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  • Boletim Informativo Diário (BID) 223/2013

    DESTAQUES:

    Arquivado o processo de pedido de alteração estatutária do Sindicato dos Armazéns Gerais no Estado do Paraná

    Retificada a denominação da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná, publicada no Despacho em 24 de setembro de 2013, que concedeu o pedido de alteração estatutária

    Retificado o Despacho de publicação referente à alteração estatutária do Sindicato dos Lojistas de Brusque – SIDILOJAS

    MTE institui Grupo de Trabalho para elaborar proposta de Sistema Único de Emprego e Trabalho Decente, a ser submetida à consulta pública no exercício de 2014

  • Escola Sesc de Ensino Médio é destaque no Enem

    A Escola Sesc de Ensino Médio ficou entre as dez primeiras do Rio de Janeiro no ranking do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), divulgado pelo Ministério da Educação. A Escola aparece na oitava posição entre as instituições da cidade do Rio de Janeiro e em 9º lugar no Estado. A escola foi também a única de acesso gratuito a aparecer no ranking fluminense.

    A Escola Sesc de Ensino Médio ficou entre as dez primeiras do Rio de Janeiro no ranking do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), divulgado pelo Ministério da Educação. A Escola aparece na oitava posição entre as instituições da cidade do Rio de Janeiro e em 9º lugar no Estado. A escola foi também a única de acesso gratuito a aparecer no ranking fluminense.

    “Os resultados do Enem mostram o acerto e o alcance do nosso projeto pedagógico”, diz a diretora da Escola, Claudia Fadel. “Se olharmos com atenção para os dados, veremos que a Escola Sesc de Ensino Médio é a única que atende jovens vindos de todo o Brasil, das mais distintas realidades sociais – e só temos o tempo e o espaço do Ensino Médio para colocar esses jovens em pé de igualdade com as melhores escolas do País”, explicou.

    Sobre a Escola

    Localizada no Rio de Janeiro, a Escola Sesc de Ensino Médio é um projeto pioneiro do Sesc, que nasceu com o objetivo de proporcionar aos estudantes um programa acadêmico individualizado e condições diferenciadas de apreensão dos conteúdos. A Escola tem turmas de no máximo 15 alunos, oriundos de todos os estados brasileiros, onde o aprendizado acontece em tempo integral numa comunidade residencial de alunos e professores.

    A Escola oferece um ambiente educativo integral, com um campus de 130 mil m² totalmente informatizado, projetado para ser um ambiente wireless (rede de comunicação sem fio). Os estudantes moram na Vila Acadêmica, com salas de estudo, copa de apoio e um professor residente em cada bloco.
    O campus conta ainda com teatro, biblioteca, ginásio coberto, quadras poliesportivas, piscina semiolímpica, campo de futebol, sala de dança, ginástica e musculação, centro de liderança, laboratórios, salas de artes, música e dança. Quando não estão estudando, os alunos participam das atividades extras: oficinas de leitura, aulas de arte ou esporte. Os estudantes também participam de cursos profissionalizantes do Senac.

  • Inadimplência menor pode impulsionar comércio no início de 2014

     Dados divulgados hoje (28) no relatório mensal do pelo Banco Central (BC) mostram que as linhas de cartão de crédito (+5,9%) e de crédito consignado (+3,8%) foram as principais modalidades responsáveis pelo crescimento de 3,4% na média diária da concessão de crédito ao consumidor entre outubro deste ano e o mesmo mês do ano passado.

     

     Dados divulgados hoje (28) no relatório mensal do pelo Banco Central (BC) mostram que as linhas de cartão de crédito (+5,9%) e de crédito consignado (+3,8%) foram as principais modalidades responsáveis pelo crescimento de 3,4% na média diária da concessão de crédito ao consumidor entre outubro deste ano e o mesmo mês do ano passado.

