Blog

  • Sesc Minas inaugura nova unidade na Zona da Mata

    No dia 6 de julho foi inaugurado o Sesc Muriaé, localizado na Zona da Mata, em Minas Gerais. Na ocasião, os moradores da cidade puderam conhecer as instalações, os produtos e os serviços oferecidos pelo Sesc e participar de ações gratuitas durante todo o dia.

    No dia 6 de julho foi inaugurado o Sesc Muriaé, localizado na Zona da Mata, em Minas Gerais. Na ocasião, os moradores da cidade puderam conhecer as instalações, os produtos e os serviços oferecidos pelo Sesc e participar de ações gratuitas durante todo o dia.

    Na abertura do evento houve apresentação do projeto itinerante Rua de Lazer, que leva entretenimento às comunidades, realizando atividades lúdicas, oficinas e jogos recreativos e desportivos. Na área da saúde, o público pode aferir pressão arterial, glicose, peso e composição corporal e receber orientações sobre saúde bucal, além de conhecer a estrutura de uma unidade móvel do MedSesc, que atende diferentes municípios de Minas Gerais, oferecendo consultas oftalmológicas, odontológicas, exames de mamografia, ultrassom e Raio X dentário.

    Na área de esportes e bem-estar foram oferecidas aulas de alongamento e realizados campeonatos de futsal, vôlei e basquete, no ginásio poliesportivo. No fim do dia, a música popular brasileira tomou conta do lugar, com os projetos musicais Sesc Chorinho e Samba na Praça e Minas ao Luar.

    Instalações e serviços

    O Sesc Muriaé possui uma estrutura equipada com consultório odontológico, ginásio poliesportivo, biblioteca, piscinas adulto e infantil, pista de skate, quadras, academia, anfiteatro, coreto, churrasqueiras, salão de convenções, lanchonete e central de atendimento. Segundo Rodrigo Penido, diretor Regional do Sesc, a unidade funcionará diariamente, com cursos, aulas, atividades de esporte, lazer e entretenimento. “Esperamos contribuir para o desenvolvimento do Município e da região, e o Sesc Muriaé passa a integrar o novo itinerário da comunidade”, concluiu.

    O Sesc Muriaé está localizado na BR-356, número 4.555, no bairro de Leblon, em Muriaé – MG. O telefone para mais informações é (32) 3511-7100.

  • Intenção de Consumo das Famílias mostra estabilidade após quedas consecutivas

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou, em julho, leve aumento de 0,1% (120,6 pontos) na comparação com junho e queda de 3,5% em relação a julho de 2013. O pequeno aumento representa uma estabilidade para o índice, em queda desde janeiro de 2014.

    Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) a desaceleração recente da inflação de alimentos e os efeitos temporários produzidos pela Copa do Mundo podem ter auxiliado na manutenção geral das perspectivas. O índice permanece acima da zona de indiferença (100,0 pontos), ainda indicando um nível favorável. “É necessário enfatizar que, apesar do resultado positivo de julho, a percepção das famílias não muda tão rapidamente. As perspectivas para emprego e consumo seguem desaquecidas. O componente Perspectiva Profissional teve o menor valor da série histórica (117,8 pontos), e o Nível de Consumo Atual apresentou insatisfação das famílias (abaixo de 100 pontos)”, explica a economista da CNC Juliana Serapio.

    O item sobre consumo de bens duráveis teve a maior queda na comparação anual (-13,4%) e registrou novamente o menor patamar de sua série histórica (105,7). Para a economista da CNC esse comportamento é um reflexo do encarecimento do crédito. “A taxa de juros para pessoas físicas atingiu, em sua última divulgação, o maior valor desde julho de 2011”, afirma Serapio.

     

    Previsão para o ano – Analisando as condições atuais e as perspectivas futuras da economia doméstica, a CNC revisa, novamente, para baixo a expectativa do volume de vendas do varejo de 4,7% para 4,5% em 2014.

