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  • Páscoa deve ter o menor crescimento em dez anos

    As vendas de produtos para a Páscoa devem crescer 3,7% em 2014, segundo previsão da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Se confirmado, esse será o pior resultado dos últimos dez anos. Em 2004 as vendas da Páscoa tiveram queda de 4,5%. Já no ano passado a data registrou crescimento de 4,9% em comparação a 2012.

     

    O encarecimento do crédito ao consumidor e, principalmente, o comportamento dos preços são os principais responsáveis pela desaceleração nas vendas. De acordo com dados de março do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), os produtos e serviços mais demandados durante a Semana Santa acumulam alta de 8,6% nos 12 meses encerrados em março, destacando-se as variações positivas nos preços dos seguintes itens: passagem aérea (+14,8%), cerveja (+11,4%) e pescados (+9,9%).

     

    Por outro lado, tarifas de pedágio (+0,3%), chocolates (+1,1%) e demais bebidas alcoólicas (+1,8%) registram oscilações menores que o índice geral do IPCA-15 no mesmo período (+5,9%). Em comparação ao acumulado nos 12 meses encerrados em março de 2013, os itens de maior demanda durante a Semana Santa oscilaram +7,5%.

     

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    O economista Fabio Bentes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9264

     

  • Páscoa deve ter o menor crescimento em dez anos

    As vendas de produtos para a Páscoa devem crescer 3,7% em 2014, segundo previsão da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Se confirmado, esse será o pior resultado dos últimos dez anos. Em 2004 as vendas da Páscoa tiveram queda de 4,5%. Já no ano passado a data registrou crescimento de 4,9% em comparação a 2012.

    As vendas de produtos para a Páscoa devem crescer 3,7% em 2014, segundo previsão da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Se confirmado, esse será o pior resultado dos últimos dez anos. Em 2004 as vendas da Páscoa tiveram queda de 4,5%. Já no ano passado a data registrou crescimento de 4,9% em comparação a 2012.

    O encarecimento do crédito ao consumidor e, principalmente, o comportamento dos preços são os principais responsáveis pela desaceleração nas vendas. De acordo com dados de março do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), os produtos e serviços mais demandados durante a Semana Santa acumulam alta de 8,6% nos 12 meses encerrados em março, destacando-se as variações positivas nos preços dos seguintes itens: passagem aérea (+14,8%), cerveja (+11,4%) e pescados (+9,9%).

    Por outro lado, tarifas de pedágio (+0,3%), chocolates (+1,1%) e demais bebidas alcoólicas (+1,8%) registram oscilações menores que o índice geral do IPCA-15 no mesmo período (+5,9%). Em comparação ao acumulado nos 12 meses encerrados em março de 2013, os itens de maior demanda durante a Semana Santa oscilaram +7,5%.

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  • Aumento de vendas na Páscoa deverá ser o menor em dez anos

    De acordo com a Divisão Econômica da CNC, o volume de vendas do varejo voltadas para a Páscoa deverá crescer 3,7% este ano. Confirmado esse quadro, o faturamento real registrará o pior resultado desde 2004, quando houve queda de 4,5%. No ano passado as vendas de Páscoa cresceram 4,9% sobre a Semana Santa de 2012. A maior alta do volume de vendas na Páscoa ocorreu em 2010 (+9,1%), ano em que o varejo apurou alta de 10,9%. A previsão da CNC se baseia nos aspectos sazonais do ramo de hiper e supermercados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE.

     

    De acordo com a Divisão Econômica da CNC, o volume de vendas do varejo voltadas para a Páscoa deverá crescer 3,7% este ano. Confirmado esse quadro, o faturamento real registrará o pior resultado desde 2004, quando houve queda de 4,5%. No ano passado as vendas de Páscoa cresceram 4,9% sobre a Semana Santa de 2012. A maior alta do volume de vendas na Páscoa ocorreu em 2010 (+9,1%), ano em que o varejo apurou alta de 10,9%. A previsão da CNC se baseia nos aspectos sazonais do ramo de hiper e supermercados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE.

     

    Confira abaixo a nota completa da Divisão Econômica da CNC.

  • Síntese das palestras do CTur – 26/03/2014

    “A dinâmica dos serviços” foi a pauta apresentada no CTur pelo presidente da Planet Work, Maurício de Maldado Werner Filho, em 26 de março. Segundo ele, deve-se examinar o modelo de negócios adotado por empresas que oferecem atendimento de melhor qualidade. Em resumo, práticas que garantem a alta frequência nos estabelecimentos e, portanto, merecem ser reproduzidas por aqueles que pretendem manter-se no mercado. Sempre uma afinada interseção entre os quatro pês: produto, preço, praça e promoção.

