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  • Missão da Fecomércio Minas à Europa traz novidades sobre o varejo

    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio Minas) realizou, entre os dias 12 e 20 de outubro, uma missão empresarial ao continente europeu, visando absorver conhecimentos e informações sobre novos produtos, serviços e ferramentas de atendimento ao consumidor.

    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio Minas) realizou, entre os dias 12 e 20 de outubro, uma missão empresarial ao continente europeu, visando absorver conhecimentos e informações sobre novos produtos, serviços e ferramentas de atendimento ao consumidor.

    A missão teve 29 representantes da Fecomércio, SESC e Senac Minas, além de sindicatos filiados à federação. Os participantes visitaram a Itália e a França e foram auxiliados no entendimento das informações colhidas sobre o mercado europeu pelo consultor Nelson Barrizelli, doutor em administração pela Universidade de São Paulo, com aperfeiçoamento em marketing pela Università Degli Studi de Milano.

    A missão do Sistema Fecomércio Minas também realizou encontros com diretores e vice-presidentes das Câmaras de Comércio de Milão, na Itália, e Paris, na França, nos quais foram apresentadas por estas seu modelo de organização, prestação de serviços e representação de seus mercados, bem como a troca de conhecimento entre as entidades.

    Os representantes do comércio mineiro ainda realizaram uma série de visitas técnicas a empresas líderes de mercado, shopping centers e supermercados, visando observar seus processos junto ao mercado. Dentre as visitas, destaca-se o EPC Lab, um dos raros laboratórios no mundo dedicados exclusivamente ao estudo de aplicações da tecnologia de identificação de rádio frequência (RFID, na sigla em inglês). Trata-se da nova tendência tecnológica que irá possivelmente substituir os códigos de barra e revolucionar a logística de estocagem dos produtos, por permitir a leitura das informações de forma mais rápida e com precisão unitária.

    A Fecomércio Minas irá descrever o resultado final da missão em um relatório que irá contribuir para o desenvolvimento do comércio de bens, serviços e turismo no estado de Minas Gerais.

  • Comissões do Senado aprovam o Código Florestal

    Em reunião nesta terça-feira (8/11), as comissões de Agricultura (CRA) e de Ciência e Tecnologia (CCT) aprovaram o texto base do relatório do senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) sobre o projeto do novo Código Florestal – Projeto de Lei nº 1.876/1999 (PLC 30/2011, no Senado). O relatório recebeu 12 votos favoráveis e um contrário na CCT e foi aprovado pelos 15 senadores da CRA presentes à reunião. Já a votação dos destaques deve dividir os parlamentares, que tentam chegar a um entendimento até a próxima reunião.

    Em reunião nesta terça-feira (8/11), as comissões de Agricultura (CRA) e de Ciência e Tecnologia (CCT) aprovaram o texto base do relatório do senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) sobre o projeto do novo Código Florestal – Projeto de Lei nº 1.876/1999 (PLC 30/2011, no Senado). O relatório recebeu 12 votos favoráveis e um contrário na CCT e foi aprovado pelos 15 senadores da CRA presentes à reunião. Já a votação dos destaques deve dividir os parlamentares, que tentam chegar a um entendimento até a próxima reunião. Luiz Henrique já havia lido seu relatório no dia 25, mas pedido de vista coletivo adiou a votação da matéria.

    Disposições permanentes e transitórias

    O texto aprovado divide o novo Código Florestal em duas partes: uma com regras permanentes, para regular o uso e a proteção de áreas florestadas; e outra com normas transitórias, que tratam da regularização das áreas protegidas que foram desmatadas de forma irregular.

    Nas disposições transitórias, Luiz Henrique manteve os Programas de Regularização Ambiental (PRA), previstos do texto da Câmara, como norteadores das ações para resolver o passivo ambiental. Os programas terão normas gerais definidas pela União e normas específicas fixadas pelos estados e pelo Distrito Federal.

    Nas disposições permanentes, entre outros ajustes, o relator incluiu a indicação de criação, pelos governos federal e estaduais, de programa de incentivos econômicos para a manutenção e recuperação de vegetação nativa. Esses programas deverão premiar e remunerar agricultores que mantiverem áreas florestadas e que prestam serviços ambientais que beneficiam toda a sociedade.

    Hipóteses para uso de área protegida

    O texto aprovado mantém alteração feita por Luiz Henrique quando da votação na Comissão de Justiça (CCJ), detalhando as hipóteses de utilidade pública, interesse social ou baixo impacto ambiental para intervenção nas áreas protegidas. Também mantém texto que explicita norma para autorização de atividades agrossilvopastoris, de ecoturismo e turismo rural em Área de Preservação Permanente (APP) exclusivamente para atividades consolidadas até julho de 2008.

  • Audiência Pública discute Lei Geral da Copa

    O secretário-geral da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Jérôme Valcke, disse nesta terça-feira (8/11) que a entidade estuda uma categoria especial de ingressos com preço reduzido para os jogos da Copa do Mundo de 2014. Nessa categoria seriam incluídos os estudantes, idosos e pessoas de baixa renda. Esse preço seria de aproximadamente R$ 43 (o equivalente a 25 dólares). Esse preço não valeria apenas para a abertura e para o encerramento.

