A distribuição de renda depois da estabilidade – Divisão Econômica (setembro/2011)
A distribuição de renda depois da estabilidade – Divisão Econômica (setembro/2011)
A distribuição de renda depois da estabilidade – Divisão Econômica (setembro/2011)
A distribuição de renda depois da estabilidade – Divisão Econômica (setembro/2011)
Ramo de semiduráveis deverá sustentar expansão do emprego temporário no comércio – Divisão Econômica (setembro/2011)
Ramo de semiduráveis deverá sustentar expansão do emprego temporário no comércio – Divisão Econômica (setembro/2011)
A economia mundial crescerá menos – Com a crise das dívidas soberanas, a política fiscal tornou-se um peso para o crescimento econômico nos países desenvolvidos. Uma onda de austeridade escorada em conflitos políticos se formou. Os governos estão anunciando cortes de gastos e discutem aumento de impostos, fazendo com que a política fiscal atue de forma pró- cíclica. Pelo lado da política monetária, também não há esperança. A taxa de juros americana está em zero e a compra de títulos mostrou-se ineficaz perante uma situação de armadilha de liquidez.
A economia mundial crescerá menos – Com a crise das dívidas soberanas, a política fiscal tornou-se um peso para o crescimento econômico nos países desenvolvidos. Uma onda de austeridade escorada em conflitos políticos se formou. Os governos estão anunciando cortes de gastos e discutem aumento de impostos, fazendo com que a política fiscal atue de forma pró- cíclica. Pelo lado da política monetária, também não há esperança. A taxa de juros americana está em zero e a compra de títulos mostrou-se ineficaz perante uma situação de armadilha de liquidez.
Tributação regressiva nos EUA – Enquanto o imposto sobre a renda das pessoas físicas nos EUA é considerado progressivo, os demais impostos e taxas que incidem sobre mercadorias são surpreendentemente regressivos e vêm provocando a apresentação de propostas de reformas que levam ao já chamado “populismo pró-consumidor.”
Vendas do varejo aceleram em julho – No mês de julho, o comércio varejista no Brasil registrou crescimento de 1,4% no volume de vendas em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal. A receita nominal, por sua vez, cresceu 1,6%. Desse modo, o setor completa 3 meses consecutivos de taxas positivas no volume de vendas e 16 meses seguidos em receita nominal. Os dados são referentes à Pesquisa Mensal do Comércio, realizada pelo (IBGE).
Fórum Nacional – Sessão especial – Aedição especial do Fórum Nacional, presidida pelo ex-ministro do Planejamento, João Paulo Reis Veloso, apresentou como tema Na Grande Recessão – novo modelo de desenvolvimento e grandes oportunidades (como em 1929): New Deal Verde. E a questão básica: política, judiciária e ambiental.
Mercado continua esperando menor crescimento – A meta da taxa Selic de fim de período para 2011 não foi alterada pelas projeções do mercado desta semana, permanecendo em 11%. Em relação a 2012, houve uma queda pela quarta vez consecutiva, esperando-se uma taxa de 10,75% para o fim do próximo ano. Na próxima reunião do Copom o mercado projeta continuação nos cortes da taxa de juros, havendo outro de 0,5 ponto e reduzindo nossa taxa para 11,50%.
O Abeta Summit 2011, o 8º Encontro Brasileiro de Ecoturismo e Turismo de Aventura, foi encerrado nesta quinta-feira (23/9) com resultados muito positivos, na avaliação do presidente da Associação Brasileira de Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Abeta), Jean-Claude Razel. “Caminhamos para sermos um dos principais – senão o principal – produtos do turismo nacional, um item com muito peso na pauta turística brasileira”, afirmou.
O Abeta Summit 2011, o 8º Encontro Brasileiro de Ecoturismo e Turismo de Aventura, foi encerrado nesta quinta-feira (23/9) com resultados muito positivos, na avaliação do presidente da Associação Brasileira de Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Abeta), Jean-Claude Razel. “Caminhamos para sermos um dos principais – senão o principal – produtos do turismo nacional, um item com muito peso na pauta turística brasileira”, afirmou.
Segundo ele, a sedutora biodiversidade brasileira e a crescente necessidade das pessoas para a vida ao ar livre se atraem. “Eu acredito que vamos transformar o País num destino de referência nesse segmento.” Neste ano, aliás, a cultura da vida ao ar livre foi o tema do evento, aberto na noite de segunda-feira (19/9), em São Paulo.
