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  • Sumário Econômico 1302

    Destaque da edição:

    Destaque da edição:

    Intenção de Consumo das Famílias recua em novembro – A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou recuo de 0,8% (133,7 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior e queda de 2,7% em relação a novembro de 2011. A antecipação do consumo devido aos estímulos fiscais adotados ao longo do ano, além do ritmo mais moderado das concessões de crédito vem impedindo maior aceleração do nível de gastos. Mesmo com a sustentação do aumento real da renda e da baixa taxa de desemprego, as incertezas quanto ao mercado de trabalho, diante da extensão do ritmo mais moderado da economia, ainda se refletem na confiança das famílias. Os índices mantêm-se acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável de consumo.

     

    Outras matérias:

    Alta nos rendimentos reaquece mercado de trabalho – De acordo com os últimos dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, referentes ao mês de outubro, o rendimento médio real dos trabalhadores das seis principais regiões metropolitanas do país cresceu 4,6% na comparação com o mesmo mês de 2011. Trata-se da terceira aceleração nos rendimentos reais, que em julho estavam praticamente estagnados (+0,9%) considerando-se a mesma base comparativa.

    Taxa Selic deve continuar inalterada – O último relatório Focus disponibilizado pelo Banco Central mostra que o mercado não espera alterações para a meta da taxa de juros Selic na próxima reunião do Copom, que ocorre ainda esse mês, com a taxa permanecendo em 7,25% até o final de 2012. Para 2013, os analistas também projetam juros em 7,25%, sem qualquer alteração ao longo do próximo ano. Esta é a menor taxa da série histórica.

    Comércio eletrônico cresce 20% em 2012 – O comércio eletrônico no Brasil continuou sua escalada durante 2012, e somente no primeiro semestre os dados confirmados pela pesquisa WebShoppers apontaram para um crescimento de 21% em relação ao mesmo período do ano passado, com faturamento de R$10,2 bilhões. Ainda segundo a pesquisa – realizada com 8 mil lojas virtuais – 5,6 milhões de pessoas fizeram a sua primeira compra virtual, elevando para 37,6 milhões o número de consumidores do comércio eletrônico.

    Norma ABNT NBR 10002:2005 – Gestão da qualidade – Saber lidar com as insatisfações do cliente é essencial para a sobrevivência de um negócio. Para suprir essa necessidade, os empresários contam com a Norma ABNT NBR ISO 10002:2005, que aborda com detalhes como uma organização deve proceder no tratamento de reclamações. Elaborada pela Comissão de Estudo de Tecnologia de Suporte (CE-25:000.03) do Comitê Brasileiro da Qualidade (ABNT/CB-25), a norma ABNT NBR ISO 10002:2005 – Gestão da qualidade – Satisfação do cliente – Diretrizes para o tratamento de reclamações nas organizações fornece orientações que incluem planejamento, projeto, operação, manutenção e melhorias.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 221/2012

    DESTAQUES:

    Emenda Constitucional institui o Sistema Nacional de Cultura

    Comissão propõe alterações necessárias à Nomenclatura Brasileira de Serviços (NBS) e às Notas Explicativas da Nomenclatura Brasileira de Serviços (NEBS)

    Divulgada a meta para a Taxa Selic a partir de 29 de novembro de 2012

    Edital de Convocação do Sindicato do Comércio Varejista de Ivaiporã para AGO a ser realizada no dia 17 de dezembro de 2012

    DESTAQUES:

    Emenda Constitucional institui o Sistema Nacional de Cultura

    Comissão propõe alterações necessárias à Nomenclatura Brasileira de Serviços (NBS) e às Notas Explicativas da Nomenclatura Brasileira de Serviços (NEBS)

    Divulgada a meta para a Taxa Selic a partir de 29 de novembro de 2012

    Edital de Convocação do Sindicato do Comércio Varejista de Ivaiporã para AGO a ser realizada no dia 17 de dezembro de 2012

  • 67 anos em defesa do comércio de bens, serviços e turismo

    Em 30 de novembro de 2012, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) completou 67 anos de atuação em prol do empresariado brasileiro do setor de comércio de bens, serviços e turismo. Juntos, estes segmentos respondem por cerca de 1/4 do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram aproximadamente 25 milhões de empregos diretos e formais.

    Em 30 de novembro de 2012, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) completou 67 anos de atuação em prol do empresariado brasileiro do setor de comércio de bens, serviços e turismo. Juntos, estes segmentos respondem por cerca de 1/4 do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram aproximadamente 25 milhões de empregos diretos e formais.

