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  • Boletim Informativo Diário (BID) 048/2012

    DESTAQUES:

    Revogado item do Regimento Interno do Conselho Nacional de Política Cultural que trata de limitações ao funcionamento de comissões temáticas e grupos de trabalho no âmbito do Conselho

    Prorroga inscrições do Prêmio Simples Nacional e Empreendedorismo

    Republicada norma que dispõe sobre o procedimento especial para o registro, alteração, baixa e cancelamento do Microempreendedor Individual – MEI

    Nomeado o Ministro de Estado do Desenvolvimento Agrário

  • Capacitação profissional é fundamental para a Copa do Mundo 2014

    O presidente do Conselho de Turismo da CNC e da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Alexandre Sampaio, afirmou que a falta de capacitação da mão de obra é um dos problemas que poderá prejudicar a Copa do Mundo de 2014. A declaração foi feita durante o primeiro dia da 10ª edição do Fórum Panrotas, em 13 de março.

    O presidente do Conselho de Turismo da CNC e da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS), Alexandre Sampaio, afirmou que a falta de capacitação da mão de obra é um dos problemas que poderá prejudicar a Copa do Mundo de 2014. A declaração foi feita durante o primeiro dia da 10ª edição do Fórum Panrotas, em 13 de março.

    “Acredito que a capacitação da mão de obra, por meio de um programa desenvolvido pelo Ministério do Turismo, como foi o Bem Receber Copa, é fundamental para o sucesso dos megaeventos”, defendeu Sampaio, afirmando também que a hotelaria estará adequada, com boa relação entre demanda e oferta, em concordância com o que disse o ministro do Turismo, Gastão Vieira, em painel de ministros da América Latina.

    O Senac irá ser um grande agente no que diz respeito à capacitação profissional. Através do programa “Senac em Campo, Brasil no Mundo”, serão oferecidos mais de um milhão de cursos técnicos voltados para as áreas de turismo, hotelaria, gastronomia, entre outros, com foco na capacitação profissional da mão de obra para a Copa 2014.

    Segundo Sampaio, o pós-Copa pode trazer alguns problemas. “Me preocupa a sustentabilidade comercial da rede hoteleira depois da oferta que surgirá por conta dos grandes eventos”, alertou. “É por isso que as quatro entidades de hotelaria juntas negociam a desoneração tributária para a hotelaria. Estamos elaborando um documento que será entregue à presidente Dilma Rousseff com as medidas de desoneração que defendemos”, disse.

    Entre essas medidas, estão a flexibilização da legislação trabalhista e a conversibilidade da moeda brasileira no Exterior. “Sabemos que o Banco Central nos apoia nisso, mas teremos a resistência do Ministério da Fazenda”, concluiu.

    Representando o Sistema CNC-SESC-SENAC no Fórum Panrotas, que conta com aliança institucional da Confederação, estão presentes, além de Sampaio, o gerente de Projetos Estratégicos do Senac, Antônio Henrique de Paula, e o assessor de Turismo e Hospitalidade da CNC, Leonardo Fonseca.

  • Sindicatos da Fecomercio de São Paulo veem resultados com o SEGS

    No ano passado, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de São Paulo (Fecomércio) realizou a abertura do Ciclo 2011  do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (SEGS) para um grande número de sindicatos, visando a melhoria da gestão de qualidade das entidades. Destas, onze completaram o ciclo e receberam os certificados, entregues no dia 27 de fevereiro, durante a primeira plenária da Fecomercio.

    No ano passado, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de São Paulo (Fecomércio) realizou a abertura do Ciclo 2011  do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (SEGS) para um grande número de sindicatos, visando a melhoria da gestão de qualidade das entidades. Destas, onze completaram o ciclo e receberam os certificados, entregues no dia 27 de fevereiro, durante a primeira plenária da Fecomercio.

