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  • Serviços têm aceleração na receita em 2013

    A receita nominal do setor de serviços cresceu 2,9% em julho, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje, 18 de setembro, pelo IBGE. Na comparação com o mesmo mês de 2012, a alta foi de 9,0% – uma aceleração em relação à variação anual de junho (+8,8%) e a maior desde o último mês de abril (+11,6%). O setor de serviços responde por mais 1/3 de todo o valor adicionado gerado na economia brasileira.

    A receita nominal do setor de serviços cresceu 2,9% em julho, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje, 18 de setembro, pelo IBGE. Na comparação com o mesmo mês de 2012, a alta foi de 9,0% – uma aceleração em relação à variação anual de junho (+8,8%) e a maior desde o último mês de abril (+11,6%). O setor de serviços responde por mais 1/3 de todo o valor adicionado gerado na economia brasileira.

    Os serviços prestados às famílias (+12,8%) e os transportes e correios (+ 12,4%) foram os principais destaques do segmento. No entanto, o baixo crescimento dos serviços variados de manutenção, reparo e apoio à agropecuária (+2,0%) impediu uma alta mais expressiva do setor terciário.

    O crescimento modesto do setor também se reflete na evolução do emprego. Foram criados 255 mil novos postos de trabalho na área de serviços – uma alta no acumulado deste ano menor que no mesmo período de 2012, quando foram criadas 383 mil vagas.

    A primeira divulgação da PMS foi feita no final de agosto, com dados referentes ao período de janeiro de 2012 a junho de 2013. Não são contemplados na pesquisa os serviços de saúde, de educação e financeiros. A PMS ainda não conta com um deflator específico, tampouco com ajustamento sazonal. Utilizando-se a inflação dos serviços do IPCA acumulada nos últimos 12 meses (8,5%) como deflator da receita nominal de serviços, o crescimento real do setor teria sido de 0,5% no período.

     

    Confira aqui a nota completa da Divisão Econômica da CNC 

  • Congresso mantém vetos presidenciais e multa do FGTS não é extinta

    O Congresso decidiu manter todos os vetos da presidente Dilma Roussef a projetos em análise na noite desta terça-feira (17/9). Uma nova sessão conjunta para exame de vetos presidenciais está convocada para o dia 15 de outubro, às 19 horas.

    O tema mais polêmico da sessão foi o veto ao Projeto de Lei Complementar 200/12, que extingue a multa adicional de 10% sobre o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), paga pelos empregadores ao governo nas demissões sem justa causa.

    O Congresso decidiu manter todos os vetos da presidente Dilma Roussef a projetos em análise na noite desta terça-feira (17/9). Uma nova sessão conjunta para exame de vetos presidenciais está convocada para o dia 15 de outubro, às 19 horas.

    O tema mais polêmico da sessão foi o veto ao Projeto de Lei Complementar 200/12, que extingue a multa adicional de 10% sobre o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), paga pelos empregadores ao governo nas demissões sem justa causa.

    Para assegurar a manutenção do veto, o governo, que desde a semana passada vinha mantendo entendimentos com sua base no Congresso, apresentou projeto para garantir a utilização do dinheiro da multa no financiamento exclusivo do programa Minha Casa, Minha Vida. O objetivo é bancar a construção de mais de dois milhões de moradias populares em 2014. O PLP 328/13 já tramita na Câmara em regime de urgência constitucional.

    O governo alegava que a extinção da cobrança da multa geraria um impacto de R$ 3 bilhões, o que afetaria ações de infraestrutura e programas sociais.

    Por sua vez, empresários e representantes da indústria sustentam que a contribuição já cumpriu a função de corrigir desequilíbrio na correção dos saldos das contas individuais do FGTS. A última parcela das dívidas geradas com os planos econômicos foi paga em junho de 2012.

    A multa rescisória de 10% foi criada em 2001 para cobrir rombos nas contas do FGTS provocados pelos Planos Verão e Collor 1, de combate à inflação, em 1989 e 1990. Além da multa rescisória de 10%, o empregador que demite sem justa causa paga ainda ao empregado indenização equivalente a 40% do saldo do FGTS.