     

    Acesse a análise completa e os gráficos da ICF

    A economista Juliana Serapio atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9492.

     

     

  • Intenção de Consumo das Famílias mostra estabilidade após quedas consecutivas

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou, em julho, leve aumento de 0,1% (120,6 pontos) na comparação com junho e queda de 3,5% em relação a julho de 2013. O pequeno aumento representa uma estabilidade para o índice, em queda desde janeiro de 2014.

    Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) a desaceleração recente da inflação de alimentos e os efeitos temporários produzidos pela Copa do Mundo podem ter auxiliado na manutenção geral das perspectivas. O índice permanece acima da zona de indiferença (100,0 pontos), ainda indicando um nível favorável. “É necessário enfatizar que, apesar do resultado positivo de julho, a percepção das famílias não muda tão rapidamente. As perspectivas para emprego e consumo seguem desaquecidas. O componente Perspectiva Profissional teve o menor valor da série histórica (117,8 pontos), e o Nível de Consumo Atual apresentou insatisfação das famílias (abaixo de 100 pontos)”, explica a economista da CNC Juliana Serapio.

    O item sobre consumo de bens duráveis teve a maior queda na comparação anual (-13,4%) e registrou novamente o menor patamar de sua série histórica (105,7). Para a economista da CNC esse comportamento é um reflexo do encarecimento do crédito. “A taxa de juros para pessoas físicas atingiu, em sua última divulgação, o maior valor desde julho de 2011”, afirma Serapio.

     

    Previsão para o ano – Analisando as condições atuais e as perspectivas futuras da economia doméstica, a CNC revisa, novamente, para baixo a expectativa do volume de vendas do varejo de 4,7% para 4,5% em 2014.

     

    Acesse a análise completa e os gráficos da ICF

    A economista Juliana Serapio atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9492.

     

     

  • Intenção de Consumo das Famílias tem estabilidade após quedas consecutivas

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou, em julho, leve aumento de 0,1% (120,6 pontos) na comparação com junho e queda de 3,5% em relação a julho de 2013. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga hoje, 15 de julho, a ICF. O pequeno aumento representa uma estabilidade para o índice, em queda desde janeiro de 2014.

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou, em julho, leve aumento de 0,1% (120,6 pontos) na comparação com junho e queda de 3,5% em relação a julho de 2013. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga hoje, 15 de julho, a ICF. O pequeno aumento representa uma estabilidade para o índice, em queda desde janeiro de 2014.

    Para a CNC a desaceleração recente da inflação de alimentos e os efeitos temporários produzidos pela Copa do Mundo podem ter auxiliado na manutenção geral das perspectivas. O índice permanece acima da zona de indiferença (100,0 pontos), ainda indicando um nível favorável. “É necessário enfatizar que, apesar do resultado positivo de julho, a percepção das famílias não muda tão rapidamente. As perspectivas para emprego e consumo seguem desaquecidas. O componente Perspectiva Profissional teve o menor valor da série histórica (117,8 pontos), e o Nível de Consumo Atual apresentou insatisfação das famílias (abaixo de 100 pontos)”, explica a economista da CNC Juliana Serapio.

    O item sobre consumo de bens duráveis teve a maior queda na comparação anual (-13,4%) e registrou novamente o menor patamar de sua série histórica (105,7). Para a economista da CNC esse comportamento é um reflexo do encarecimento do crédito. “A taxa de juros para pessoas físicas atingiu, em sua última divulgação, o maior valor desde julho de 2011”, afirma Serapio.

    Previsão para o ano

    Analisando as condições atuais e as perspectivas futuras da economia doméstica, a CNC revisa, novamente, para baixo a expectativa do volume de vendas do varejo de 4,7% para 4,5% em 2014.

  • Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – julho de 2014

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

  • Síntese da Conjuntura 15/07/2014

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

     

     

     


    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob o ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

     

     

     


  • OIT avalia desafios da força laboral no mundo

    Representantes de governos, empregadores e trabalhadores dos 185 Estados membros da Organização Internacional do Trabalho (OIT) reuniram-se em Genebra, na Suíça, entre os dias 28 de maio e 12 de junho, para a 103ª Reunião da Conferência Internacional do Trabalho.

    Representantes de governos, empregadores e trabalhadores dos 185 Estados membros da Organização Internacional do Trabalho (OIT) reuniram-se em Genebra, na Suíça, entre os dias 28 de maio e 12 de junho, para a 103ª Reunião da Conferência Internacional do Trabalho.

    Este ano, os empregadores brasileiros foram representados pelo vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Alexandre Furlan. Na qualidade de representantes da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), participaram dos trabalhos da Conferência Gil Siuffo, vice-presidente Financeiro da entidade; Josias Albuquerque, vice-presidente Administrativo; Pedro Nadaf, diretor-secretário da CNC; Luiz Gastão Bittencourt da Silva, 3º diretor-secretário; os diretores Alexandre Sampaio de Abreu, Edison Ferreira de Araújo e Marco Aurélio Sprovieri; Patrícia Duque, chefe da Divisão Sindical (DS) da CNC; e Lidiane Nogueira, advogada da DS.

    Durante o evento, os delegados discutiram questões referentes à migração de trabalho e a transição da informalidade para a economia formal; às estratégias do emprego; ao fortalecimento da Convenção nº 29 da OIT, que dispõe sobre trabalho forçado; e à aplicação das convenções e recomendações da Organização.

    Um dos pontos abordados foi o contexto e os desafios da crise mundial de emprego. “Cerca de 200 milhões de pessoas estão desempregadas no mundo todo, sendo que, desse número, aproximadamente 40% são mulheres e jovens. O ambiente para investimentos e negócios permanece incerto, a desigualdade de gênero no mercado de trabalho e o subemprego persistem, além do fato de que a transição da escola para o trabalho está levando muito tempo, desconectando muitos jovens do mercado”, afirma Patrícia Duque.

    Migração de trabalhadores

    Guy Ryder, diretor geral da OITA exploração da mão de obra de trabalhadores imigrantes foi um dos assuntos que estiveram na pauta da Conferência da OIT. O diretor-geral da entidade, Guy Ryder (foto à esq.), manifestou preocupação com o crescimento da migração, frequentemente associado aos trabalhadores mais vulneráveis. Segundo ele, cada vez mais pessoas estão atravessando as fronteiras em busca de emprego, fazendo-se necessária a adoção de políticas públicas em resposta à globalização, às mudanças demográficas, aos conflitos, às desigualdades de renda e às mudanças climáticas.

    Para o diretor-secretário da CNC e presidente da Fecomércio-MT, Pedro Nadaf, o evento da OIT é de fundamental importância para discussões que promovem relações mais dignas no mundo do trabalho. “Estima-se que há 232 milhões de trabalhadores imigrantes em todo o mundo que estão atravessando as fronteiras em busca de emprego e nem sempre se deparam, no País escolhido, com políticas que atendam as suas expectativas. Isso representa 3,1% da população global”, afirmou Nadaf em artigo publicado no jornal mato-grossense A Gazeta.

    Brasil: destaque em empregos formais

    O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, discursou no plenário da OIT no dia 9 de junho. Em sua fala, o ministro ressaltou que o Brasil está prestes a atingir a marca de cinco milhões de empregos formais com carteira assinada gerados nos últimos quatro anos, além de uma mínima histórica de 4,6% na taxa de desemprego registrada em dezembro de 2013.

    Manoel Dias também afirmou que o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) está implementando ações estratégicas, como o novo Sistema Único de Emprego e Trabalho Decente, e a ampliação de programas de qualificação profissional, como o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

    Já para Alexandre Sampaio, a contratação de curtíssima temporada deveria compor a agenda da próxima reunião da OIT. “A contratação de curtíssima duração é uma realidade mundial para muitos setores da economia, como o turismo. Por isso, precisa ser levada à discussão na OIT. A regulamentação será positiva para empregados e empregadores e, inclusive, vai ajudar a reduzir a informalidade. É oportuno que esse assunto entre na pauta internacional”, explica Sampaio.