    “A Fecomercio de São Paulo está num processo de retomada do SEGS, com resultados consideráveis em 2011, e com uma expectativa grande de ascensão em 2012. Conseguimos fechar o ciclo 2011 com 11 sindicatos concluindo o programa e recebendo o Certificado de “Entidade Rumo à Excelência” , onde 38 sindicatos participaram de algum tipo de treinamento relacionado ao SEGS, 66 pessoas foram treinadas, recebendo 54 horas de treinamento e 12 horas de consultoria foram disponibilizadas para a Federação com o objetivo de passar orientações para a aplicação do SEGS”, afirmou o assessor da CNC, Luciano Santana, que esteve presente na plenária da entidade e acompanhou a sua evolução ao longo do ciclo.

    Os resultados já puderam ser vistos nas entidades que participaram em São Paulo. Alguns enfatizam o aprendizado durante o ciclo, como foi o caso do Sindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos (Sincopeças). Andreza de Castro, encarregada do setor de arrecadação do sindicato, pôde comprovar a importância da documentação das atividades da entidade. “Só com tudo documentado é que podemos avaliar se tudo está correndo bem. E se não estiver, poderemos agir antes de uma falha acontecer”, afirmou.

    A troca de experiências entre os sindicatos, uma das principais características do SEGS, também foi um dos pontos positivos do ciclo 2011 no estado. A auxiliar administrativa do Sindicato do Comércio Atacadista de Tecidos, Vestuários e Armarinhos (Sincatvaesp), Marcia de Fátima Santos, reconheceu a importância do contato com outras entidades. “Com a ajuda do outro sindicato, pude perceber algumas coisas que precisavam ser corrigidas”, contou.

    Para 2012, a meta da Fecomercio de São Paulo é dobrar o número de sindicatos que participou no ciclo anterior. A Federação espera que 60% dos seus afiliados estejam inseridos no SEGS até 2014. As entidades podem ter acesso a todo o conteúdo do sistema através do Programa Relaciona, um site criado pela Federação para estreitar os laços com seus associados. Lá o usuário encontra um fórum de discussão sobre os assuntos abordados no SEGS, entre outras ferramentas que ajudam na compreensão da gestão sindical. Para acessar, é só clicar em www.programarelaciona.com.br.

  • Mais competitividade para o turismo brasileiro

    O governo brasileiro, para contribuir com o desenvolvimento do turismo, deve atentar mais para a estabilidade de preços e menos para o câmbio. Essa é a opinião de Carlos Thadeu de Freitas, chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), exposta nesta terça-feira, 13 de março, durante a 10ª edição do Fórum Panrotas.

    O governo brasileiro, para contribuir com o desenvolvimento do turismo, deve atentar mais para a estabilidade de preços e menos para o câmbio. Essa é a opinião de Carlos Thadeu de Freitas, chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), exposta nesta terça-feira, 13 de março, durante a 10ª edição do Fórum Panrotas.

    Carlos Thadeu, que participou de um painel sobre as perspectivas econômicas para o Brasil junto ao ex-ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, acredita que o País deve ser mais competitivo. Segundo ele, a indústria do turismo, com custos mais competitivos, compensa a economia brasileira em relação à perda de negócios que a indústria de manufaturados vem sofrendo nos últimos tempos. “O grande ponto é o governo voltar a praticar as chamadas minirreformas, para que o Custo Brasil diminua cada vez mais”.

    Carlos Thadeu destacou ainda que o setor de Serviços é a atual âncora do crescimento econômico brasileiro. “O câmbio real favorece o setor de turismo. O segmento vai ter boas oportunidades futuras, já que as pessoas estão ganhando mais, com a massa real de salários ainda em crescimento”, afirmou.

    Mailson da Nóbrega, atualmente sócio da Tendências Consultoria Integrada, destacou que o Brasil tem uma situação confortável, com reservas internacionais superiores à divida externa, entre outros fatores.