    A criação da CNC aconteceu em 4 de setembro de 1945, mas foi em 30 de novembro do mesmo ano que o Ministério do Trabalho do governo Getúlio Vargas reconheceu a entidade como representante máxima dos comerciantes brasileiros.

    De lá pra cá, a Confederação foi personagem fundamental da história do Brasil, trabalhando em sinergia com 27 federações estaduais e sete nacionais, que agrupam mais de 950 sindicatos do comércio de bens, serviços e turismo. 

    A CNC assegura os interesses e avanços do setor em órgãos de jurisdição e consultivos, no Brasil e no mundo. Nesses organismos, a CNC contribui com as decisões e com a formulação de diretrizes de políticas econômica, administrativa, social e ambiental.

    Como parte do seu compromisso com o fortalecimento do setor, a entidade também coordena o Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (Sicomércio), que reúne federações e sindicatos das categorias econômicas do comércio em todo o Brasil.

    No entanto, a atuação da CNC vai além de defender os interesses desses segmentos. A Confederação administra o Sistema CNC-SESC-SENAC, referência em ações em prol do desenvolvimento social.

  • CNC aposta no crescimento de 1,5% do PIB para 2012

    De acordo com os dados das contas nacionais divulgados hoje (30) pelo IBGE, a economia brasileira cresceu 0,6% no terceiro trimestre deste ano, em comparação com os três meses imediatamente anteriores. Pela ótica da produção, o destaque foi a agropecuária, que registrou incremento de 2,5%. Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a expectativa do mercado é que o PIB cresça 1,5% este ano, puxado justamente pela agropecuária (+2,4%).

    De acordo com os dados das contas nacionais divulgados hoje (30) pelo IBGE, a economia brasileira cresceu 0,6% no terceiro trimestre deste ano, em comparação com os três meses imediatamente anteriores. Pela ótica da produção, o destaque foi a agropecuária, que registrou incremento de 2,5%. Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a expectativa do mercado é que o PIB cresça 1,5% este ano, puxado justamente pela agropecuária (+2,4%). “De julho a setembro, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central do Brasil (IBC-Br), uma prévia do PIB, havia registrado alta de 1,2% em relação ao trimestre anterior. Com o resultado fraco divulgado hoje pelo IBGE, o PIB ainda não garantiu um crescimento expressivo para 2013”, afirma Fabio Bentes, economista da Confederação.

    Pelo lado da demanda, o destaque positivo do PIB foi para o consumo das famílias, que avançou 0,9%. Na comparação com o mesmo trimestre de 2011, houve alta de 0,9%, sobressaindo-se, novamente, o setor primário (+3,6%) e o consumo das famílias (+0,9%). No acumulado dos últimos quatro trimestres, o PIB acumula alta de 0,9%. A atividade comercial cresceu 0,4% sobre o 2º trimestre de 2012 – a décima segunda alta consecutiva –, e variou +1,2% ante o 3º trimestre do ano passado. “Nesses períodos, as vendas do varejo avançaram 2,4% sobre os três meses anteriores, já descontados os efeitos sazonais, e 8,6% ante o mesmo período de 2011. Atualmente, o comércio representa 10,8% do valor anual adicionado pela produção nacional”, destaca Fábio.

  • Conselho de Turismo da CNC debate turismo rural

    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) debateu as oportunidades de negócio relacionadas ao turismo rural no Brasil, no dia 28 de novembro. A reunião contou com a participação da presidente do Instituto de Desenvolvimento de Turismo Rural (Idestur), Andreia Roque, e da consultora da Associação de Agroturismo Acolhida na Colônia, Daniele Lima Gelbcke.

    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) debateu as oportunidades de negócio relacionadas ao turismo rural no Brasil, no dia 28 de novembro. A reunião contou com a participação da presidente do Instituto de Desenvolvimento de Turismo Rural (Idestur), Andreia Roque, e da consultora da Associação de Agroturismo Acolhida na Colônia, Daniele Lima Gelbcke.

    Em 2012 o segmento bateu recorde de negócios, com um crescimento de cerca de 90% em relação a 2011, alcançando um volume de mais de 6 milhões durante a 4ª rodada de negócios de turismo rural, realizada no Encontro Comercial Braztoa. “O Turismo Rural no Brasil não é mais tendência de futuro e, sim, uma questão de mercado do presente”, afirmou Andreia Roque. Para ela, o profissionalismo dos empresários contribuiu para esse crescimento. “Um total de 44% desses empresários já atuam no segmento há mais de 10 anos e, entre outros fatores, eles perceberam que o turismo rural é um diferencial dentro das negociações de roteiro de viagem, é a cereja do bolo, o algo a mais” explica. Também cresceu a oferta de roteiros e destinos, com a apresentação de 35 produtos rurais, de 15 estados brasileiros.

