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  • Experiência de quem entende a importância da tecnologia

    O debate sobre tecnologia nos hotéis e reservas on-line continuou na tarde do segundo dia do Fórum Panrotas. Desta vez, representantes de três players da hotelaria foram convidados para falar das experiências de suas empresas no uso da tecnologia para ampliar as vendas e estreitar o relacionamento com o cliente.

    O debate sobre tecnologia nos hotéis e reservas on-line continuou na tarde do segundo dia do Fórum Panrotas. Desta vez, representantes de três players da hotelaria foram convidados para falar das experiências de suas empresas no uso da tecnologia para ampliar as vendas e estreitar o relacionamento com o cliente.

    Mediado pelo diretor de negócios da Bematech CMNet, Gustavo Stylos, o painel iniciou com o depoimento do CEO da Rede Accor para a América Latina, Roland de Bonadona, que falou da experiência da rede em vendas on-line. Segundo Bonadona, o futuro da hotelaria é estar mais presente no e-commerce. “O nosso principal diferencial nesse campo é saber equilibrar as vendas feitas por intermédio das agências on-line com as realizadas diretamente nos canais da Accor na internet”, destacou.

    Essa é a mesma opinião do presidente da GJP Hotéis & Resorts e membro do Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Guilherme Paulus. No entanto, Paulus afirma que considerar as vendas off-line – o relacionamento direto com o cliente – ainda é extremamente importante. “O meio on-line é necessário e está crescendo, mas o off-line é o que dá consistência ao nosso mercado”, ressaltou o presidente da GJP.

    Paulus ainda falou sobre o papel dos agentes de viagem na venda indireta de reservas, reafirmando que é preciso equilíbrio entre os meios. “Sempre existirão os dois caminhos, já que o agente de viagens é melhor vendedor, mas a decisão final é do cliente. Dessa forma, não podemos competir com nossos parceiros, mas sim unir forças”, finalizou.

    Fechando o painel, o presidente da Marriott International para Caribe e América Latina, Craig S. Smith, destacou os números da rede hoteleira com vendas on-line. Segundo ele, cerca de 22% de todas as reservas do Marriott feitas na América Latina foram realizadas pela internet. “Nosso público está mudando, e precisamos entender qual é o principal canal de contato com o cliente. Sabemos da importância disso e já temos uma equipe só para cuidar das nossas redes sociais e canais na internet”, concluiu Smith.

    Ao final, todos concordaram que o principal desafio da inserção da tecnologia na rede hoteleira no Brasil é a superação dos problemas de infraestrutura que o País apresenta em relação à telefonia e à internet.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 053/2013

    DESTAQUES:

    Aprovadas metas para o cofinanciamento federal do Programa Nacional de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho das pessoas com deficiência

    Justiça Federal institui o sistema nacional de audiência por videoconferência

    DESTAQUES:

    Aprovadas metas para o cofinanciamento federal do Programa Nacional de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho das pessoas com deficiência

    Justiça Federal institui o sistema nacional de audiência por videoconferência

  • Tecnologia é essencial para atrair novos clientes

    O segundo dia do Fórum Panrotas é dedicado à tecnologia e às transações feitas através da internet que envolvam o turismo. O primeiro painel do dia foi voltado especialmente para a hotelaria e tratou das reservas on-line feitas por agências de viagens especializadas. O professor da Essec Business School, Peter O’ Connor, foi o palestrante e falou sobre como a tecnologia tem afetado o mercado hoteleiro. “A tecnologia está atrelada à nossa rotina diária. Precisamos integrá-la ao nosso negócio e, assim, utilizá-la a nosso favor”, disse Peter.

    O segundo dia do Fórum Panrotas é dedicado à tecnologia e às transações feitas através da internet que envolvam o turismo. O primeiro painel do dia foi voltado especialmente para a hotelaria e tratou das reservas on-line feitas por agências de viagens especializadas. O professor da Essec Business School, Peter O’ Connor, foi o palestrante e falou sobre como a tecnologia tem afetado o mercado hoteleiro. “A tecnologia está atrelada à nossa rotina diária. Precisamos integrá-la ao nosso negócio e, assim, utilizá-la a nosso favor”, disse Peter.