Considerado como o maior evento do gênero na América Latina, o Abeta Summit reuniu cerca de 500 empresários, profissionais, gestores públicos e especialistas de todo o mundo para debater, durante quatro dias, extensa agenda que incluiu congresso técnico, com palestrantes nacionais e internacionais, e rodadas de negócios. Para elevar o nível dos negócios, neste ano foi feita uma seleção mais rigorosa dos fornecedores que se candidataram a montar estandes. Vários negócios foram fechados e outros encaminhados, mas a organização ainda não fechou o volume financeiro final.
O presidente do Conselho de Turismo e coordenador da Câmara Empresarial de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Alexandre Sampaio, presente na abertura, destacou que o turismo de aventura do Brasil é, junto com o da Inglaterra, referência mundial em termos de qualidade e segurança. “Isso mostra que o trabalho que vem sendo feito pela Abeta é referência de benchmarking (melhores práticas visando desempenho empresarial superior) para o restante da cadeia no segmento.”
Neste ano, uma das novidades do Abeta Summit, que tem a CNC entre os seus principais patrocinadores, foi o “Go Outside Marketplace”, espaço criado para permitir que os empresários conhecessem grandes marcas de equipamentos e usufruir de promoções exclusivas. Também estrearam na programação o “Summit Fitness”, atividade de yoga realizada sempre antes da programação diária, e o Encontro de Negócios de Equipamentos e Serviços.
De acordo com dados do relatório de impacto do Programa Aventura Segura, o tíquete médio do ecoturista e do turista de aventura no País aumentou 165% (passou de R$ 112, em 2008, para R$ 293, em 2009). Além disso, a estimativa de faturamento das empresas em 2009 – último dado disponível – foi de R$ 515 milhões, sendo atendidos em média mais de 5,3 milhões de turistas no País.
O ministro do Turismo, Gastão Vieira, reuniu-se no dia 21 de setembro, em seu gabinete, em Brasília, com o vice-presidente Financeiro da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Luiz Gil Siuffo, e com o consultor da Presidência da entidade, Roberto Nogueira Ferreira. Na pauta, a qualificação profissional para a Copa do Mundo de 2014 e a criação de um programa para atender as demandas do turismo nos segmentos de bares, restaurantes e hotelaria.
O ministro do Turismo, Gastão Vieira, reuniu-se no dia 21 de setembro, em seu gabinete, em Brasília, com o vice-presidente Financeiro da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Luiz Gil Siuffo, e com o consultor da Presidência da entidade, Roberto Nogueira Ferreira. Na pauta, a qualificação profissional para a Copa do Mundo de 2014 e a criação de um programa para atender as demandas do turismo nos segmentos de bares, restaurantes e hotelaria.
“O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) será um dos principais parceiros do Ministério do Turismo no esforço para treinar profissionais do setor para a Copa do Mundo de 2014”, divulgou o Ministério do Turismo, em nota divulgada à imprensa após o encontro.
“Temos de fazer as coisas com quem sabe fazer. Vamos buscar mecanismos para atender as demandas do turismo e melhorar a qualidade do atendimento ao turista no país”, disse Gastão Vieira, ao propor a criação de uma agenda específica para a qualificação profissional.
Uma das ideias, de curto prazo, é incorporar o turismo no programa do Senac na Copa, cuja meta é qualificar um milhão de profissionais nos próximos três anos. Mas o projeto de qualificação proposto pelo novo ministro do Turismo é amplo: prevê a inclusão do turismo no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), do Ministério da Educação, e em programas do governo federal destinados ao combate à miséria. Inclui ainda cursos de treinamento em língua estrangeira para profissionais e jovens, com possibilidades de estágios no exterior.
“Tivemos uma reunião muito positiva. O ministro disse que confia em nosso Sistema. Isso tudo é resultado do trabalho sério que temos realizado por anos. Estamos colhendo os bons frutos que plantamos”, disse o vice-presidente da CNC.
Durante a reunião, o ministro também falou por telefone com o diretor geral do Senac, Sidney Cunha, que lançou, no início do ano, o programa Senac na Copa, especialmente desenvolvido para o mundial de futebol de 2014. “Com o objetivo de contribuir com a Copa 2014, o Senac estruturou um programa nacional de educação profissional que, entre outras metas, estima oferecer 1 milhão de oportunidades, entre matrículas e atendimentos, à sociedade brasileira. Uma meta ousada, mas que representa a capacidade da Instituição em sempre buscar e vencer novos desafios. Nesse sentido, o Senac está de portas abertas para atender às demandas de qualificação e aperfeiçoamento profissional do Ministério do Turismo para esse evento que, certamente, impactará de forma positiva a economia nacional”, afirmou.
“Não temos tempo a perder”, disse o ministro, marcando a primeira reunião técnica com representantes do Senac para a próxima semana, na sede do Departamento Nacional da entidade, no Rio de Janeiro.
