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  • Campanha incentiva o uso de software legalizado

    A pirataria de software no Brasil atinge mais da metade desse mercado (53%), de acordo com pesquisa da The Software Alliance (BSA). A prática afeta o crescimento econômico, o mercado legal, a geração de novos empregos e o investimento das empresas no desenvolvimento de novas tecnologias. Para auxiliar no combate a essa prática, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apoia e divulga a campanha Empreendedor Legal.

    A pirataria de software no Brasil atinge mais da metade desse mercado (53%), de acordo com pesquisa da The Software Alliance (BSA). A prática afeta o crescimento econômico, o mercado legal, a geração de novos empregos e o investimento das empresas no desenvolvimento de novas tecnologias. Para auxiliar no combate a essa prática, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apoia e divulga a campanha Empreendedor Legal.

    A campanha é fruto de parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) e outras entidades integrantes do Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP) e está sendo lançada nacionalmente. A Campanha “Empreendedor Legal” pretende promover a competitividade nacional, divulgando a importância do uso do software legalizado, entre os empresários brasileiros e o respeito à propriedade intelectual.

    A suplente da CNC no CNCP, Tatiana Abranches, representou a Confederação e afirmou o compromisso da entidade com a campanha. “O combate à pirataria é um importante passo para a formalização das empresas brasileiras, afinal o comerciante que paga impostos e gera empregos acaba sofrendo uma concorrência absolutamente desleal”, afirmou Tatiana. 

    A campanha pretende orientar os empresários para as vantagens da competição leal, que vem sendo exigida pela sociedade e principalmente pelos mercados exportadores. “O papel da Abes e de nossos parceiros é orientar as empresas brasileiras para a oportunidade deste cenário, mostrando que o mercado de TI legal pode ser, cada vez mais, um instrumento de produtividade e redução de riscos operacionais, bem como de diferencial competitivo”, afirmou o presidente do conselho deliberativo da Abes, Gérson Schmitt.

    Para o secretário executivo do Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), Rodolfo Tsunetaka, a pirataria representa um País no qual nenhum brasileiro quer viver. “O benefício econômico de comprar um produto pirata não paga o mal de estar contribuindo para manter um Brasil que ninguém quer: o Brasil da ilegalidade e do trabalho informal”, concluiu Rodolfo.

    Campanha educativa combate o uso de software pirata

    “Alguns erros estão na cara. Outros não.” Está é a mensagem da campanha, que traça um paralelo com o jogo dos sete erros, enfatizando que é fácil esconder algumas práticas de concorrência desleal como, por exemplo, a pirataria de software. Ao usar um software pirata, a empresa se beneficia ilegalmente em prejuízo dos seus competidores, contribui para o aumento do desemprego e ainda prejudica o crescimento econômico do país.

     O Portal de Denúncia Anônima (www.denunciepirataria.org.br) é o destaque da campanha que abre um novo canal de comunicação entre as empresas e as associações, estimulando um comportamento ativo da sociedade no combate à concorrência desleal.

    Além da CNC e da Abes, a campanha conta com a parceria da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), do The Software Alliance (BSA), do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e do Movimento Brasil Competitivo (MBC).

  • Boletim Informativo Diário (BID) 058/2013

    DESTAQUES:

    Designados representantes da CNC para compor o CONADE na gestão 2013-2015

    Arquivado processo de pedido de alteração estatutária do Sindicato do Comércio Varejista Transportador e Revendedor de GLP do Estado de Minas Gerais

    Promulgada Lei do Município do Rio de Janeiro que obriga o estabelecimento que comercializar álcool líquido a fixar cartaz de advertência sobre os acidentes que o produto pode provocar

    Sancionada Lei Complementar do Município do Rio de Janeiro que obriga a realização de vistorias técnicas periódicas nas edificações

    DESTAQUES:

    Designados representantes da CNC para compor o CONADE na gestão 2013-2015

    Arquivado processo de pedido de alteração estatutária do Sindicato do Comércio Varejista Transportador e Revendedor de GLP do Estado de Minas Gerais

    Promulgada Lei do Município do Rio de Janeiro que obriga o estabelecimento que comercializar álcool líquido a fixar cartaz de advertência sobre os acidentes que o produto pode provocar

    Sancionada Lei Complementar do Município do Rio de Janeiro que obriga a realização de vistorias técnicas periódicas nas edificações

  • Fecomércio Paraná promove Seminário sobre o Novo Código Comercial

    A Federação do Comércio do Paraná (Fecomércio-PR) e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) promovem em 8 de abril, em Curitiba, seminário sobre o Novo Código Comercial Brasileiro.

