tratando de empresa prestadora de serviços, há que se fazer o enquadramento correspondente à Confederação Nacional do Comércio (CNC), ainda que submetida a atividade respectiva a outra Confederação, incidindo as contribuições ao Sesc e Senac que se encarregarão de fornecer os benefícios sociais correspondentes”, afirma o ministro Mauro Campbell Marques.

  • Síntese da Conjuntura 31/05/2012

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

     

     

     


    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

     

     

     


  • Informe Sindical 223

    Novas súmulas e orientações jurisprudenciais do TST – Em 16 de abril de 2012, o Pleno do Tribunal Superior do Trabalho (TST) aprovou alterações em súmulas e orientações jurisprudenciais, bem como o cancelamento da Súmula 207. Foram alteradas as Súmulas 221 e 368 e as Orientações Jurisprudenciais da Subseção 1 Especializada em Dis¬sídios Individuais (SDI-1) 115, 235, 257 e a Orientação Jurisprudencial Transitória 42. Essas modificações foram publicadas nos Diários Eletrônicos da Justiça do Trabalho (DETT) dos dias 19 e 20 de abril de 2012.

    Novas súmulas e orientações jurisprudenciais do TST – Em 16 de abril de 2012, o Pleno do Tribunal Superior do Trabalho (TST) aprovou alterações em súmulas e orientações jurisprudenciais, bem como o cancelamento da Súmula 207. Foram alteradas as Súmulas 221 e 368 e as Orientações Jurisprudenciais da Subseção 1 Especializada em Dis¬sídios Individuais (SDI-1) 115, 235, 257 e a Orientação Jurisprudencial Transitória 42. Essas modificações foram publicadas nos Diários Eletrônicos da Justiça do Trabalho (DETT) dos dias 19 e 20 de abril de 2012.

    TST promove grande debate sobre o sindicalismo no Brasil – A discussão sobre o sistema sindical brasileiro esteve em alta no seminário promovido pelo TST sobre liberdade e autonomia sindical. O seminário Liberdade sindical e os novos rumos do sindicalismo no Brasil, realizado entre os dias 25 e 27 de abril de 2012, no TST, propôs-se a analisar alguns dos principais aspectos do sistema sindical brasileiro – unicidade sindical, fontes de custeio, direito de greve e negociação coletiva no serviço público, proteção contra condutas antissindicais – à luz das diretrizes e experiên¬cias internacionais sobre liberdade sindical, de modo a contribuir para a consolidação dos valores democráticos universais em nosso país.

    Jurisprudência: Turma do TST julga válido recolhimento de custas pela internet sem guia DARF.

  • Sumário Econômico 1281

    Precatórios x Penhora on-line – Em três artigos: “A PEC do terceiro calote” (Jornal do Brasil de 15/10/09),“Calote imoral e inconstitucional” (Jornal do Brasil de 18/11/09) e “Precatórios: depois de três calotes, o confisco” (Jornal do Commercio de 7/12/11), protestamos contra os sucessivos calotes impostos aos credores de precatórios, sob a alegação de insuficiência de recursos, e registramos que “o Congresso Nacional tem contribuído para o desrespeito aos direitos dos credores, ao acrescentar, conforme Emendas 20/98, 20/02.

    Precatórios x Penhora on-line – Em três artigos: “A PEC do terceiro calote” (Jornal do Brasil de 15/10/09),“Calote imoral e inconstitucional” (Jornal do Brasil de 18/11/09) e “Precatórios: depois de três calotes, o confisco” (Jornal do Commercio de 7/12/11), protestamos contra os sucessivos calotes impostos aos credores de precatórios, sob a alegação de insuficiência de recursos, e registramos que “o Congresso Nacional tem contribuído para o desrespeito aos direitos dos credores, ao acrescentar, conforme Emendas 20/98, 20/02. 37/02 e 52/09, quatorze parágrafos ao art. 100 da Constituição, que, de modo claro e suficiente, disciplinava a matéria.” No ADCT, havia sido incluído, por pressão dos Estados, o art. 33, que parcelou em oito anos o pagamento dos precatórios então existentes. A Emenda nº 30/2000 prescreveu um novo parcelamento de dez anos (art. 78 do ADCT). E a Emenda nº 62/06 acrescentou ao ADCT o art. 97, com 18 parágrafos, 25 itens e 6 alíneas, que massacrou, de vez, os direitos dos credores e, violando o princípio da moralidade na Administração pública (art. 37), criou o imoralíssimo leilão do “quem aceita menos”, para coagir os credores mais necessitados a receber qualquer quantia.

    Argentina controla divisas – Evidentemente que, com o agravamento da crise europeia, uma solução para a situação da Grécia – que levará de roldão Portugal e Espanha para o mesmo buraco – parece cada vez mais distante. Isso determinou o crescimento na demanda por dólares no mercado globalizado, que, neste momento, busca segurança. E o euro, que chegou a concorrer com o dólar como um ativo estável, vem perdendo a sua face de porto seguro. Diante desse quadro, a Argentina, que tem economia altamente dolarizada, em que pessoas físicas e jurídicas fazem qualquer transação em dólar de modo corriqueiro e em que prevalece forte entesouramento em moeda estrangeira, qualquer movimento global no mercado de divisas pode ter consequências mais sérias. Isso porque a Argentina não tem acesso aos mercados internacionais de títulos públicos desde o grande calote de 2001/2002, dependendo dos dólares gerados por seu comércio exterior para financiar sua economia.

    Crédito aumenta 1,2% no mês e representa 49,6% do PIB – Dados divulgados pelo Banco Central mostraram que as operações de crédito do sistema financeiro aumentaram 1,2% em abril, contra crescimento de 1,9% em março. Essa desaceleração iniciou-se em janeiro deste ano, com retração de 0,1%, seguida por avanço de apenas 0,4% em fevereiro. O saldo total dos empréstimos e financiamentos alcançou o valor de R$ 2,1 trilhões no último resultado, representando 49,6% do PIB. No acumulado do ano, o crescimento está em 3,5%. Já nos últimos 12 meses, a variação é de +18,1%.

    Setor externo em abril – O setor externo do País finalizou os quatro primeiros meses do ano com superávit de US$ 20,1 bilhões, de acordo com o Banco Central (Bacen). Acumulado até abril, o saldo positivo é 41,8% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado. No entanto, a queda é menor do que a observada em março, quando o saldo do Balanço de Pagamentos (BP) no primeiro trimestre caiu 55%, comparado ao primeiro trimestre de 2011. O déficit nas transações correntes teve redução de quase 5%, com US$ 17,5 bilhões contra os US$ 18,4 bilhões do primeiro quadrimestre de 2011. Em março, o saldo negativo na conta corrente chegou a se reduzir quase 20% em relação ao mesmo período de 2011. Enquanto o saldo da balança comercial decresceu 33,7%, o saldo negativo na conta de serviços e rendas diminuiu quase 12%.