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  • Comissão deve votar incentivo fiscal para promover turismo no Nordeste

    Está na pauta da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) desta quarta-feira (2) o projeto (PLS 546/2011) do senador Eduardo Amorim (PSC-SE) que institui incentivo fiscal de redução do imposto de renda para fomentar o turismo na Região Nordeste. A comissão fará reunião deliberativa às 9h na sala 7 da Ala Senador Alexandre Costa.

    Está na pauta da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) desta quarta-feira (2) o projeto (PLS 546/2011) do senador Eduardo Amorim (PSC-SE) que institui incentivo fiscal de redução do imposto de renda para fomentar o turismo na Região Nordeste. A comissão fará reunião deliberativa às 9h na sala 7 da Ala Senador Alexandre Costa.

    A proposta permite a dedução do imposto de renda devido, apurado na Declaração de Ajuste Anual pelas pessoas físicas. O projeto limita tais deduções a 7% do imposto devido, conjuntamente com as deduções previstas na Lei nº 9.532/1997, que altera a legislação tributária federal.

    Para a pessoa jurídica tributada com base no lucro real, a dedução será sobre o imposto de renda devido em cada período de apuração (trimestral ou anual) dos valores aplicados no ano-calendário em projetos de empreendimento turístico que utilizaram mão-de-obra da comunidade residente local. O texto limita tais deduções a 5% do imposto de renda devido, conjuntamente com as deduções previstas na lei que altera a legislação tributária federal.

    O projeto veda a dedução dos valores para fins de determinação do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. O texto também determina que a aplicação do incentivo fiscal só se dará mediante contrato de trabalho entre o legítimo morador da comunidade local e a pessoa física ou jurídica declarante do imposto de renda devido. Contudo, fica permitido que o contrato de trabalho possa ser celebrado com associações locais, desde que compostas exclusivamente por habitantes residentes na comunidade em questão.

    O PLS 546/2011 tem parecer favorável do relator, senador Wellington Dias (PT-PI). Por meio de emenda, ele propõe que os contratos de trabalho sejam vinculados às atividades econômicas relacionadas à cadeia produtiva do turismo, definida pela Lei 11.771/2008. O objetivo é delimitar as atividades sujeitas ao incentivo fiscal. O projeto será analisado depois pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em caráter terminativo.

  • TV CNC – O Turismo no Brasil após a Copa do Mundo

    A Copa do Mundo no Brasil é a oportunidade de firmar o turismo como indutor indispensável da economia brasileira e, ao mesmo tempo, consolidar o País como destino turístico internacional. Essa conclusão resultou das palestras e debates que aconteceram durante o seminário Turismo Brasil — Balanço Pré-Copa Do Mundo, promovido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços E Turismo (CNC) em parceria com o jornal O Globo e com o apoio da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS).

    A Copa do Mundo no Brasil é a oportunidade de firmar o turismo como indutor indispensável da economia brasileira e, ao mesmo tempo, consolidar o País como destino turístico internacional. Essa conclusão resultou das palestras e debates que aconteceram durante o seminário Turismo Brasil — Balanço Pré-Copa Do Mundo, promovido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços E Turismo (CNC) em parceria com o jornal O Globo e com o apoio da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS).

  • Sindilojas da Grande Vitória reforçam representatividade com Planejamento Estratégico

    Mais três sindicatos filiados à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo (Fecomércio-ES), deram início a produção e elaboração do Planejamento Estratégico (PE). A iniciativa, que aconteceu no dia 30 de junho, no Hotel Senac Ilha do Boi, dá continuidade às atividade do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) voltadas para este ano.

    Mais três sindicatos filiados à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo (Fecomércio-ES), deram início a produção e elaboração do Planejamento Estratégico (PE). A iniciativa, que aconteceu no dia 30 de junho, no Hotel Senac Ilha do Boi, dá continuidade às atividade do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) voltadas para este ano.

    São eles: Sindicato dos Lojistas do Comércio de Vitória (Sindilojas Vitória), Sindicato dos Lojistas do Comércio de Vila Velha (Sindilojas Vila Velha) e Sindicato dos Lojistas do Comércio de Cariacica (Sindilojas Cariacica).