    A participação dos empresários resultará em um debate, visando o aperfeiçoamento da legislação comercial. O atual código comercial é datado de 1850 e, desde 2011, tramita na Câmara dos Deputados, o projeto de Lei nº 1.572, de autoria do deputado federal Vicente Cândido (PT-SP), visando à atualização da legislação sobre as relações empresariais.

    A Federação do Comércio do Paraná (Fecomércio-PR) e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) promovem em 8 de abril, em Curitiba, seminário sobre o Novo Código Comercial Brasileiro.

    A participação dos empresários resultará em um debate, visando o aperfeiçoamento da legislação comercial. O atual código comercial é datado de 1850 e, desde 2011, tramita na Câmara dos Deputados, o projeto de Lei nº 1.572, de autoria do deputado federal Vicente Cândido (PT-SP), visando à atualização da legislação sobre as relações empresariais.

    O projeto do novo código apresenta 670 artigos e dentre os assuntos que aborda está a mediação das relações comerciais online, a denominação empresarial, títulos eletrônicos e, também, a permissão para que a documentação empresarial seja mantida em meio eletrônico, dispensando assim o uso do papel.

    O vice-presidente da Comissão Especial do Projeto de Lei e o Deputado Federal Laércio Oliveira (PR-SE), e o presidente da Comissão Especial de Juristas do Projeto de Lei na Câmara Federal e autor intelectual do projeto, Dr. Fábio Ulhôa Coelho, serão os palestrantes do evento.

    A participação dos empresários é gratuita e as inscrições podem ser feitas pelo telefone 0800 643 6 346.


    Serviço:

    Seminário sobre o Novo Código Comercial

    Data: 8 de abril de 2013 (segunda-feira)

    Horário: Das 9h às 13h

    Local: Teatro Sesc da Esquina – Rua Visconde do Rio Branco, 969 – Curitiba

    Inscrições gratuitas pelo telefone: 0800 643 6 346

    Fonte: Fecomércio PR

  • Conotel debate os impactos dos grandes eventos no turismo

    O mercado de eventos entrou em debate no segundo dia do Conotel 2013 – Congresso Nacional da Hotelaria, realizado com o patrocínio do Sistema CNC-SESC-SENAC. Quando da apresentação do tema “Megaeventos e seus reflexos na indústria da hospitalidade”, o congresso abordou a experiência dos eventos sob o olhar de representantes do poder público, com as palestras do secretário de Estado de Turismo do Pará, Adenauer Góes, do presidente da SPTuris, empresa de turismo e eventos da cidade de São Paulo, Marcelo Rehder, e da representante do Sebrae, Lara Franco.

    O mercado de eventos entrou em debate no segundo dia do Conotel 2013 – Congresso Nacional da Hotelaria, realizado com o patrocínio do Sistema CNC-SESC-SENAC. Quando da apresentação do tema “Megaeventos e seus reflexos na indústria da hospitalidade”, o congresso abordou a experiência dos eventos sob o olhar de representantes do poder público, com as palestras do secretário de Estado de Turismo do Pará, Adenauer Góes, do presidente da SPTuris, empresa de turismo e eventos da cidade de São Paulo, Marcelo Rehder, e da representante do Sebrae, Lara Franco.

    As palestras demonstraram que o País está habituado a sediar eventos de grande porte e principalmente que a hotelaria não vê neles mais oportunidades de ganhos financeiros, e sim a possibilidade de o Brasil se posicionar como destino turístico mundial, como afirmou a diretora Executiva do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), Flavia Matos, ao encerrar o debate. Ela lembrou que o plano das entidades da hotelaria é de longo prazo e não foca os grandes eventos. “Não podemos depender só dos grandes eventos. Eles são oportunidades, mas não são o nosso objetivo, ainda que, claro, tragam boas perspectivas para o setor”, afirmou Flavia.

