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  • Prazo para adaptação ao novo TRCT termina hoje

    O prazo para as empresas se adaptarem ao novo Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho (TRCT) acaba hoje, dia 31. A partir amanhã, de 1º de novembro, a adesão ao novo modelo do documento será obrigatória, conforme determina a Portaria nº 1.057, de julho de 2012.

    O prazo para as empresas se adaptarem ao novo Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho (TRCT) acaba hoje, dia 31. A partir amanhã, de 1º de novembro, a adesão ao novo modelo do documento será obrigatória, conforme determina a Portaria nº 1.057, de julho de 2012.

    O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informa que o novo TRCT é impresso em duas vias, uma para o empregador e outra para o empregado, e vem acompanhado ainda do Termo de Homologação (TH), a ser utilizado nos contratos com mais de um ano de duração que necessitam de assistência do sindicato laboral ou do MTE, e do Termo de Quitação (TQ), para os contratos com menos de um ano de duração e que não exigem acompanhamento do sindicato ou do ministério.

    Os termos de Homologação e o de Quitação são impressos em quatro vias, uma para o empregador e três para o empregado, sendo que duas delas são utilizadas pelo trabalhador para sacar o FGTS e solicitar o recebimento do Seguro-Desemprego.as mudanças trarão mais segurança a trabalhadores e empregadores na medida em que reduzirão erros e proporcionarão maior transparência nos desligamentos, evitando questionamentos futuros.

    Representantes sindicais dos trabalhadores, responsáveis por boa parte das homologações dos contratos de trabalho, devem atentar para a necessidade de se atentarem sobre a obrigatoriedade da mudança.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 201/2012

    DESTAQUES:

    Governo regulamenta o Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento de Usinas Nucleares – Renuclear

    Alterada norma dispondo sobre o parcelamento do DPVAT

    BC baixa novas regras para Transferência Eletrônica Disponível – TED

  • Competitividade

    Antonio Oliveira Santos, presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), destaca em artigo no Jornal do Commercio que não há um só projeto viável para realizar uma reforma tributária no País.

    Antonio Oliveira Santos, presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), destaca em artigo no Jornal do Commercio que não há um só projeto viável para realizar uma reforma tributária no País.

    Para o presidente da CNC, um programa consistente de diminuição progressiva de alguns tributos, da extinção do PIS e das contribuições para o INCRA e para a educação, que pesam sobre a folha de salários, teria muito mais efeito que as medidas episódicas que o governo vem adotando para manter a economia do País equilibrada. “Essas medidas, por terem caráter definitivo, certamente produziriam efeitos muito mais eficientes sobre o ânimo dos empresários, renovando sua disposição para investir e criar empregos, ao mesmo tempo em que reforçariam as exportações, pela via do maior grau de competitividade”, escreveu.

  • Competitividade (Jornal do Commercio de 30 de outubro de 2012)

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    Competitividade é a expressão que traduz a capacidade da indústria nacional de competir com a indústria estrangeira; em outras palavras, significa ter um custo de produção igual ou inferior ao produto estrangeiro. Ao que tudo indica, a Presidente Dilma chamou a si a iniciativa das decisões para atingir esse objetivo.

    Antonio Oliveira Santos

    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

     

    Competitividade é a expressão que traduz a capacidade da indústria nacional de competir com a indústria estrangeira; em outras palavras, significa ter um custo de produção igual ou inferior ao produto estrangeiro. Ao que tudo indica, a Presidente Dilma chamou a si a iniciativa das decisões para atingir esse objetivo.

    A indústria brasileira quase foi sucateada: pela taxa de câmbio supervalorizada, pelas mais altas taxas de juros do mundo, pela escorchante carga tributária, pela deficiente infraestrutura dos transportes, pela burocracia infernal. A questão da taxa de câmbio e dos juros já foi superada, mas os demais problemas continuam de pé. E vêm sendo tratados pelos pacotes quinzenais, elaborados pelo Ministério da Fazenda e consistentes de temporárias reduções do IPI.

    Pelas infindáveis discussões realizadas até aqui, já se viu que não há um só projeto viável para realizar uma reforma tributária. Então, o que se poderia fazer?

    Em nossa opinião, em vez das medidas episódicas que o Governo vem adotando, muito maior efeito teria um programa consistente de diminuição progressiva de alguns tributos, da extinção do PIS e das contribuições para o INCRA e para a educação, que pesam sobre a folha de salários. Essas medidas, por terem caráter definitivo, certamente produziriam efeitos muito mais eficientes sobre o ânimo dos empresários, renovando sua disposição para investir e criar empregos, ao mesmo tempo em que reforçariam as exportações, pela via do maior grau de competitividade.

    Medidas como a desoneração da folha de pagamentos e transferência da contribuição patronal da previdência social para o faturamento pecam pela falta de racionalidade. A remuneração da aposentadoria tem que estar vinculada ao salário do trabalhador, para dar base atuarial às responsabilidades do INSS. O que se está fazendo é uma demagogia que não se sustenta a longo prazo. E, pior ainda, prejudica a solução definitiva de criação dos Fundos Previdenciários, como previsto na Constituição da República.

    Recente estudo da KPMG comparou a estrutura de custos para as empresas em 14 países, levando em conta questões tributárias, trabalhistas, alugueis e custo de capital, principalmente capital de giro. O estudo também compara 19 setores, desde a manufatura de automóveis e processamento de alimentos até a produção de videogames. Em todos, o Brasil é o mais caro entre os emergentes. Em termos de tributos, o Brasil é 43% mais caro que os Estados Unidos, diz o estudo.

    Isso sem falar na precária e ineficiente infraestrutura dos transportes, há mais de 20 anos sem investimentos básicos. A Presidente Dilma decidiu enfrentar esse problema, com coragem e determinação, mas faltam projetos e recursos, que o Governo não tem.

    A taxa de investimentos vem caindo há quatro trimestres consecutivos, entre julho 2011 a junho 2012. No trimestre passado (julho/setembro) voltou a cair 0,5% (FGV). Segundo o IBGE, o investimento total no 2º trimestre ficou em 17,9% do PIB, quando o ideal seria entre 20% e 25%. O Governo se esforça para estimular e atrair o capital privado, mas não abre mão de manter a gestão dos empreendimentos sob o poder estatal. Isso amedronta os investidores, principalmente os estrangeiros. Calcula-se que até 2032 vão ser necessários R$ 2 trilhões de investimentos privados.

    Neste ano, a economia brasileira vai crescer menos de 1,5% e a indústria terá um crescimento negativo de menos 2,5%, segundo a FIESP. É imperioso mudar o rumo dos acontecimentos, a partir do próximo ano.

     

    Jornal do Commércio, 30 de outubro de 2012.

  • Informe Representações 210

    Assessoria de Gestão das Representações | 30/10/2012 – Ano 4, nº 210

     

    MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO

    III Conferência Global sobre Trabalho Infantil

    Reinaldo Felisberto Damacena, analista de políticas e indústria da Gerência de Relações do Trabalho da Confederação Nacional da Indústria, e Antônio Lisboa Cardoso, advogado da Divisão Sindical da CNC, foram indicados como titular e suplente, respectivamente, para representar a bancada patronal na comissão organizadora da 3ª Conferência Global sobre Trabalho Infantil.

    Assessoria de Gestão das Representações | 30/10/2012 – Ano 4, nº 210

     

    MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO

    III Conferência Global sobre Trabalho Infantil

    Reinaldo Felisberto Damacena, analista de políticas e indústria da Gerência de Relações do Trabalho da Confederação Nacional da Indústria, e Antônio Lisboa Cardoso, advogado da Divisão Sindical da CNC, foram indicados como titular e suplente, respectivamente, para representar a bancada patronal na comissão organizadora da 3ª Conferência Global sobre Trabalho Infantil.

    O evento tem como objetivos fazer um balanço dos progressos realizados desde a adoção da Convenção nº 182 da OIT, que trata da proibição das piores formas de trabalho infantil; avaliar obstáculos e propor medidas para acelerar a eliminação das piores formas de trabalho infantil; e proporcionar a troca de experiências entre os países participantes para o enfrentamento ao trabalho infantil.

    A presidência da Conferência ficará a cargo da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, e a vice-presidência será exercia pelos ministros das Relações Exteriores e do Trabalho e Emprego. A Comissão Organizadora Nacional será formada por representantes do governo, dos trabalhadores, dos empregadores e da sociedade civil organizada.

     

    Assessoria de Gestão das Representações – CNC

    61) 3329-9539 / 3329-9547 / 3329-9566

    agr@cnc.com.br

     

  • A segurança jurídica no processo administrativo de registro sindical (outubro/2012)

    A segurança jurídica no processo administrativo de registro sindical (outubro/2012)

    A segurança jurídica no processo administrativo de registro sindical (outubro/2012)

  • O banco de horas e a possibilidade de sua aplicação (outubro/2012)

    O banco de horas e a possibilidade de sua aplicação (outubro/2012)

    O banco de horas e a possibilidade de sua aplicação (outubro/2012)

  • Condições de validade do registro sindical no Ministério do Trabalho e Emprego (outubro/2012)

    Condições de validade do registro sindical no Ministério do Trabalho e Emprego (outubro/2012)

    Condições de validade do registro sindical no Ministério do Trabalho e Emprego (outubro/2012)

  • As eventuais modificações na Portaria MTE Nº 186/2008 e seus reflexos nas Ações Diretas de Inconstitucionalidades processadas no STF (outubro/2012)

    As eventuais modificações na Portaria MTE Nº 186/2008 e seus reflexos nas Ações Diretas de Inconstitucionalidades processadas no STF (outubro/2012)

    As eventuais modificações na Portaria MTE Nº 186/2008 e seus reflexos nas Ações Diretas de Inconstitucionalidades processadas no STF (outubro/2012)

  • Confiança do empresário aumenta novamente em outubro

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) cresceu 2,2% em outubro, na comparação com setembro. No entanto, os resultados anuais e trimestrais da pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo ainda mostram queda: o Icec caiu 1,6% comparativamente ao mesmo mês de 2011 e 3,4% no trimestre finalizado em outubro.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) cresceu 2,2% em outubro, na comparação com setembro. No entanto, os resultados anuais e trimestrais da pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo ainda mostram queda: o Icec caiu 1,6% comparativamente ao mesmo mês de 2011 e 3,4% no trimestre finalizado em outubro. O indicador permaneceu em patamar favorável, com 128,0 pontos.

    O resultado do índice total foi influenciado pela melhora nos três subíndices: o Índice de Condições Atuais do Empresário do Comércio (Icaec) avançou 2,9%, o Índice de Expectativas do Empresário do Comércio (IEEC) mostrou crescimento de 2,0% e o Índice de Investimentos do Empresário do Comércio (IIEC) também cresceu 2,0%.

    Apesar dos incrementos em outubro, as condições atuais do empresário do comércio apresentaram reduções nas comparações anuais e trimestrais. A divergência entre os resultados está associada à recuperação da confiança dos empresários do comércio, os quais estão mais otimistas, especialmente em função das festas de fim de ano.