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  • Empresários menos confiantes para novos investimentos, mostra Icec

    A confiança do empresário do comércio caiu 1,5% em março na comparação com o mês anterior. O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) registrou a quinta queda mensal consecutiva.

     

    De acordo com a pesquisa, os empresários do comércio mostraram menos disposição para fazer novos investimentos nos negócios. O subíndice que mede a propensão a investir teve queda de 2,9% em março, a principal causa do recuo no Icec. “Com a economia ainda reagindo lentamente e o crédito mais caro tanto para o consumo quanto para a realização de investimentos, é natural que o empresário fique um pouco mais cauteloso”, afirmou o economista da CNC Fabio Bentes.

     

    Em relação a março de 2013, o Icec voltou a registrar queda expressiva (-8%), principalmente em decorrência da piora na avaliação das condições correntes da economia (queda de 16,9% em relação ao ano passado, o maior recuo do subíndice em oito meses).

     

    Clique aqui para fazer download da análise e dos gráficos do Icec

     

    O economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.

     

  • Empresários menos confiantes para novos investimentos

    A confiança do empresário do comércio caiu 1,5% em março na comparação com o mês anterior. O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) registrou a quinta queda mensal consecutiva.

    A confiança do empresário do comércio caiu 1,5% em março na comparação com o mês anterior. O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) registrou a quinta queda mensal consecutiva.

    De acordo com a pesquisa, os empresários do comércio mostraram menos disposição para fazer novos investimentos nos negócios. O subíndice que mede a propensão a investir teve queda de 2,9% em março, a principal causa do recuo no Icec. “Com a economia ainda reagindo lentamente e o crédito mais caro tanto para o consumo quanto para a realização de investimentos, é natural que o empresário fique um pouco mais cauteloso”, afirmou o economista da CNC Fabio Bentes.

    Em relação a março de 2013, o Icec voltou a registrar queda expressiva (-8%), principalmente em decorrência da piora na avaliação das condições correntes da economia (queda de 16,9% em relação ao ano passado, o maior recuo do subíndice em oito meses).

  • Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec): março de 2014

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente com os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a 200 pontos.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente com os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a 200 pontos.

  • Diretoria da Fecomércio-BA participa de reunião da Renalegis

    A Rede Nacional de Assessorias Legislativas (Renalegis) da CNC realizou, em 28 de março, na Bahia, a sua 5ª reunião extraordinária, introduzindo uma nova experiência: a presença de diretores da Federação do Comércio (Fecomércio-BA) e de dirigentes de sindicatos filiados. “O resultado foi melhor do que a nossa expectativa, pois recebemos muitas contribuições para a nossa ação no Congresso e pudemos compartilhar nossas estratégias”, disse o chefe da Assessoria junto ao Poder Legislativo (Apel), Roberto Velloso.

    A Rede Nacional de Assessorias Legislativas (Renalegis) da CNC realizou, em 28 de março, na Bahia, a sua 5ª reunião extraordinária, introduzindo uma nova experiência: a presença de diretores da Federação do Comércio (Fecomércio-BA) e de dirigentes de sindicatos filiados. “O resultado foi melhor do que a nossa expectativa, pois recebemos muitas contribuições para a nossa ação no Congresso e pudemos compartilhar nossas estratégias”, disse o chefe da Assessoria junto ao Poder Legislativo (Apel), Roberto Velloso.

    O encontro, que contou com a presença do vice-presidente Financeiro da CNC, Gil Siuffo, e do presidente da Fecomércio-BA, Carlos Amaral, foi realizado no Grande Hotel Sesc Itaparica Presidente Antonio Oliveira Santos. Na véspera, os membros da Renalegis participaram da reunião de Diretoria da Federação, no mesmo local.

    Siuffo destacou que a alavanca do trabalho da instituição é a credibilidade, “sem a qual nossas chances de defender os interesses legítimos do comércio no âmbito legislativo seriam mínimas. E é esse trabalho sério que encontra respaldo no Congresso, onde temos deputados e senadores parceiros dos ideais do comércio, que confiam no trabalho que realizamos”.