    Adenauer Góes apresentou o case “Círio de Nazaré”, evento religioso que reúne dois milhões de pessoas em romarias e que, em 2012, atraiu 76 mil turistas, os quais injetaram cerca de US$ 28 milhões na economia. Além de movimentar diversos setores da economia local, a celebração é uma oportunidade de atrair o turista para outros destinos, como Salinas e Marajós. Adenauer destacou a importância do planejamento para o desenvolvimento da atividade, exemplificando com o plano estratégico de turismo do Estado – o Plano “Ver-o-Pará”. Para ele, os megaeventos podem gerar oportunidades de crescimento para o setor, desde que exista harmonia entre as ações do poder público – municipal, estadual e federal. “Mas o milagre do turismo não acontece assim. É preciso planejamento, o que ainda falta no Brasil, não apenas na gestão pública, mas também na empresarial; e isso nos diversos setores da economia”, afirmou o secretário.

    Em sua apresentação, Lara Franco apontou a necessidade de a hotelaria se adaptar aos novos perfis dos turistas. De um lado, a classe C desperta para o consumo turístico e, de outro, o turista é cada vez mais bem informado e exigente, pesquisa sobre o destino e quer vivenciá-lo. “As oportunidades estão aí para quem souber se posicionar no mercado. E é preciso inovar para diferenciar o empreendimento da concorrência”, disse a executiva do Sebrae, que apresentou produtos e serviços da instituição disponíveis para alavancar a competitividade empresarial das pequenas e microempresas.

    São Paulo é a capital nacional dos grandes eventos, o maior destino turístico do Brasil, disse o Marcelo Rehder, ao apresentar dados da capital paulista, que, em 2012, recebeu cerca de 12,5 milhões de visitantes, 70% dos quais por motivos relacionados a eventos e negócios. Esse fluxo turístico movimenta 52 setores da economia e gerou, no ano passado, uma receita de 236 milhões para a cidade. Para Rehder, “o evento aproxima o cidadão e o Estado, aquece a economia, gera empregos e incentiva o crescimento do turismo, além de aumentar a arrecadação e melhorar a autoestima da população”.

    Mas o destaque da apresentação Marcelo Rehder foi a Expo 2020 – terceiro maior evento do mundo –, que a cidade se candidatou a sediar dentro de sete anos. “A expectativa é que a Expo 2020 receba 30 milhões de visitantes; isso de uma perspectiva conservadora”, afirmou diretora Executiva do Fórum de Operadores Hoteleiros (Fohb), Flavia Matos, durante o debate. Para a ocasião, será construído o Parque Eco, novo centro de convenções na cidade, em Pirituba. O empreendimento terá centro de exposições, arena, torre de observação e teleférico. “A boa notícia é que o prefeito Fernando Haddad já disse que o centro de eventos será feito, mesmo que a cidade não conquiste o direito de sediar a Expo 2020”, finalizou Rehder.

  • Senado aprova ampliação dos direitos das empregadas domésticas

    O Senado aprovou por unanimidade nesta terça-feira (26/03), em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 66/2012, que garante aos empregados domésticos direitos já assegurados aos demais trabalhadores. A proposta, aprovada em primeiro turno na semana passada, deve ser promulgada na terça-feira (2/04), em sessão do Congresso marcada para o meio-dia.

    O Senado aprovou por unanimidade nesta terça-feira (26/03), em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 66/2012, que garante aos empregados domésticos direitos já assegurados aos demais trabalhadores. A proposta, aprovada em primeiro turno na semana passada, deve ser promulgada na terça-feira (2/04), em sessão do Congresso marcada para o meio-dia.

    De acordo com o texto, as novas regras entram em vigor na data da publicação, o que também deve ocorrer na próxima semana. Alguns dos direitos são imediatos, como a jornada definida, com limite de 8 horas diárias e 44 semanais, e as horas extras. Para outros, como o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o texto prevê a necessidade de regulamentação.

    “Alguns itens necessitarão de regulamentação, mas o fundamental é que os direitos trabalhistas estão assegurados”, disse o presidente do Senado, Renan Calheiros.

    Mais uma vez, a aprovação da proposta se deu por unanimidade entre os senadores presentes, com 66 votos a favor. O procedimento adotado, no entanto, chegou a ser questionado pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR), que criticou o fato de a matéria ser colocada em votação antes da discussão. Vários senadores lembraram, porém, que a matéria havia sido aprovada em primeiro turno por unanimidade (70 a 0), motivo pelo qual não haveria problema em se iniciar a votação, enquanto os parlamentares se manifestavam.

