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  • Regulamentação do Comércio Eletrônico Coletivo é discutida da CDEIC

     

     

    A Comissão de Desenvolvimento, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados (CDEIC) discutiu hoje (21/09) o Projeto de Lei n.º 1.23/2011, de autoria do deputado João Arruda, que tem por objetivo disciplinar a venda eletrônica coletiva de produtos e serviços através de sites na internet, estabelecendo critérios de funcionamento para essas empresas. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) foi representada pelo economista da entidade, Luiz Cláudio Pinho de Almeida, que falou sobre o crescimento do novo mercado consumidor. A CNC vê a necessidade de um marco regulatório, e defende que a possibilidade da autorregulação seja considerada.

    Segundo Luiz Cláudio, a atividade das vendas eletrônicas coletivas é um fenômeno que está abrindo espaço para novas classes sociais, pois “possibilita ao consumidor adquirir bens e serviços que não adquiririam a preços originais”. Ele acredita que a atividade traz ganhos para todas as partes envolvidas, “Ganham todos. Ganha o consumidor, a empresa e o prestador de serviços. Existem problemas, mas não é a regra. A regra vem sendo a satisfação do cliente, tanto que o sistema vem crescendo”, afirmou.

    Sobre o projeto apresentado, o economista disse: “Entendo as preocupações e somos a favor da normatização. Mas há alguns pontos no Projeto de Lei apresentado quanto aos quais temos opiniões divergentes. É o caso do artigo 1º, que sugere que as empresas mantenham serviços telefônicos para atendimento aos consumidores com padrão call center. Nós concordaríamos, mas apenas se fosse de forma on-line. Também não concordamos com o Inciso IV do Art.3º, o qual sugere que em se tratando de alimentos, deverá constar da oferta informações acerca de eventuais complicações alérgicas”.

    Estavam também presentes: Danilo Doneda, coordenador do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça; Gerson Rolim, consultor do Comitê de Compras Coletivas da Camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico); Geraldo Guerra, secretário executivo do Fórum Nacional das Entidades Civis de Defesa do Consumidor (FNEDC); e Guilherme Rosa Varella, advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC).

     

  • Renalegis é incorporada no Plano de Programas Permanentes da CNC

     

     

    Foi realizada em 20/09 a 11ª Reunião Ordinária da Rede Nacional de Assessorias Legistalitivas da CNC (Renalegis), na sede da CNC em Brasília, pela Assessoria Junto ao Poder Legislativo (Apel-CNC), com a presença do vice-presidente da CNC, deputado Laércio Oliveira que expôs a importância da reunião, “Venho estimular o trabalho aqui realizado e digo que o papel de vocês é importantíssimo. Tenho acompanhado as proposições importantes para o comércio e sempre defendo os interesses legítimos da CNC, pois acredito no papel que realizamos para o país”, disse Laércio Oliveira. Um dos objetivos da reunião foi trazer à tona a discussão sobre competitividade, e para iniciar o debate, o grupo recebeu a presença do consultor da presidência, Roberto Nogueira Ferreira, que palestrou sobre o tema Tributação e Competitividade.

     

    “Falar sobre reforma tributária é falar sobre um sistema complexo. Para entendermos hoje essa nossa questão tributaria, teríamos que voltar a 1988, quando foi promulgada a Lei maior do país. De lá para cá o processo só se deteriorou, já que a União passou a dar um super valor a tributos que não reparte com estados e municípios – especificamente às contribuições PIS, COFINS, CIDE, CSLL. Os estados, por sua vez, reagiram adotando procedimentos e ações que deterioraram o ICMS”, iniciou o consultor, que já foi Auditor Fiscal do estado de Minas Gerais e Secretário da Fazenda do município de Juiz de Fora (MG).

     

     Roberto Nogueira comentou alguns avanços pontuais e positivos do sistema tributário brasileiro, além de analisar algumas complexidades, como custos das obrigações tributárias e acessórias; excesso de burocracia; novas normas a cada dia; a existência de 27 legislações distintas, no caso do ICMS; tributos ocultos, entre outras. “Na minha avaliação, o ICMS é um imposto com prazo de validade vencida.”, afirmou Nogueira. O consultor também foi bastante crítico em relação aos incentivos fiscais à importação com base no ICMS.

     

    Segundo o consultor, um dos pontos debatidos recentemente, a desoneração da folha de pagamento (contribuição patronal ao INSS), tem por parte da CNC uma posição clara: “O racional é cobrar a contribuição patronal ao INSS na folha de pagamento e não sobre o faturamento. O ideal seria reduzir a contribuição patronal ao INSS, sem criar nova contribuição a ser paga pelas empresas”.