     

    “A dinâmica dos serviços” foi a pauta apresentada no CTur pelo presidente da Planet Work, Maurício de Maldado Werner Filho, em 26 de março. Segundo ele, deve-se examinar o modelo de negócios adotado por empresas que oferecem atendimento de melhor qualidade. Em resumo, práticas que garantem a alta frequência nos estabelecimentos e, portanto, merecem ser reproduzidas por aqueles que pretendem manter-se no mercado. Sempre uma afinada interseção entre os quatro pês: produto, preço, praça e promoção.

     

    “Enquanto uns choram, outros vendem lenços”, ressaltou o também professor da Fundação Getulio Vargas (FGV). “Até no ambiente acadêmico, existe uma miopia em relação aos serviços que consumimos. Além do aspecto tecnológico – quem não for ponto.com estará morto –, a diferenciação no mercado recai, igualmente, sobre o fator humano. Precisamos entender a importância das pessoas por trás do gerenciamento. Há uma forte crise de liderança nas nossas organizações. Em razão de pequenas falhas, acontecem enormes prejuízos. Os gestores não conseguem enxergar que a ponta, o atendente – quem, de fato, trava contato direto com o usuário – se torna crescentemente um vetor estratégico. Com o advento das reclamações e cobranças via redes sociais, o poder mudou de lado, está nas mãos do cliente. O empresário que não perceber essa transformação, não terá vida longa. A internet, ao flexibilizar a comunicação, veio aumentar a qualidade e derrubar a incompetência”.

  • Sumário Econômico 1355

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Vendas do varejo aceleram em janeiro – As vendas do comércio varejista iniciaram o ano em alta (+6,1%, na comparação com janeiro de 2013), segundo a pesquisa mensal de comércio (PMC) do IBGE. Dos oito ramos que compõem o varejo restrito, sete revelaram expansão no faturamento real, com destaque para artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+13,7%) e artigos de uso pessoal e doméstico (+7,6%). O ramo de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação se destacou negativamente, variando -4,6%. O volume de vendas do varejo registrou, portanto, aceleração em relação à taxa anual de crescimento na comparação de dezembro com o mesmo mês de 2012 (+3,9%). O varejo ampliado, que apropria os resultados do comércio automotivo (-1,8%) e de materiais de construção (+3,9%), obteve desempenho mais fraco (+3,5%). Em termos regionais, destaque para a região Norte (+7,4%) e para os estados do Acre (+13,7%), de Rondônia (+11,0%) e do Tocantins (+10,6%).

     

    Outras matérias:

    Reajuste de serviços exerce maior impacto sobre o orçamento das famílias no primeiro bimestre – Os bens e serviços que sazonalmente sofrem maiores reajustes no início do ano apresentaram menor escalada inflacionária nos doze meses encerrados em fevereiro, porém ainda em um patamar elevado. Esses itens registraram uma alta de 6,1%, resultado inferior a elevação de 6,4% no mesmo período do ano passado. O maior comprometimento da renda das famílias no início do ano com gastos relacionados principalmente a transporte, moradia e educação é impactado ainda mais pelo aumento de preços de outros bens e serviços no período. Alguns itens possuem certa elasticidade, ou seja, há postergação de seu consumo de acordo com a variação do preço, como o caso de determinados bens duráveis e serviços. No entanto, mesmo com uma elevação mais forte da inflação, outros componentes possuem inelasticidade, comprometendo ainda mais o orçamento das famílias, como é o caso de grande parte dos bens não duráveis. Sendo assim, os itens extraídos da amostra do IPCA foram selecionados de acordo com sua sazonalidade, ou seja, possuem um comportamento característico no período selecionado. Além de bens e serviços livres, também selecionamos dois itens administrados, que são energia elétrica residencial e transporte público.

    Reflexões sobre os rumos da poupança – Há dois anos, a captação líquida da poupança tem sido mensalmente positiva. Ainda assim, o resultado de fevereiro de 2014 foi quase 20% menor do que o do mesmo mês de 2013. Quanto maior a taxa de poupança doméstica, maior é a oferta de recursos para investimentos. A poupança interna também permite maior conforto ao enfrentar períodos de crise e dificuldades, quando há baixa disponibilidade de financiamento externo, por isso a importância de incentivar seu crescimento. Ainda assim, as contas nacionais mostraram que em 2013 a poupança nacional foi equivalente a 13,9% do PIB, a menor taxa dos últimos 13 anos, e bastante distante de vários outros emergentes. A regra anterior da poupança não fazia muito sentido no cenário atual, em que o panorama de inflação é bastante diferente do passado; há estabilidade da moeda e maior crescimento. Apesar dos problemas econômicos conhecidos, o Brasil aproxima-se cada vez mais das economias mais desenvolvidas e, portanto, era de se esperar um ajuste no regime da poupança.