     

    Para Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os dados divulgados hoje pelo BC trazem duas notícias, uma boa e outra ruim. “A inadimplência entre os consumidores atingiu o nível mais baixo desde julho de 2011, o que será bom para o comércio no começo do próximo ano. Em contrapartida, tomar empréstimos para consumir ficou ainda mais caro. A taxa média deu um salto em outubro (38,3% ao ano) e é a mais alta desde abril do ano passado”, explica.

     

    Para a Confederação, confirmadas as expectativas de crescimento econômico (+2,5%) e da taxa Selic (10,00% ao ano em dezembro), a concessão de recursos aos consumidores deverá apresentar avanço real de +6,0% e a relação crédito/PIB fechar o ano em 56,1%, 2,3 pontos percentuais a mais em relação ao ano passado.

     

    Fabio Bentes destaca ainda que a concessão de crédito ao consumidor ficou mais cara em outubro na medida em que houve avanço de 3,4 pontos percentuais na taxa média de juros, para 38,3% ao ano. “Essa trajetória se deu, principalmente, em razão da alta de 20,3 pontos percentuais no custo das operações no crédito pessoal. Em relação ao mês anterior também houve crescimento, de 1,1 ponto percentual, com o encarecimento mais expressivo dos juros no crédito pessoal, uma alta de 6,0 pontos”, contextualiza. Atualmente, a modalidade de crédito mais cara acompanhada pelo Banco Central é o cheque especial, cuja taxa média atinge 144,5% ao ano.

     

    Clique aqui para a análise completa

     

  • Inadimplência menor pode impulsionar comércio no início de 2014

    Dados divulgados hoje (28) no relatório mensal do pelo Banco Central (BC) mostram que as linhas de cartão de crédito (+5,9%) e de crédito consignado (+3,8%) foram as principais modalidades responsáveis pelo crescimento de 3,4% na média diária da concessão de crédito ao consumidor entre outubro deste ano e o mesmo mês do ano passado. 

    Dados divulgados hoje (28) no relatório mensal do pelo Banco Central (BC) mostram que as linhas de cartão de crédito (+5,9%) e de crédito consignado (+3,8%) foram as principais modalidades responsáveis pelo crescimento de 3,4% na média diária da concessão de crédito ao consumidor entre outubro deste ano e o mesmo mês do ano passado. 

    Para Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os dados divulgados hoje pelo BC trazem duas notícias, uma boa e outra ruim. “A inadimplência entre os consumidores atingiu o nível mais baixo desde julho de 2011, o que será bom para o comércio no começo do próximo ano. Em contrapartida, tomar empréstimos para consumir ficou ainda mais caro. A taxa média deu um salto em outubro (38,3% ao ano) e é a mais alta desde abril do ano passado”, explica. 

    Para a Confederação, confirmadas as expectativas de crescimento econômico (+2,5%) e da taxa Selic (10,00% ao ano em dezembro), a concessão de recursos aos consumidores deverá apresentar avanço real de +6,0% e a relação crédito/PIB fechar o ano em 56,1%, 2,3 pontos percentuais a mais em relação ao ano passado. 

    Fabio Bentes destaca ainda que a concessão de crédito ao consumidor ficou mais cara em outubro na medida em que houve avanço de 3,4 pontos percentuais na taxa média de juros, para 38,3% ao ano. “Essa trajetória se deu, principalmente, em razão da alta de 20,3 pontos percentuais no custo das operações no crédito pessoal. Em relação ao mês anterior também houve crescimento, de 1,1 ponto percentual, com o encarecimento mais expressivo dos juros no crédito pessoal, uma alta de 6,0 pontos”, contextualiza. Atualmente, a modalidade de crédito mais cara acompanhada pelo Banco Central é o cheque especial, cuja taxa média atinge 144,5% ao ano. Acesse abaixo a análise completa da Divisão Econômica da CNC. 

  • O Brasil no mapa mundial da inovação

    O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, fala sobre inovação em artigo na edição de hoje  do Jornal do Commercio-RJ, intitulado O Brasil no mapa mundial da inovação.

