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  • Sumário Econômico 1331

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Pesquisa do IBGE confirma 1º semestre fraco no varejo – Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE, o volume de vendas do comércio varejista apresentou variação de +1,7% em relação a junho de 2012. As maiores altas na comparação anual ocorreram nos ramos de combustíveis e lubrificantes (+8,1%) e artigos de uso pessoal e doméstico (+7,8%). Por outro lado, as vendas de tecidos, vestuário e calçados apresentaram o pior desempenho ante os demais setores (-3,2%) e evitaram uma oscilação mais expressiva do indicador. A expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo é que o volume de vendas feche 2013 com alta de 3,8% em relação a 2012, apresentando, portanto, desaceleração ante os 8,4% registrados no ano passado. Ao final do ano, deverão se sobressair os ramos de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+8,9%) e artigos de uso pessoal e doméstico (+6,4%). Contribuem para a desaceleração do varejo em 2013 a acomodação do mercado de trabalho, com expansão de 1,5% na massa real de rendimentos, e a perda de fôlego na concessão de crédito aos consumidores (+5,9% em relação a junho de 2012). O crédito mais caro tem levado a uma desaceleração na demanda por recursos que, no primeiro semestre, avançaram 4,7% em relação ao mesmo período de 2012. Ao final dos seis primeiros meses de 2012, essa variação era de 14,1%. O resultado de junho confirmou o primeiro semestre de 2013 como o mais fraco em termos de crescimento de vendas desde 2003. No acumulado do ano, o varejo registra alta de 3,0% nas vendas. A expectativa é que os dados relativos a julho revelem variação de +0,7% sobre o mês anterior.

     

    Outras matérias:

    Intenção de Consumo das Famílias mantém-se no menor patamar da série – A pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou recuo de 1,3% (123,4 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior e queda de 9,0% em relação a agosto de 2012. O índice mantém-se no menor nível da série iniciada em janeiro de 2010. O menor otimismo quanto ao emprego e à renda, a sustentação de um nível ainda elevado de endividamento e o aumento do custo do crédito são alguns dos fatores que vêm se refletindo nos números. Apesar do resultado, o índice mantém-se acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável de consumo. Na comparação mensal, com exceção do componente Perspectiva Profissional, todos os outros componentes relacionados ao mercado de trabalho e ao consumo apresentaram variações negativas. As incertezas quanto às condições econômicas no curto prazo, como inflação e mercado de trabalho, provocaram menor confiança e disposição ao consumo para o mês de agosto.

    Comércio exterior em julho – O comércio exterior brasileiro acumulou saldo negativo de US$ 5,0 bilhões até julho, de acordo com os dados preliminares do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O resultado da balança comercial é fruto de exportações de US$ 135,3 bilhões e de importações que somaram US$ 140,2 bilhões. Apesar da redução nas vendas externas este ano, o crescimento mais acelerado das importações contribuiu para o incremento de 4% no volume de comércio, que já soma US$ 275,5 bilhões nos sete meses de 2013. Com isso, as projeções para a balança comercial em 2013 apontam para exportações de US$ 241,0 bilhões e importações de US$ 236,5 bilhões, resultando no saldo positivo de US$ 4,5 bilhões. O Banco Central, um pouco mais otimista, estima que as vendas externas alcancem US$ 248 bilhões, enquanto as compras de outros países somam US$ 241 bilhões, com superávit de US$ 7 bilhões.

    O desperdício de alimentos e a fome – O desequilíbrio entre a população e a oferta de alimentos pode ser minimizado por meio da redução das perdas que ocorrem nas diferentes etapas de obtenção de alimentos, desde a produção, passando pela comercialização até o consumo. Um estudo da Organização das Nações Unidas (ONU) alerta para o desafio de reduzir o desperdício e a fome mundial, além de satisfazer às necessidades de uma população em rápida expansão. Todos os anos, um terço de toda a comida produzida pelo sistema agrícola global está sendo perdida. A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) estima que 1/3 da produção global de alimentos é perdida ou desperdiçada. Infelizmente, o desperdício continua sendo detectado em diversos setores da sociedade brasileira, embora suas consequências comecem a ser analisadas de forma mais abrangente – nunca se discutiu tanto a necessidade de rever processos, atitudes e valores e desenvolver sistemas para a redução das perdas. Em relação à fome, é importante analisar principalmente os índices de natalidade dos países que têm grande desenvolvimento populacional (Índia, África); que visam estabelecer uma estrutura diferenciada em relação ao método utilizado referente à China; que, por meio da obtenção de uma população numerosa, impõem ao país que seja submetido à determinação de quantidade de filhos que cada casal deve ter, ou seja, que haja controle de natalidade.