    “Foi uma excelente iniciativa abrir as reuniões extraordinárias à participação dos dirigentes sindicais”, afirmou José Carlos Lima, presidente do Sindicato do Comércio de Feira de Santana e 2º vice-presidente da Fecomércio-BA. Segundo ele, a base empresarial sabe do trabalho da entidade na Câmara dos Deputados e do Senado. “Não tínhamos ideia, contudo, do que planejavam e executavam os especialistas da Renalegis na defesa dos interesses dos sindicatos patronais e das federações.”

    Durante o encontro, foi debatida a pauta prioritária do comércio no Congresso. Entre as proposições, estão o Projeto de Lei (PL) 1.263/2013, que susta a aplicação da Resolução do Contran, a qual obriga à realização de cinco horas/aula de 30 minutos em simuladores de direção veicular, e o PL 4.334/2004, que dispõe sobre o contrato de prestação de serviço a terceiros e as relações de trabalho dele decorrentes. 

  • Boletim Informativo Diário (BID) 059/2014

    DESTAQUES:

    Dispensado, a pedido, Conselheiro Suplente, representante das Empresas (CNC) na 5ª Junta do CRPS, do Distrito Federal

    Definida a TJLP para o segundo trimestre de 2014

    Deferido registro de alteração estatutária ao Sindicato dos Condomínios de Prédios e Edifícios Comerciais, Industriais, Residenciais e Mistos de Americana e Região – SINDICOND-SP

  • CNC divulga em 1º de abril resultados de março do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec)

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgará nesta terça-feira, dia 1º de abril de 2014, os resultados de março do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec). A partir das 10 horas de amanhã, o economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264. Análises e gráficos serão enviados por e-mail aos jornalistas, e a pesquisa também estará disponível em www.cnc.org.br.

     

    Sobre o Icec

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os subíndices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas e as intenções de investimento dos empresários do comércio. A partir de fevereiro de 2014, as séries mensais do Icec passam a contar com ajuste sazonal.

     

  • Sumário Econômico 1356

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Receita dos serviços tem crescimento real de 1,1% em janeiro – Segundo os últimos dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada recentemente pelo IBGE, a receita bruta dos serviços registrou retração de 9,4% em janeiro na comparação com o mês anterior, revertendo a alta de 7,7% da leitura antecedente. Esse desempenho foi decisivamente influenciado pelo comportamento das receitas dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-14,5%). Especificamente no mês de janeiro, a receita dos serviços sofreu oscilações negativas decorrentes de fatores sazonais, ainda não expurgados pelo IBGE. Na comparação anual, houve incremento de 9,3% em relação a janeiro de 2013, sendo os serviços prestados às famílias (+12,2%) o segmento que mais se destacou nessa base comparativa. Em contrapartida, os serviços variados de manutenção, reparação e apoio à agropecuária (+6,9%) seguraram uma alta mais expressiva do faturamento das atividades terciárias.

     

    Outras matérias:

    Percentual de famílias com dívidas recua em março de 2014 – O percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro recuou entre os meses de fevereiro e março de 2014, passando de 62,7% para 61,0% do total. Também houve queda em relação aos 61,2% de março de 2013. Apesar da diminuição do percentual de famílias endividadas, o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso aumentou na comparação mensal, passando de 19,7% para 20,8% do total. Houve alta também do percentual de famílias inadimplentes em relação a março de 2013, quando esse indicador alcançava 19,5% do total. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso, e que, portanto, permaneceriam inadimplentes, também apresentou elevação nas comparações mensal e anual, alcançando 7,1% em março de 2014, ante 5,9% em fevereiro de 2014 e 6,3% em março de 2013.

    IPCA esperado para 2014 alcança 6,28% – No último relatório Focus, divulgado pelo Banco Central em 21 de março, a mediana das expectativas para o IPCA aumentou pela terceira vez consecutiva, alcançando 6,28%, ficando cada vez mais distante da meta de 4,50% (diferença de 1,78 ponto percentual). As projeções para 2015 aumentaram em 0,1 p.p., e a mediana foi para 5,80% – 0,7 p. p. abaixo do limite superior (6,50%). A curto prazo, as projeções dos analistas são de 0,83% para março e 0,60% para abril. As cinco instituições que mais acertam – TOP 5 – projetaram IPCA de 0,84% para março e 0,64% para abril, próximos ao mercado. Segundo o IBGE, o IPCA de 2013 ficou em 5,91%, enquanto o IPCA de fevereiro de 2014 foi de 0,69%. O índice acumulado nos últimos 12 meses foi de 5,68%. Após a taxa de juros Selic terminar o ano de 2013 em 10,0% e ter aumento em 0,75 ponto nos primeiros meses do ano, espera-se, para a próxima reunião do Copom (dias 1º e 2 de abril), que continue a aumentar a taxa, porém em um nível menor. Projeta-se um novo aumento de 0,25 ponto na meta, subindo de 10,75% para 11,00%. A previsão é de que a Selic termine 2014 em 11,25%, com mais aumentos ao longo do ano. Para 2015, a estimativa é de 12,00%.