  • Oposição critica multa de 10% sobre o FGTS; governo diz que defende trabalhador

    Durante a votação de vetos presidenciais pelos parlamentares nesta terça-feira (17/9), o debate ficou concentrado na proposta que trata da multa de 10% sobre o valor do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), em caso de demissão sem justa causa. O Congresso aprovou em julho deste ano o Projeto de Lei Complementar 200/12, que extingue a cobrança extra, mas a presidente Dilma Rousseff vetou a proposta.

    Durante a votação de vetos presidenciais pelos parlamentares nesta terça-feira (17/9), o debate ficou concentrado na proposta que trata da multa de 10% sobre o valor do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), em caso de demissão sem justa causa. O Congresso aprovou em julho deste ano o Projeto de Lei Complementar 200/12, que extingue a cobrança extra, mas a presidente Dilma Rousseff vetou a proposta.

    Como alternativa para tentar manter o veto, o governou enviou nesta terça-feira ao Parlamento uma nova proposta (Projeto de Lei Complementar 328/13) que destina oficialmente a arrecadação com a multa ao programa Minha Casa, Minha Vida. Caso o trabalhador não utilize os recursos para isso, poderá sacar sua parte quando se aposentar, segundo a proposta.

    O governo argumenta que os recursos já são destinados ao programa habitacional, embora não haja esta previsão em lei. A estimativa do Executivo é que o fim da multa representaria uma queda da ordem de R$ 3 bilhões em arrecadação destinada ao Minha Casa, Minha Vida.

    Inconstitucional

    Para a oposição, o projeto do Executivo, além de injustificado, é inconstitucional. Já para o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), quem defende o fim da multa e critica a proposta da presidente “se esconde atrás de um discurso ideológico de quinta categoria para esconder o lado em que está, o dos mais ricos”.

    O deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) apresentou questão de ordem ao presidente do Congresso, senador Renan Calheiros, questionando a constitucionalidade da proposta do governo. Na concepção do deputado, a iniciativa viola a Constituição porque o Legislativo ainda não encerrou o debate sobre o assunto.

    Essa interpretação foi compartilhada pelo deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP). Ele destacou que “há um capítulo inteiro da Constituição que veda a mudança de finalidade de tributos e contribuições”. Diante disso, para ele, a proposta, na verdade, cria um novo imposto de forma disfarçada.

    Finalidade atingida

    Os representantes da oposição também afirmaram que não há motivo para manter a multa. Segundo argumentam, ela foi instituída como contribuição extra temporária com a finalidade de recompor o FGTS, prejudicado por programas econômicos. Atualmente, no entanto, sustentam que o problema já foi solucionado.

    O líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO), ressaltou que “o curador do fundo atesta que ele já foi recomposto e, portanto, não há mais necessidade da cobrança extra”. Os oposicionistas consideram que, na verdade, o governo usa a multa para fazer superavit primário.

    Caiado disse ainda que o governo comete uma “inverdade” ao informar que os recursos arrecadados com a multa de 10% sobre o valor do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) irão para o trabalhador. Como os recursos do FGTS são corrigidos a 3% ao ano, e o trabalhador só poderá sacar os recursos na aposentadoria, “quando receber, não compra uma dúzia de ovos”, ironizou o líder.

    Trabalhadores

    Já para Chinaglia, “ninguém pode questionar” a destinação de recursos para o Minha Casa, Minha Vida. “Esse programa tem uma dimensão inimaginável para os mais pobres”, sustentou. Daí afirmar tratar-se de “um tema central, em que cada deputado ou senador, ao fazer suas escolhas, mostra de que lado está, se do lado dos trabalhadores, ou daqueles que têm melhores oportunidades econômicas”.

    Também para o deputado Assis Melo (PCdoB-RS), a manutenção do veto significa “manter o emprego e a dignidade dos trabalhadores”. Além disso, ele defendeu que acabar com a multa seria “abrir a porta para a terceirização e reduzir direitos dos trabalhadores”.