    X Convenção das MPEs e dos EIs – Foi um sucesso. Assim resume-se a X Convenção das Micro e Pequenas Empresas e dos Empreendedores Individuais, realizada nos dias 15 e 16 deste mês, em Vitória (ES), com mais de 500 pessoas, por entidade parceira da CNC, uma das principais no Fórum Permanente das MPEs, em Brasília – a Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas e dos Empreendedores Individuais (Conampe) –, que contou, para o êxito do evento, com o apoio da agência de desenvolvimento Aderes – cabendo ressaltar que, há alguns anos, esta foi totalmente repaginada pelo governo do Estado do Espírito Santo para formular e executar políticas públicas exclusivamente para o desenvolvimento das MPEs e dos Empreendedores Individuais. Com transmissão ao vivo pela internet, e também realizada gestualmente na versão em libras, para deficientes auditivos, além da extensa plateia, o seminário reuniu representantes e lideranças de 23 estados mais o Distrito Federal.

     

  • Boletim Informativo Diário (BID) 156/2013

    DESTAQUES:

    Alterada norma que estabelece o processo eleitoral para os Colegiados Setoriais do Conselho Nacional de Política Cultural para o período de 2012 a 2014

    Pedido de registro sindical requerido pelo Sindicato Intermunicipal das Empresas de Prestação de Serviços e de Comércio Varejista de Produtos para Animais – SINDPET/SP

    DESTAQUES:

    Alterada norma que estabelece o processo eleitoral para os Colegiados Setoriais do Conselho Nacional de Política Cultural para o período de 2012 a 2014

    Pedido de registro sindical requerido pelo Sindicato Intermunicipal das Empresas de Prestação de Serviços e de Comércio Varejista de Produtos para Animais – SINDPET/SP

    Sindicato das Empresas Locadoras de Bens Móveis, Videolocadoras, Locadoras de Equipamentos Xerográficos e Heliográficos, Locadoras de Equipamentos Médicos, Elétricos, Eletrônicos e de Informática, Equipamentos Pesados e para Construção Civil, Locadoras de Automóveis, Caminhões, Roupas, Televisores e Livros do Estado do Rio de Janeiro convoca para a AGE a ser realizada no dia 5 de setembro de 2013

  • Mercado de trabalho perde força no segundo semestre de 2013

    A massa real de rendimentos cresceu 2,7% em relação a julho de 2012 atingindo R$43,1 bilhões, segundo a última Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgada hoje (22/08) pelo IBGE. Na comparação anual, esse desempenho adveio de variações de +1,5% tanto na população ocupada quanto no rendimento real dos trabalhadores. O contingente de pessoas ocupadas nas seis principais regiões metropolitanas do país alcançou 23,14 milhões de trabalhadores.

    A massa real de rendimentos cresceu 2,7% em relação a julho de 2012 atingindo R$43,1 bilhões, segundo a última Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgada hoje (22/08) pelo IBGE. Na comparação anual, esse desempenho adveio de variações de +1,5% tanto na população ocupada quanto no rendimento real dos trabalhadores. O contingente de pessoas ocupadas nas seis principais regiões metropolitanas do país alcançou 23,14 milhões de trabalhadores. O nível de ocupação no comércio cresceu 1,1% em relação a julho de 2012 e, em termos regionais, foi impulsionado pelo maior ritmo de contratações em Salvador (+20,5%) e em Recife (+2,5%). A desocupação no setor, atualmente em 3,5%, encontra-se significativamente abaixo da média das demais atividades econômicas (6,1%). O rendimento médio no comércio apresentou ganho real de 1,5% na comparação anual atingindo R$1.482,60.”