    O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, fala sobre inovação em artigo na edição de hoje  do Jornal do Commercio-RJ, intitulado O Brasil no mapa mundial da inovação. No início do texto, Oliveira Santos destaca que as grandes inovações dão origem aos ciclos econômicos que determinam novos padrões dos processos produtivos, como foi o caso da máquina a vapor no século XVIII ou do chip da microeletrônica, que deu origem, em meados do Século XX, a processos baseados na tecnologia da informação.

    Depois de mencionar os vários tipos de inovação, desde os mais evidentes até os menos perceptíveis, Oliveira Santos ressalta que essas reflexões foram provocadas pelo recente anúncio do ranking dos países em relação ao Índice Global da Inovação para 2013. 

    No ranking, a liderança está com a Suíça, com uma pontuação de 66,59 e no topo da lista estão também os países do Norte da Europa e os Estados Unidos. No conjunto composto por 142 países, a pontuação alcançada pelo Brasil – 36,33 – situa nosso País na posição 64, abaixo de outros países da América Latina: Chile, Argentina e México. O presidente da CNC destaca que, “quanto à capacidade de inovar, a posição 64 para o Brasil está em desacordo com sua posição na listagem das dez economias mais importantes no plano mundial”. Ele assinala o Brasil tem em várias instituições acadêmicas e empresas, verdadeiros “bolsões de conhecimento”, que são fonte de inovação nos processos produtivos. “É o caso, por exemplo, da Petrobras, que desenvolveu a tecnologia da exploração do petróleo em águas profundas, assim como da Embrapa, que vem gerando avanços constantes nas técnicas de ponta das atividades agropecuárias”.

  • O Brasil no mapa mundial da inovação (Jornal do Commercio de 28 de novembro de 2013)

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

    Engenheiro e ex- professor titular de Física da Universidade Federal do Espirito Santo

     

    O vocábulo inovação como motor do desenvolvimento e fator explicativo dos ciclos econômicos surge na literatura acadêmica a partir dos escritos de Joseph Schumpeter, um dos grandes economistas do século XX.

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

    Engenheiro e ex- professor titular de Física da Universidade Federal do Espirito Santo

     

    O vocábulo inovação como motor do desenvolvimento e fator explicativo dos ciclos econômicos surge na literatura acadêmica a partir dos escritos de Joseph Schumpeter, um dos grandes economistas do século XX.

    A ideia de inovação significa um rompimento total ou parcial com o passado, através de uma exploração exitosa de novas ideias. Grandes inovações dão origem aos ciclos econômicos que determinam novos padrões dos processos produtivos, como foi o caso da máquina a vapor no século XVIII ou do chip da microeletrônica, que deu origem, em meados do Século XX, a processos baseados na tecnologia da informação. A par das “grandes inovações”, há constantemente, como resultado do engenho da mente humana, inovações de menor alcance que poderiam ser chamadas de inovações incrementais. Como exemplo desse tipo de inovação, pode-se citar o carro flex, cujo motor a explosão (Ciclo Otto) foi adaptado para queimar, em combinações variáveis, gasolina e álcool.

    Entre os vários tipos de inovação, os mais evidentes são os que modificam o produto ou alteram o processo. A transmissão automática nos automóveis foi uma inovação introduzida no produto; o lingotamento contínuo na siderurgia foi uma inovação no processo. Mas há também inovações menos perceptíveis, como as introduzidas no modelo organizacional das empresas ou nas práticas mercadológicas.

    Essas reflexões foram provocadas pelo recente anúncio da classificação ordinal (ranking) dos países em relação ao Índice Global da Inovação para 2013. Este indicador vem sendo construído há seis anos, como resultado da cooperação entre a Universidade de Cornell, o Instituto Francês de Administração, o INSEAD e a Organização Mundial para a Propriedade Industrial, em inglês WIPO.