    Igualdade

    A maioria dos senadores classificou a aprovação da PEC como o fim de uma injustiça e a garantia, depois de muito tempo, de tratamento igual aos empregados domésticos, em relação aos demais trabalhadores.

    A relatora da PEC no Senado, Lídice da Mata (PSB-BA), lembrou que, desde a escravidão, há o argumento de que a garantia de direitos pode gerar o caos. No entanto, ressaltou, a história já desmentiu esse tipo de afirmação.

    “O passo que o Senado hoje está dando aqui é um passo fundamental para garantir a modernidade da vida e das relações democráticas de trabalho neste país”, disse.

    A senadora Ana Rita (PT-ES) disse considerar que a alegação de muitos patrões de que as domésticas fazem parte da família não é suficiente e não se opõe à necessidade de que sejam garantidos os direitos desses trabalhadores. O argumento foi reforçado por Aécio Neves (PSDB-MG), que reiterou a importância de o vínculo trabalhista substituir o familiar, além de afirmar que a medida beneficiará uma parcela expressiva da população.

    “Não há, a meu ver, neste momento, em discussão no Congresso uma medida de tanto efeito e de tamanha repercussão a uma categoria tão expressiva de brasileiros e brasileiras como essa”, afirmou Aécio.

    Filho de empregada doméstica, o senador Magno Malta (PR-ES) sugeriu que a emenda constitucional resultante da PEC das Domésticas seja conhecida pelo nome de “Lei Benedita da Silva”. A deputada, relatora da proposta na Câmara, começou a trabalhar como doméstica ainda criança, aos dez anos. A ideia do senador recebeu o apoio dos colegas.

    Além de Benedita, compareceram à sessão a coordenadora da bancada feminina na Câmara, deputada Janete Pietá (PT-SP); a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci; a ministra da Secretaria de Igualdade Racial, Luiza Bairros; e a ministra do Tribunal Superior do Trabalho Delaíde Arantes, que também já trabalhou como doméstica. Depois de encontrar o presidente Renan Calheiros, mais cedo, a presidente da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad), Creuza Maria Oliveira, foi convidada a fazer parte da mesa.

    Direitos

    Atualmente, o trabalhador doméstico tem apenas parte dos direitos garantidos pela Constituição aos trabalhadores em geral. Alguns dos direitos já garantidos são salário mínimo, décimo-terceiro salário, repouso semanal remunerado, férias, licença-gestante e licença-paternidade, aviso-prévio e aposentadoria.

    Entre os novos direitos está o controle da jornada de trabalho, uma das mudanças mais relevantes na prática e, por isso mesmo, uma das mais polêmicas entre empregadores. Se antes os empregados domésticos não tinham duração do trabalho definida, agora passam a ter direito a uma jornada de 44 horas semanais e não superior a oito horas diárias. Além disso, passam a receber horas extras, que devem ser remuneradas com valor pelo menos 50% superior ao normal.

    Empregadores e críticos da medida alegam que a definição da jornada poderia levar à demissão em massa de trabalhadores. Muitos empregados domésticos dormem no local de trabalho, o que gera dúvida, por exemplo, sobre a possibilidade de que as horas à disposição sejam consideradas horas trabalhadas.

    FGTS

    Outro direito garantido pela PEC é o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que deve gerar o maior aumento de custo para o empregador. O valor a ser recolhido mensalmente é de 8% do salário do empregado, que poderá receber o valor acumulado nas hipóteses previstas em lei.

    Apesar de o texto condicionar o pagamento do FGTS a regulamentação, o consultor legislativo Eduardo Modena diz considerar que a aplicação é imediata. O assunto, para ele, já está regulamentado porque o pagamento do FGTS ao empregador doméstico é uma opção prevista em lei e tem a sistemática estabelecida. A diferença é que agora o recolhimento passa a ser obrigatório. No entendimento do consultor, os depósitos devem começar a ser feitos assim que as mudanças da PEC entrarem em vigor.