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, em 22 de setembro, o Projeto de Lei 3941/89, do Senado Federal, que aumenta de 30 dias para até 90 dias o aviso prévio que o empregador deve conceder ao trabalhador no caso de demissão sem justa causa. A matéria segue para sanção presidencial.
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, em 22 de setembro, o Projeto de Lei 3941/89, do Senado Federal, que aumenta de 30 dias para até 90 dias o aviso prévio que o empregador deve conceder ao trabalhador no caso de demissão sem justa causa. A matéria segue para sanção presidencial.
“O projeto vem ao encontro de nossas reivindicações”, afirma José Roberto Tadros, vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo ele, a proposta, de autoria do senador Carlos Chiarelli (PT-RS), é a mais equilibrada e não retroage sobre as demissões já realizadas, um dos pleitos defendidos pelo empresariado.
De acordo com o Projeto, para os trabalhadores que tiverem até um ano de trabalho na mesma empresa, o aviso prévio será de 30 dias, garantido pela Constituição Federal. A esse período deverão ser acrescentados três dias para cada ano de serviço prestado na mesma empresa, limitados a 60 (equivalente a 20 anos de trabalho).
O projeto 3941/89 foi aprovado pelos parlamentares antes que o Supremo Tribunal Federal (STF) arbitrasse sobre o assunto, em processos movidos por ex-funcionários da Companhia Vale do Rio Doce. O vice-presidente da CNC lembrou o movimento que as entidades patronais promoveram para que o Supremo não regulamentasse a matéria: representantes das cinco principais confederações empresariais do País (CNC, CNI, CNT, CNA e Consif) entregaram ao ministro Gilmar Mendes documento no qual afirmavam que a criação de regras alterando o prazo de concessão do aviso prévio poderia levar ao “comprometimento do princípio da separação dos poderes, prejudicando a independência e a harmonia entre os poderes”.
Outra argumentação expressa no documento foi a de que prazos muito superiores aos 30 dias praticados atualmente elevariam os custos trabalhistas, já altos, agravando a competitividade das empresas nacionais. Segundo o setor patronal, no Brasil, os encargos trabalhistas representam 102,6% da folha de pessoal, contra 9% nos Estados Unidos. “A medida estimularia a informalidade e restringiria a oferta de emprego”, diz o documento.
Os dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME) do IBGE, divulgados em 22 de setembro, mostram que, embora os indicadores de emprego e renda continuem registrando trajetória de expansão, há uma clara desaceleração nesta tendência, com taxas de crescimento um pouco mais modestas. A avaliação é da Divisão Econômica da CNC.
Os dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME) do IBGE, divulgados em 22 de setembro, mostram que, embora os indicadores de emprego e renda continuem registrando trajetória de expansão, há uma clara desaceleração nesta tendência, com taxas de crescimento um pouco mais modestas. A avaliação é da Divisão Econômica da CNC.
A taxa de desocupação medida pela pesquisa do IBGE para as regiões metropolitanas do Brasil ficou estável, entre julho e agosto, no patamar de 6,0%. Em agosto de 2010, a PME havia registrado uma taxa de desemprego de 6,7%. Na comparação entre 2011 e o ano anterior, registra um crescimento da população ocupada (+2,2%) significativamente acima do crescimento da população economicamente Ativa (+1,4%), o que determina uma tendência de queda na taxa de desocupação.
“Além de uma forte base de comparação, a evolução desses indicadores está condicionada também ao processo atual de desaceleração da atividade econômica”, afirma Marianne Hanson, da Divisão Econômica da entidade. A CNC projeta, para 2011, uma taxa de desemprego média de 5,9%, ante 6,7% em 2010, e um crescimento de 2,4% da população ocupada, na comparação com os 2,9% registrado em 2010. Além disso, a entidade projeta crescimento da renda real dos trabalhadores de 4,1%, ante 5,9% registrados em 2010.
O resultado da PME decorreu de um crescimento da população ocupada praticamente na mesma proporção da expansão da população economicamente ativa (respectivamente, +0,7 e +0,6%). Na série livre de influências sazonais, estima-se que a taxa de desocupação também tenha permanecido estável, em 5,8%.
Representantes das federações filiadas à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) se reuniram no Rio de Janeiro, no dia 16 de setembro, para o início da operacionalização do projeto que oferecerá sites institucionais a sindicatos filiados à entidade e ao Sicomercio.
Representantes das federações filiadas à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) se reuniram no Rio de Janeiro, no dia 16 de setembro, para o início da operacionalização do projeto que oferecerá sites institucionais a sindicatos filiados à entidade e ao Sicomercio. A iniciativa, coordenada pelo Departamento de Planejamento (Deplan) e pela Assessoria de Comunicação (Ascom) da entidade e realizada em parceria com as federações nacionais e estaduais, tem como objetivo ampliar a visibilidade das ações de representatividade dos sindicatos filiados à CNC e ao Sicomercio.