    Para Andreia Roque o turismo rural chega a um momento de maturidade em que o segmento já se afirmou como negócio. Agora falta garantir a formalização, que depende da aprovação de projeto de lei que determine, identifique e reja a atividade. Cerca de 80% dos empreendedores são informais. Isso porque a legislação exige a formalização dos operadores de turismo que, neste caso, já são empresários rurais e acabariam sendo bitributados, ou seja, pagariam impostos pelas duas atividades. “Mas existem projetos de lei que desobrigam o empreendedor de turismo rural de abrir uma agência ou operadora de turismo, ele pode continuar exercendo a atividade, como empresário rural, e estar na formalidade”, afirma Andreia, que tem esperança de que este projeto de lei seja aprovado em 2013.

    Referência no turismo rural

    A Associação de Agroturismo Acolhida na Colônia, de Santa Catarina, é considerada uma das referências em turismo rural no País pelo Ministério do Turismo. O objetivo da acolhida é promover o desenvolvimento local a partir do turismo, valorizando o modo de vida no campo e a agricultura familiar. A associação é formada por agricultores familiares que hospedam os visitantes em suas casas. “É gente que mora no campo, vive da propriedade e recebe o turista”, afirma Daniele.

    Segundo Daniele quando o trabalho da Acolhida na Colônia começou, a agricultura local estava em decadência e os jovens abandonando a terra. Hoje a Acolhida está presente em 28 municípios de Santa Catarina e tem cerca de 170 famílias de agricultores associados que trabalham em rede, um complementando a atividade do outro. “Para criar um circuito turístico cada propriedade desenvolve atividades que complementam as demais. Por exemplo, uma propriedade realiza trilhas, outra passeio a cavalo e outra oferece o almoço”, explica Daniele.

    Durante a reunião do Conselho de Turismo, também foi lançada a revista Turismo em Pauta nº13, que apresenta o panorama dos desafios e potencialidades do setor de eventos no País e aborda temas relevantes e atuais para a expansão e consolidação desse mercado.

  • TV CNC: A importância das Representações na CNC

    A TV CNC esteve na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em Brasília, e mostra o trabalho da Assessoria de Gestão das Representações (AGR).

    A chefe da AGR, Wany Pasquarelli, fala sobre a importância da atuação da entidade junto a órgãos públicos e privados, seja no Brasil ou no exterior, garantindo, assim, os direitos e os interesses dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo.

    Assista ao vídeo:

    A TV CNC esteve na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em Brasília, e mostra o trabalho da Assessoria de Gestão das Representações (AGR).

    A chefe da AGR, Wany Pasquarelli, fala sobre a importância da atuação da entidade junto a órgãos públicos e privados, seja no Brasil ou no exterior, garantindo, assim, os direitos e os interesses dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo.

    Assista ao vídeo:

  • Boletim Informativo Diário (BID) 220/2012

    DESTAQUES:

    Alterada norma que estabelece o processo eleitoral para os Colegiados Setoriais do Conselho Nacional de Política Cultural para o período de 2012 a 2014

    Criado o Projeto Atlas do Acesso à Justiça no Brasil

    Designados representantes do Sindicato do Comércio Varejista de Londrina e Região para representar os empregadores no Conselho de Previdência Social do INSS em Londrina

    DESTAQUES:

    Alterada norma que estabelece o processo eleitoral para os Colegiados Setoriais do Conselho Nacional de Política Cultural para o período de 2012 a 2014

    Criado o Projeto Atlas do Acesso à Justiça no Brasil

    Designados representantes do Sindicato do Comércio Varejista de Londrina e Região para representar os empregadores no Conselho de Previdência Social do INSS em Londrina

  • Sistema Comércio: A importância das Representações na missão da CNC

    Conheça o trabalho da AGR – Assessoria de Gestão das Representações – que gerencia a atuação da CNC junto a órgãos públicos e privados, no Brasil e no exterior, para garantir os direitos e os interesses dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo.

    Conheça o trabalho da AGR – Assessoria de Gestão das Representações – que gerencia a atuação da CNC junto a órgãos públicos e privados, no Brasil e no exterior, para garantir os direitos e os interesses dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo.