    O professor mostrou como o perfil dos clientes mudou nos últimos anos. Segundo ele, os clientes procuram na internet todas as informações para fazer a reserva antes de viajar. “Os usuários visitam, em média, 28 sites diferentes antes de decidir fazer sua reserva em determinado hotel”, afirmou O’Connor.

    O conteúdo dos sites também foi abordado na palestra. Para O’Connor, quanto melhor o conteúdo, mais relevante o site se torna nos buscadores como o Google. “O conteúdo certo é a chave para encontrar os clientes. A maioria não busca um hotel específico, e sim quais hotéis estão mais próximos de onde ele se encontra. Por isso, quanto melhor for o seu site, melhor será a colocação dele em um site de buscas”, disse Peter, que lembrou que a maior parte das vendas on-line é feita por agências, e não pelos hotéis diretamente.

    Por fim, o palestrante falou sobre as ferramentas que os empresários podem usar para se aproximar dos clientes , como as redes sociais. “Goste ou não, as pessoas estão falando do seu estabelecimento. Rede social não é nada mais do que pessoas criando conteúdos para outras pessoas. Use isso a seu favor”, concluiu O’Connor.

     

  • Segs apresenta novidades a federações

    Representantes de federações filiadas à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estão reunidos nesta quarta-feira (20/03), na sede da entidade em Brasília, para debater ações do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs).

    Representantes de federações filiadas à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estão reunidos nesta quarta-feira (20/03), na sede da entidade em Brasília, para debater ações do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs). Os participantes discutem, entre outros assuntos, a necessidade de uma gestão mais eficiente, que possa eliminar as dificuldades e tornar mais forte o Sistema Comércio, por meio de ações práticas para atingir os objetivos.

    Atualmente, o Segs conta com 498 entidades, que concluíram o ciclo no ano passado. Daniel Lopez, chefe do Departamento de Planejamento (Deplan) da CNC – setor que coordena o Sistema –, sugeriu, entre outras ações, a criação de um banco de notícias nos sindicatos para a divulgação das suas realizações.

    Produtos do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA) desenvolvidos em 2012 também foram apresentados, assim como novas ferramentas e novidades a serem introduzidas no Sistema em 2013.

  • STJ regula contribuições para Sesc e Senac por prestadores de serviço

    As empresas prestadoras de serviços estão sujeitas às contribuições ao Sesc e ao Senac. Esse é o teor da nova súmula do Superior Tribunal de Justiça (STJ), de número 499. As súmulas uniformizam a posição da Corte sobre determinados temas, servem de orientação para os demais Tribunais e são baseadas em diversos precedentes do próprio Tribunal. Explica-se: na estrutura sindical brasileira, toda atividade econômica deve estar vinculada a uma das Confederações previstas no anexo do artigo 577 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

    As empresas prestadoras de serviços estão sujeitas às contribuições ao Sesc e ao Senac. Esse é o teor da nova súmula do Superior Tribunal de Justiça (STJ), de número 499. As súmulas uniformizam a posição da Corte sobre determinados temas, servem de orientação para os demais Tribunais e são baseadas em diversos precedentes do próprio Tribunal. Explica-se: na estrutura sindical brasileira, toda atividade econômica deve estar vinculada a uma das Confederações previstas no anexo do artigo 577 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Em um dos processos, o STJ decidiu que empresas prestadoras de serviços de educação devem contribuir com as entidades – alguns planos sindicais, como saúde e educação, não têm serviços sociais organizados.

    Daí a obrigatoriedade de contribuírem para o Sesc e para o Senac. No texto da Súmula 499 há uma ressalva: “As empresas prestadoras de serviços estão sujeitas às contribuições ao Sesc e Senac, salvo se integradas noutro serviço social”. De acordo com o ministro Mauro Campbell, tendo em vista a noção ampla de comércio ou de estabelecimento comercial, as atividades se enquadram na CNC. O ministro destacou, ainda, que “os empregados das empresas prestadoras de serviços não podem ser excluídos dos benefícios sociais das entidades em questão (Sesc e Senac) quando inexistente entidade específica a amparar a categoria profissional a que pertencem. Leia mais no site no STJ.