    Comitiva da CNCTransição para a formalidade

    Sobre a mudança para a formalidade, a Conferência da OIT adotou o relatório da Comissão e aprovou a proposta de elaboração de uma recomendação para facilitar a transição do informal para a economia formal.

    (Na foto ao lado, integrantes da comitiva da CNC: os diretores Edison de Araújo e Luiz Gastão Bittencourt; Josias Albuquerque, vice-presidente administrativo; e  Gil Siuffo, vice-presidente financeiro)

    Para os representantes, a transição da informalidade para a formalidade deve ocorrer de maneira gradual e progressiva, uma vez que a formalização deve se dar como um processo, e não como um acontecimento. Também entenderam que são necessárias reformas no sistema tributário dos países, estimulando as empresas a gerar empregos sustentáveis, e que deve haver uma modificação na economia de mercado, assim como mudanças políticas e institucionais que melhorem o ambiente de negócios.

    Não houve consenso no que se refere à inclusão de temas como cadeia produtiva (supply chain) e terceirização (subcontracting) no texto da recomendação. Os atores sociais acordaram, então, que o texto em relação ao qual não houve acordo ficaria entre parênteses e retornaria para exame nas Comissões no ano que vem, na continuação da discussão sobre a transição da economia informal para a formal. Foi sugerido, também, que os Estados membros da OIT promovam debates sobre o tema ao longo deste ano.

    Erradicação do trabalho forçado

    A Conferência decidiu pela adoção de um protocolo para reforçar a luta contra o trabalho forçado em todo o mundo. Foram 437 votos a favor, 8 votos contrários e 27 abstenções. O protocolo é respaldado por uma recomendação, que também foi votada, tendo obtido 459 votos a favor, 3 contra e 12 abstenções.

    O protocolo, que complementa a Convenção nº 29, sobre trabalho forçado, tem normas gerais que visam esclarecer questões e suprimir lacunas da convenção, como, por exemplo, a questão atinente ao tráfico de pessoas. O documento reforça esse marco legal internacional ao introduzir novas obrigações relacionadas à prevenção do trabalho forçado, com a proteção das vítimas e o acesso a compensações, por exemplo, no caso de danos materiais ou físicos.

    A recomendação, por sua vez, oferece diretrizes técnicas para sua aplicação, estabelecendo como os governos e as empresas devem implementar o protocolo.

    Os pontos principais da 103ª Conferência da OIT foram abordados no relatório elaborado pelos representantes da CNC no evento, que está disponível para consulta na Divisão Sindical da CNC.

  • CNC divulga amanhã resultados de julho da ICF

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga amanhã, terça-feira (15), os resultados de julho da pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF). Não haverá coletiva de imprensa: a partir das 10 horas de terça-feira, a economista Juliana Serapio atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9492. Análise e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre a ICF

    A pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias é um indicador antecedente que tem como objetivo antecipar o potencial das vendas do comércio. O indicador tem capacidade de medir com precisão a avaliação que os consumidores fazem dos aspectos importantes da condição de vida de suas famílias, tais como capacidade de consumo, atual e de curto prazo, nível de renda doméstico, condições de crédito, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro.

     

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 125/2014

    DESTAQUE:

    Convocada a X Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente

  • TV CNC – Confiança do comércio atinge menor nível histórico

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), divulgado pela CNC em junho, teve queda de queda de 2,3% em relação a maio de 2014, fechando o primeiro semestre com o menor resultado desde o início da série histórica.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), divulgado pela CNC em junho, teve queda de queda de 2,3% em relação a maio de 2014, fechando o primeiro semestre com o menor resultado desde o início da série histórica.