    Dos novos direitos previstos na proposta, nove tem validade imediata e sete ainda precisam de regulamentação. Entenda o que muda com a PEC das Domésticas.

  • Votação da reforma política será dias 9 e 10 e independe de acordo, diz relator

    Os principais pontos da reforma política deverão ser votados no Plenário da Câmara nos próximos dias 9 e 10, como anunciado anteriormente. O assunto foi discutido nesta terça-feira (26/03) na reunião dos líderes partidários com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves.

    Os principais pontos da reforma política deverão ser votados no Plenário da Câmara nos próximos dias 9 e 10, como anunciado anteriormente. O assunto foi discutido nesta terça-feira (26/03) na reunião dos líderes partidários com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves.

    O relator da reforma, deputado Henrique Fontana (PT-RS), disse que a votação não depende de acordo. “Se a gente esperar um acordo para votar a reforma política, nós não votaremos reforma política nas próximas dez gerações. Reforma política é um assunto para sentar com civilidade, abrir a votação no Plenário e compor maiorias.”

    Fontana defende o financiamento de campanhas eleitorais com recursos públicos para reduzir a influência do poder econômico nas eleições. Segundo ele, quem defende o financiamento privado poderá ir à tribuna e expor seu ponto de vista, e a questão será disputada no voto. Depois, ele sugere a votação de duas propostas de emenda à Constituição.

    O parlamentar deu uma ideia de como a votação poderá ocorrer. “Eu defendo que primeiro seja votado o projeto de lei, a lei ordinária, e nele a proposta de financiamento público exclusivo de campanha. A seguir, uma emenda constitucional que proponha a coincidência de eleições. E o último item é a emenda constitucional que termina com as coligações proporcionais.”

    Impedimento da votação

    Sobre a ameaça dos pequenos partidos de impedir a votação da reforma, por receio de serem inviabilizados, o relator afirmou que esse temor é infundado. Segundo ele, o novo texto da reforma política, relativamente a esse ponto, é favorável a essas agremiações políticas.

    “A proposta nova é que esses partidos apresentem 10, 15, 20 candidatos a deputado federal, a deputado estadual, e que a soma do trabalho de todos eles eleja um, dois ou três parlamentares”, explicou o deputado.

    Além disso, Henrique Fontana ressaltou que retirou a cláusula de barreira que hoje existe em torno do chamado quociente eleitoral. “Então, a proposta que eu faço é equilibrada, que respeita, sim, os pequenos partidos, mas que diz a eles: vocês têm que se apresentar com uma cara própria.”

    Sem obstrução

    Na reunião de líderes da próxima terça-feira, será discutido um acordo de procedimentos para a votação. Esse acordo não prevê o voto a favor ou contra, apenas a garantia de que não haverá obstrução.

  • Votação do Estatuto da Juventude fica para a próxima quarta-feira

    O relator do projeto de lei que institui o Estatuto da Juventude (PLC 98/2011), senador Paulo Paim (PT-RS), solicitou a retirada da proposição da pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) desta quarta-feira (27/03). Paim disse que vai apresentar um novo relatório o mais rápido possível e a expectativa é de que contenha solução para pontos ainda sem entendimento, especialmente o que se refere à gratuidade do transporte interestadual.

    O relator do projeto de lei que institui o Estatuto da Juventude (PLC 98/2011), senador Paulo Paim (PT-RS), solicitou a retirada da proposição da pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) desta quarta-feira (27/03). Paim disse que vai apresentar um novo relatório o mais rápido possível e a expectativa é de que contenha solução para pontos ainda sem entendimento, especialmente o que se refere à gratuidade do transporte interestadual.

    Segundo o líder do bloco de apoio ao governo, senador Wellington Dias (PT-PI), o governo quer cálculos mais precisos do impacto da medida. O presidente da CAS, senador Waldemir Moka (PMDB-MS), comunicou que o projeto será votado na reunião da próxima quarta-feira (3/04).

    Há o compromisso de que a matéria, após deliberação da CAS, siga para o Plenário com pedido de exame em caráter de urgência. Com isso, as demais comissões pelas quais o PLC 98/2011 deveria tramitar vão apresentar seus pareceres no Plenário.