    O secretário-geral da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Jérôme Valcke, disse nesta terça-feira (8/11) que a entidade estuda uma categoria especial de ingressos com preço reduzido para os jogos da Copa do Mundo de 2014. Nessa categoria seriam incluídos os estudantes, idosos e pessoas de baixa renda. Esse preço seria de aproximadamente R$ 43 (o equivalente a 25 dólares). Esse preço não valeria apenas para a abertura e para o encerramento.

    Essa posição da Fifa atende a reivindicações de parlamentares e do governo brasileiro. Quanto à proibição de venda de bebidas alcoólicas nos estádios, também reivindicada por deputados, Valcke não concordou. Ele defendeu a venda de cerveja em condições controladas, argumentando que isso ocorreu nas copas anteriores e não gerou guerras de torcidas nos estádios, nem mesmo em jogos de adversários históricos, como Brasil x Argentina e Holanda x Alemanha, por exemplo. 

    Valcke e o presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Ricardo Teixeira, participaram de audiência pública da comissão especial responsável pela análise do projeto da Lei Geral da Copa.

    Ingresso mais barato

    Segundo Valcke, a possibilidade de haver um ingresso “popular” foi discutida em conversa que teve com a presidente Dilma Rousseff, para discussão do projeto da Lei Geral da Copa do Mundo de 2014 – Projeto de Lei (PL) nº 2.330/11, do Executivo. Na ocasião, ele disse ter concordado com uma reivindicação da presidente, que era a meia-entrada para maiores de 60 anos, em respeito ao Estatuto do Idoso.

    Cerveja

    Valcke afirmou que até na Rússia e no Catar, países em que a venda de bebida alcoólica é rigorosamente proibida em estádios, houve uma exceção para a Fifa. “Foi considerado que a Copa é um evento particular e que excepcionalmente o álcool seria comercializado nos estádios”, afirmou.

    “Não vou assumir compromisso de que não será vendido álcool nos estádios, mas esse pedido será levado em consideração. Sei que essa resposta não é satisfatória, mas é a que posso dar hoje”, afirmou. “Temos esse acordo com nossa parceira Budweiser, de venda de álcool controlada nos estádios. A venda controlada significa, por exemplo, que a cerveja é vendida em copos de plástico e não em garrafas ou latas, que podem ser utilizadas como armas”, disse ele.

    Contra o tempo

    Ricardo Teixeira pediu “entendimento e cooperação” dos deputados para a aprovação rápida do projeto. “A democracia é saudável, mas o tempo não está mais ao nosso lado. O Brasil fez compromisso com a Fifa e agora tem o dever de fazer uma Copa inesquecível”, afirmou ele.

  • Shoppings venderam 12,6% a mais em setembro

    Os shopping centers brasileiros registraram crescimento de 12,6% nas vendas em setembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo informou a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). A previsão da entidade é fechar o ano com crescimento de 12% nas vendas, em relação a 2010.

    Os shopping centers brasileiros registraram crescimento de 12,6% nas vendas em setembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo informou a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). A previsão da entidade é fechar o ano com crescimento de 12% nas vendas, em relação a 2010.

     O segmento de eletroeletrônicos, livrarias e brinquedos, e as lojas de lazer ficaram entre as maiores altas em setembro, com aumentos de, respectivamente, 17% e 16,27% nas vendas.  No acumulado de 2011, no entanto, as lojas de alimentação têm respondido pelo melhor desempenho, com crescimento de 13,5%.

     Até setembro, existiam 419 shoppings em operação no País e a Abrasce estima a abertura de 42 empreendimentos em 2012. Este ano, foram abertos 11 novos shoppings no Brasil, com outros dez previstos até o final de 2011.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 205

    DESTAQUES:

    Decreto dispõe sobre a Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho

    Divulgado o preço médio dos combustíveis, a partir de 16 de novembro de 2011

    Arquivado o processo de pedido de alteração estatutária do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Uberaba e Condomínios

    Aberta sindicância no MTE para investigar denúncia de revista no tocante às ONGs

    Município do Rio de Janeiro declara ponto facultativo nas repartições públicas, a partir das 14:00 horas, no dia 10/11/2011, em razão do ato público “Contra a Injustiça, em Defesa do Rio”

  • Confiança do empresário cresce em outubro

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) apresentou alta de 0,5% em outubro, na comparação com o mês anterior.

    O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) apresentou alta de 0,5% em outubro, na comparação com o mês anterior. Segundo análise da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a alta em outubro refletiu uma combinação de queda nas condições atuais de confiança dos varejistas (-1,2%) devido à desaceleração do mercado de trabalho e dos rendimentos, com uma alta no índice de expectativas (+1,5%) e de investimentos (+1,0%).  “A alta nas expectativas dos empresários pode ter sido influenciada pela perspectiva de juros menores em 2012”, afirma João Felipe Araújo, economista da CNC.