    O líder do PT, deputado José Guimarães (CE), relatou que fez uma longa reunião com a base governista e garantiu que “toda a bancada, solidária com a presidenta Dilma”, votaria pela manutenção dos vetos. O deputado considera que a destinação da multa ao Minha Casa, Minha Vida fortalecerá o programa, que, além de facilitar a construção de mais moradia para a população mais pobre, “tem forte impacto na geração de emprego”.

    Para o líder do PSC, deputado Andre Moura (SE), porém, o governo não precisa desses recursos para fortalecer o Minha Casa, Minha Vida. Isso porque, segundo disse, neste ano o Executivo contingenciou 20% do orçamento do programa, que seria de R$ 36 bilhões. “Então, não são esses R$ 3 bilhões que querem retirar do empresário que vão resolver o problema”, sustentou.

  • Projeto que destina multa do FGTS para habitação tramitará com urgência

    A ministra da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Ideli Salvatti, apresentou aos líderes da base aliada, em reunião nesta terça-feira (17/9), projeto de lei complementar (PLP) do governo estabelecendo que os recursos advindos da multa de 10% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) serão destinados ao Programa Minha Casa, Minha Vida. A multa é paga pelos empregadores em caso de demissão sem justa causa.

    A ministra da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Ideli Salvatti, apresentou aos líderes da base aliada, em reunião nesta terça-feira (17/9), projeto de lei complementar (PLP) do governo estabelecendo que os recursos advindos da multa de 10% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) serão destinados ao Programa Minha Casa, Minha Vida. A multa é paga pelos empregadores em caso de demissão sem justa causa.

    O projeto (PLP 328/13) altera a Lei Complementar 110/01, que instituiu a multa, e vai tramitar em regime de urgência constitucional. Conforme a proposta, os trabalhadores demitidos sem justa causa que não tenham sido beneficiários do programa habitacional do governo poderão sacar o valor da multa no momento da aposentadoria.

    A proposta do governo tramita em conjunto com o PLP 51/07, do ex-deputado José Carlos Machado (SE), que propõe o fim da multa de 10%. Também apensado ao PLP 51 está o projeto de autoria do deputado Eduardo Cunha (RJ), líder do PMDB, que determina que a multa paga pela empresa na demissão sem justa causa seja integralmente revertida ao trabalhador (PLP 306/13).

    Antes de ir ao Plenário, as propostas serão analisadas por três comissões (Trabalho, de Administração e Serviço Público; Finanças e Tributação; Constituição e Justiça e de Cidadania).

  • Lindbergh pede a Renan que marque votação da reforma do ICMS

    O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) fez um apelo ao presidente do Senado, Renan Calheiros, para que marque uma data para a votação da reforma do ICMS. Para Lindbergh, presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), a definição apressaria as negociações com os governadores. “Foi assim quando aprovamos essa matéria na CAE”, disse ele nesta terça-feira (17/9).

    O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) fez um apelo ao presidente do Senado, Renan Calheiros, para que marque uma data para a votação da reforma do ICMS. Para Lindbergh, presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), a definição apressaria as negociações com os governadores. “Foi assim quando aprovamos essa matéria na CAE”, disse ele nesta terça-feira (17/9).

    Lindbergh pediu que Renan, “com a capacidade de articulação que tem, traga o assunto à alçada da Presidência do Senado”. Isso é necessário, argumentou, “porque os investimentos no País estão paralisados e há uma insegurança jurídica muito grande”.

    Lindberg comentou reportagem do jornal Valor Econômico, publicada na segunda-feira (16/9), segundo a qual governadores das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste estariam mobilizando suas bancadas para rejeitar o projeto da reforma do ICMS, convalidar os incentivos fiscais já concedidos e adiar a edição de súmula vinculante pelo Supremo Tribunal Federal que derruba os atuais benefícios.

    O senador afirmou que a pauta estabelecida pelos governadores é contraditória. “Só há um caminho para convalidar os incentivos fiscais já concedidos e adiar a súmula vinculante: votar a reforma do ICMS no Plenário do Senado”, reiterou, acrescentando que “estamos perto disso”.