  • Turismo é atividade propícia para o desenvolvimento sustentável

    A ex-ministra do Meio Ambiente e fundadora da Rede Sustentabilidade, Marina Silva, foi a convidada especial do Fórum Panrotas 2013 para discursar no painel “Desafios do Desenvolvimento Sustentável”, mediado pelo vice-presidente do Grupo Alatur, Ricardo Ferreira, e pela editora de Atualidades da revista Cláudia, Patrícia Zaidan.

    A ex-ministra do Meio Ambiente e fundadora da Rede Sustentabilidade, Marina Silva, foi a convidada especial do Fórum Panrotas 2013 para discursar no painel “Desafios do Desenvolvimento Sustentável”, mediado pelo vice-presidente do Grupo Alatur, Ricardo Ferreira, e pela editora de Atualidades da revista Cláudia, Patrícia Zaidan.

    Em seu discurso, Marina falou para empresários e representantes de entidades do trade turístico sobre a importância de se pensar em desenvolvimento sem descuidar do nosso legado para o futuro. “Temos que pensar em desenvolvimento de uma forma em que possamos atender às nossas necessidades, mas sem comprometer os recursos que serão utilizados pelas gerações futuras. Isso é desenvolvimento sustentável”, enfatizou.

    A ex-ministra também disse que a atividade turística é a mais propícia para que a sustentabilidade se desenvolva com eficiência. Além disso, Marina Silva defendeu a criação de “novos modelos de produção que não produzam impacto na natureza, assim como precisamos criar meios materiais de geração de energia limpa e renovável”.

    Turismo Sustentável

    A CNC é apoiadora institucional do Fórum Panrotas 2013, e o Conselho de Turismo da entidade está realizando debates sobre o tema Turismo e Sustentabilidade. Diferentes aspectos serão aprofundados em mais de dez palestras e debates com especialistas.

  • Como serão as viagens no futuro

    O futuro da aviação comercial teve seu espaço no painel “Como serão as viagens no futuro”, realizado na terça-feira, 19 de março, no Fórum Panrotas, evento que conta com a aliança institucional da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    O futuro da aviação comercial teve seu espaço no painel “Como serão as viagens no futuro”, realizado na terça-feira, 19 de março, no Fórum Panrotas, evento que conta com a aliança institucional da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    O painel começou com a apresentação das inovações da Airbus pelo diretor sênior da empresa, responsável por Caribe e América Latina, Michel Clanet, que mostrou o investimento que a empresa tem feito para o aprimoramento dos aviões e para atender às novas demandas dos clientes. “Hoje, o cliente quer mais espaço para o conforto pessoal, além de conexão direta com a internet”, disse Clanet.

    Em seguida, foi a vez da presidente da Boeing no Brasil, Donna Hrinak, que mostrou como a empresa têm investido em inovação para desenvolver novos modelos de aviões. “Inovação pode ser divertida, mas temos que inovar com um propósito. As companhias aéreas vão precisar de 34 mil novos aviões nos próximos 20 anos, e é essencial apoiar a necessidade do cliente”, afirmou Donna.

    Os representantes das duas companhias concordaram que o futuro é da eficiência energética. Segundo Clanet, a Airbus já investe na redução da queima de combustíveis fósseis para emitir menos CO2 no ambiente. Já Donna Hrinak acredita que um novo combustível é essencial para reduzir o impacto ambiental. “Para isso, a Boeing tem parcerias de pesquisas no Brasil, para a produção de biocombustível, e em todo o mundo, até mesmo com aviões elétricos”, concluiu.

    A apresentação mais ousada do painel, no entanto, foi da chefe de desenvolvimento de Viagens e Turismo da Virgin Galactic, Carolyn Wincer, anunciando que a empresa promoverá viagens espaciais, com o primeiro lançamento previsto para 2014.

    De acordo com Carolyn, a Virgin Galactic desenvolveu um modelo de aeroplano que voa até uma parte mais alta na atmosfera com um pequeno foguete acoplado. Em determinada altura, esse foguete com capacidade para até oito pessoas (seis passageiros e dois tripulantes) é lançado na órbita terrestre, proporcionando o que ela chamou de Turismo Espacial.