    O rating e os riscos associados ao Brasil – O rebaixamento feito pela agência internacional de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) no rating brasileiro – que passou de BBB para BBB- na última semana do mês de março de 2014 – é uma comprovação dos maiores riscos associados ao País através da visão dos investidores externos. Outra comprovação dessa piora pode ser vista ao analisar a curva de CDS (Credit Default Swap) brasileira, que está bastante distanciada dos outros países latino-americanos. No início de março, o CDS brasileiro para um título de dez anos estava cotado 76,7 pontos acima daquele do México e 84,5 acima daquele do Chile, a 158,5 pontos-base. No início de 2013, à distância para o do México era de apenas 25 pontos. O debate sobre a política monetária americana indubitavelmente tem reduzido a atratividade dos emergentes, mas o descasamento do CDS do Brasil em relação ao dos outros membros do grupo mostra que o receio com o País não é explicado somente por esse movimento. O Brasil tem riscos diferenciados, e por isso está pagando um prêmio mais elevado.

    Recuo da ICF em março reforça moderação do consumo no primeiro trimestre – A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou recuo de 3,3% (125,5 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior e queda de 5,1% em relação a março de 2013. Alta mais forte do nível de preços no mês, manutenção de um elevado nível de endividamento e crédito mais caro mantiveram a intenção de consumo em um ritmo inferior. Apesar do resultado, o índice mantém-se acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável. Na comparação mensal, todos os componentes da pesquisa apresentaram variações negativas. Além dos fatores já mencionados, mesmo ainda em um patamar favorável, os índices relacionados ao emprego e a renda também refletiram um menor otimismo das famílias com o mercado de trabalho.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 058/2014

    DESTAQUES:

    MF designa e reconduz representantes dos Contribuintes (CNC) junto ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais – CARF

    Governo Federal divulga o Relatório Resumido da Execução Orçamentária de fevereiro

  • Boletim Informativo Diário (BID) 058/2014

    DESTAQUES:

    MF designa e reconduz representantes dos Contribuintes (CNC) junto ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais – CARF

    Governo Federal divulga o Relatório Resumido da Execução Orçamentária de fevereiro

  • Aumenta saída voluntária do mercado de trabalho

    A Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com base em dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, aponta que a população em idade ativa (PIA), que compreende as pessoas com 10 ou mais anos de idade, vem avançando (+1,1%) anualmente enquanto a população economicamente ativa (PEA) recuou 0,7% em relação ao primeiro bimestre de 2014.

     

    A taxa de desocupação voltou a registrar crescimento, desde outubro de 2013, enquanto a ocupação vem recuando (-0,3% em média), o que demonstra que a trajetória de queda do desemprego (de 0,6 pontos percentuais na comparação anual) é uma consequência da menor procura por trabalho do que da geração de vagas. O número de pessoas que deliberadamente abandonaram o mercado de trabalho subiu 5,2% entre fevereiro de 2013 e o mesmo mês em 2014. Já entre as pessoas que não estão trabalhando, aumenta a proporção das que saíram do mercado de trabalho por outro motivo que não a falta de vagas, um crescimento de 1,9 pontos percentuais.

     

    Para o economista da CNC, Fabio Bentes, é possível apontar uma tendência de adiamento da entrada no mercado de trabalho. “A principal razão seria a busca por maior qualificação, principalmente entre os jovens, como forma de perceber ganhos maiores a partir de um maior grau de instrução. Podemos perceber, inclusive, que aumentou a representatividade dos trabalhadores mais qualificados no mercado formal, hoje em 21,2%”, afirma Bentes.

     

     

    Clique aqui para fazer download da análise completa

     

    O economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264.