    A proposta do PE é alinhar as estratégias macro das três regiões metropolitanas e trabalhar as estratégias específicas de cada sindicato, buscando fortalecer as demandas dos empresários do comércio. O vice-presidente da Fecomércio-ES, João Elvécio Faé, abriu os trabalhos que estão sendo desenvolvidos com o apoio da Assessoria de Planejamento da Fecomércio-ES, através do assessor Mário Borgo, e a equipe do Departamento de Planejamento (Deplan) da CNC, através do assessor da Gerência de Projetos Externos da CNC, Anderson Bohrer Rocha.

    Com a adesão dos Sindilojas, 12 sindicatos passam a compor o Segs e a desenvolver o planejamento estratégico, ferramenta essencial para aperfeiçoar os processos de gestão, compartilhar informações e melhorar o atendimento, caminhando para uma entidade com melhor comunicação com os públicos internos e externos.

    A participação dos novos sindicatos vai permitir a cada um visualizar o futuro, traçar objetivos e projetos, e a definir ações de melhorias para a classe empresarial, destaca o assessor de Gerência de Projetos Externos da CNC, Anderson Bohrer Rocha. “Esse trabalho vai permitir aos sindicatos trilhar um caminho mais estratégico dentro do segmento, de maneira que ambos trabalhem não só as suas estruturas individualmente, mas em conjunto, o que hoje é uma quebra de paradigma muito grande, pelo fato de termos três Sindilojas atuantes em comum acordo, buscando atender cada vez mais e melhor os nossos representados”, disse.

    Para o presidente do Sindilojas Cariacica, José Antonio Pupim, o PE vai auxiliar na organização de ações. “O PE é de suma importância, não só para o sindicato, mas para toda e qualquer entidade, pois nenhuma organização sobrevive hoje sem planejamento. Agora vamos nos organizar, revendo o passado e analisando o presente para projetar o futuro”, disse.

    A reorganização da entidade a partir do direcionamento do PE também foi uma questão levantada pelo presidente do Sindilojas Vitória, Claudio Sipolatti. “Por muito tempo, tivemos dentro do nosso sindicato a ausência dessa ferramenta, e agora, essa é uma forma de nos organizar para trazer o associado de volta ao sindicato. Então, o Planejamento Estratégico vai dar uma linha para que possamos mapear o processo, organizar nosso sindicato, e criar indicadores de qualidade, de desempenho, para que possamos dar uma satisfação aos nossos associados”, destacou.

    O auxílio para o pequeno e micro empresário é um fator relevante para a elaboração e execução do Planejamento Estratégico, como pondera o presidente do Sindilojas Vila Velha, José Carlos Bergamin. “Sabemos que o sindicato existe para auxiliar o lojista naquilo que ele não pode realizar sozinho. Falamos do lojista que é menor, aquele que é de bairro, já que as grandes redes ou comércio são mais bem estruturados para resolver seus problemas. E dentro desse ambiente, estamos aqui, estudando a conjuntura atual, especialmente esses núcleos de mercado de bairro, para identificar as suas principais dificuldades e de que forma podemos auxiliá-los. Estamos otimistas e acreditamos que vai dar certo”, ressaltou.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 118/2014

    DESTAQUES:

    Decreto mantém alíquota reduzida do IPI para veículos novos

    Sancionada Lei do Estado do Rio de Janeiro estabelecendo critérios de transparência para a cobrança de dívidas dos consumidores

  • Sesc Solidário ajuda vítimas da enchente em Santa Catarina

    A campanha Sesc Solidário foi reativada, por meio do programa Mesa Brasil Sesc, no dia 09 de junho, em decorrência das chuvas que provocaram impactos em 39 municípios de Santa Catarina.

    A campanha Sesc Solidário foi reativada, por meio do programa Mesa Brasil Sesc, no dia 09 de junho, em decorrência das chuvas que provocaram impactos em 39 municípios de Santa Catarina.

    Segundo dados da Defesa Civil, cerca de 40 mil pessoas sofreram com as cheias e 15 cidades decretaram estado de emergência (Joaçaba, Palmitos, Itapiranga, Videira, Herval do Oeste, Capinzal, Presidente Castelo Branco, Lageado Grande, Piratuba, Planalto Alegre, Irá, Irani, Rio do Sul, Cordilheira Alta e Águas de Chapecó). Até o momento, foram distribuídas 178 toneladas de doações pelo Sistema Fecomércio-SC, que incluem alimentos, produtos de higiene e limpeza e vestuário.

