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  • CNC projeta crescimento de 5,6% para vendas de Natal

    Após registrar queda de 0,4% em agosto, as vendas no varejo alcançaram crescimento de 0,6% em setembro, na comparação ao mês anterior, divulgou hoje (10) o IBGE, por meio da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC).

    Após registrar queda de 0,4% em agosto, as vendas no varejo alcançaram crescimento de 0,6% em setembro, na comparação ao mês anterior, divulgou hoje (10) o IBGE, por meio da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC).

    Ao analisar os números da pesquisa, a Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acredita que, mesmo em um ritmo mais fraco que no ano passado, a renda e o crédito ainda darão fôlego para as famílias manterem seus níveis de consumo. “Para os próximos meses, esperamos a manutenção de crescimento do comércio, sustentada principalmente pelo aquecimento sazonal das vendas de fim de ano”, afirma Bruno Fernandes, economista da Confederação.

    A CNC projeta uma alta de 5,6% nas vendas de Natal, puxada principalmente por bens duráveis, como eletrodomésticos e eletroeletrônicos. Para o ano, a CNC espera que as vendas do comércio varejista obtenha crescimento de 6,0% em relação a 2010.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 211

    DESTAQUES:

    RFB altera norma que dispõe sobre o CNPJ

    Ministério da Saúde cria Comitê de Apoio às Ações do Plano Nacional para Pessoas com Deficiência

  • Começam os preparativos para 28° Encontro Nacional de Sindicatos Patronais

    O Centro de Turismo e Lazer SESC Cabo Branco, em João Pessoa, Paraíba, sediou a segunda reunião preparatória para o 28° Encontro Nacional dos Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. O encontro foi realizado em 11 de novembro e reuniu mais de 30 representantes de sindicatos de todo o Brasil.

    O Centro de Turismo e Lazer SESC Cabo Branco, em João Pessoa, Paraíba, sediou a segunda reunião preparatória para o 28° Encontro Nacional dos Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. O encontro foi realizado em 11 de novembro e reuniu mais de 30 representantes de sindicatos de todo o Brasil.

    Dentro da programação, os participantes debateram questões relacionadas aos sindicatos e às áreas do comércio de bens, serviços e turismo. Após uma apresentação sobre a necessidade de formação de profissionais na área de Turismo, os representantes conheceram as obras do Centro de Turismo e Lazer SESC Cabo Branco e da Escola de Gastronomia e Hotelaria do Senac-PB. Eles puderam conferir de perto como serão os ambientes do hotel, que tem o apoio técnico e financeiro dos departamentos nacionais do SESC e do Senac.

    “A Paraíba se sente prestigiada. É uma satisfação receber esta reunião e discutir os interesses do sindicalismo patronal e do comércio, que nós representamos”, afirmou o presidente do Sistema Fecomércio-SESC-Senac na Paraíba, Marconi Medeiros.

    O encontro continuou no turno da tarde com uma apresentação do Grupo Folclórico do SESC, mostrando danças típicas da região, como o xote e o xaxado. A programação prosseguiu com uma reunião voltada para apresentação das informações relacionadas à organização do 28º Encontro Nacional, incluindo valores de inscrições, hospedagens e programação social. Também foi escolhida a comissão técnica do evento, assim como o tema central do encontro, que ficou definido como Reformas, o futuro já chegou. A próxima reunião preparatória deve acontecer no dia 3 de fevereiro de 2012, em São Paulo.

    O 28º Encontro Nacional dos Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo tem como objetivo reunir representantes de sindicatos de todo o País para que sejam discutidos temas relacionados aos sindicatos patronais e ao desenvolvimento do comércio brasileiro. O evento nacional será realizado em Natal, no período de 16 a 18 de maio de 2012.

     

    Saiba mais sobre o 27° Encontro Nacional, realizado em Cuiabá, em 2011.

    Dono da Ricardo Eletro dá aula de liderança no 27º Encontro dos Sindicatos Patronais

    Sustentabilidade ambiental: pauta permanente do Sistema Comércio

    Assessores jurídicos do Sistema Comércio participam de encontro em Cuiabá

  • Medidas do Banco Central para crédito não mudam cenário para o Natal

    As medidas adotadas pelo Banco Central quanto às concessões de crédito representam um ajuste na política “macroprudencial”, adotada pelo governo no final do ano passado. A opinião é da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    De acordo com economistas da entidade, as medidas podem ser consideradas como um reforço ao afrouxamento da política monetária e revelam um Banco Central menos preocupado com a sustentabilidade do crédito e mais atento ao ritmo de desaceleração da atividade econômica.

    As medidas adotadas pelo Banco Central quanto às concessões de crédito representam um ajuste na política “macroprudencial”, adotada pelo governo no final do ano passado. A opinião é da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    De acordo com economistas da entidade, as medidas podem ser consideradas como um reforço ao afrouxamento da política monetária e revelam um Banco Central menos preocupado com a sustentabilidade do crédito e mais atento ao ritmo de desaceleração da atividade econômica.

    “Como os impactos dessas medidas serão sentidos ao longo dos próximos meses, não mudam nosso cenário para os resultados desse Natal, que deve apresentar crescimento de 5,6% nas vendas do comércio”, afirma Marianne Hanson, economista da CNC. Para ela, a classe C será beneficiada pelas medidas, pois é a maior demandante de crédito. “Contudo, todas as classes serão beneficiadas. As condições de financiamentos de veículos, com prazos inferiores a 60 meses, devem melhorar com juros e valores menores de entrada”, explica. 

    Crédito cresce mais que renda 

    A concessão de crédito vem crescendo mais que a renda dos trabalhadores, avalia a Divisão Econômica. Segundo os especialistas, apesar dos elevados ganhos reais de renda em 2010 e 2011, o ritmo de crescimento do crédito é maior. “O que tem permitido o crescimento do crédito em ritmo mais rápido do que a renda é o alongamento dos prazos e a tendência de queda da taxa de juros do crédito nos últimos anos”, explica Marianne. Esse processo permitiu um maior endividamento das famílias sem descontrole da inadimplência, pois a parcela da renda comprometida com dívidas não se elevou substancialmente. 

    O aperto do Banco Central nas operações de longo prazo são uma forma de segurar um possível aumento da inadimplência em 2012, apontam os economistas. O rápido crescimento das operações de longo prazo são fonte de preocupação desde o final do ano passado, sobretudo no financiamento de veículos, no qual o colateral se deprecia antes do término do pagamento. Contudo, o prazo de 60 meses (cerca de 1.800 dias) já pode ser considerado bastante longo, dado que o prazo médio das operações para pessoas físicas é de 584 dias. Desse modo, não impactarão significativamente no crédito.

    Cartão de crédito

    A decisão de manter o pagamento mínimo da fatura do cartão de crédito em 15% do saldo devedor e não elevar para 20% como estava inicialmente previsto, também pode ser uma forma de evitar o aumento da inadimplência. Na última edição do Relatório de Estabilidade Financeira, o Banco Central produziu um estudo sobre o endividamento das famílias brasileiras no qual concluía que a colocação da exigência de 15% foi responsável pelo aumento do comprometimento de renda dos consumidores com dívidas. Uma nova elevação do pagamento mínimo poderia causar impactos negativos sobre a inadimplência. 

  • Boletim Informativo Diário (BID) 210

    DESTAQUES:

    Aberta inscrições para entidades, organizações ou associações civis reconhecidas, para a composição do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos Contra a Propriedade Intelectual

    Edital de Convocação do Sindicato do Comércio Varejista de Material Elétrico do Município do Rio de Janeiro para AGE de Alteração Estatutária, a ser realizada no dia 28 de novembro de 2011

  • Boletim Informativo Diário (BID) 209

    DESTAQUES:

    Alterada norma Secex em razão da implantação do SISCOMEX Exportação em ambiente web

    Prorrogado prazo para a conclusão do primeiro projeto de modernização e consolidação da legislação relativa ao comércio exterior

    Modificada a composição do Conselho Consultivo do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, composto, entre outros, pelo SESC Teresópolis – RJ

  • A Agroindústria Brasileira (Jornal do Commercio de 14 de novembro de 2011)

    Antonio Oliveira Santos
    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

    A revolução tecnológica da agroindústria brasileira começou nos anos 50, com a criação das Empresas de Assistência Técnica Rural, as Emater, que se instalaram em diversos Estados brasileiros, adaptando o modelo de extensão agrícola dos Estados Unidos. Pouco mais tarde, as Emater passaram a fazer parte, em termos nacionais, da Associação Brasileira de Assistência e Crédito Rural, a ABCAR.

    Antonio Oliveira Santos
    Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

    A revolução tecnológica da agroindústria brasileira começou nos anos 50, com a criação das Empresas de Assistência Técnica Rural, as Emater, que se instalaram em diversos Estados brasileiros, adaptando o modelo de extensão agrícola dos Estados Unidos. Pouco mais tarde, as Emater passaram a fazer parte, em termos nacionais, da Associação Brasileira de Assistência e Crédito Rural, a ABCAR.

    Congregando os melhores técnicos da ABCAR, arregimentados pelo então Ministro da Agricultura, Cirne Lima, em 1973, surgiu a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a Embrapa. Naquela época, os “extensionistas” estavam fascinados pelos estudos de Norman Borlaug, geneticista e fitopatologista americano que, com suas variedades de alto rendimento, ajudou a libertar o México da importação de trigo e vários países da Ásia da importação de arroz. Era o tempo da Campanha Mundial contra a Fome promovida pela FAO (Freedom From Hunger Campaign), e Borlaug tinha sido premiado, por seus estudos e pesquisas sobre a seleção de variedades, com o Nobel da Paz de 1970.

    A Embrapa foi constituída com a finalidade não só de ampliar o sentido dos serviços de extensão rural, como para incluir a pesquisa, os estudos e o desenvolvimento dos cultivos e da pecuária em áreas tropicais e subtropicais, que não eram objeto da investigação científica em países do Hemisfério Norte. No salto da seleção das variedades mais produtivas e das técnicas de manejo na produção animal, até chegar aos transgênicos, a Embrapa transformou-se num centro de investigação agropecuária e florestal que é hoje ponto de referência mundial.

    Como empresa pública, a Embrapa está estruturada com bastante flexibilidade, o que facilita suas ações sobre um vasto e diversificado território. A partir da Sede, em Brasília, há quinze unidades centrais de coordenação e uma rede descentralizada de unidades operativas, dotadas de vários graus de liberdade para organizar suas tarefas. Essa liberdade, na contramão da herança ibérica, é muito provavelmente um dos ingredientes do êxito da Embrapa, cujo processo de investigação científica se desdobra em várias Embrapas: a de produção animal, grãos e leguminosas, floresta e silvicultura e até meio ambiente.

    Do amplo leque temático da Embrapa, valeria destacar, entre muitas de suas ações, o Zoneamento Agroecológico do Nordeste, área de 1.600 mil km2, que também inclui o Norte de Minas Gerais. O propósito do zoneamento é o de caracterizar esse espaço geográfico em função da diversidade de seus recursos naturais, identificando potencialidades e limitações para o desenvolvimento de vinte culturas, num espectro que vai do amendoim e do algodão herbáceo até a mamona e o sisal. De posse das informações técnicas resultantes da pesquisa científica, torna-se possível aos agricultores fazer as escolhas certas e atuar eficientemente sobre esse meio rural.

    Cabe destacar, também, o papel desempenhado pela Embrapa na valorização agropecuária do cerrado brasileiro, região que, embora abranja todos os Estados nordestinos, localiza-se preponderantemente no Planalto Central. Com mais de dois milhões de Km2, é uma imensa área de savana com grande biodiversidade. Nela, em dois espaços distintos, a vegetação é formada não só de árvores espaçadas de pequeno porte como de densas florestas, d’onde, possivelmente, advém a qualificação de cerrado. Por volta da década de 1950, o cerrado, com seus solos ácidos e pobres em minerais, como o fósforo, cálcio e magnésio, e sua baixa fertilidade natural, era, praticamente, um vazio demográfico.

    Nos dias atuais, o cerrado explode na produção de grãos e leguminosas e é a origem de 70% da produção pecuária do País. Em torno da produção agropecuária, vão se formando centros urbanos e pode-se dizer que, mesmo sem a construção de Brasília, o Planalto Central jamais seria o vazio demográfico de outrora. Foi a disseminação da informação derivada das pesquisas da Embrapa que tornou possível transformar o cerrado brasileiro, começando pela calagem dos solos e a identificação de suas características fisico-químicas e prosseguindo com a seleção de variedades adaptadas às condições climáticas e ao combate às pragas que atacam os cultivos.

    Obviamente, como toda intervenção do Homem sobre a natureza tem um custo alternativo sobre o meio ambiente, há quem aponte os riscos do desenvolvimento agropecuário sobre o importante ecossistema da região, nascedouro de grandes rios e abrigo da fauna e da flora autóctone. Não fosse, porém, a valorização econômica do cerrado, o Planalto Central não seria uma fonte de abastecimento alimentar, para o Brasil e para o mundo, no preciso instante em que a população mundial atinge a telúrica cifra de 7 bilhões de habitantes. Aliás, é mesmo a Embrapa que projeta, como um imperativo, dobrar a atual produção de aumentos até 2030, para abastecer os mercados consumidores do mundo.

    Interagindo com instituições de pesquisa agroalimentar de países como Estados Unidos e China, a Embrapa embarca, agora, num ambicioso projeto de construção de um dos maiores bancos genéticos do mundo. Reforçando sua posição de referência mundial, na medida em que, como empresa pública, possa estar resguardada das transações políticas inerentes a um presidencialismo de coalizão.

    Jornal do Commércio,14 de novembro de 2011

  • Fecomércio-MS realiza Avaliação de Consenso do SEGS

    Nos dias 31 de outubro e 1° de novembro, aconteceu a primeira avaliação de consenso entre federações do Ciclo 2011 do SEGS. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso do Sul (Fecomércio-MS) recebeu a visita da avaliadora externa Geórgia Philomeno, multiplicadora do SEGS na Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio-CE).

