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  • Subcomissão debate implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos

    A Subcomissão Temporária de Resíduos Sólidos realiza, neste momento, audiência pública para discutir as ações já implementadas nos Municípios para o cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei 12.305/2010.

    A Subcomissão Temporária de Resíduos Sólidos realiza, neste momento, audiência pública para discutir as ações já implementadas nos Municípios para o cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei 12.305/2010.

    Participam do debate Ney Maranhão, secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Albino Alvarez, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Diógenes Del Bel, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos (Abetre), Carlos Roberto Vieira da Silva Filho, diretor Executivo da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), e Wanderley Coelho, da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

    Proposto pelo presidente da subcomissão, senador Cícero Lucena (PSDB-PB), o debate desta manhã está sendo realizado na sala 6 da Ala Senador Nilo Coelho, no Senado. Os interessados poderão enviar perguntas aos convidados por meio do Portal e-Cidadania, além de Facebook, Twitter (hashtagas #CMASenado #PNRS) e Alô Senado (0800 612211).

    A Subcomissão Temporária de Resíduos Sólidos funciona no âmbito da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA).

     

    Você pode acompanhar e participar da audiência através do link: http://bit.ly/residuossolidos

  • Sindcomb Rio tem nova diretoria

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), sediou, em 17 de março, no Rio de Janeiro, a cerimônia de posse da nova diretoria do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes e de Lojas de Conveniência do Município do Rio de Janeiro (Sindcomb Rio).

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), sediou, em 17 de março, no Rio de Janeiro, a cerimônia de posse da nova diretoria do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes e de Lojas de Conveniência do Município do Rio de Janeiro (Sindcomb Rio).

    Com 70,4% dos votos válidos e apenas um voto nulo, a Chapa Ética, liderada pela revendedora Maria Aparecida Siuffo Pereira Schneider, venceu, em 18 de fevereiro, as eleições do sindicato para o período 2014-2018. Mais de uma centena de pessoas, entre autoridades, empresários e líderes sindicais do segmento compareceram à posse de Cida Siuffo Schneider, como a empresária é conhecida, e de sua diretoria.

    O presidente de honra da Fecombustíveis e vice-presidente da CNC, Gil Siuffo, destacou a participação efetiva dos associados no pleito. “O que me impressiona é o espírito de unidade. Essa eleição contou com filas imensas para votar. Sindicalismo não é profissão, é uma missão. No nosso caso, é ajudar as empresas, evitar a concorrência desleal, entre outros pontos”, afirmou.

    Para Gil Siuffo, o resultado reafirma o sucesso da gestão do presidente Manuel Fonseca da Costa e sua equipe à frente do sindicato dos postos do Rio, que será presidido, pela primeira vez, por uma mulher. O pleito com o maior número de votantes, com 85,8% de participação, desde a criação do Sindcomb, há 60 anos. “Ser mulher é algo dificílimo, já que consiste em lidar com homens. A eleição de Cida, ao mesmo tempo em que confirma este paradigma, abre caminho para uma maior colaboração feminina nesta instituição”, afirmou Manuel Fonseca da Costa.

    Comprometimento

    Em seu discurso de posse, Cida Siuffo Schneider afirmou que, durante sua trajetória profissional, aprendeu a colocar o coletivo à frente do individual, ao ver o exemplo de seu pai, Gil Siuffo. “Tenho consciência de que as dificuldades são inúmeras, que convivemos com diversão regulações e órgãos fiscalizadores. Somos a categoria que mais defendeu leis para punir desvios de conduta, e acabamos vítimas da rigidez das mesmas. Peço às autoridades presentes que ajam com bom senso diante de nossas impotências”, afirmou, mostrando estar atenta às necessidades do segmento. “Recebo de Manuel Fonseca da Costa um sindicato forte, respeitado por suas lutas, capaz de levar à sua sede a grande maioria de seus associados, pessoalmente, para participar da sucessão. Não tenho receio em afirmar que esse é o mais genuíno sindicalismo”, complementou.

    Além de Gil Siuffo, participaram da mesa de autoridades o presidente da Fecombustíveis, Paulo Miranda Soares; o ex-presidente do Sindcomb Rio, Manuel Fonseca da Costa; o deputado federal Simão Sessim, que representou o senador Francisco Dornelles; o vereador S. Ferraz; o superintendente de Abastecimento da ANP, Aurélio Amaral; o desembargador Marcus Faver e o engenheiro da Petrobras Ricardo Maranhão. Marcaram presença ainda o deputado federal Edmílson Valentim, o deputado estadual Luiz Paulo Corrêa da Rocha, o superintendente da Secretaria de Energia do Estado, Jorge Loureiro; presidentes de sindicatos revendedores de Mato Grosso do Sul, do Paraná e do Rio Grande do Norte; além de representantes da ANP, do Sindicom, da BR Distribuidora, da Raízen, da Ipiranga, da ALE, da Terrana e revendedores cariocas.