  • CNC é filiada à Fundação Nacional da Qualidade

     A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), agora, é membro da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), instituição que promove a busca pela excelência em gestão por todo o País. Com isso, o Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) passa a ter o selo FNQ garantindo a qualidade do Programa.

    Com 20 anos de atuação, a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) é uma instituição sem fins lucrativos que tem o objetivo de disseminar conhecimento sobre a Excelência em Gestão para as organizações.

     A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), agora, é membro da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), instituição que promove a busca pela excelência em gestão por todo o País. Com isso, o Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs) passa a ter o selo FNQ garantindo a qualidade do Programa.

    Com 20 anos de atuação, a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) é uma instituição sem fins lucrativos que tem o objetivo de disseminar conhecimento sobre a Excelência em Gestão para as organizações.

    A metodologia utilizada por eles é o Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), que é baseado  em 11 fundamentos e oito critérios. A ferramenta é utilizada pelo Segs desde o início do Programa, em 2008, com adaptações para a realidade das entidades sindicais. A partir dos fundamentos, são definidas as bases para uma boa gestão. Esses fundamentos são colocados em prática por meio dos oito critérios: Liderança; Estratégias e Planos; Clientes; Sociedade; Informações e Conhecimento; Pessoas; Processos; e Resultados.

     

  • Novo Código Comercial recebe contribuições na Bahia

    Cerca de 270 pessoas, entre empresários, procuradores do Estado, advogados e professores de Direito Comercial, participaram do café da manhã, realizado em 26 de novembro, no auditório da Casa do Comércio, em Salvador (BA), para debater o projeto de lei (PL) 1572/2011, que institui o novo Código Comercial brasileiro. O evento foi transmitido em tempo real pela TV A Tarde. A iniciativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) teve o apoio da Fecomércio-BA.

    Cerca de 270 pessoas, entre empresários, procuradores do Estado, advogados e professores de Direito Comercial, participaram do café da manhã, realizado em 26 de novembro, no auditório da Casa do Comércio, em Salvador (BA), para debater o projeto de lei (PL) 1572/2011, que institui o novo Código Comercial brasileiro. O evento foi transmitido em tempo real pela TV A Tarde. A iniciativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) teve o apoio da Fecomércio-BA.

    O vice-presidente da CNC e da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa o PL, Laércio Oliveira, se disse impressionado com o alto nível dos participantes, das questões levantadas e das contribuições encaminhadas. “Vamos ampliar essa ação procurando levar a discussão a todos os Estados. Da forma como está sendo construído, o futuro Código Comercial brasileiro será um instrumento prático, aplicável e de resultados para o fortalecimento do comércio”, afirmou.

    O presidente da Comissão Especial, deputado Arthur Maia (PMDB/BA), afirmou que o Código é uma necessidade e, na medida em que o debate para aperfeiçoá-lo é democrático, acaba por envolver aqueles que operam com o comércio e que usam o direito comercial como objeto. O parlamentar projeta que, no começo de 2013, a proposta possa ser votada e aprovada na Comissão Especial e, em seguida, levada ao plenário da Câmara.

    A legislação em vigor vem de 1850 e está, portanto, muito defasada, enfatizou o jurista Edvaldo Brito, membro da Comissão Especial de Juristas que dá suporte à tramitação da matéria. Para ele, a atualização do Código Civil em 2002 ajudou a amenizar a situação. Mas, a seu ver, ainda faltam leis para situações específicas, que não fazem sentido estarem sob a égide do Código Civil.

    O presidente da Fecomércio-BA, Carlos Fernando Amaral, reforçou a corrente dos que consideram imperativo a atualização da legislação. “Os debates que a CNC promove nos Estados para colher subsídios para o aperfeiçoamento do projeto são fundamentais para um resultado final muito positivo.”

    Autor intelectual do projeto e presidente da Comissão Especial de Juristas, o professor Fábio Ulhoa Coelho considerou que o seminário “foi uma oportunidade muito rica para conversar sobre a questão das obrigações das partes envolvidas em um negócio, um capítulo muito importante do projeto do Código Comercial”. Ele citou vários exemplos para identificar a necessidade de a legislação ser aperfeiçoada.

    Em relação ao prazo para votação do PL, disse que é preciso aproveitar o espaço para a apresentação de emendas, que está em curso, mas deve se encerrar no início da próxima sessão legislativa, em fevereiro. “O momento é arregaçar as mangas e concluirmos as discussões para que o Código Comercial, quando aprovado, reflita o anseio da empresariado nacional.”