    A construção desse Índice leva em conta 84 fatores indutores da inovação, entre os quais cabe destacar a natureza das instituições, a qualificação do capital humano, os recursos aplicados em ciência e tecnologia e o conhecimento por eles gerado, assim como a própria infraestrutura econômica em seus efeitos sobre as empresas.

    No ranking, a liderança está com a Suíça, com uma pontuação de 66,59, somados todos os fatores que facilitam o ambiente para a inovação. Não surpreende que no topo da lista estejam também os países do Norte da Europa e os Estados Unidos. No conjunto listado, composto por 142 países, a pontuação alcançada pelo Brasil – 36,33 – situa nosso País na posição 64, abaixo de outros países da América Latina: Chile, Argentina e México.

    Embora o ranking da inovação resulte de um modelo matemático, a informação veiculada pelas instituições acima referidas não permite distinguir inovações de grande alcance das inovações menores, denominadas incrementais. A falta dessa distinção impede que se faça uma correlação entre a dimensão econômica de um país e sua propensão a inovar. Quanto à capacidade de inovar, a posição 64 para o Brasil está em desacordo com sua posição na listagem das dez economias mais importantes no plano mundial.

    Assinale-se que, embora o Brasil não se destaque em relação a outros países da América Latina, pela qualidade do seu sistema educacional, em especial no ensino das ciências e das matemáticas, tem, não obstante, em várias instituições acadêmicas e empresas, verdadeiros “bolsões de conhecimento”, que são fonte de inovação nos processos produtivos. É o caso, por exemplo, da Petrobras, que desenvolveu a tecnologia da exploração do petróleo em águas profundas, assim como da Embrapa, que vem gerando avanços constantes nas técnicas de ponta das atividades agropecuárias.

     

    Jornal do Commércio, 28 de novembro de 2013.

  • Novidades no Segs são apresentadas no XII Encontro de Multiplicadores

    Multiplicadores do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) participaram, nos dias 26 e 27 de novembro, do XII Encontro de Multiplicadores, realizado pela Gerência de Programas Externos (GPE) da CNC, no auditório da Confederação, no Rio de Janeiro.

    A abertura do evento, no dia 26, foi realizada pelo secretário-geral da CNC, Eraldo Alves da Cruz. “Este encontro vem crescendo ano após ano. Os números do Segs impressionam e é graças ao trabalho de vocês que essa excelência tem sido cumprida”, afirmou Eraldo aos participantes.

    Multiplicadores do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) participaram, nos dias 26 e 27 de novembro, do XII Encontro de Multiplicadores, realizado pela Gerência de Programas Externos (GPE) da CNC, no auditório da Confederação, no Rio de Janeiro.

    A abertura do evento, no dia 26, foi realizada pelo secretário-geral da CNC, Eraldo Alves da Cruz. “Este encontro vem crescendo ano após ano. Os números do Segs impressionam e é graças ao trabalho de vocês que essa excelência tem sido cumprida”, afirmou Eraldo aos participantes.

    No encontro, foi divulgado o resultado do Ciclo 2013 do Segs, com 817 sindicatos aderidos ao programa, o que corresponde a 80% do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (Sicomércio).  Além disso, os assessores da GPE prestaram atendimento presencial a 103 turmas, com 1584 participações em 689 horas de treinamentos.

    Já nas capacitações EAD, a grande novidade do Segs em 2013, foram 452 avaliadores capacitados de 336 entidades. O Sistema realizou ainda sete videoconferências em 2013, com a participação de 839 pessoas. “Foi um ano de mudanças, mas conseguimos evoluir muito em 2013. E isso tudo não seria possível sem o apoio fundamental dos multiplicadores em cada federação”, afirmou o gerente de Programas Externos, Rodrigo Wepster.

    Ainda durante o evento, os multiplicadores receberam das mãos de Eraldo Alves da Cruz um certificado de participação no Ciclo 2013. Em seguida, os assessores da GPE Alexandre Marcelo e Anderson Bohrer apresentaram os resultados dos Grupos de Trabalho que tratam dos Indicadores e da Gestão do Segs, respectivamente.