    O economista apontou algumas projeções para 2012, como o crescimento do PIB em 3,2%, inflação de 5,5%, expectativa da taxa de desemprego em 5,8%, massa salarial real em 5,4%, aumento dos juros em 8,5%, e balança comercial em US$ 25 milhões. “O mundo deve mais ao Brasil do que o Brasil deve ao mundo. Uma situação inédita para um País que nasceu devendo. Hoje somos credores”, declarou.

    Com aliança institucional da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, o Fórum Panrotas vai até amanhã, dia 14, com debates e apresentações de especialistas.

     

    Veja também:

    CNC participa da abertura da 10ª edição do Fórum Panrotas

  • CNC participa da abertura da 10ª edição do Fórum Panrotas

    Empresários, autoridades governamentais e agentes do turismo tiveram a oportunidade de assistir, na abertura da 10ª edição do Fórum Panrotas, realizada nesta terça feira, 13 de março, no Centro de Eventos da Fecomercio, em São Paulo, a um vídeo institucional do Sistema CNC-SESC-SENAC, que destacou as iniciativas da entidade para o desenvolvimento do setor. 

    Empresários, autoridades governamentais e agentes do turismo tiveram a oportunidade de assistir, na abertura da 10ª edição do Fórum Panrotas, realizada nesta terça feira, 13 de março, no Centro de Eventos da Fecomercio, em São Paulo, a um vídeo institucional do Sistema CNC-SESC-SENAC, que destacou as iniciativas da entidade para o desenvolvimento do setor. 

    Entre as informações, os participantes puderam conhecer as atividades do Conselho de Turismo da CNC, bem como os objetivos da revista Turismo em Pauta, atualmente em sua sétima edição. Estão previstas também as exibições, ao longo do evento, de mais quatro vídeos institucionais (dois do SESC e dois do Senac), mostrando a atuação decisiva destas duas entidades, com ênfase no desenvolvimento do turismo social e na educação profissional que busca garantir a qualidade dos profissionais do setor.

    Alexandre Sampaio, presidente do Conselho de Turismo e coordenador da Câmara Empresarial de Turismo (CET) da Confederação, esteve na abertura, acompanhado do diretor do Senac, Antônio Henrique de Paula, de membros da Assessoria de Turismo e Hospitalidade (Astur) da entidade e do deputado fluminense Otávio Leite (PSDB-RJ).  “A CNC acredita que a difusão e a troca de ideias são essenciais para o desenvolvimento do turismo brasileiro”, afirmou Sampaio.

    A abertura oficial do evento contou, pela primeira vez, com ministros de destinos turísticos da América Latina, que apresentaram planos e projetos de cada país para o desenvolvimento da atividade. Enrique Meyer, ministro de Turismo da Argentina, destacou, entre outras informações, que a infraestrutura do país está em fase de renovação para atender à demanda cada vez maior de visitantes. Segundo ele, aeroportos como o de Bariloche devem passar por melhorias e 95% da população argentina está interligada por vias terrestres, o que também beneficia o turismo.

    Além disso, Meyer destacou que a companhia Aerolineas Argentinas está renovando suas frotas. Entre 2010 e 2011,  a Argentina recebeu cinco milhões de visitantes, sendo que 1,3 milhão foram brasileiros. “A América Latina  cresceu 10% em desembarques de turistas entre 2010 e o ano passado. E 5,7 milhões de turistas desembarcaram na Argentina”, disse o ministro. “O Brasil é um destino prioritário da Argentina”, complementou Meyer.

    Pablo Nogueira, ministro do turismo do Chile, lançou um desafio na abertura do Fórum Panrotas: o desenvolvimento de ações e estratégias comuns aos países da América Latina para o desenvolvimento da atividade turística em cadeia. Entre outras medidas, Nogueira sugeriu a eliminação da burocracia dos governos para aumentar o trânsito de turistas entre os países. “Uma promoção conjunta do turismo traria benefícios a todas as nações latino-americanas. Somos países complementares” disse Nogueira. 