     

    Quanto à reforma, o palestrante sugeriu: tornar o sistema mais simples, com a criação de um único imposto sobre bens e serviços – IVA amplo, compartilhado, englobando PIS, COFINS, IPI, CIDE, ICMS, ISS. “Pode ser por etapas, começando com um IVA Federal, agregando-se posteriormente o ICMS e o ISS”; E também criar-se um único tributo sobre a renda, englobando o IR propriamente dito e a CSLL; além da simplificação dos impostos sobre propriedade (IPTU, IPVA, IBTI,…).

     

    Como representante da entidade em eventos que tratam do assunto, o consultor afirmou: “A CNC defende um modelo tributário poliglota, adequado às necessidades econômicas, infraestruturais e sociais do país, que leve em conta a sua crescente importância na economia no mundo”. 

     

     Em um olhar mais clínico, o consultor explicou que as propostas de Reforma Tributária dos últimos anos, e as medidas tributárias infraconstitucionais, com raras exceções, têm as mesmas características: “Focam o caixa da União, Estados e Município; têm visão curta em relação à competitividade nacional; o olhar sobre o interesse do país e da sociedade parece distante e ficam longe do desejado esperanto tributário”.

     

    Ao finalizar, sugeriu: “O Congresso Nacional deveria submeter toda e qualquer proposta sobre questões tributárias a cinco perguntas básicas. Se duas, ou mais, respostas forem negativas, significa que a proposta deve ser revista ou rejeitada: 1 – Contribui para geração de emprego?; 2 – Contribui para ampliar exportações brasileiras?; 3 – Contribui para melhorar a competitividade?; 4 – Leva em conta os interesses da sociedade brasileira?; 5 – Estimula investimentos produtivos?”

     

    Foi apresentado, pela Fecomércio-GO, Estudo de Caso sobre a instalação da Assessoria Legislativa da Federação de Goiás, chamado de “Plano de Projeto IAL”.  Na casa, o trabalho legislativo surgiu com cadastramento de parlamentares e das proposições estaduais e, mais tarde, a atuação “corpo a corpo” nas assembléias legislativas. Angela Lemes e Dalton Costa explicaram a dificuldade da atuação na Câmara Legislativa e mostraram a reformulação do site da entidade, e as sinopses legislativas enviadas por Newsletter “ferramenta importante no nosso trabalho”, explicou Dalton.

     

    Como nas demais edições, a reunião também tratou da análise de algumas proposições legislativas que constam na rede Renalegis, relacionadas ao setor representado pela CNC, e, ao mesmo tempo, apresentou às federações, as ações parlamentares que estão sendo realizadas pela CNC na defesa do Sistema Comércio. Um dos projetos discutidos foi o que susta a Portaria que disciplina o Ponto Eletrônico PDC 2839/2010, que foi aprovado na Comissão de Trabalho (CTASP) se encontra na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ).

     

    A reunião foi encerrada pelo vice-presidente financeiro da CNC, Luiz Gil Siuffo, que comunicou aos assessores a inclusão da Renalegis no quadro de programas permanentes da CNC, “De acordo com Portaria oficial da CNC, a Renalegis, o SIP (Sisetma de Informação Parlamentar) e SIP-UF foram incorporados como programas permanentes da CNC. Vamos contar com o trabalho de todos na defesa do nosso setor”, disse Gil Siuffo.

  • Missão Empresarial da CNC à China

    A CNC realizará a sua primeira missão empresarial com destino à China, e objetivo de fazer prospecção de negócios. O vice-presidente administrativo da entidade e presidente da Fecomércio-PE, Josias Albuquerque, fala sobre os preparativos da viagem em entrevista à TV CNC.

    A CNC realizará a sua primeira missão empresarial com destino à China, e objetivo de fazer prospecção de negócios. O vice-presidente administrativo da entidade e presidente da Fecomércio-PE, Josias Albuquerque, fala sobre os preparativos da viagem em entrevista à TV CNC.