    O Estado da União – 2014 – Na tradicional solenidade do “Estado da União”, que ocorre anualmente nos EUA, o presidente apresenta um discurso em sessão conjunta das duas Casas do Congresso, onde também se dirige ao povo norte-americano. O conteúdo aborda as principais questões – internas e externas – com as quais o País se defronta, através de breves análises do ano anterior e, principalmente, das medidas a serem tomadas no exercício em curso. Contrastando com seus pronunciamentos em exercícios anteriores, o presidente Obama fez um discurso em tom mais conciliador, deixando a mensagem de maior abertura para chegar a consensos com o Congresso e, visando, é claro, manter sua sustentação no Senado. Dentre os temas de cunho interno, defendeu com veemência a continuidade de esforços para geração de energias limpas, mas também anunciou que pela primeira vez em 20 anos a produção doméstica de petróleo superou a importação; destacou que a taxa de desemprego foi a menor nos últimos oito anos e que, pela primeira vez desde os anos 1990, o setor industrial agregou novos empregos.

    Plano de Ação Quadrienal/Resolução Conmetro nº 02/2014 – No decorrer de 2013, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) procedeu à atualização do Plano de Ação Quadrienal (PAQ) do Programa Brasileiro da Conformidade (PBAC), para o período 2014-2017, com base em demandas recebidas da sociedade, culminando com a sua aprovação, por meio da Resolução nº 02/2013, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 03 de janeiro de 2014, pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro), em sua reunião Ordinária, realizada em 4 de dezembro de 2013. Essa atividade é direcionada por meio do Plano de Ação Quadrienal (PAQ), Agenda Regulatória do Inmetro que apresenta as prioridades para o desenvolvimento de Regulamentos e Programas de Avaliação da Conformidade no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC) nos próximos quatro anos. Este Plano é elaborado a partir de um conjunto de demandas por avaliação da conformidade apresentadas ao Inmetro pela sociedade, representada por organizações do setor público e privado, tais como órgãos de governo, entidades de defesa do consumidor, associações de classes, representantes dos setores produtivos de indústria e serviços, organismo de avaliação da conformidade, academias, comitês de normalizações, núcleos de arranjos produtivos locais e Institutos Estaduais de Pesos e Medidas.

  • Conselho de Turismo debate a dinâmica dos serviços no setor

    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) vai debater na quarta-feira, dia 26 de março, a dinâmica dos serviços em turismo diante da realidade de um mercado globalizado e dos grandes eventos no País.

    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) vai debater na quarta-feira, dia 26 de março, a dinâmica dos serviços em turismo diante da realidade de um mercado globalizado e dos grandes eventos no País. O consultor em turismo, professor da FGV e diretor-presidente da empresa Planet Work, Maurício Werner vai abordar os serviços sob o ponto de vista do cliente e tratar características que influenciam na oferta e que precisam ser entendidas pelo setor, como: intangibilidade, simultaneidade, perecibilidade, dificuldade na precificação, padronização e o entendimento das diferentes bases mercadológicas.

    A reunião do Conselho de Turismo da CNC será realizada às 17h30, na CNC, que fica na Avenida General Justo, 307 – 4º andar, Castelo – Rio de Janeiro, RJ.

     

    Sobre o Conselho de Turismo da CNC e a Confederação

    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) reúne representantes de entidades empresariais, instituições educacionais e organizações governamentais para promover a discussão e a análise das diretrizes para o desenvolvimento da indústria turística, bem como o estudo dos problemas relativos ao turismo nacional. A CNC é a entidade sindical que representa o empresariado do comércio de bens, serviços e turismo, categorias que, juntas, respondem por cerca de 1/4 do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram milhões de empregos diretos e formais. A Confederação trabalha de forma integrada com 34 federações patronais (27 estaduais e sete nacionais), que agrupam mais de 950 sindicatos, e também administra o Serviço Social do Comércio (Sesc), com atuação nas áreas de educação, saúde, cultura e lazer, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), principal agente da educação profissional voltada para o setor do comércio de bens, serviços e turismo.

     

  • CNC participa da Conferência Intercontinental de Turismo Rural

    Representantes da Assessoria de Turismo e Hospitalidade (Astur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), participam, de 24 a 27 de março, em Fortaleza, Ceará, da Conferência Intercontinental de Turismo Rural (CINTURR).

    Representantes da Assessoria de Turismo e Hospitalidade (Astur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), participam, de 24 a 27 de março, em Fortaleza, Ceará, da Conferência Intercontinental de Turismo Rural (CINTURR).

    O turismo rural compreende atividades turísticas desenvolvidas no meio rural, comprometidas com a produção agropecuária, que agregam valor a produtos e serviços. O assunto será tema de edição especial da revista Turismo em Pauta – publicação do Conselho de Turismo da CNC -, já tendo sido abordado em reunião do Conselho.