  • Expectativas impulsionam confiança dos empresários em março

    Com variação de 0,2%, o Índice de Confiança dos Empresários do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), manteve-se praticamente estável em março, na comparação com o nível observado no mesmo mês em 2012. A percepção ainda desfavorável em relação às condições econômicas do País evitou que o Icec registrasse a primeira alta nessa base comparativa em nove meses.

    Com variação de 0,2%, o Índice de Confiança dos Empresários do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), manteve-se praticamente estável em março, na comparação com o nível observado no mesmo mês em 2012. A percepção ainda desfavorável em relação às condições econômicas do País evitou que o Icec registrasse a primeira alta nessa base comparativa em nove meses.

    Apesar disso, as expectativas para os próximos meses seguem amplamente favoráveis, variando 1,5%, inclusive. Com variação mais modesta, o nível de investimentos (+1,1%) foi impulsionado pela maior propensão à realização de contratações. A alta de 2,1% em relação a fevereiro, por sua vez, reflete a natural retomada do nível de atividade do setor após o primeiro bimestre sazonalmente mais fraco. Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, o grau de confiança dos empresários do comércio caiu 1,5%.

    Clique aqui para acessar a análise e os gráficos do Icec.

  • Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec): março de 2013

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente com os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a 200 pontos.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente com os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a 200 pontos.

  • Conotel 2013 marca estreia da Food Hospitality World no Brasil

    Uma das novidades do Conotel de 2013 é que o evento acontece simultaneamente com a estreia da feira Food Hospitality World (FHW) no Brasil. A FHW é uma junção de duas grandes feiras internacionais, a TuttoFood, uma exposição internacional de confeitaria, orgânicos e bebidas, e a Host, salão internacional de hospitalidade profissional.

    Uma das novidades do Conotel de 2013 é que o evento acontece simultaneamente com a estreia da feira Food Hospitality World (FHW) no Brasil. A FHW é uma junção de duas grandes feiras internacionais, a TuttoFood, uma exposição internacional de confeitaria, orgânicos e bebidas, e a Host, salão internacional de hospitalidade profissional.

    Fruto de parceria da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) com o Grupo Fiera Milano, que, no Brasil, associou-se ao Grupo Cipa, a Feira objetiva desenvolver oportunidades nos segmentos de hotelaria e gastronomia. A primeira edição ocupa 8.000 m² de área e tem cerca de 200 expositores, entre eles o Sistema CNC-SESC-SENAC, que divulga as ações de suas entidades no turismo, como capacitações e publicações, e ainda um estande da Senac Editoras, que exibe livros especializados em gastronomia e hospedagem publicados pela própria entidade.

    “O Conotel 2013, realizando-se em parceria com a Food Hospitality World, propicia o debate sobre os temas atuais e os desafios do setor hoteleiro nesta década de grandes eventos. A CNC e a Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares, junto com outras entidades patronais do segmento, contribuem com propostas e assuntos relevantes para aprimoramento da gestão, desempenho e sustentabilidade e crescimento da categoria”, afirma Alexandre Sampaio, presidente do Conselho de Turismo da CNC.

    Com os grandes eventos que o País vai sediar nos próximos anos, cresce a demanda e também a necessidade de profissionalização dos segmentos de gastronomia e hospitalidade. A parceria pretende aumentar a oferta de serviços, produtos e tecnologias especializadas para os empresários de hotéis, bares, restaurantes, distribuidores de serviços de alimentação, franquias e importadores, para que atualizem conhecimentos e fornecedores. Outra intenção da feira é criar um ambiente de troca e valorização de talentos. Por isso, além dos expositores, a FHW 2013 terá iniciativas como a Arena Gastronômica, em que chefs renomados dão aulas-show; palestras e cursos de atualização em cafés e campeonatos promovidos pela Associação Brasileira de Café e Barista; além de debates sobre tendências e qualificação, que terão lugar na Food Tech.

    Entre as atividades desta terça-feira, dia 26 de março, na Arena Gastronômica acontece a aula-show do Chef Cássio Prados, especialista em Gastronomia Molecular e professor de qualificação profissional do Senac-SP, às 14h30. Ainda na Food Tech, das 14 às 16 horas, na sala 10, será realizada a palestra-debate “Soluções para a crise de mão de obra no mercado de alimentação fora do lar”, com o professor de pós-graduação do Senac-SP Filippo Santolia entre os palestrantes.