O volume de vendas do comércio varejista brasileiro deverá crescer aproximadamente 4,5% no Natal deste ano. A projeção é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para a entidade, apesar da expectativa de alta, o aumento do faturamento será menor do que os 8,1% apurados no mesmo período do ano passado.
O volume de vendas do comércio varejista brasileiro deverá crescer aproximadamente 4,5% no Natal deste ano. A projeção é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para a entidade, apesar da expectativa de alta, o aumento do faturamento será menor do que os 8,1% apurados no mesmo período do ano passado.
A desaceleração das vendas deverá se aplicar também à criação de postos de trabalho temporários. As vagas temporárias voltadas para o período natalino, que em 2012 cresceram 3,1%, este ano deverão avançar menos (+1,8%), com a geração de aproximadamente 123 mil empregos temporários. Clique aqui para acessar a nota completa.
O volume de vendas do comércio varejista brasileiro deverá crescer aproximadamente 4,5% no Natal deste ano. A projeção é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para a entidade, apesar da expectativa de alta, o aumento do faturamento será menor do que os 8,1% apurados no mesmo período do ano passado.
O volume de vendas do comércio varejista brasileiro deverá crescer aproximadamente 4,5% no Natal deste ano. A projeção é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para a entidade, apesar da expectativa de alta, o aumento do faturamento será menor do que os 8,1% apurados no mesmo período do ano passado.
A desaceleração das vendas deverá se aplicar também à criação de postos de trabalho temporários. As vagas temporárias voltadas para o período natalino, que em 2012 cresceram 3,1%, este ano deverão avançar menos (+1,8%), com a geração de aproximadamente 123 mil empregos temporários. Faça abaixo o download da nota completa.
Em sua 3ª edição, o Congresso Regional do Sicomércio reuniu, na estalagem das Minas Gerais – hotel administrado pelo Sesc-MG, em Ouro Preto -, os líderes dos sindicatos do comércio de bens, serviços e turismo da região Sudeste. Durante três dias de convivência, os participantes puderam se atualizar sobre o atual estágio do sindicalismo patronal, as transformações e os principais desafios do setor.
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Em sua 3ª edição, o Congresso Regional do Sicomércio reuniu, na estalagem das Minas Gerais – hotel administrado pelo Sesc-MG, em Ouro Preto -, os líderes dos sindicatos do comércio de bens, serviços e turismo da região Sudeste. Durante três dias de convivência, os participantes puderam se atualizar sobre o atual estágio do sindicalismo patronal, as transformações e os principais desafios do setor.
O setor de comércio passou a ser o setor mais representativo entre as empresas de alto crescimento, segundo aponta a pesquisa Demografia das Empresas, divulgada nesta sexta-feira, 23 de agosto, pelo IBGE. O estudo mostra que, em 2011, 26,7% das empresas de melhor desempenho pertenciam ao setor. Em seguida aparecem as indústrias de transformação (23,3%) e construção (12,9%).
O setor de comércio passou a ser o setor mais representativo entre as empresas de alto crescimento, segundo aponta a pesquisa Demografia das Empresas, divulgada nesta sexta-feira, 23 de agosto, pelo IBGE. O estudo mostra que, em 2011, 26,7% das empresas de melhor desempenho pertenciam ao setor. Em seguida aparecem as indústrias de transformação (23,3%) e construção (12,9%).
“Embora o ano de 2010 tenha registrado a maior alta do volume de vendas do varejo na década, o surgimento de empresas comerciais em 2011 não foi tão expressivo quanto nos anos anteriores. Com uma taxa de entrada abaixo da média da economia e dos anos anteriores, as empresas comerciais se tornaram, de fato, mais produtivas no período analisado”, afirmou o economista da CNC Fabio Bentes.
De acordo com o estudo, empresas de alto crescimento são aquelas que empregam pelo menos dez trabalhadores e apresentam expansão de pessoal ocupado acima de 20% ao ano durante três anos. O IBGE levantou informações sobre 4,5 milhões de empresas em todo o País que, juntas, empregam 39,3 milhões de pessoas, com salário médio de R$1.578,27.
No segundo dia do Enaex 2013, realizado pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), no Rio de Janeiro, o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Wellington Moreira Franco, falou sobre as ações que vêm sendo realizadas na área de infraestrutura aeoportuária. Segundo ele, deverá ser lançado em novembro o edital para ampliação e reformas de 45 dos 270 aeroportos regionais que fazem parte do programa de ampliação previsto para ser concluído até 2016.
No segundo dia do Enaex 2013, realizado pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), no Rio de Janeiro, o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Wellington Moreira Franco, falou sobre as ações que vêm sendo realizadas na área de infraestrutura aeoportuária. Segundo ele, deverá ser lançado em novembro o edital para ampliação e reformas de 45 dos 270 aeroportos regionais que fazem parte do programa de ampliação previsto para ser concluído até 2016. As intervenções envolverão a melhoria e ampliação das pistas, dos terminais de passageiros e dos pátios. “Com os investimentos que estamos fazendo, não apenas físicos, mas também de gestão, em dois ou três anos deveremos ter uma nova realidade no setor”, previu o ministro.
Além do prosseguimento do programa de concessões de aeroportos, com as licitações do Galeão (Rio) e de Confins (Belo Horizonte) confirmadas para outubro, Moreira Franco informou que a Infraero vem fazendo intervenções em 20 aeroportos do País, ampliando pistas, pátios e terminais de passageiros. Mas existem dificuldades.
Um dos grandes obstáculos enfrentados atualmente na parte de infraestrutura aeroportuária, de acordo com o ministro, é a qualidade dos projetos executivos para a realização das obras, muito afetada pela falta de empresas e de mão de obra especializada. “Durante muitos anos o governo enfrentou uma incapacidade de investimento que resultou na falência de muitas empresas especializadas e desestimulou a renovação dos quadros de profissionais como engenheiros e arquitetos. Com a retomada dos investimentos a partir do governo Lula e, principalmente, do governo da presidente Dilma, há uma demanda com dificuldade de ser atendida”, afirmou Moreira Franco, observando que o volume de intervenções físicas é grande, o que exige a mobilização de um número considerável de empresas e profissionais.
Governo avalia ajuda a empresas aéreas
Moreira Franco confirmou também que o governo avalia o atendimento de reivindicações feitas pelas quatro grandes empresas aéreas brasileiras (TAM, Gol, Azul e Avianca), pressionadas pela variação cambial. “Já tivemos uma reunião e estamos avaliando o que pode ser feito na esfera da Secretaria. Quanto a medidas envolvendo outros órgãos do governo, faremos nova reunião na semana que vem para ver o melhor encaminhamento”, disse o ministro. “De qualquer forma, precisamos ter em conta que a responsabilidade de gestão é das empresas e questões como câmbio são parte integrante de sua atuação”.
O Enaex 2013, que conta com o apoio institucional da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), termina hoje, com a apresentação do resumo das propostas elaboradas durante o encontro. Uma das novidades apresentadas neste segundo dia foi o aplicativo da Receita Federal que permitirá aos importadores fazerem consultas, simulações e acompanhamentos da situação de seus produtos por meio de smartphones e tablets. Segundo José Carlos Fonseca, que falou sobre o projeto durante a apresentação sobre facilitação do comércio exterior feita pelo secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, o aplicativo deverá estar disponível para download até o final do ano. “Será um divisor de águas por permitir o acesso às informações de qualquer lugar”, disse.
Arquivado o pedido de alteração estatutária de interesse do Sindicato do Comércio Atacadista, Importador, Exportador e Distribuidor de Material de Construção e de Material Elétrico no Estado de São Paulo – SINCOMACO
Pedido de registro sindical requerido pelo Sindicato das Empresas de Segurança Eletrônica do Estado do Mato Grosso – SIESE-MT
Designada representante do Ministério do Trabalho e Emprego junto aos Conselhos Nacionais do SENAC e SESC
DESTAQUES:
Arquivado o pedido de alteração estatutária de interesse do Sindicato do Comércio Atacadista, Importador, Exportador e Distribuidor de Material de Construção e de Material Elétrico no Estado de São Paulo – SINCOMACO
Pedido de registro sindical requerido pelo Sindicato das Empresas de Segurança Eletrônica do Estado do Mato Grosso – SIESE-MT
Designada representante do Ministério do Trabalho e Emprego junto aos Conselhos Nacionais do SENAC e SESC
O cenário não poderia ser mais inspirador. Entre as montanhas que emolduram a cidade histórica de Ouro Preto, nas confortáveis instalações do hotel administrado pelo Sesc-MG, os presidentes dos sindicatos patronais do comércio de bens, serviços e turismo da região Sudeste se reuniram, durante três dias, para debater os rumos das entidades representativas dos empresários do setor.
Liderança
O cenário não poderia ser mais inspirador. Entre as montanhas que emolduram a cidade histórica de Ouro Preto, nas confortáveis instalações do hotel administrado pelo Sesc-MG, os presidentes dos sindicatos patronais do comércio de bens, serviços e turismo da região Sudeste se reuniram, durante três dias, para debater os rumos das entidades representativas dos empresários do setor.
Foi o terceiro encontro do Congresso Regional do Sicomércio, que vem se consolidando como uma poderosa iniciativa para o fortalecimento da liderança e do associativismo no âmbito do nosso sistema. As regiões Sul e Nordeste já haviam sediado – em Florianópolis e no Recife, respectivamente, e com o mesmo sucesso – os eventos voltados aos líderes dos sindicatos integrados ao Sicomércio.
A cada encontro realizado, consolida-se a certeza de que somente com sindicatos e lideranças fortes será possível levar o setor aos níveis de excelência requeridos pelo contexto de atuação em que as entidades estão inseridas. E é preciso acreditar sempre no poder de transformação proporcionado pelo conhecimento, pelo intercâmbio de ideias e pela troca de experiências.
Ao promover eventos como os Congressos do Sicomércio e as reuniões regionais da Comissão de Negociação Coletiva do Comércio (CNCC), em um contexto de várias outras iniciativas, a CNC, com a valiosa parceria das Fecomércios, reafirma o compromisso de fortalecer a representação e a representatividade dos empresários que fazem parte de um dos setores vitais para o desenvolvimento do Brasil.
Um setor que vem se mobilizando na defesa do fim da multa adicional de 10% do FGTS para demissões sem justa causa, criada para recompor o desequilíbrio do Fundo causado por planos econômicos da década de 1990. Como mostra a reportagem de capa desta edição, a dívida já foi paga. Transformar a multa em mais um componente do orçamento federal, conforme tem defendido o governo, é um erro que contraria tudo o que vem sendo exaustivamente debatido sobre a necessidade de diminuir a sobrecarga tributária do setor produtivo.
Fator básico para a competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional, a infraestrutura logística é o tema central do do 32º Encontro Nacional de Comércio Exterior – Enaex, que está sendo realizado no espaço do Armazém 2 do Píer Mauá, no Rio de Janeiro.
Fator básico para a competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional, a infraestrutura logística é o tema central do do 32º Encontro Nacional de Comércio Exterior – Enaex, que está sendo realizado no espaço do Armazém 2 do Píer Mauá, no Rio de Janeiro. “Sabemos que o Brasil tem um grande potencial no setor, mas, infelizmente, os problemas e desafios ainda são igualmente grandes”, disse José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior (AEB) na abertura do evento, na manhã desta quinta-feira (22), destacando a tradição do Enaex de servir como espaço de reflexão das questões que envolvem o comércio exterior do País.
Para o presidente da AEB, são quatro os alicerces que precisam ser trabalhados para que o comércio exterior brasileiro desenvolva todo o seu potencial: melhoria da infraestrutura, que é deficiente e afeta a competitividade das empresas exportadoras; diminuição da burocracia; modernização do sistema tributário; e adequação das leis trabalhistas. Em relação ao câmbio, José Augusto disse que a valorização do dólar frente ao real melhora a situação do comércio exterior, mas não resolve. “O câmbio não é o problema central. Se as empresas não tiverem preços competitivos vão continuar a enfrentar dificuldades”, afirmou o dirigente, lembrando a importância da derrubada do veto da presidente Dilma à prorrogação do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra) até o final de 2014.