    A ministra de Turismo do México, Gloria Guevara, apresentou a estrutura dos órgãos do governo mexicano ligados ao turismo, destacando que o país é o 10º destino turístico do mundo, e a atividade representa 9% do PIB do país, gerando 2,5 milhões de empregos diretos e 5 milhões indiretos. Em 2012, segundo Gloria, 22,4 milhões de turistas internacionais visitaram o México, mesmo com a situação volátil da economia mundial. Segundo a ministra, entre 2007 e 2012 foram aplicados USS 6,77 bilhões em aeroportos, portos e ferrovias. A iniciativa privada, por sua vez, investiu USS 18,30 bi na atividade turística. “Em 2011, recebemos visitantes de 221 nacionalidades, e 66,8% deste numero eram de brasileiros”, destacou a ministra.

     

     Brasil

     

    O ministro do Turismo brasileiro, Gastão Vieira, começou sua participação na abertura do Fórum Panrotas destacando que o turista é o principal cliente do Ministério que comanda há cinco meses. “Todos aqueles que estão envolvidos com o turismo trabalham com a felicidade das pessoas”, declarou.  Gastão destacou ainda os números de 2011, quando houve 186 milhões de viagens pelo País, além de nove milhões de desembarques internacionais. No ano, o segmento – que responde por 3,6% do PIB brasileiro – gerou receita cambial de USS 6,7 milhões, valor 14,4% maior que o de 2010. Gastão Vieira enfatizou que a classe C ganha cada vez mais importância para o turismo. “Viajar pelo Brasil está no plano de uma em cada três famílias brasileiras”, disse.

    Sob o viés da economia, Gastão Vieira destacou que o desafio é aumentar a competitividade do setor, revertendo o crescente fluxo de turistas brasileiros ao exterior, ao lado de um incremento da chegada de visitantes estrangeiros.

    Ainda hoje, o chefe da Divisão Econômica da CNC, Carlos Thadeu de Freitas, participa de uma mesa redonda que vai abordar as perspectivas economias para o Brasil. O Fórum Panrotas vai até amanhã, dia 14, com debates e apresentações de especialistas.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 047/2012

    Exonerado o Presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

    Alterado Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI).

     

     

     

     

  • O Brasil e a reunião Rio +20 (Jornal do Commercio de 12 de março de 2012)

    Antonio Oliveira Santos
    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

    A sociedade moderna, surgida com a Revolução Industrial, em meados do século XVIII, recebeu um enorme benefício em termos de melhoria da qualidade de vida, proporcionada pelas inovações nos meios de transporte, na calefação das residências, na disponibilidade dos utensílios domésticos e instrumentos de trabalho, com destaque, nos últimos tempos, para os avanços da medicina e da tecnologia dos meios de comunicação.

    Antonio Oliveira Santos
    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

    A sociedade moderna, surgida com a Revolução Industrial, em meados do século XVIII, recebeu um enorme benefício em termos de melhoria da qualidade de vida, proporcionada pelas inovações nos meios de transporte, na calefação das residências, na disponibilidade dos utensílios domésticos e instrumentos de trabalho, com destaque, nos últimos tempos, para os avanços da medicina e da tecnologia dos meios de comunicação.

    A soma de todos esses benefícios econômico-sociais teve e está tendo um custo alto, em termos quantitativos da exaustão dos recursos naturais e qualitativo da poluição da atmosfera, dos solos e das águas, assim como da destruição de grandes áreas de florestas.

    Em 1971, o Clube de Roma lançou um brado de alerta sobre os danos ambientais e exaustão das reservas de energia, cujas consequências certamente imporiam perigosos limites ao crescimento econômico (The Limits of Growth), em um cenário catastrófico de “crescimento zero”. Na Reunião da ONU, em Estocolmo, em 1972, o debate sobre a exaustão dos recursos materiais foi aprofundado, tendo em vista a contínua expansão da população mundial, especialmente nos países menos desenvolvidos do Terceiro Mundo.