    Todas as unidades do Sesc no estado estão funcionando como pontos de arrecadação. Clique aqui para saber mais informações e a localização das unidades do Sesc.

    Campanha nacional

    O Sesc Solidário foi criado após a tragédia provocada pelas chuvas em 2008 no Vale do Itajaí e, deste então, passou a receber donativos para ações emergenciais em todo o País. A campanha nacional distribuiu mais de 1,5 mil toneladas de gêneros de primeira necessidade às vítimas das chuvas em Santa Catarina e contou com donativos dos departamentos regionais do Sesc, empresas do ramo comercial e de serviços, nacionais e locais, pessoas físicas e voluntários, entre outros.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 117/2014

    DESTAQUES:

    Aprovada a Estrutura Regimental da SUDAM, cujo Conselho Deliberativo será integrado, entre outros, por representantes da CNC

    Aprovada a Estrutura Regimental da SUDENE, cujo Conselho Deliberativo será integrado, entre outros, por representantes da CNC

    Inmetro cria a Comissão Técnica Centrífugas de Roupas composta, entre outros, por representantes da Fecomércio/SP

    Inmetro revisa a composição da Comissão Técnica Lâmpadas composta, entre outros, por representantes da Fecomércio/SP

    Criado Grupo de Trabalho para elaborar documento voltados para a inclusão da população negra no mercado de trabalho

    Edital de Convocação do Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil para AGE a ser realizada no dia 30 de julho de 2014

  • Síntese da Conjuntura 30/06/2014

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

     

     

     


    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

     

     

     


  • Informe Sindical 248

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    MTE amplia prazo de contrato de trabalho temporário – Em 03 de junho de 2014 foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) a Portaria n° 789, do Ministério do Trabalho Emprego (MTE), que amplia o prazo de duração do contrato de trabalho temporário. A medida, que visa imprimir mais consistência a esta modalidade de contratação, entrará em vigor no dia 1º de julho. De acordo com o disposto no artigo 2º da Portaria, os contratos de trabalho temporário poderão durar até nove meses, além dos três meses habituais, já previstos na Lei nº 6.019/1974, desde que constatada a ocorrência de motivos e circunstâncias que justifiquem essa medida. A nova norma determina que a solicitação de autorização para a contratação de trabalho temporário superior a três meses deva ser feita no sítio eletrônico da instituição, no prazo de até cinco dias antes do início do contrato. No caso de prorrogação do contrato de trabalho temporário, o pedido deve ser feito cinco dias antes do termo final inicialmente previsto.

     

    Empresas terão de informar admissão de novo empregado ao MTE – Em 29 de maio de 2014, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou no Diário Oficial da União, a Portaria nº 768, de 28 de maio de 2014, que disciplina a prestação de informações do empregador relativas à movimentação de empregados. De acordo com a Portaria, a partir do dia 02 de agosto, as empresas estarão obrigadas a prestar informações relativas a movimentações de empregados, para fins do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O empregador que não atender às exigências da Portaria, omitir informações ou prestar declaração falsa ou inexata, fica sujeito às multas previstas nas Leis nº 4.923/1965 e 7.998/1990. O MTE disponibilizará, em seu sítio eletrônico, a situação do trabalhador relativa ao seguro-desemprego, para consulta pelo empregador e pelo responsável designado por este. Além das penalidades administrativas, os responsáveis por meios fraudulentos na habilitação ou na percepção do seguro-desemprego serão punidos civil e criminalmente, nos termos da lei. Por fim, registre-se que a cópia do arquivo, o recibo de entrega e o extrato da movimentação processada, devem ser mantidos no estabelecimento a que se referem pelo prazo de 5 anos, a contar da data do envio, para fins de comprovação perante a fiscalização do trabalho.

     

    Jurisprudência:

    Recurso de revista do reclamante. Controvérsia sobre a prevalência de convenções coletivas sobre acordos coletivos.

    Recurso ordinário. Reclamação trabalhista admitida como dissídio coletivo. Extinção parcial. Promoção. Quadro de carreira que não contempla o critério de promoção por antiguidade. Correção da norma interna e reparação do direito. Demanda situada no campo do direito individual. Provimento do apelo.

     

    Noticiário Cersc:

    Reunião do dia 10 de junho de 2014 da Comissão de Enquadramento e Registro Sindical do Comércio (Cersc). Processos analisados: Processo nº 922, Interessado: Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Campinas e Região, Relator: Joel Carlos Köbe; Processo nº 1.742, Interessado: L.A. Contab, Relator: Joel Carlos Köbe; Processo nº 1.773, Interessado: Sindicato do Comércio Atacadista no Estado de Goiás, Relator: Daniel Mansano; Processo nº 1.777, Interessado: Ozônio Soluções Digitais Ltda. – ME, Relator: Ivo Dall’Acqua Junior.

  • Sumário Econômico 1365

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    As percepções dos agentes econômicos – Existem atualmente vários índices que capturam o sentimento dos agentes econômicos sobre a situação econômica, em sua condição quer de produtores, quer de consumidores. A convergência dessas percepções, num ou noutro sentido, permite antecipar um clima de maior ou menor otimismo sobre o andar da economia, antecipação que assume caráter de profecia autorrealizável. Em 1958, The Conference Board, organização empresarial com sede em Nova Iorque, deu início à construção de um “Índice de Confiança do Consumidor” baseado num inquérito cobrindo 5.000 famílias. Essa sondagem consiste em responder a quesitos sobre as condições gerais da economia no momento atual e para os próximos seis meses, o nível de emprego atual e para o semestre seguinte e a situação da renda total da família, nesse horizonte de tempo. A cada uma dessas indagações as respostas são “positivas”, “negativas” e “neutras” e o saldo, para mais ou para menos, dessas avaliações define então o maior ou menor grau de confiança do consumidor. Desde o início de 2011, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) calcula um Índice de Confiança do Empresário circunscrito ao comércio varejista. As condições do momento econômico, expectativas quanto a vendas e decisões de investimento formam o arsenal de quesitos. O número síntese se situa entre 0 e 200, sendo 100 a linha vermelha que separa o pessimismo do otimismo. Na série histórica já levantada, o grau de confiança mais alto foi alcançado em dezembro de 2011, com 130,6. Em maio deste ano, o índice apurado baixou para 113,4. Provavelmente, um dos principais motivos da quebra de confiança reside na taxa de inflação. Ano após ano, a meta oficial não é cumprida e a taxa efetiva tangencia o teto dos dois pontos percentuais fixados como “margem de segurança”. E mais, a textura da inflação está sendo modificada pela compressão deliberada dos preços administrados e pelo ritmo de alta observado nos serviços. É o déjà vu do processo inflacionário, que explica a eclosão de greves a que estamos assistindo para reivindicar a reposição do poder de compra dos salários.

     

    Outras matérias:

    Comércio e serviços têm início de ano fraco – Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE (PMC), o volume de vendas do comércio varejista apresentou variação de +6,7% em relação a abril de 2013. Nessa base comparativa, as maiores altas, puxadas pela venda de televisores, ocorreram nos ramos de artigos de uso pessoal e doméstico (+16,0%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (+10,1%). Por outro lado, as vendas de livros, jornais, revistas e papelaria apresentaram o pior desempenho ante os demais setores (-10,6%), segurando uma oscilação mais expressiva do indicador. No acumulado do ano, Alagoas (+10,1%), Maranhão (+9,5%) e Acre (+9,3%) têm se destacado positivamente. Também no mês de abril, a receita bruta dos serviços cresceu 0,4% na comparação com o mês de março, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE. Essa foi a segunda alta mensal seguida (em março houve aumento de 4,5%). Em relação ao mesmo mês de 2013, houve expansão de 6,2%, o que representou uma desaceleração frente à variação anual ocorrida em março (+6,8%). Os principais destaques nessa base comparativa foram os serviços prestados às famílias (+10,4%) e os serviços variados de manutenção, reparação e apoio à agropecuária (+9,8%). Porém, esses segmentos representam apenas 13,0% da receita dos serviços pesquisados pelo IBGE. O desempenho da receita média dos serviços de informação e comunicação (+3,7%) não permitiu um crescimento mais expressivo do setor terciário.