Promovido pela AEB, o 32º Enaex conta com o apoio institucional da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e reúne autoridades, empresários, executivos e profissionais do setor público e privado, neste que é considerado o mais importante evento de comércio exterior do Brasil. Este ano, foram registradas 3.200 inscrições, mostrando que as questões do setor estão na ordem do dia e que é preciso encontrar soluções para destravar potencial exportador brasileiro. O Senac e a Feduaneiros estão entre os expositores do encontro.
O consultor Econômico da Presidência da CNC, Ernane Galvêas, presidente de honra da AEB, que compôs a mesa da solenidade de abertura, destacou a parceria que a Confederação historicamente mantém com a Associação. “A CNC tem uma relação muito importante com a AEB e há tempos vimos trabalhando na mesma direção, procurando ajudar a Associação a cumprir uma importante tarefa principalmente nas exportações brasileiras”, disse Galvêas. “O comércio exterior brasileiro tem um grande desafio pela frente, que é dobrar as nossas exportações, hoje em 250 bilhões de dólares, nos próximos anos, e o Enaex tem um importante papel a desempenhar neste cenário.”
O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, almoçou, nesta quinta-feira, com os diretores da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro. Entre os assuntos abordados, o fim da multa adicional de 10% do FGTS paga pelos empregadores no caso de demissões sem justa causa e a necessidade de regulamentação dos serviços terceirizáveis.
O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, almoçou, nesta quinta-feira, com os diretores da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro. Entre os assuntos abordados, o fim da multa adicional de 10% do FGTS paga pelos empregadores no caso de demissões sem justa causa e a necessidade de regulamentação dos serviços terceirizáveis.
Manoel Dias destacou a importância do diálogo para que sejam alcançadas as melhores soluções. “O País já passou por grandes transformações, com a incorporação de milhões de pessoas ao mercado de trabalho e ao mercado consumidor. Precisamos, agora, atender aos anseios dessa sociedade que está exigindo novas soluções. Cabe ao Ministério mediar a negociação dessas soluções nas relações de trabalho”, afirmou. O ministro destacou que sua gestão será marcada pela negociação, como prática permanente e prioritária. “O Ministério é um instrumento que regula a relação capital-trabalho, e nosso País deve adotar princípios que nos levem ao progresso efetivo como nação”, completou.
O presidente da Confederação, Antonio Oliveira Santos, destacou a importância das relações entre o Ministério e os representantes dos empresários na busca de soluções adequadas, que beneficiem a economia e a sociedade como um todo. “Todos sabemos que existimos para buscar soluções para os conflitos decorrentes das relações de trabalho. O empregador deseja o bem-estar de seus empregados, e o ministro do Trabalho e Emprego busca soluções, muitas vezes partindo de pontos divergentes, para atender aos interesses do País, das classes produtoras e dos trabalhadores”, disse Oliveira Santos. O presidente da CNC apresentou ao ministro Dias o ponto de vista dos empresários do comércio quanto à multa de 10% do FGTS, à Portaria 186/2008, que rege os registros de entidades sindicais de grau superior, e à regulamentação da terceirização no País. “A terceirização é uma questão séria e urgente. Esperamos que o ministro ache uma solução para o assunto. Nossa casa, nossos empresários, federações e sindicatos estão abertos ao ministro Manoel Dias, para que ele possa contar com nossa parceira”, disse o presidente da CNC.
Para o ministro Manoel Dias, ao não regulamentar a terceirização, permanecem problemas para todos os envolvidos. Mas esse cenário está para mudar. “Fomos buscar o entendimento. Conseguimos cancelar a votação do parecer que trata do assunto e estamos há mais de dois meses negociando – trabalhadores, empresários, Congresso Nacional e Ministério do Trabalho e Emprego. Há um consenso entre as partes, e a maioria das questões prioritárias deve prevalecer”, disse. “A luta de classes, hoje, se dá pelo diálogo, pela negociação”, afirmou o ministro.