    Atualmente, o turismo rural reúne mais de mil empreendimentos, com uma oferta diversificada de atividades em pelo menos 16 estados brasileiros. O segmento promove a regionalização da atividade turística, prevista no Plano Nacional de Turismo, que conta com o apoio do Sistema CNC-Sesc-Senac.

    Com o tema Turismo Rural – Cenários, Desafios e Soluções, a CINTURR tem como público-alvo pequenos e microempresários, instituições, profissionais e acadêmicos ligados ao setor. A Conferência conta com painéis, visitas técnicas a empreendimentos de turismo rural do Estado do Ceará, e com um espaço para exposições do turismo rural das macrorregiões brasileiras, além de rodadas de negócios com operadoras de turismo. As atividades do segmento são desenvolvidas com foco na valorização territorial e na preservação das raízes rurais, além de resgatarem o patrimônio cultural, divulgando manifestações e práticas regionais como o folclore, o artesanato e a gastronomia; e incentivam a conservação do ambiente natural. O turismo rural também ajuda a interiorizar o turismo, sendo uma alternativa de desenvolvimento econômico.

    O CINTURR é promovido pela Abraturr Nacional, com o apoio do Instituto de Desenvolvimento do Turismo Rural (Idestur), além da Associação Portuguesa de Turismo Rural (Privetur) e da Federação Europeia de Turismo Rural e de Aldeia (EuroGîtes).

  • Boletim Informativo Diário (BID) 055/2014

    DESTAQUES:

    Designados representantes indicados pela CNC para comporem o Conselho Gestor do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social

    Aprovado o Regimento Interno do Conselho Deliberativo de Formação e Qualificação Profissional

    Divulgado o preço médio dos combustíveis em algumas unidades federadas, a partir de 1º de abril de 2014

    Aprovado o Código de Ética Farmacêutica

  • Percentual de famílias com dívidas recua em março, mostra Peic

     

    O percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro recuou entre os meses de fevereiro e março de 2014, passando de 62,7% para 61,0% do total. Também houve queda em relação aos 61,2% de março de 2013. É o que revela a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    Para Marianne Hanson, economista da Confederação, a alta do custo do crédito induz a uma postura mais cautelosa das famílias ao contratar e renovar empréstimos e financiamentos. Juros mais altos e ganhos de renda mais modestos levam a condições menos favoráveis para o endividamento. “As condições menos favoráveis de crédito, além de elevar o comprometimento de renda, também influenciam na percepção das famílias em relação à capacidade de pagamento. Após alcançar o menor patamar da série histórica no mês anterior, subiu o percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas em atraso”, afirma Marianne.

    Apesar da queda do percentual de famílias endividadas, o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso  aumentou na comparação mensal, passando de 19,7% para 20,8% do total. Houve  alta, também, do percentual de famílias inadimplentes em relação a março de 2013, quando esse indicador alcançava 19,5% do total. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes, também apresentou elevação nas comparações mensal e anual, alcançando 7,1% em março de 2014, ante 5,9% em fevereiro de 2014 e 6,3% em março de 2013.

    Clique aqui para fazer o download da análise e dos gráficos da Peic

    A partir de 10 horas, a economista da CNC Marianne Hanson atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9414.

     

     

     

     

     

     

     

  • Percentual de famílias com dívidas recua em março

    O percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro recuou entre os meses de fevereiro e março de 2014, passando de 62,7% para 61,0% do total. Também houve queda em relação aos 61,2% de março de 2013. É o que revela a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    O percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro recuou entre os meses de fevereiro e março de 2014, passando de 62,7% para 61,0% do total. Também houve queda em relação aos 61,2% de março de 2013. É o que revela a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    Para Marianne Hanson, economista da Confederação, a alta do custo do crédito induz a uma postura mais cautelosa das famílias ao contratar e renovar empréstimos e financiamentos. Juros mais altos e ganhos de renda mais modestos levam a condições menos favoráveis para o endividamento. “As condições menos favoráveis de crédito, além de elevar o comprometimento de renda, também influenciam na percepção das famílias em relação à capacidade de pagamento. Após alcançar o menor patamar da série histórica no mês anterior, subiu o percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas em atraso”, afirma Marianne.

    Apesar da queda do percentual de famílias endividadas, o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso  aumentou na comparação mensal, passando de 19,7% para 20,8% do total. Houve  alta, também, do percentual de famílias inadimplentes em relação a março de 2013, quando esse indicador alcançava 19,5% do total. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes, também apresentou elevação nas comparações mensal e anual, alcançando 7,1% em março de 2014, ante 5,9% em fevereiro de 2014 e 6,3% em março de 2013.

    Clique aqui para acessar a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor