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  • Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec): outubro de 2012

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador antecedente apurado exclusivamente com os tomadores de decisão das empresas do varejo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresárias do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6.000 empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices, apurados mensalmente, apresentam dispersões que variam de zero a 200 pontos.

  • CNC apoia Abeta Summit 2012

    No Brasil, os segmentos de natureza, ecoturismo e turismo de aventura são os mais procurados por 26,9% dos turistas estrangeiros, segundo a pesquisa Demanda do Turismo Internacional, realizada pelo Ministério do Turismo. Mas o Brasil ainda tem um grande potencial de ampliar os negócios nos ramos de atividade de turismo de aventura e ecoturismo, que, em 2009, já alcançavam faturamentos de R$ 515,9 milhões.

    No Brasil, os segmentos de natureza, ecoturismo e turismo de aventura são os mais procurados por 26,9% dos turistas estrangeiros, segundo a pesquisa Demanda do Turismo Internacional, realizada pelo Ministério do Turismo. Mas o Brasil ainda tem um grande potencial de ampliar os negócios nos ramos de atividade de turismo de aventura e ecoturismo, que, em 2009, já alcançavam faturamentos de R$ 515,9 milhões.

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) trabalham pelo desenvolvimento do turismo nacional e incentivam a organização do setor produtivo nas atividades de ecoturismo e turismo de aventura. Por isso o Sistema CNC-SESC-SENAC apoia e é parceiro do Abeta Summit 2012 – 9º Encontro Brasileiro de Ecoturismo e Turismo de Aventura. O evento é organizado pela Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Abeta), com o objetivo de disseminar conhecimento, estimular a geração de negócios e reunir lideranças do mercado da vida ao ar livre para fortalecer essa cadeia.

    Como propõe o tema do Abeta Summit 2012 – Atuando em rede – compartilhando ideias para multiplicar negócios –, o Sistema CNC-SESC-SENAC trabalha em rede, apoiando e fortalecendo as principais entidades empresariais do turismo nacional. Com a iniciativa da Câmara Empresarial do Turismo (CET), a CNC reúne mais de 20 entidades das mais representativas do setor, entre elas a Abeta, para debater e formular propostas para o crescimento da atividade.

    O Sistema, por meio do Sesc, é pioneiro em turismo social no País e desenvolve ações de Ecoturismo e Turismo de Aventura em suas unidades com destaque para o trabalho da Estância Ecológica Sesc Pantanal, em Mato Grosso; da Estância Ecológica Sesc Tepequém, no Município de Amajari, em Roraima; e a Estância Ecológica Sesc Bertioga, em São Paulo. O Sistema CNC-SESC-SENAC também investe na formação de profissionais para o mercado de Ecoturismo e Turismo de Aventura ofertando desde curso de pós-graduação em Ecoturismo, pelo Centro de Educação em Turismo e Hotelaria do Senac São Paulo, até o curso Condutor de Turismo de Aventura, realizado pelo Centro Tecnológico de Turismo de Aquiraz, no Ceará, ou, ainda, curso livre de Guia em Turismo, entre as muitas possibilidades de capacitação ofertadas para o setor turístico.

  • TV CNC: mobilização contra a pirataria

    Ela está por toda parte: em produtos culturais, roupas, calçados, bebidas, cigarros, medicamentos, óculos, entre outros. A TV CNC mostra que combater a pirataria e criar uma nova consciência entre empresários e consumidores é uma das ações em que está empenhada a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    O governo federal estima que deixam de ser arrecadados cerca de R$ 30 bilhões em impostos todos os anos.

    Assista ao vídeo:

    Ela está por toda parte: em produtos culturais, roupas, calçados, bebidas, cigarros, medicamentos, óculos, entre outros. A TV CNC mostra que combater a pirataria e criar uma nova consciência entre empresários e consumidores é uma das ações em que está empenhada a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    O governo federal estima que deixam de ser arrecadados cerca de R$ 30 bilhões em impostos todos os anos.

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  • Boletim Informativo Diário (BID) 200/2012

    DESTAQUES:

    Divulgado o preço médio dos combustíveis, a partir de 1º de novembro de 2012

    Disciplinada a representação legal em processos de defesa comercial

    Codefat altera norma do pagamento do Abono Salarial

  • Prazo para adaptação ao novo TRCT acaba dia 31 deste mês

    O prazo para as empresas se adaptarem ao novo Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho (TRCT) acaba no dia 31 deste mês. A partir de 1º de novembro, a adesão ao novo modelo do documento será obrigatória, conforme determina a Portaria nº 1.057, de julho de 2012. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), as mudanças trarão mais segurança a trabalhadores e empregadores na medida em que reduzirão erros e proporcionarão maior transparência nos desligamentos, evitando questionamentos futuros.

    O prazo para as empresas se adaptarem ao novo Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho (TRCT) acaba no dia 31 deste mês. A partir de 1º de novembro, a adesão ao novo modelo do documento será obrigatória, conforme determina a Portaria nº 1.057, de julho de 2012. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), as mudanças trarão mais segurança a trabalhadores e empregadores na medida em que reduzirão erros e proporcionarão maior transparência nos desligamentos, evitando questionamentos futuros.

    Considerando que a partir de 1º de novembro a Caixa não aceitará mais os modelos antigos do TRCT para o pagamento do seguro-desemprego e a liberação do FGTS, o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Messias Melo, alerta os representantes sindicais dos trabalhadores, responsáveis por boa parte das homologações dos contratos de trabalho, para a necessidade de se atentarem sobre a obrigatoriedade da mudança. Ele lembra que, ao adotarem o novo documento, as empresas evitarão contratempos aos trabalhadores.

    Novo TRCT

    Impresso em duas vias, sendo uma para o empregador e outra para o empregado, o novo termo vem acompanhado do respectivo Termo de Homologação ou de Quitação (conforme a situação – contratos com menos ou com mais de um ano de serviço), que serão impressos em quatro vias (uma para o empregador e três para o empregado) destinadas ao saque do FGTS e à solicitação do seguro-desemprego.

    Além de prorrogação da validade do modelo atual, até 31 de outubro, a Portaria nº 1.057 criou dois novos formulários: o Termo de Quitação e o Termo de Homologação. O Termo de Quitação deverá ser utilizado em conjunto com o TRCT nas rescisões de contratos de trabalho com menos de um ano de serviço. Já o Termo de Homologação será utilizado para as rescisões de contrato com mais de um ano de serviço – casos em que é obrigatória a assistência e homologação pelo sindicato profissional representativo da categoria ou pelo MTE.

    A mudança tornou o TRCT mais claro, uma vez que criou campos diferenciados para a explicitação de férias do período e dos períodos anteriores, horas extras normais e noturnas, 13º salário do período e de períodos anteriores, entre outros detalhamentos.

  • CNC e Federações unidas no combate à pirataria

    Ela está por toda parte: produtos culturais, roupas, calçados, bebidas, cigarros, medicamentos, óculos, entre outros. Combater a pirataria e criar uma nova consciência entre os empresários e também junto aos consumidores é uma das ações em que está empenhada a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

    Ela está por toda parte: produtos culturais, roupas, calçados, bebidas, cigarros, medicamentos, óculos, entre outros. Combater a pirataria e criar uma nova consciência entre os empresários e também junto aos consumidores é uma das ações em que está empenhada a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

  • 13º salário injetará mais de R$ 130 bilhões na economia

    Com a aproximação do fim do ano, o comércio começa a se preparar para as vendas de Natal. Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), o pagamento do 13º salário irá injetar pouco mais de R$ 130 bilhões na economia brasileira até dezembro, R$ 13 bilhões a mais do que em 2011. O montante corresponde a 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB) do País, beneficiando cerca de 80 milhões de brasileiros.

    Com a aproximação do fim do ano, o comércio começa a se preparar para as vendas de Natal. Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), o pagamento do 13º salário irá injetar pouco mais de R$ 130 bilhões na economia brasileira até dezembro, R$ 13 bilhões a mais do que em 2011. O montante corresponde a 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB) do País, beneficiando cerca de 80 milhões de brasileiros.

    Carlos Thadeu de Freitas, chefe da Divisão econômica da CNC, destaca que, nos últimos anos, tem sido crescente o contingente de trabalhadores que antecipa o recebimento do 13º. “Prioritariamente a alocação desses recursos costuma ser a quitação de dívidas. Isso permite que o consumidor se livre do elevado custo de rolagem das dívidas, que no cartão de crédito e no cheque especial são de aproximadamente 220% e 150% ao ano, respectivamente”, disse.

    Do montante calculado pela Fecomercio-SP, um terço (cerca de 43 bilhões) deve ser destinado para o pagamento de dívidas, em especial do cartão de crédito, do cheque especial e de empréstimos pessoais que possuem altas taxas de juros. Um terço vai para os compromissos de começo de ano, tal como despesas escolares, pagamento de impostos e gastos com férias, e apenas um terço utilizado para o consumo. “O consumidor visa reconstituir as condições de acesso a crédito para as compras de final de ano. Para o comércio, as vendas de final de ano respondem por 17% do faturamento médio anual. Mas, para alguns ramos específicos, como eletroeletrônicos e vestuário, o último mês do ano responde por 21% e 24% do total de vendas anuais. Neste ano, o comércio varejista deve registrar expansão de 7,8% no Natal segundo nossas projeções”, comlemetou carlos Thadeu.

    Além do dinheiro extra, o mercado de crédito, que vem crescendo com a trajetória de queda da taxa básica de juros, ajudará a impulsionar a economia e as vendas de fim de ano. Desde o Natal passado, a Selic já caiu 3,75 pontos percentuais, para 7,25% ao ano – o menor patamar da série histórica desde 1999, quando se adotou o regime de metas de inflação.

    Observando a constante evolução dos indicadores de emprego e renda, estabilidade nos níveis de inadimplência e sinais de confiança do consumidor, é possível afirmar que o endividamento está sob controle e que ainda há espaço para crescer.

     

  • Rio se despede de sua maior feira de turismo

    A 40ª edição da Abav 2012 – Feira das Américas e o Congresso Brasileiro de Agências de Viagens começaram anunciando sua despedida do Rio de Janeiro e sua ida para São Paulo. Foi um início com a sensação de fim. Mas o que esta edição mostrou foi uma Abav renovada. A Vila do Saber foi um dos grandes acertos deste ano, e já se espera sua reedição em 2013.

    A 40ª edição da Abav 2012 – Feira das Américas e o Congresso Brasileiro de Agências de Viagens começaram anunciando sua despedida do Rio de Janeiro e sua ida para São Paulo. Foi um início com a sensação de fim. Mas o que esta edição mostrou foi uma Abav renovada. A Vila do Saber foi um dos grandes acertos deste ano, e já se espera sua reedição em 2013. A ideia de unir o Congresso à Feira deu certo – iniciativa da nova gestão da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), promovida pelo sistema CNC-SESC-SENAC, que aposta na formação e na atualização do profissional de turismo, preparando-o para as constantes mudanças do cenário.

    Na Vila do Saber o Sistema CNC-SESC-SENAC mostrou que tem muito a ensinar. O Sesc deu muitas aulas, principalmente quando a matéria foi o turismo social, mostrando que sabe do que está falando, tanto na prática – da qual é pioneiro e líder, como principal operador no Brasil – como na teoria, com profissionais qualificados e grandes conhecedores do tema.

    Turismo Social um novo olhar sobre a atividade que responde a demandas do mercado

    O Sistema CNC-SESC-SENAC apresentou o Turismo Social como uma tendência que responde a necessidades de mercado. Primeiro, por atender às classes sociais em ascensão, que incluem a atividade em seu pacote de consumo; segundo, por atender aos novos tipos de turistas, que procuram um consumo diferenciado, ou, ainda, um turismo preocupado com suas necessidades, como é o caso do público da terceira idade, também em ascensão.

    O especialista no assunto, o mexicano Sergio Rodriguez Abitia, que presidiu a Organização Internacional de Turismo Social (OITS) e trabalhou como agente de viagens, afirma que a atividade “não é um produto para pessoas pobres, e sim uma forma de viajar em que existem ambições humanas e sociais”. A discussão do turismo social ampliou-se e, hoje, além de democratizar o acesso ao turismo para as classes com recursos limitados, apresenta uma compreensão do turismo que “abrange noções como direito ao turismo, acessibilidade, integração, respeito mútuo e promoção do desenvolvimento pessoal, social e comunitário”, como afirmou Carlos Henrique Falcão, especialista em turismo social do Sesc e professor universitário da área que palestrou sobre o tema no último dia da Abav.

    Hospedando os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo

    A rede hoteleira do Sesc conta com 43 meios de hospedagem, dispondo de 5.614 quartos e 17.697 leitos. Em 2011, essa rede hoteleira recebeu cerca de 800 mil hóspedes para pernoite, com um total de mais de dois milhões de atendimentos, incluindo passeios de um dia e estadias, atingindo uma ocupação média de quase 60%. Os dados foram apresentados pela técnica de turismo social do Sesc, Patrícia Carmo dos Santos, em palestra realizada na sexta-feira na Vila do Saber.

    Parcerias para promover os meios de hospedagem

    O Sistema CNC-SESC-SENAC também trouxe para o espaço Vila do Saber contribuições da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), uma das entidades associadas à CNC, que realizou duas palestras no último dia da Abav.

    A FNHRBS apresentou dois produtos aos hoteleiros. Um deles foi o Acessa Hotel – ferramenta para conectar micros, pequenas e médias empresas de hospedagem à internet, ofertando website, acesso a canais de venda na internet e um sistema próprio de reservas. Outra proposta da entidade foi apresentada em palestra sobre modernização dos meios de hospedagem por meio de projetos de eficiência energética, com o Programa Pró-Hotéis, que realiza diagnóstico técnico e estudo de financiamento para modernizar as instalações, tornando-as mais sustentáveis e reduzindo custos com energia elétrica e água, entre outros.

    Segundo o presidente da FNHRBS, Alexandre Sampaio – que também é presidente do Conselho de Turismo e coordenador da Câmara Empresarial de Turismo (CET), da CNC –, a ideia é auxiliar na modernização e no crescimento dos negócios. “O sistema de contato e reservas da maioria das hospedagens brasileiras ainda está longe da era da internet. Temos centenas de milhares de estabelecimentos com boa infraestrutura e ótimos preços espalhados pelo País, mas que são difíceis de ser encontrados pelos turistas brasileiros e estrangeiros”, exemplificou.

  • Empresas e trabalhadores devem atentar para as mudanças em entendimento de súmulas do TST

    Empresas e trabalhadores devem ficar atentos às mudanças promovidas pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) em setembro, com a revisão de vários entendimentos sobre regras trabalhistas. O TST reviu súmulas e orientações para jurisprudências, ou seja, entendimentos que norteiam as decisões de futuros conflitos. Ao todo, 43 temas foram discutidos. Em 38 houve algum tipo de alteração. Os novos entendimentos já estão valendo, informa o Tribunal.

    Empresas e trabalhadores devem ficar atentos às mudanças promovidas pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) em setembro, com a revisão de vários entendimentos sobre regras trabalhistas. O TST reviu súmulas e orientações para jurisprudências, ou seja, entendimentos que norteiam as decisões de futuros conflitos. Ao todo, 43 temas foram discutidos. Em 38 houve algum tipo de alteração. Os novos entendimentos já estão valendo, informa o Tribunal.

    Entre as mudanças – e de acordo com as novas interpretações do Tribunal –, os funcionários que estiverem de plantão longe da empresa, com o celular ligado e disponíveis para convocação pelo empregador terão direito a receber, por hora, o equivalente a um terço de sua hora convencional.

    Foi garantida, também, a estabilidade para trabalhadoras com contratos temporários que ficarem grávidas – a empresa terá de garantir a vaga até o fim da gestação e assegurar cinco meses de licença-maternidade. Essa regra só valia para mulheres contratadas pelas empresas. Quem sofrer acidente de trabalho terá direito a ficar no emprego por pelo menos um ano após a recuperação. Quando um funcionário com doença grave, como a Aids, for demitido e alegar preconceito, caberá ao patrão provar que não o dispensou por causa da doença.

    O TST também definiu que a nova Lei do aviso prévio, que ampliou o prazo do aviso de 30 dias para 90 dias, proporcional ao tempo de trabalho (a cada ano trabalhado, três dias a mais no aviso), só vale nas rescisões que forem feitas a partir da entrada em vigor da nova Lei, em outubro de 2011.

    Súmulas

    O Tribunal Superior do Trabalho informa que as Súmulas e Orientações Jurisprudenciais não têm caráter vinculante, isto é, não obrigam as instâncias inferiores a aplicá-las automaticamente. Elas refletem o posicionamento sobre determinadas matérias predominantes no TST – que tem como função principal a uniformização da jurisprudência trabalhista no Brasil – e são aplicadas aos processos que chegam ao Tribunal. As Súmulas são aprovadas pelo Tribunal Pleno a partir de decisões reiteradas dos órgãos julgadores do TST sobre o mesmo tema, refletindo, assim, o entendimento pacificado na Corte sobre a matéria.

    Clique aqui e acesse a tabela do TST com as mudanças.

  • Boletim de Informações em Turismo 007

    Rio de Janeiro, Ano 1, Número 7 – Outubro 2012

     

    COMÉRCIO E TURISMO

     

    MASETTO, Anderson. Turismo representa 26,5% do faturamento de sites de compras coletivas. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 9, n. 208, p. 12, set. 2012.

    Rio de Janeiro, Ano 1, Número 7 – Outubro 2012

     

    COMÉRCIO E TURISMO

     

    MASETTO, Anderson. Turismo representa 26,5% do faturamento de sites de compras coletivas. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 9, n. 208, p. 12, set. 2012.

    Dissemina os dados do relatório e-bit da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, feito em parceria com o InfoSaveme, que mostrou o turismo como produto mais comercializado em sites de compras coletivas.

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    EVENTOS

     

    MINELLI, Lísia. Fohb projeta crescimento de 38% na oferta hoteleira do Brasil. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 9, n. 208, p. 25, set. 2012.

    Veicula informações sobre o 13º Encontro Comercial do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), realizado no início de setembro, em São Paulo, com o tema O consumidor do século XXI, e apresentou alguns resultados do setor hoteleiro do Brasil no primeiro semestre de 2012 e projetou crescimento de 38% da oferta hoteleira do Brasil.

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    PALUMBO, Luciano. Braztoa anuncia prêmio de sustentabilidade para o trade. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 9, n. 207, p. 15, set. 2012.

    Comenta o lançamento do Prêmio Braztoa de Sustentabilidade, lançado pela Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), em São Paulo, com o objetivo de estimular a cultura da sustentabilidade no setor de turismo.

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    HOTELARIA

     

    MASETTO, Anderson. Agências e operadoras venderam mais resorts em 2011. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 9, n. 207, p. 22, set. 2012.

    Comenta o resultado da segunda pesquisa Resort em Números, elaborada pela Resort Brasil, em parceria com Jones Lang La Salle Hotels, que faz um diagnóstico do setor de resorts.

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    MELO, Leila. Pró-Hotéis soma 100 hotéis e incentiva redução de gastos com energia. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 9, n. 208, p. 24, set. 2012.

    Disserta sobre a soma de cem hotéis participantes do programa Pró-Hotéis, que objetiva modernizar os empreendimentos hoteleiros participantes por meio da implantação de ações de eficiência energética.

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    HOTELARIA jovem é o trunfo da região, principalmente no corporativo. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 9, n. 208, p. 10, set. 2012.

    Destaca a rede hoteleira de Aracaju, que possui grande parte dos empreendimentos localizados à beira-mar, com idade média de três anos e com disponibilidade de áreas de lazer e entretenimento unidas a eventos de negócios.

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    JOGOS OLÍMPICOS

     

    VERTICCHIO, Diego. Custo x investimento. Jornal Panrotas, São Paulo, v. 20, n. 1030, p. 36, set. 2012.

    Questiona se o legado que os Jogos Olímpicos de 2016 deixarão para o Rio de Janeiro após o evento compensará o alto investimento aplicado em sua organização.

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    MERCADO DA AVIAÇÃO NACIONAL

     

    STRUCCHI, Natália. Principais aéreas do País se unem através da voz de Eduardo Sanovicz. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 9, n. 207, p. 3, set. 2012.

    Entrevista com Eduardo Sanovicz, presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que fala sobre os desafios da entidade e das suas regras de votação.

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    POLÍTICA DE TURISMO

     

    ANDRADE, Artur Luiz. Saindo do papel. Jornal Panrotas, São Paulo, v. 20, n. 1029, p. 22-23, set. 2012.

    Entrevista com o diretor do Departamento de Estruturação, Articulação e Ordenamento Turístico do Ministério do Turismo, Ítalo Oliveira Mendes, que fala sobre o Cadastur, regulamentado pela Lei Geral do Turismo, a classificação hoteleira, o registro eletrônico de hóspedes, o programa de incentivo a viagens e o programa 65 Destinos Indutores do Turismo.

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    CÂMARA Empresarial de Turismo recebe ministros. Brasilturis Jornal, São Paulo, v. 31, n. 728, p. 31, set. 2012.

    Tece comentários acerca da reunião do presidente da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Alexandre Sampaio, com o ministro do Turismo, Gastão Vieira, e com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, durante a reunião da Câmara Empresarial de Turismo (CET), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realizada no dia 11 de setembro, em Brasília, para pleitear medidas de incentivo ao turismo brasileiro.

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    TURISMO EM NÚMEROS

     

    BRIZON, Mario. Confira os principais emissores de turistas para o Brasil. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 9, n. 207, p. 4, set. 2012.

    Apresenta um ranking, disponibilizado pela Diretoria de Estudos do Ministério do Turismo, dos principais países emissores de turistas para o Brasil em 2011.

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    SOARES, Pedro. Boom do turismo supera o crescimento da economia. Folha de S. Paulo, São Paulo, p. B4, 11 out. 2012.

    Aborda o crescimento de 32,4% do turismo brasileiro entre os anos de 2003 e 2009, superando o crescimento da economia no período, impulsionado pela ascensão da nova classe média brasileira.

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    TURISMO NACIONAL

     

    LUTFI, Fernanda. CTur-CNC debate avanços em setores do turismo com conselheiros. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 9, n. 207, p. 9, set. 2012.

    Comenta a reunião do Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realizada em meados de agosto, para avaliar os avanços do turismo brasileiro pautados nos cinco macrotemas definidos pelo conselho em 2008, que são: Política de concessão de vistos para os grandes países emissores; O futuro da aviação comercial do Brasil; O turismo e a economia do Brasil; Infraestrutura turística e megaeventos; e Turismo náutico.

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    SANTOS, Jussara. Embratur: para ser mais competitivo, Brasil tem que reduzir preços. Mercados & Eventos, Rio de Janeiro, v. 9, n. 208, p. 6, set. 2012.

    Analisa as declarações do presidente da Embratur, Flávio Dino, no seminário Brasil destino de eventos, realizado em Brasília, que destacou os altos preços praticados e a crise econômica mundial como fatores que prejudicam o crescimento mais acelerado na captação de turistas para o Brasil.

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