    Comércio eletrônico em 2014– De acordo com o relatório WebShoppers2014, publicado pela consultoria E-Bit, o comércio eletrônico no Brasil continuará seu processo de crescimento, em patamar superior a qualquer outro canal de vendas. A estimativa é de que o setor cresça 20% em relação a 2013. Embora seja um indicador auspicioso quando comparado aos demais da economia, pela primeira vez – caso a previsão se confirme – irá se verificar uma redução no ritmo de crescimento. Em 2013 o e-commerce brasileiro movimentou R$ 28,8 bilhões, com variação nominal de 28% em relação a 2012. Com a previsão de faturamento de R$ 34,6 bilhões em 2014, o acréscimo será de 20% em relação a 2013. Acreditamos nessa previsão, pois alguns indicadores objetivos, como aumento da inflação, elevação da taxa de juros, redução do prazo de pagamentos, aliados a outros, como a Copa do Mundo e a realização de eleições, podem adiar as decisões de consumo. Já o chamado Mobile Commerce (comércio eletrônico feito através de dispositivos móveis) vem crescendo de forma surpreendente. Em 2013, as transações efetivadas por esse meio corresponderam a 2,5% do total do varejo online. Em dezembro do mesmo ano, esse percentual atingiu 4,8%. A redução dos preços desses aparelhos, assim como das conexões de banda larga, aliados ao fato de poder ser usado em qualquer lugar – especialmente nos meios de transporte, durante os longos deslocamentos nas cidades – ousamos dizer que esse será, em pouco tempo, um importante meio para viabilizar as transações de comércio eletrônico. No entanto, ainda são poucas as empresas que já adaptaram suas plataformas e sites para a navegação em tablets e smartphones, já se observando ao longo de 2014 um movimento de adesão de outras organizações à modalidade. Em que pesem algumas incertezas para a economia, a aposta no comércio eletrônico continua sendo promissora.

    Padrões nacionais de qualidade do ar – Lançado em parceria com o Instituto de Energia e Meio Ambiente (Iema) e os órgãos estaduais de meio ambiente de oito estados (Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal), o Ministério do Meio Ambiente (MMA) colaborou com o primeiro diagnóstico da rede de monitoramento da qualidade do ar no País. O esforço coletivo das equipes dos órgãos estaduais de meio ambiente (Oema), e do Instituto de Energia e Meio Ambiente (Iema) e a colaboração do MMA, resultaram em um documento, que, além de inédito no Brasil, terá muitas finalidades. O material auxiliará na discussão atual do Conselho Nacional de Meio Ambiente, que deverá estabelecer novos padrões nacionais de qualidade do ar. Os indicadores vigentes foram estabelecidos há 24 anos. Esta publicação é um passo importante no diálogo entre os diversos entes federativos para a elaboração de políticas públicas adequadas à melhoria da qualidade do ar em nosso País. Representa um importante subsídio para o conhecimento da situação atual nos estados e para que sejam aprimorados os instrumentos de gestão da qualidade do ar.

    PLP 389/14– O PLP nº 389/2014 limita a abrangência da cobrança da substituição tributária (ST) para aproximadamente 58 setores e subsetores da atividade econômica. Consequentemente, diminui o poder dos Estados de aplicar a ST. Seguramente será possível aliviar o caixa de milhares de MPEs que vendem produtos não constantes na relação de produtos do item “a”, inciso XIII, do mencionado PLP – embora, por outro lado, possa vir a afetar as receitas dos governos estaduais. A proposta com o PLP nº 389/2014 mexe ainda no caixa das MPEs. O PLP estabelece relativo alívio na gestão do fluxo financeiro, pois define prazo de dois meses (60 dias) para o pagamento da ST a partir do fato gerador da obrigação. Assim, a MPE poderá preparar-se, programar-se, fazer planejamento para honrar este imposto de acordo com este intervalo de tempo. Com as medidas propostas, o Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) ganha (mais) força política como órgão formulador da política tributária das MPEs. O PLP veda Estados e DF de criarem obrigações acessórias relativas aos tributos apurados no Simples Nacional, cuja competência é de exclusividade do CGSN. As MPEs e seus contadores deverão interagir mais com o Portal do Simples Nacional. Neste sítio ficarão disponíveis de forma gratuita os aplicativos necessários às informações do ICMS-ST, por causa da obrigatoriedade da utilização de documentos fiscais eletrônicos e da própria cobrança da ST.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 116/2014

    DESTAQUES:

    Sancionado o Plano Nacional de Educação – PNE

    Sancionada lei que aumenta a pena para crimes de contrabando e descaminho

    Sancionada com veto lei que proíbe castigo físico contra crianças e adolescentes

    Instituído o Sistema Nacional de Informações de Registro Civil

    Regulamentada lei do Estado do Rio de Janeiro que dispõe sobre a Política Estadual de Gás Natural Renovável – GNR