    Por trás de todos esses acontecimentos está o fato espantoso de que a população do mundo havia crescido de quatro bilhões em 1974 para seis bilhões em 1998. E mais grave ainda: a população total chegou a 7 bilhões em 2011 e caminha para 9 bilhões antes de 2050.

    Estão colocadas frente a frente, atualmente, duas questões fundamentais: 1) a preservação dos recursos naturais (desenvolvimento sustentável) e 2) o agravamento da pobreza e da fome nos países menos desenvolvidos. Esses vão ser os temas básicos da Reunião da ONU (Rio + 20), no próximo mês de junho, no Rio de Janeiro. Evidentemente, está faltando em terceiro item na pauta dos debates: a explosão demográfica e o controle populacional.

    A maior ameaça de uma mudança climática, qualquer que sejam suas causas, é a fome para centenas de milhões de pessoas. Ao que se sabe, em 1950, havia três vezes mais habitantes na Europa do que na África; hoje, há quase 20% a mais na África do que na Europa. Essa é a base da forte pressão social para a imigração. O mesmo acontece com o México, o Haiti e outros países do Caribe, em relação aos Estados Unidos.

    Impressionantemente, ninguém tem coragem cívica ou política de levantar esse terceiro ponto na agenda dos debates. É muito mais cômodo e talvez mais lucrativo propor a criação de um Fundo Verde, com gastos de US$ 100 bilhões anuais, um Fundo Florestal, um mercado de carbono, entre outras medidas de puro caráter financeiro. É impressionante a inegável prevalência que está sendo conferida à questão financeira, acobertando possíveis interesses comerciais. Entre eles, continua de pé o discutível Protocolo de Kyoto, baseado em um suposto efeito estufa que justificaria um lucrativo mercado de compra e venda de certificados de carbono. Tudo isso virá à tona na Conferência Rio + 20, que já vai assumindo uma feição econômico-financeira muito mais do que ambiental.

    Esse jogo financeiro distorce e deturpa os fundamentos de uma proposta séria e honesta, como a que se contém no Relatório Brundtland, de 1987. O elevado enfoque da preservação ambiental está sendo desvirtuado pela prevalência do enfoque comercial-financeiro.

    O maior legado da Rio-1992 foi, sem dúvida, a consciência ambiental do desenvolvimento sustentável. A Rio + 20, ao enveredar por outros caminhos, pode complicar e desfigurar esse conceito.

    Jornal do Commércio, 12 de março de 2012

  • Conselho de Turismo – Desafios da Graduação em Turismo: parte 2

    Tânia Omena, presidente da ABBTUR (Associação Brasileira de Bacharéis em Turismo), fala sobre o que pode ser modificado para absorver os turismólogos já formados para o mercado de trabalho, aliando conhecimentos teóricos à formação técnica.

      Tânia Omena, presidente da ABBTUR (Associação Brasileira de Bacharéis em Turismo), fala sobre o que pode ser modificado para absorver os turismólogos já formados para o mercado de trabalho, aliando conhecimentos teóricos à formação técnica.

      • Conselho de Turismo – Desafios da Graduação em Turismo: parte 3

        Na terceira entrevista sobre graduação em Turismo, o presidente do Instituto Brasileiro de Turismólogos (IBT), Márcio Bensuaschi, convidado a palestrar no Conselho de Turismo da CNC, fala sobre a mobilização do governo em relação à profissão e sobre como o mercado deveria olhar para os turismólogos.

        Na terceira entrevista sobre graduação em Turismo, o presidente do Instituto Brasileiro de Turismólogos (IBT), Márcio Bensuaschi, convidado a palestrar no Conselho de Turismo da CNC, fala sobre a mobilização do governo em relação à profissão e sobre como o mercado deveria olhar para os turismólogos.