    Dos três subíndices que compõem o ICEC, o Índice de Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC) apresentou queda de 1,2% em outubro, na comparação com o mês anterior, influenciado principalmente pela retração das condições atuais no setor varejista (-2,1%). A percepção em relação às condições atuais da economia brasileira também recuou (-1,1%) após queda de 0,3% em setembro.  Já o Índice de Expectativas do Empresário do Comércio (IEEC) apresentou elevação em todos os subitens. O destaque ficou para as melhores expectativas em relação à economia (+2,1%).

    A CNC estima em 6% o crescimento das vendas do varejo em 2011, e que a economia brasileira, como um todo, tenha crescimento em torno de 3%, uma vez que a atividade econômica do País no segundo semestre se mostrou mais fraca do que na primeira metade do ano. “Além disso, é preciso lembrar que numa eventual piora do cenário externo, o impacto no comércio varejista pode ser maior do que o esperado, principalmente porque o aumento do risco global pode fazer com que o dólar volte a subir de forma significativa”, explica João.

    Em relação às vendas para o Natal 2011, a Confederação estima um crescimento de 5% nas vendas, em relação a 2010, levando em consideração que foram abertos aproximadamente 140 mil postos de trabalho temporários.

    Clique aqui e veja os gráficos e análise completa dos dados do ICEC , organizados pela Divisão Econômica da CNC.

  • Empreendedorismo Digital leva inovação e conhecimento a empresários do Amapá

    A Federação do Comercio de Bens, Serviços e Turismo do Amapá (Fecomércio-AP) promoveu no dia 04 de novembro encontro do projeto Empreendedorismo Digital 2011, realizado em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a Certisign e a Mastermaq.

    A Federação do Comercio de Bens, Serviços e Turismo do Amapá (Fecomércio-AP) promoveu no dia 04 de novembro encontro do projeto Empreendedorismo Digital 2011, realizado em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a Certisign e a Mastermaq.

    O projeto tem o objetivo de mostrar aos empresários do setor terciário a importância da adoção de ferramentas tecnológicas na gestão dos negócios. A ideia do Empreendedorismo Digital é despertar a consciência dos empresários para a importância da modernização tecnológica através das palestras: “A Pirataria na Era Digital”, “SPED: Uma Visão Empresarial” e a “Motivação através da Excelência, Inovação e Atitude”. 

    O representante da CNC no Conselho Nacional de Combate à Pirataria, Natan Schiper, ministrou a palestra: “A Pirataria na Era Digital” alertando a respeito dos principais prejuízos causados com a pirataria, que movimenta cerca de 600 bilhões de dólares por ano. “A economia há muito tempo está sendo prejudicada com a pirataria. A certificação digital é uma ferramenta de controle e de combate à pirataria que a CNC está ajudando a divulgar como forma de prevenção”, afirmou Schiper.

    O Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) foi apresentado de forma bem descontraída pelo empresário e especialista em SPED, Roberto Dias Duarte. O sistema foi criado pelo governo federal, com objetivo de informatizar a relação entre o Fisco e os contribuintes e é composto por três subprojetos: escrituração contábil digital, escrituração fiscal digital e nota fiscal eletrônica. “Não é uma novidade, o Fisco já vem aplicando esse sistema há muitos anos. O SPED vem acompanhando a evolução natural do mundo, da transformação das coisas físicas em digital. As leis tributárias não mudaram; simplesmente as empresas vão ter que cumprir de forma mais correta”, alertou Roberto.

    William Caldas, especialista em temas como motivação, pesquisa e vanguarda das estratégias de atendimento a clientes finalizou o ciclo de palestra de maneira bem divertida, com dinâmicas que ajudaram a compreender a importância da mudança do comportamento dentro de uma empresa. “Não adianta só saber o que é certo, é preciso praticar o que é certo. A ideia é mostrar de maneira fácil como os profissionais devem agir, as atitudes dos empresários, dos clientes e dos cidadãos irão ajudar a construir uma situação nova, uma cidade melhor, um estado melhor”,  destacou o palestrante. 

  • Conselho de Turismo debaterá relação entre eventos e turismo receptivo

    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) se reúne na próxima quarta-feira, dia 9, para dar continuidade às abordagens sobre o macrotema Turismo Receptivo e Capacitação Profissional.

    O Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) se reúne na próxima quarta-feira, dia 9, para dar continuidade às abordagens sobre o macrotema Turismo Receptivo e Capacitação Profissional.

    Participarão do encontro Anita Pires, presidente da ABEOC (Associação Brasileira de Empresas de Eventos), Viviânne Martins, presidente da ABGEV (Associação Brasileira de Gestores de Viagens Corporativas), Margareth Sobrinho Pizzato, presidente da ABARCCEF (Associação Brasileira de Centros de Convenções e Feiras), Salvador Saladino, presidente da BITO (Brazilian Incoming Travel Organization) e João Luiz dos Santos Moreira, presidente da CBC&VB (Confederação Brasileira de Convention & Visitors Bureau).

    Os especialistas, convidados pelo presidente do Conselho de Turismo, Alexandre Sampaio de Abreu, abordarão temas específicos sobre a relação entre o setor de eventos e o turismo receptivo.