    “Tivemos pouco progresso no campo espacial nos últimos 50 anos. Com mais investimento de empresas privadas, podemos, cada vez mais, pensar em um futuro em que pessoas fazem viagens espaciais, seja para fora do planeta ou para encurtar as rotas entre dois países”, disse Carolyn. A Virgin Galactic já tem mais de 500 bilhetes vendidos, com um custo de 200 mil reais cada.

     

  • MP que altera regras do Pronatec é debatida no Senado

    Representantes do Sesc e do Senac participaram de Audiência Pública realizada no Senado, em 19 de março, para debater a Medida Provisória 593/2012, que amplia a lista de beneficiários e ofertantes da Bolsa Formação de estudante do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Organizado pela Comissão Mista que analisa a MP, o debate contou, ainda, com a presença de representantes da CNI, do Senai, do Senar, do Senat e do secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Marco Antônio de Oliveira.

    Representantes do Sesc e do Senac participaram de Audiência Pública realizada no Senado, em 19 de março, para debater a Medida Provisória 593/2012, que amplia a lista de beneficiários e ofertantes da Bolsa Formação de estudante do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Organizado pela Comissão Mista que analisa a MP, o debate contou, ainda, com a presença de representantes da CNI, do Senai, do Senar, do Senat e do secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Marco Antônio de Oliveira.

    A diretora de Educação Profissional do Senac, Rejane de Souza Leite, ressaltou a evolução no número de matrículas vinculadas ao Programa Senac de Gratuidade (PSG): foram 29 mil em 2009, contra 244 mil em 2012. “Há previsão de abertura de 93 mil novas vagas em 2013”, informou Rejane. Segundo ela, em 2012 o PSG e o Pronatec juntos fecharam 563 mil matrículas e há previsão de que o ano de 2013 feche com 900 mil.

    Acompanhada de Maria Alice Lopes de Souza (representante do Sesc), a diretora ressaltou: “É imprescindível a participação também do Sesc, para que alcancemos os resultados esperados pelo Pronatec”.

    Segundo o Executivo, o objetivo do texto é atender a demanda por cursos técnicos e de qualificação profissional para ampliar a produtividade e a competitividade da economia brasileira.

    De acordo com o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Marco Antônio de Oliveira, os cursos gratuitos e de curta duração do Pronatec destinam-se a atender setores produtivos da economia brasileira que requerem qualificação mais elevada e uso de tecnologia. “Temos oferta de mais de 400 cursos de formação inicial e continuada e mais de 200 cursos técnicos, principalmente na área de tecnologia de informação e comunicação, autonomia industrial e no setor de serviços”.

    Uma das mudanças previstas na MP diz respeito ao acesso ao Bolsa Formação, que focava apenas estudantes de escolas públicas, mas ampliará sua visão para outras classes sociais. Antes da MP, apenas estudantes de ensino médio de escolas públicas tinham acesso à Bolsa Formação para curso técnico concomitante em instituições diferentes. Com a MP, o acesso aos cursos técnicos incluirá estudantes de escolas particulares. O texto já recebeu 38 emendas na Comissão, que é presidida pelo deputado Izalci (PSDB-DF), tem como vice-presidente o senador José Agripino (DEM-RN) e como relator o senador Paulo Bauer (PSDB-SC)

    Pronatec

    Desde 2011, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego já atendeu mais de 2,5 milhões de brasileiros e, até 2014, tem como meta oferecer cursos técnicos e de formação inicial e continuada a oito milhões de estudantes e trabalhadores. Para este ano, estão previstos 2,3 milhões de vagas em 724,5 mil cursos técnicos e mais de 1,5 milhão de vagas em cursos de formação inicial e continuada. Até o final deste ano, deve-se chegar a 900 mil vagas ofertadas pelo Bolsa Formação.

  • Número de famílias inadimplentes recua em março

    A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que o percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro recuou ligeiramente entre fevereiro e março de 2013, passando de 61,5% para 61,2% d

    A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que o percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro recuou ligeiramente entre fevereiro e março de 2013, passando de 61,5% para 61,2% do total. Em março de 2012, 57,8% haviam declarado ter tais dívidas.