    Por essa razão, Lindbergh insistiu que os debates marcados para quinta-feira da próxima semana (26/9), na sessão temática sobre pacto federativo, se concentrem em questões como o ICMS. Em resposta, Renan disse que concorda com os argumentos do presidente da CAE e se comprometeu a consultar tanto o próprio Lindbergh como os líderes partidários para discutir uma data para a votação.

  • RECEITA DOS SERVIÇOS MOSTRA ACELERAÇÃO EM JULHO

    O setor de serviços pesquisado mensalmente pelo IBGE responde por mais 1/3 de todo o valor adicionado gerado na economia brasileira. A primeira divulgação da PMS ocorreu no final de agosto de 2013 com dados referentes ao período de janeiro de 2012 a junho de 2013. A PMS ainda não conta com um deflator específico tampouco com ajustamento sazonal. Utilizando-se a inflação dos serviços do IPCA acumulada nos últimos doze meses como deflator da receita nominal de serviços, a CNC verifica o crescimento real do setor no período.

    O setor de serviços pesquisado mensalmente pelo IBGE responde por mais 1/3 de todo o valor adicionado gerado na economia brasileira. A primeira divulgação da PMS ocorreu no final de agosto de 2013 com dados referentes ao período de janeiro de 2012 a junho de 2013. A PMS ainda não conta com um deflator específico tampouco com ajustamento sazonal. Utilizando-se a inflação dos serviços do IPCA acumulada nos últimos doze meses como deflator da receita nominal de serviços, a CNC verifica o crescimento real do setor no período. Não são contemplados na pesquisa os serviços de saúde, de educação e financeiros.

  • Pressionado, MEC propõe novo texto para Meta 4 do Plano Nacional de Educação

    A pressão das entidades dedicadas às crianças e jovens com deficiência surtiu efeito: o Ministério da Educação (MEC) anunciou que vai propor uma nova redação para a Meta 4 do Plano Nacional de Educação (PNE). Essas entidades afirmam que, dependendo do texto a ser aprovado, há o risco de que se acabe com o acompanhamento diferenciado oferecido em escolas públicas para alunos com deficiência.

    A pressão das entidades dedicadas às crianças e jovens com deficiência surtiu efeito: o Ministério da Educação (MEC) anunciou que vai propor uma nova redação para a Meta 4 do Plano Nacional de Educação (PNE). Essas entidades afirmam que, dependendo do texto a ser aprovado, há o risco de que se acabe com o acompanhamento diferenciado oferecido em escolas públicas para alunos com deficiência.

    O MEC também informou que a Meta 4 não vai mais definir uma data para o fim dos repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) às instituições que oferecem ensino especial, como é o caso da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). A previsão inicial era que esses repasses fossem encerrados a partir de 2017, o que gerou diversos protestos.

    O anúncio de uma nova redação para a Meta 4 foi feito por Macaé Maria Evaristo dos Santos, representante do MEC, durante a audiência pública realizada nesta segunda-feira (16/9) pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH). O Plano Nacional de Educação tramita na Casa sob a forma de um projeto de lei, o PLC 103/2012, e a controvérsia em torno dessas questões vem atrasando sua aprovação.

    Apesar das concessões que anunciou, Macaé fez um alerta: na visão do governo, as instituições privadas filantrópicas e comunitárias “precisam ir se preparando para assumir o atendimento educacional especializado [destinado aos alunos com deficiência]”.

    Preferencial

    O PNE havia sido aprovado na Câmara dos Deputados com o seguinte texto para a Meta 4: “Universalizar, para a população de quatro a 17 anos, o atendimento escolar aos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, preferencialmente na rede regular de ensino, garantindo o atendimento educacional especializado em salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou comunitários, nas formas complementar e suplementar, em escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados”.

    Ao tramitar na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), essa redação foi alterada pelo senador José Pimentel (PT-CE). Entre outras modificações, ele retirou o termo “preferencialmente”. Para os críticos, tal mudança abre uma brecha para que as escolas públicas deixem de oferecer acompanhamento diferencial para os alunos com deficiência.

    Entre as opções de acompanhamento diferenciado estão as classes especiais (oferecidas pelas próprias escolas públicas, paralelamente às classes regulares), os centros de ensino especial (que se dedicam exclusivamente a esses alunos) e as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes).

    Um dos críticos do texto aprovado na CAE foi o senador Wellington Dias (PT-PI), que é pai de uma adolescente autista. Ele disse que muitos estudantes com deficiência não conseguem se adaptar às escolas regulares, seja pelas suas próprias dificuldades ou porque as escolas não estão preparadas para recebê-los.

    “Elas podem, inclusive, ficar traumatizadas com a experiência. É comum. Os pais de crianças com deficiências sabem como é essa drama, que eu vivenciei com minha esposa”, disse ele. Wellington Dias afirmou que, com a redação dada à Meta 4 pela CAE (que ainda não incorporou a nova proposta do MEC), “o que fica para o ensino especializado [direcionados aos alunos com deficiência] é o chamado contraturno; é como se o estudante fosse obrigado a estudar em uma escola regular para ter direito à escola especializada, o que é inaceitável. Como já disse ao ministro [da Educação], sou o líder do partido da presidente aqui no Senado, mas tenho divergências quanto a este assunto”, frisou Wellington.

    Escola especial: inclusão

    Lurdinha Danezy, coordenadora-geral do Fórum Permanente de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência do DF e Entorno (Faped), utilizou argumentos semelhantes aos de Wellington ao defender as escolas especiais. Mãe de um adolescente com Síndrome de Down, ela lembrou que há vários tipos de deficiências (que vão da surdez à cegueira, por exemplo, a deficiências que prejudicam o desenvolvimento mental) e em variados graus. Para ela, “com o modelo de escola regular atual, as escolas especiais precisam existir, porque as pessoas com deficiências muito severas precisam desse ensino diferenciado”.

    Resssaltou que, “se acabarmos com as escolas especiais, estaremos condenando muitas pessoas com deficiência a passar o resto de suas vidas dentro de casa. Estaremos excluindo-as do convívio social” e acrescentou que “a escola é o ambiente ideal para o desenvolvimento cognitivo e profissional”.

    O Plano Nacional de Educação está para ser votado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado (CCJ).

  • Comissão votará LDO após audiência com Tombini

    A Comissão Mista de Orçamento deve votar o relatório final da proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO – PLN 2/13) para 2014 após a audiência com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, marcada para hoje (18/9), às 14h30.

    A Comissão Mista de Orçamento deve votar o relatório final da proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO – PLN 2/13) para 2014 após a audiência com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, marcada para hoje (18/9), às 14h30.

    O presidente do colegiado, senador Lobão Filho (PMDB-MA), suspendeu a sessão desta terça-feira (17/9) para aguardar a votação da PEC do Orçamento Impositivo (PEC 565/06, PEC 22/00 no Senado) pelo Senado, que torna obrigatória a execução orçamentária e financeira das emendas parlamentares ao Orçamento até o total de 1% da receita corrente líquida realizada no ano anterior.

    Política monetária

    A audiência pública com o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, é obrigação prevista no artigo 9º da Lei de Responsabilidade Fiscal (101/00),  e tratará das diretrizes e perspectivas da política monetária nacional.

    A audiência pública será promovida em conjunto pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação e de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara; e pelas comissões Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização; de Assuntos Econômicos e de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado.

  • Deputados destacam ações do Sesc/DF

    A Câmara homenageou, em sessão solene, o Serviço Social do Comércio do Distrito Federal (Sesc/DF), que completou 56 anos de atividades. O deputado Izalci (PSDB-DF) falou em nome do deputado Roberto de Lucena (PV-SP), autor do requerimento para a realização da sessão, que não pôde comparecer à homenagem. De acordo com Izalci, a trajetória de serviços prestados com competência pela instituição é reconhecida e admirada por todos.