  • Receita dos serviços tem crescimento real de 1,1% em janeiro

    Com inflação menor dos serviços em janeiro, setor registra o maior aumento real desde abril de 2013 na
    comparação anual. Serviços prestados às famílias e transportes continuam apresentando o melhor
    desempenho no setor.

    Com inflação menor dos serviços em janeiro, setor registra o maior aumento real desde abril de 2013 na
    comparação anual. Serviços prestados às famílias e transportes continuam apresentando o melhor
    desempenho no setor.

  • Fecomércio-RN prepara comemoração pelos seus 65 anos

    No dia 21 de março, após mais de um ano de obras de reforma e modernização, será reinaugurado o edifício sede da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio-RN), onde funcionam também as presidências dos Conselhos Regionais do Sesc e do Senac no estado.

    No dia 21 de março, após mais de um ano de obras de reforma e modernização, será reinaugurado o edifício sede da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio-RN), onde funcionam também as presidências dos Conselhos Regionais do Sesc e do Senac no estado.

    Durante a cerimônia de inauguração, ocorrerá a palestra “Perspectivas da Economia para 2014, no Brasil e no RN”, feita pelo economista Carlos Thadeu de Freitas, chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Também na inauguração, será lançada a programação em comemoração pelos 65 anos de fundação da Fecomércio-RN, que será desenvolvida ao longo de todo o ano.

    O evento terá a presença do ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho; da governadora do estado, Rosalba Ciarline; do prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves; além de autoridades, diretores da Fecomércio-RN e membros dos conselhos regionais de Sesc e Senac.

    Novas instalações contemplam acessibilidade

    O local contará com sala de reunião, espaço para eventos na cobertura, auditório reformado, redistribuição das salas e todos os espaços físicos, nova ambientação, mobiliário moderno, rampa de acesso, banheiros e elevador para o uso de pessoas com deficiência.

    Segundo Marcelo Queiroz, presidente da Fecomércio-RN, a reforma foi realizada para adequar o prédio às regras de acessibilidade, além de garantir maior conforto e funcionalidade, beneficiando os colaboradores da casa, clientes e parceiros. “Este é um prédio antigo, construído nos anos 1980. Muita coisa precisava ser modernizada e adequada à realidade atual. Este foi um dos motivos de optarmos pela reforma ampla”, conclui.

  • Síntese da Conjuntura 15/03/2014

    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

     

     

     


    Publicação quinzenal que aborda a evolução da conjuntura econômica brasileira, examinando os resultados sob ângulo dos interesses do setor empresarial privado.

     

     

     


  • Serviços têm crescimento real de 1,1% em janeiro

    Segundo os últimos dados da pesquisa mensal de serviços (PMS) divulgada hoje (18) pelo IBGE, a receita bruta dos serviços registrou retração de 9,4% em janeiro na comparação com o mês anterior, revertendo a alta de 7,7% registrada em dezembro do ano passado. A queda das receitas dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-14,5%) influenciou o resultado. “Especificamente no mês de janeiro, a receita dos serviços sofre oscilações negativas, decorrentes de fatores sazonais, ainda não expurgados pelo IBGE”, explica Fabio Bentes, economista da CNC.

    Segundo os últimos dados da pesquisa mensal de serviços (PMS) divulgada hoje (18) pelo IBGE, a receita bruta dos serviços registrou retração de 9,4% em janeiro na comparação com o mês anterior, revertendo a alta de 7,7% registrada em dezembro do ano passado. A queda das receitas dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-14,5%) influenciou o resultado. “Especificamente no mês de janeiro, a receita dos serviços sofre oscilações negativas, decorrentes de fatores sazonais, ainda não expurgados pelo IBGE”, explica Fabio Bentes, economista da CNC. Na comparação anual, houve incremento de 9,3% em relação a janeiro de 2013, sendo os serviços prestados às famílias (+12,2%), o segmento que mais se destacou nessa base comparativa. 

    “Além da ausência de ajustamento sazonal nos dados mensais, a PMS ainda não conta com um deflator que permita calcular a variação real do volume dos serviços consumidos pelas famílias e pelas empresas brasileiras”, contextualiza o economista da CNC. Ele aponta que, utilizando o IPCA de serviços como deflator dos últimos dozes meses (+8,26%), a receita do setor de serviços teria crescido 1,1% no período. Em janeiro, os serviços avançaram 0,47% no IPCA.

    A alta de 9,3% das receitas anuais nominais foi a maior desde setembro de 2013 (+9,7%). Descontada a inflação, houve crescimento real de 1,1%, o maior desde abril de 2013. No ano passado, a receita dos serviços apurou alta nominal de 10,0% e real de -0,2%.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 050/2014

    DESTAQUES:

    Arquivada impugnação apresentada pelo Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Canoas – SINCOGÊNEROS/CANOAS – RS e deferido o pedido de registro sindical ao Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Vale dos Sinos – SINDIGENEROS/VALE

    Deferido o Registro de Alteração Estatutária ao Sindicato do Comércio Varejista de São Francisco de Assis – RS

  • Serviços tem crescimento real de 1,1% em janeiro

    Segundo os últimos dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (18) pelo IBGE, a receita bruta dos serviços registrou retração de 9,4% em janeiro na comparação com o mês anterior, revertendo a alta de 7,7% registrada em dezembro do ano passado. A queda das receitas dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-14,5%) influenciou o resultado. “Especificamente no mês de janeiro, a receita dos serviços sofreu oscilações negativas decorrentes de fatores sazonais, ainda não expurgados pelo IBGE”, explica Fabio Bentes, economista da CNC.