    Considerando as expectativas de crescimento do PIB (+2,3%) e do INPC (+6,0%) para 2013, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que a taxa média de desemprego deverá encerrar o ano em torno de 5,3% da população economicamente ativa. Isso significa que de cada 100 pessoas 5,3 não estão conseguindo colocação no mercado de trabalho. Neste mesmo cenário a massa de rendimentos encerraria o ano com oscilação de +1,9%.

  • Criação de vagas de trabalho em 2013 pode ser a menor em 10 anos

    O emprego formal no Brasil cresceu 0,10% em julho na comparação com o mês anterior, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. A diferença entre admissões e demissões no mês produziu um saldo positivo de 41,5 mil postos de trabalho. Feitos os ajustes sazonais, houve variação de +0,28% em relação a junho, com destaque para os serviços (+0,18%) e o comércio (+0,07%). Na comparação anual, os setores que mais contribuíram para a expansão do emprego foram os de serviços (+3,15%) e de comércio (+3,21%).

    O emprego formal no Brasil cresceu 0,10% em julho na comparação com o mês anterior, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. A diferença entre admissões e demissões no mês produziu um saldo positivo de 41,5 mil postos de trabalho. Feitos os ajustes sazonais, houve variação de +0,28% em relação a junho, com destaque para os serviços (+0,18%) e o comércio (+0,07%). Na comparação anual, os setores que mais contribuíram para a expansão do emprego foram os de serviços (+3,15%) e de comércio (+3,21%).

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta a geração líquida de 929,13 mil postos de trabalho formais este ano, o que representaria um avanço de 3,4% no estoque de mão-de-obra, na comparação com 2012. Já para o comércio, a expectativa é de que sejam criadas 247,3 mil postos este ano. A Divisão Econômica da entidade destaca que os primeiros meses do ano são sazonalmente fracos em termos de contratações no comércio, mas o baixo desempenho das vendas do varejo em 2013 tem dificultado a reversão do saldo negativo de vagas geradas pelo setor. No acumulado de janeiro a julho, o saldo de vagas no comércio ainda encontra-se negativo em 3.324 vagas, contra 88,7 mil do mesmo período do ano passado.

    Confira a análise completa da Divisão Econômica da CNC

  • Criação de vagas de trabalho em 2013 pode ser a menor em 10 anos

    O emprego formal no Brasil cresceu 0,10% em julho na comparação com o mês anterior, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. A diferença entre admissões e demissões no mês produziu um saldo positivo de 41,5 mil postos de trabalho. Feitos os ajustes sazonais, houve variação de +0,28% em relação a junho, com destaque para os serviços (+0,18%) e o comércio (+0,07%). Na comparação anual, os setores que mais contribuíram para a expansão do emprego foram os de serviços (+3,15%) e de comércio (+3,21%).

    O emprego formal no Brasil cresceu 0,10% em julho na comparação com o mês anterior, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. A diferença entre admissões e demissões no mês produziu um saldo positivo de 41,5 mil postos de trabalho. Feitos os ajustes sazonais, houve variação de +0,28% em relação a junho, com destaque para os serviços (+0,18%) e o comércio (+0,07%). Na comparação anual, os setores que mais contribuíram para a expansão do emprego foram os de serviços (+3,15%) e de comércio (+3,21%).

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta a geração líquida de 929,13 mil postos de trabalho formais este ano, o que representaria um avanço de 3,4% no estoque de mão-de-obra, na comparação com 2012. Já para o comércio, a expectativa é de que sejam criadas 247,3 mil postos este ano. A Divisão Econômica da entidade destaca que os primeiros meses do ano são sazonalmente fracos em termos de contratações no comércio, mas o baixo desempenho das vendas do varejo em 2013 tem dificultado a reversão do saldo negativo de vagas geradas pelo setor. No acumulado de janeiro a julho, o saldo de vagas no comércio ainda encontra-se negativo em 3.324 vagas, contra 88,7 mil do mesmo período do ano passado.