    A Câmara homenageou, em sessão solene, o Serviço Social do Comércio do Distrito Federal (Sesc/DF), que completou 56 anos de atividades. O deputado Izalci (PSDB-DF) falou em nome do deputado Roberto de Lucena (PV-SP), autor do requerimento para a realização da sessão, que não pôde comparecer à homenagem. De acordo com Izalci, a trajetória de serviços prestados com competência pela instituição é reconhecida e admirada por todos. “Criada para contribuir para o bem-estar e a melhoria da qualidade de vida dos empregados do setor de comércio, bens e serviços, a instituição atende brasileiros de todas as classes sociais, com os seus cursos, serviços de assistência e apoio as artes e ao esporte. O Sesc é protagonista no desenvolvimento de uma educação de qualidade para todos”, disse Izalci. O deputado Onofre Santo Agostini (PSD-SC) lembrou que o Sesc está presente no DF desde 1966 e conta com 11 unidades operacionais, que atendem 221 mil comerciários.

    “As atividades do Sesc são bastante abrangentes, contemplando as áreas de educação, saúde, alimentação, cultura, ação social, turismo e lazer”, destacou. O líder do governo da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), destacou as parcerias do Parlamento com a instituição, e ressaltou que a entidade gera no Brasil cerca de 25 mil postos de trabalho. Segundo o parlamentar, os cursos oferecidos pelo chamado ‘Sistema S’ são objeto de desejo inclusive da classe média, dada à qualidade do ensino ministrado.

    “Presto as minhas homenagens aos dirigentes e aos funcionários do Sesc. São estes que transformam em vida, em alma e trabalho aquilo que é o propósito da instituição”, declarou. “Acompanho há 25 anos a trajetória do Sesc e do Senac no meu estado, numa tradição de identificação com as duas entidades”, afirmou o deputado Mauro Benevides (PMDB-CE).

    Em mensagem enviada ao Plenário, o presidente Henrique Eduardo Alves destacou a relevância do Sesc e afirmou que a entidade é referência no panorama cultural do DF. “Que o excelente trabalho desenvolvido pela instituição se perpetue e proporcione cada vez mais oportunidade de acesso a serviços essenciais para o bem estar dos brasilienses”, disse.

    Bosque dos Constituintes

    Como parte da sessão solene e das homenagens ao aniversário do Sesc do Distrito Federal, o diretor regional da instituição, José Roberto Sfair Macedo, participou do plantio de uma muda de copaíba no Bosque dos Constituintes, ao lado da Praça dos Três Poderes.

  • Intenção de Consumo das Famílias registra alta de 2,3% em setembro

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), que a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga hoje (18), apresentou elevação de 2,3% (126,2 pontos) em setembro, na comparação com o mês imediatamente anterior, e recuo de 7,0% em relação a setembro de 2012.

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), que a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulga hoje (18), apresentou elevação de 2,3% (126,2 pontos) em setembro, na comparação com o mês imediatamente anterior, e recuo de 7,0% em relação a setembro de 2012. Uma base de comparação mais fraca, o programa de estímulo do governo Minha Casa Melhor e o alívio pontual da inflação alimentaram uma evolução da confiança das famílias no mês atual. Entretanto, o menor otimismo quanto ao emprego e a renda e a manutenção de taxas de juros mais elevadas para aquisição de crédito mantiveram a intenção de consumo em um patamar inferior ao do ano passado. O índice mantém-se acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável de consumo. 

    Na comparação mensal, todos os componentes relacionados ao mercado de trabalho e ao consumo apresentaram variações positivas. Tal fato não ocorria desde dezembro de 2012. Os seguidos recuos do índice nos meses anteriores provocaram uma base fraca de comparação. Além disso, o alívio pontual da inflação e a adoção do programa Minha Casa Melhor permitiram uma elevação da confiança em relação ao consumo em geral. Esses fatores levaram o item Consumo Atual a alcançar novamente o nível positivo de satisfação (101,3 pontos). Na comparação anual, a ICF apresentou variação negativa (-7,0%), puxada por todos os componentes da pesquisa na mesma base de comparação. As maiores dificuldades de aquisição de crédito e cenário menos favorável para o mercado de trabalho impactaram negativamente a confiança das famílias no período.