    O percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso também recuou, tanto na comparação mensal quanto na comparação com o mesmo mês do ano anterior. O percentual de famílias inadimplentes alcançou 19,5% em março de 2013, ante 22,1% em fevereiro de 2013 e 21,8% em março de 2012. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso apresentou trajetória semelhante, recuando tanto na comparação mensal quanto na anual. O indicador alcançou 6,3% em março de 2013 – o menor patamar da série histórica – ante 7,0% em fevereiro de 2013 e 6,7% em março de 2012. Marianne Hanson, economista da CNC, destaca que 13% das famílias brasileiras que estão endividadas apontaram o financiamento de carro entre os seus principais tipos de dívida. “Essa modalidade foi a terceira mais lembrada, ficando atrás somente de cartão de crédito, apontada por 76,3%, e carnês, por 20,2%. Entre as famílias com renda superior a dez salários mínimos, 30% apontaram o financiamento de carro como dívida importante”, diz a economista.

  • Desafios para Copa 2014 abrem o Fórum Panrotas

    Uma grande oportunidade para debater o desenvolvimento do turismo nos próximos anos, especialmente com a aproximação dos grandes eventos internacionais. Com essas palavras, o presidente da Panrotas, Guilermo Alcorta, deu início, nesta terça-feira, 19 de março, ao Fórum Panrotas 2013, evento que conta com a aliança institucional da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    Uma grande oportunidade para debater o desenvolvimento do turismo nos próximos anos, especialmente com a aproximação dos grandes eventos internacionais. Com essas palavras, o presidente da Panrotas, Guilermo Alcorta, deu início, nesta terça-feira, 19 de março, ao Fórum Panrotas 2013, evento que conta com a aliança institucional da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    Na abertura do Fórum, Alcorta agradeceu o apoio da CNC por mais um ano na realização do evento, afirmando que, em 2013, o número de inscrições chegou a 1.257, recorde absoluto das 11 edições do Fórum Panrotas.

    Logo em seguida, o primeiro painel trouxe os ministros do Turismo da África do Sul, Marthinus van Schallkwyk, e do Brasil, Gastão Vieira, para falar das experiências dos dois países com a Copa do Mundo Fifa, em 2010 e 2014, respectivamente.

    Em seu discurso, o ministro da África do Sul ressaltou que os investimentos para a Copa de 2010 foram realizados sempre pensando no legado que deixariam para a comunidade no futuro. “Existe vida após os megaeventos. A Copa foi uma oportunidade de desenvolver o turismo local como parte do plano de desenvolvimento do país como um todo”, afirmou van Schallkwyk.

    Dados apresentados pelo sul-africano mostraram que, durante a Copa, a África do Sul recebeu mais de três milhões de turistas, com reflexos que podem se estender até 2020. “Não é um evento apenas sobre futebol, por mais que todos amem o esporte; é também um evento global que apresenta o nosso mercado para todo o mundo”, disse o ministro.

    Ainda segundo van Schallkwyk, o Brasil tem nas mãos uma grande chance de realizar um evento de muito sucesso, atraindo ainda mais a atenção do mercado internacional. “O mundo precisa nos ver não apenas como mercados emergentes, mas também como ótimos destinos turísticos”, finalizou.

    O ministro do Turismo do Brasil, Gastão Vieira, apresentou todas as ações que o Ministério tem realizado junto ao governo federal para desenvolver o setor e garantir o sucesso da Copa 2014. “O Ministério tem uma reflexão estratégica: o evento como investimento efetivo com resultados a longo prazo. Precisamos pensar como a Copa vai trazer esses resultados a longo prazo para as 12 cidades-sede”, afirmou Vieira.

    Segundo o ministro, a expectativa do Ministério do Turismo (MTur) é que o turismo cresça em torno de 5% em 2013, com um aumento ainda maior em 2014. “O objetivo do MTur é que o Brasil se torne a terceira maior economia do turismo até 2020”.

    Gastão Vieira ainda falou sobre os problemas que o setor enfrenta, como a questão tarifária da hotelaria e a desoneração do setor. Ele afirmou que pretende manter diálogo com os empresários do setor para garantir tarifas mais acessíveis aos turistas. “Não interessa a ninguém que o Brasil fique conhecido como um país muito caro. Precisamos conversar com os empresários para que eles entendam como recuperar o investimento que eles estão fazendo”, concluiu.