  • Boletim Informativo Diário (BID) 174

    DESTAQUES:

    CNC participa de audiência final no tocante a direito antidumping

    Nomeado representante da CNC como membro suplente no Conselho Curador do FGTS

    Divulgados os códigos de receita para recolhimento das contribuições sociais destinadas à Previdência Social e das destinadas às outras entidades ou fundos

    Designados membros do SENAC para a Comissão Executiva Nacional do Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos – CONAC

    Câmara recebe o projeto da Lei Geral da Copa de 2014

    Inicia na sexta-feira, em Manaus, debates sobre a Conferência Rio+20

  • CNC lança sites corporativos para sindicatos

    O presidente da Fecomércio-MT e diretor da CNC, Pedro Nadaf, fala sobre a importância do projeto de desenvolvimento de sites corporativos para os sindicatos, uma estratégia prevista no Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA).

    O presidente da Fecomércio-MT e diretor da CNC, Pedro Nadaf, fala sobre a importância do projeto de desenvolvimento de sites corporativos para os sindicatos, uma estratégia prevista no Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA).

  • Ministério do Turismo cria sistema online para registro de hóspedes

    A portaria n° 177, de 13 de setembro de 2011, do Ministério do Turismo (MTur), que institui o Sistema Nacional de Registro de Hospedagem (SNRHos), foi publicada no Diário Oficial da União em 16 de setembro.

    A portaria n° 177, de 13 de setembro de 2011, do Ministério do Turismo (MTur), que institui o Sistema Nacional de Registro de Hospedagem (SNRHos), foi publicada no Diário Oficial da União em 16 de setembro. O sistema consiste em um cadastro online que irá armazenar os dados dos turistas que se instalarem em hotéis brasileiros para que se tenha um panorama geral do perfil dos turistas e do crescimento da hotelaria no País.

    Cada meio de hospedagem deverá utilizar um software próprio de registro que faça a interligação entre o seu estabelecimento e o sistema online do Ministério do Turismo. O software ficará disponível para download no site www.hospedagem.turismo.gov.br, onde será possível também acessar o SNRHos, com um login e uma senha fornecidos pelo MTur (NR: Até a publicação desta matéria, o site informado pelo MTur ainda não estava no ar).

    Na mesma portaria, também foi instituída a adoção e padronização da Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH), que será a mesma para todos os meios de hospedagem e deverá trazer legendas em português e inglês. Outra novidade é a geração do Boletim de Ocupação Hoteleira (BOH), que será expedido mensalmente pelo SNRHos e enviado ao Ministério do Turismo.

    A criação da FNRH já havia sido anunciada na última reunião da Câmara Empresarial de Turismo (CET), realizada no dia 24 de agosto. Na ocasião, o coordenador da CET, Alexandre Sampaio, avaliou de forma positiva a criação da Ficha, lembrando que devem-se observar detalhes importantes com relação à segurança dos dados registrados. 

  • Intenção de Consumo das Famílias recua 0,7% em setembro, aponta ICF

    A intenção de consumo das famílias brasileiras, ouvidas no mês de setembro pela pesquisa nacional de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), recuou 0,7% em relação a agosto. Os componentes do índice apontam que, mesmo em um ritmo menos intenso da expansão dos gastos das famílias, o crescimento do emprego e da renda ainda vem sustentando os níveis de consumo.

    A intenção de consumo das famílias brasileiras, ouvidas no mês de setembro pela pesquisa nacional de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), recuou 0,7% em relação a agosto. Os componentes do índice apontam que, mesmo em um ritmo menos intenso da expansão dos gastos das famílias, o crescimento do emprego e da renda ainda vem sustentando os níveis de consumo.

    Já na comparação anual, a intenção de consumo das famílias ainda se mantiveram otimistas quanto à disposição para o consumo – foi constatada alta de 0,6% na comparação ao mesmo período de 2010. O crescimento foi puxado principalmente pelos subitens relacionados ao mercado de trabalho. De acordo com a Divisão Econômica da entidade, isso mais uma vez indica que, embora em menor ritmo, a geração de empregos e o crescimento da renda ainda vêm sustentando a demanda doméstica, de modo mais intenso que a oferta de crédito em 2011. Para fazer o download da pesquisa, clique aqui.

     

    +Clique aqui e assista na TV CNC a entrevista com o economista Bruno Fernandes sobre os resultados da ICF de setembro.

     

  • Pesquisa Nacional de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) – Setembro de 2011

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.

    A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador inédito com capacidade de medir, com a maior precisão possível, a avaliação que os consumidores fazem sobre aspectos importantes da condição de vida de sua família, tais como a sua capacidade de consumo (atual e de curto prazo), nível de renda doméstico, segurança no emprego e qualidade de consumo, presente e futuro. Em outras palavras, é um indicador antecedente do consumo, a partir do ponto de vista dos consumidores, tornando-o uma ferramenta poderosa para o planejamento do comércio e de outras atividades produtivas.