    Confira a análise completa da Divisão Econômica da CNC

  • Criação de vagas de trabalho em 2013 pode ser a menor em 10 anos

    O emprego formal no Brasil cresceu 0,10% em julho na comparação com o mês anterior, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. A diferença entre admissões e demissões no mês produziu um saldo positivo de 41,5 mil postos de trabalho. Feitos os ajustes sazonais, houve variação de +0,28% em relação a junho, com destaque para os serviços (+0,18%) e o comércio (+0,07%). Na comparação anual, os setores que mais contribuíram para a expansão do emprego foram os de serviços (+3,15%) e de comércio (+3,21%).

    O emprego formal no Brasil cresceu 0,10% em julho na comparação com o mês anterior, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. A diferença entre admissões e demissões no mês produziu um saldo positivo de 41,5 mil postos de trabalho. Feitos os ajustes sazonais, houve variação de +0,28% em relação a junho, com destaque para os serviços (+0,18%) e o comércio (+0,07%). Na comparação anual, os setores que mais contribuíram para a expansão do emprego foram os de serviços (+3,15%) e de comércio (+3,21%).

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta a geração líquida de 929,13 mil postos de trabalho formais este ano, o que representaria um avanço de 3,4% no estoque de mão-de-obra, na comparação com 2012. Já para o comércio, a expectativa é de que sejam criadas 247,3 mil postos este ano. A Divisão Econômica da entidade destaca que os primeiros meses do ano são sazonalmente fracos em termos de contratações no comércio, mas o baixo desempenho das vendas do varejo em 2013 tem dificultado a reversão do saldo negativo de vagas geradas pelo setor. No acumulado de janeiro a julho, o saldo de vagas no comércio ainda encontra-se negativo em 3.324 vagas, contra 88,7 mil do mesmo período do ano passado.

  • Dinâmica de grupo simula de negociação

    Em um exercício final do 5º Encontro da CNCC, o diretor da Alencar Rosssi Negociações Coletivas, Alencar Naul Rossi, e diretor de relações do trabalho da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Magnus Ribas Apostólico, lideram dinâmica que simula negociação coletiva entre empregadores e empregados. O objetivo ensinar aos negociadores, na prática, o que foi discutido durante os dois dias do evento.

    Em um exercício final do 5º Encontro da CNCC, o diretor da Alencar Rosssi Negociações Coletivas, Alencar Naul Rossi, e diretor de relações do trabalho da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Magnus Ribas Apostólico, lideram dinâmica que simula negociação coletiva entre empregadores e empregados. O objetivo ensinar aos negociadores, na prática, o que foi discutido durante os dois dias do evento.

    Os palestrantes dividiram o grupo maior em duas partes, simulando reuniões de trabalhadores e de empresários. Cada um desses subgrupos traçaram estratégias em torno do tema repassado pelos mediadores.

    Em uma reunião final, representantes de das empresas e dos funcionários praticam a negociação coletiva, com a apresentação de propostas, previamente alinhadas conforme estratégia definida durante suas reuniões, realizadas em sigilo.

    A dinâmica marcou o encerramento do encontro, que é o último do ano de 2013.

     

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  • Boletim Informativo Diário (BID) 155/2013

    DESTAQUES:

    Arquivado o processo de pedido de alteração estatutária do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Estado da Bahia – SINDILOJAS/BA

    Designados membros do Sindicato do Comércio Varejista de Taubaté como representantes dos empregadores no Conselho de Previdência Social da Gerência Executiva do INSS em Taubaté

    Sindicato Nacional do Comércio Atacadista de Papel e Papelão convoca os Associados para a eleição que se realizará no dia 27 de novembro de 2013

    DESTAQUES:

    Arquivado o processo de pedido de alteração estatutária do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Estado da Bahia – SINDILOJAS/BA

    Designados membros do Sindicato do Comércio Varejista de Taubaté como representantes dos empregadores no Conselho de Previdência Social da Gerência Executiva do INSS em Taubaté

    Sindicato Nacional do Comércio Atacadista de Papel e Papelão convoca os Associados para a eleição que se realizará no dia 27 de novembro de 2013

  • Cebri realiza amanhã evento sobre processos impulsionados pela Rio+20

    O Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) realizará, em parceria com a Fundação Konrad Adenauer (KAS), a Mesa Redonda “Caminhos para o Futuro que Queremos”. O evento acontecerá no dia 22 de agosto de 2013, das 13h30 às 18h00, no Auditório do Instituto de Relações Internacionais (IREL) da Universidade de Brasília.

    O Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) realizará, em parceria com a Fundação Konrad Adenauer (KAS), a Mesa Redonda “Caminhos para o Futuro que Queremos”. O evento acontecerá no dia 22 de agosto de 2013, das 13h30 às 18h00, no Auditório do Instituto de Relações Internacionais (IREL) da Universidade de Brasília.

    Na ocasião, serão discutidas as principais questões referentes a dois importantes processos multilaterais impulsionados pela conferência Rio+20, realizada em 2012: a busca por indicadores que complementem a medida do Produto Interno Bruto, incluindo medidas de bem-estar social e sustentabilidade; e a análise dos mecanismos globais de financiamento para mitigação e adaptação às mudanças climáticas. Também será abordada à participação brasileira nessas iniciativas e à elaboração de propostas concretas para fortalecer a agenda internacional do desenvolvimento sustentável. Para saber mais, clique aqui.

  • Negociação Coletiva no âmbito do Sicomércio

    Presidentes das federações do comércio do Piauí e do Ceará, Francisco Valdeci Cavalcanti e Luiz Gastão Bittencourt, respectivamente, mediados pelo presidente da federação de Sergipe, Abel Gomes da Rocha, palestraram sobre o tema da Negociação Coletiva no âmbito do Sicomércio, na sede da Fecomércio-GO, durante o 5º Encontro da CNCC, em 21 de agosto.

    Presidentes das federações do comércio do Piauí e do Ceará, Francisco Valdeci Cavalcanti e Luiz Gastão Bittencourt, respectivamente, mediados pelo presidente da federação de Sergipe, Abel Gomes da Rocha, palestraram sobre o tema da Negociação Coletiva no âmbito do Sicomércio, na sede da Fecomércio-GO, durante o 5º Encontro da CNCC, em 21 de agosto.

    “Vamos comentar aqui focando dois pontos: a gestão sindical e a negociação coletiva, que avaliamos muito importante”, disse Valdeci, que iniciou a apresentação com um histórico do movimento de negociação coletiva no País – ele comentou a criação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), promulgada em 1º de maio de 1943, e que, este ano, completou 70 anos.

    Um vídeo sobre a origem do instituto Cajamar e o que ele representou para o nosso País foi apresentado, trazendo também um histórico das movimentações sindicais.O vídeo mostra os sindicalismos laboral e patronal, como o dia 12 de maio de 1978, que marcou a história de movimentos quando um grupo de trabalhadores em São Bernardo do Campo, vestiram seus uniformes, bateram o ponto de registro de chegada, mas não ligaram as máquinas.

    Gastão apontou a principal “razão de ser” de um sindicato é a negociação, “Com ela vamos entender de que forma nossos trabalhadores vão trabalhar, como nossas empresas vão funcionar”, afirmou.

    Para valdeci, a negociação é a única forma de se chegar a um consenso sem interferência do governo. Ele aponta alguns objetivos comuns entre os trabalhadores, como melhores salários e trabalhar por menos horas.“As principais reivindicações no estado do Ceará, por exemplo: seguro de vida; seguro de acidente de trabalho; cesta básica; plano de saúde; auxílio creche; local de troca de roupa; liberação saúde; assedio moral e sexual”, citou.

    Já Luiz Gastão Bittencourt falou sobre o que ele chamou de “desafios do negociador” e  das conquistas dos trabalhadores: vale alimentação; estabilidade para gestante; tratamento com igualdade; cursos de aperfeiçoamento, entre outros.

    Leis que interferem no setor do comércio também foram discutidas, como a de número 12.790/13, que regulamenta a profissão do comerciário), sancionada pela presidente Dilma Rousseff em março deste ano, e a lei 11.603/07, que normatiza a abertura do comércio aos domingos. Segundo Gastão, é indispénsável, ao negociador, possuir conhecimento sobre o próprio setor e consciência da importância de seu desenvolvimento. “É importante conhecer a fundo esse setor para trabalhar a negociação. Uma convenção coletiva mal feita pode culminar no encerramento das atividades de muitas empresas”, destacou 

     

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