    Nos dias 31 de outubro e 1° de novembro, aconteceu a primeira avaliação de consenso entre federações do Ciclo 2011 do SEGS. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso do Sul (Fecomércio-MS) recebeu a visita da avaliadora externa Geórgia Philomeno, multiplicadora do SEGS na Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio-CE).

    Geórgia realizou a Avaliação de Consenso da entidade juntamente com o superintendente da Fecomércio-MS e multiplicador do SEGS na federação, Reginaldo Henrique. “Foi uma experiência muito rica e uma visita muito positiva. A federação está de parabéns pelo trabalho que vem desempenhando”, afirmou Geórgia.

    “A visita dela foi muito positiva e não foi como uma auditoria, mas sim como uma troca de conhecimento. Ela nos mostrou soluções que aplica na sua federação e levou também algumas coisas que colocamos em prática aqui no Mato Grosso do Sul”, afirmou Reginaldo.

    Além da Fecomércio-MS, os sindicatos filiados também realizaram suas avaliações, aproveitando a presença da avaliadora do Ceará. Segundo Reginaldo Henrique, o ciclo 2011 apresentou uma mudança significativa na gestão das entidades. “O ciclo foi positivo para o MS. Todos os sindicatos aumentaram a sua pontuação em relação ao ano passado, mas a mudança principal foi a melhoria na prestação dos serviços oferecidos”, concluiu.

    Para celebrar as atividades do ciclo SEGS 2011, colaboradores do Sistema Fecomércio-MS e de sindicatos participarão de um evento no Hotel SESC Pantanal, localizado em Porto Cercado (MT), entre os dias 11 e 15 de novembro. Durante a cerimônia, os sindicatos que concluíram o ciclo irão receber os certificados do SEGS.

  • Emprego e trabalho decente: um conceito produtivo para o País

    Esta cartilha reúne informações para subsidiar o debate a ser realizado na I Conferência Nacional de Emprego e Trabalho Decente e nas conferências estaduais e distritais que a precedem. Com o intuito de contribuir para a construção de uma Política Nacional de Emprego e Trabalho Decente, a partir das prioridades estabelecidas no Plano Nacional de Emprego e Trabalho Decente, sistematiza elementos e apresenta argumentos que permitem aprofundar a reflexão sobre o tema.

    Esta cartilha reúne informações para subsidiar o debate a ser realizado na I Conferência Nacional de Emprego e Trabalho Decente e nas conferências estaduais e distritais que a precedem. Com o intuito de contribuir para a construção de uma Política Nacional de Emprego e Trabalho Decente, a partir das prioridades estabelecidas no Plano Nacional de Emprego e Trabalho Decente, sistematiza elementos e apresenta argumentos que permitem aprofundar a reflexão sobre o tema.

    Como regra geral, o documento ratifica a relevância do trabalho decente, tanto por razões de caráter social e humanitário como por questões associadas à competitividade. Afinal, emprego decente é emprego produtivo, que somente pode ser ofertado por empresas sustentáveis. Por outro lado, alerta também para distorções decorrentes de entendimentos equivocados acerca de responsabilidades e atribuições. Sem dúvida alguma, as empresas precisam cumprir rigorosamente suas responsabilidades legais e contratuais. Contudo, não podem responder por deficiências decorrentes da atuação do Estado ou da sociedade.

    Além disso, o documento defende o progresso das discussões sobre a modernização das relações de trabalho e o aprimoramento de instrumentos de negociação e das instâncias de diálogo social.

    Acredita-se que apenas dessa maneira será possível assegurar a agilidade requerida pela dinâmica da economia e dos mercados, preservando os direitos fundamentais do trabalhador.

    Embora não exaustiva, a Cartilha reúne dados, informações e pontos de vista importantes para subsidiar as discussões, apoiar o amadurecimento do processo de modernização das relações de trabalho e ampliar as condições de trabalho decente. Está estruturada em cinco seções: uma introdução e quatro blocos que abordam, de maneira agregada, os principais temas definidos para as conferências, enfatizando aspectos conceituais e factuais.

    Espera-se que a leitura deste documento seja proveitosa e contribua para os necessários avanços do emprego e do trabalho decente no Brasil.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 208

    DESTAQUES:

    Sancionada, com vetos, Lei Complementar que altera a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa

    CNDI cria grupo de trabalho para elaborar critérios de utilização do Fundo Nacional do Idoso

    Designado representante do MTE junto ao Conselho Fiscal do SENAC

    Edital de Convocação do Conselho de Representantes da FNHRBS para AGE a ser realizada nos dias 17 e 18 de dezembro de 2011

    Edital de Convocação do Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas, Ferramentas e Serviços Afins do Estado de Minas Gerais para AGE a ser realizada no dia 24 de novembro de 2011