    Segundo os últimos dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (18) pelo IBGE, a receita bruta dos serviços registrou retração de 9,4% em janeiro na comparação com o mês anterior, revertendo a alta de 7,7% registrada em dezembro do ano passado. A queda das receitas dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-14,5%) influenciou o resultado. “Especificamente no mês de janeiro, a receita dos serviços sofreu oscilações negativas decorrentes de fatores sazonais, ainda não expurgados pelo IBGE”, explica Fabio Bentes, economista da CNC. Na comparação anual, houve incremento de 9,3% em relação a janeiro de 2013, sendo os serviços prestados às famílias (+12,2%) o segmento que mais se destacou nessa base comparativa.

     

    “Além da ausência de ajustes sazonais nos dados mensais, a PMS ainda não conta com um deflator que permita calcular a variação real do volume dos serviços consumidos pelas famílias e pelas empresas brasileiras”, contextualiza o economista da CNC. Ele aponta que, utilizando o IPCA de serviços como deflator dos últimos dozes meses (+8,26%), a receita do setor de serviços teria crescido 1,1% no período. Em janeiro, os serviços avançaram 0,47% no IPCA.

     

    A alta de 9,3% das receitas anuais nominais foi a maior desde setembro de 2013 (+9,7%). Descontada a inflação, houve crescimento real de 1,1%, o maior desde abril de 2013. No ano passado, a receita dos serviços apurou alta nominal de 10,0% e real de -0,2%.

     

  • Recuo da ICF em março reforça moderação do consumo no primeiro trimestre do ano

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apresentou em março recuo de 3,3% (125,5 pontos) na comparação com fevereiro, e queda de 5,1% em relação a março de 2013. Alta mais forte do nível de preços no mês, manutenção de um elevado nível de endividamento e crédito mais caro mantiveram a intenção de consumo em um ritmo inferior. Apesar do resultado, o índice mantém-se acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável.

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apresentou em março recuo de 3,3% (125,5 pontos) na comparação com fevereiro, e queda de 5,1% em relação a março de 2013. Alta mais forte do nível de preços no mês, manutenção de um elevado nível de endividamento e crédito mais caro mantiveram a intenção de consumo em um ritmo inferior. Apesar do resultado, o índice mantém-se acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável. Persistência inflacionária, crédito mais caro e nível de endividamento influenciaram a decisão de consumo no primeiro trimestre do ano.

     

    Na comparação mensal, todos os componentes da pesquisa apresentaram variações negativas. Mesmo estando ainda em um patamar favorável, os índices relacionados ao emprego e à renda também refletiram um menor otimismo das famílias com o mercado de trabalho. Na comparação anual, a ICF também apresentou variação negativa em todos os componentes da pesquisa. Uma alta mais forte do nível de preços no período, nível elevado de endividamento e aumento do custo do crédito vêm se refletindo em uma maior moderação do consumo. Na mesma base de comparação, o último resultado positivo foi em dezembro de 2012.

     

    Acesse a análise completa e os gráficos da ICF

    O economista Bruno Fernandes atenderá os jornalistas pelo telefone (21) 3804-9471.

     

  • Recuo da ICF em março reforça moderação do consumo

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apresentou em março recuo de 3,3% (125,5 pontos) na comparação com fevereiro, e queda de 5,1% em relação a março de 2013. Alta mais forte do nível de preços no mês, manutenção de um elevado nível de endividamento e crédito mais caro mantiveram a intenção de consumo em um ritmo inferior. Apesar do resultado, o índice mantém-se acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável.

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apresentou em março recuo de 3,3% (125,5 pontos) na comparação com fevereiro, e queda de 5,1% em relação a março de 2013. Alta mais forte do nível de preços no mês, manutenção de um elevado nível de endividamento e crédito mais caro mantiveram a intenção de consumo em um ritmo inferior. Apesar do resultado, o índice mantém-se acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável.

    Na comparação mensal, todos os componentes da pesquisa apresentaram variações negativas. Além dos fatores já mencionados, mesmo estando ainda em um patamar favorável, os índices relacionados ao emprego e à renda também refletiram um menor otimismo das famílias com o mercado de trabalho.

    Na comparação anual, a ICF também apresentou variação negativa em todos os componentes da pesquisa. Uma alta mais forte do nível de preços no período, nível elevado de endividamento e aumento do custo do crédito vêm se refletindo em uma maior moderação do consumo. Na mesma base de comparação, o último resultado positivo foi em dezembro de 2012.