    Mudanças no Segs

    Também no primeiro dia do Encontro, a gerente de Projetos da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), Ana Souza, e a técnica da FNQ, Luciana Lima, fizeram a entrega do esboço inicial do projeto de revisão dos instrumentos de avaliação do Segs. O projeto, feito pela FNQ com auxílio da CNC, propõe uma mudança nos métodos atuais de avaliação do Sistema, que foi posto para avaliação dos multiplicadores e deve passar a valer apenas a partir de 2015.

    Serão reformulados o Guia de Avaliação Simplificado (GAS) e os Guias de Excelência de Níveis I e II, para se alinhar aos critérios do Modelo de Excelência em Gestão (Meg) da FNQ. A CNC passou a ser membro da FNQ em 2012. “Esse é um caminho que permite melhorias na gestão das entidades sindicais e o alinhamento com os programas e prêmios de excelência existentes em todo o País”, disse Ana Souza.

    Já no dia 27, os multiplicadores relembraram a trajetória do Segs desde as primeiras discussões, em 2006, até os dias de hoje, vislumbrando o cenário no futuro. Também puderam conhecer o cronograma das atividades para 2014 e os novos grupos de trabalho que devem ser implementados.

    Outra novidade apresentada foi o Programa de Formação de Multiplicadores do Segs, com a presença da consultora pedagógica da CNC, Laura Coutinho, que desenvolveu o projeto junto à GPE. O programa pretende capacitar os multiplicadores do Segs, com o intuito de aprimorar e intensificar os atendimentos às entidades sindicais, permitindo que atuem junto aos assessores da GPE em treinamentos, na implantação do Segs e em outras iniciativas. “As avaliações do Segs fazem com que os avaliados realmente aprendam. Por isso, é importante que vocês, multiplicadores, estejam preparados para atuar nessa frente, sendo gestores da aprendizagem”, afirmou Laura.

    Serão aulas divididas em módulos, que terão etapas presenciais e à distância, começando já em março de 2014.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 222/2013

    DESTAQUES:

    Aprovada a reestruturação da Comissão Intersetorial de Alimentação e Nutrição – CIAN, para o exercício do mandato de 2013 a 2015, constituída, entre outros representantes, pela CNC

    Pedidos de registro sindical requeridos pelo Sindicato dos Revendedores de Gás Liquefeito de Petróleo do Estado do Espírito Santo; pelo Sindicato das Oficinas de Chaveiro e Prestadores de Serviços de Instalação e Venda de Sistema de Alarme e Aparelhos de Segurança do Estado de São Paulo; e pelo Sindicato das Empresas Distribuidoras de Combustíveis do Estado do Paraná – SICOMPAR

    Deferido o registro sindical ao Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Limeira e Região/SP

  • TV CNC – Encontro em Manaus encerra ciclo regional do Sicomércio

    Dirigentes de sindicatos do comércio dos sete estados da Região Norte e de federações nacionais do comércio de bens, serviços e turismo debateram, na capital amazonense, os rumos do sindicalismo patronal e os novos conceitos para a defesa dos interesses do setor. O evento encerrou o ciclo de encontros regionais do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio.

    Assista ao vídeo:

    Dirigentes de sindicatos do comércio dos sete estados da Região Norte e de federações nacionais do comércio de bens, serviços e turismo debateram, na capital amazonense, os rumos do sindicalismo patronal e os novos conceitos para a defesa dos interesses do setor. O evento encerrou o ciclo de encontros regionais do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio.

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  • Congresso Regional do Sicomércio – Edição Norte

    Veja como foi a realização do Congresso Regional do Sicomércio com os sindicatos e federações da região Norte.

    Veja como foi a realização do Congresso Regional do Sicomércio com os sindicatos e federações da região Norte.