No encontro, os profissionais, que auxiliarão os sindicatos na implantação do projeto, foram apresentados à ferramenta de publicação de conteúdo e as diretrizes de utilização dos sites.
O diretor secretário da CNC, Pedro Nadaf, realizou a abertura do encontro, valorizando a importância da presença digital dos sindicatos do comércio de bens, serviços e turismo. “O site deve ser a vitrine do sindicato, levando sua representação a um novo patamar. Além de ampliar o alcance das informações, o novo canal de comunição estabelecerá uma relação mais próxima da entidade com empresários de sua categoria, dando mais transparência às iniciativas e ações sindicais. E permitirá mais integração entre os elos do Sistema Comércio: sindicatos, federações e CNC, demonstrando o tamanho e a força do nosso sistema”, afirmou.
Os facilitadores participaram de um workshop sobre gestão de conteúdo, no qual conheceram conceitos sobre usabilidade e webwriting, governança e análise de desempenho. Ao final, foram divulgados os próximos passos do trabalho.
O projeto dos sites dos sindicatos
Segundo pesquisa realizada pelo Departamento de Planejamento (Deplan), 47% dos sindicatos filiados à CNC não possuem site próprio. Para mudar essa realidade, a Confederação lançou um projeto para oferecer sites institucionais os sindicatos filiados ao Sicomércio, ampliando a exposição das iniciativas das entidades em defesa dos direitos e interesses das empresas do comércio de bens, serviços e turismo.
A iniciativa, elaborada pelo Deplan e pela Assessoria de Comunicação (Ascom), foi criada no âmbito do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), implementado em 2010 para ajudar as entidades do Sistema Comércio a fortalecer a marca dos sindicatos, ampliar a sua representatividade e desenvolver mecanismos internos de atração de associados. Para que um sindicato possa solicitar o seu site, é necessário que a federação ao qual é filiado também tenha feito a adesão ao projeto. Para viabilizar a implantação, as federações do comércio nomearam facilitadores – profissionais da área de comunicação – para realizar o trabalho nos sindicatos.
Os sites dos sindicatos darão destaque às notícias sobre a atuação das entidades, permitindo que os empresários e as empresas filiadas percebam com clareza o que é feito em defesa de seus interesses. O modelo desenvolvido foi projetado de forma a mostrar o tamanho e a força do Sistema Comércio. Por isso, privilegiará notícias enviadas pelas federações, além de notícias setoriais, segmentadas segundo as diversas áreas abrangidas pelos sindicatos.
O ambiente contará ainda com áreas que mostrarão conteúdos do site da CNC, como a TV CNC e a Central do Conhecimento, que reúne toda a produção intelectual da Confederação e onde sindicatos e empresários poderão encontrar análises jurídicas, sindicais e econômicas a respeito dos assuntos que mais afetam o dia a dia das empresas do comércio.
O Plenário aprovou, nesta quarta-feira (21), o Projeto de Lei 3.941/89, do Senado, que aumenta dos atuais 30 dias para até 90 dias o aviso prévio que o empregador deve conceder ao trabalhador no caso de demissão. A matéria será enviada à sanção presidencial.
O Plenário aprovou, nesta quarta-feira (21), o Projeto de Lei 3.941/89, do Senado, que aumenta dos atuais 30 dias para até 90 dias o aviso prévio que o empregador deve conceder ao trabalhador no caso de demissão. A matéria será enviada à sanção presidencial.
Apesar de o projeto ter sido analisado pelas comissões permanentes e contar com substitutivos das comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), um acordo entre as lideranças permitiu a aprovação do texto original vindo do Senado. O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou, em junho deste ano, a deliberação sobre o tema.
De acordo com o texto, para os trabalhadores que tiverem até um ano de trabalho na mesma empresa, o aviso prévio será de 30 dias, garantido pela Constituição. A esse período, deverão ser acrescentados três dias para cada ano de serviço prestado na mesma empresa, limitados a 60 (equivalente a 20 anos de trabalho).
Assim, a soma desses períodos perfaz um total de 90 dias de aviso prévio.
Diferenças
A principal diferença em relação aos substitutivos das comissões é a possibilidade de converter os dias em dinheiro. O substitutivo da CCJ previa um acréscimo proporcional ao tempo de serviço de sete dias por ano trabalhado até o 12º ano, inclusive. Dessa forma, o aviso poderia ser de até 84 dias.
No texto da Comissão de Trabalho, seriam acrescentados três dias por mês de serviço a partir do 13º mês de trabalho, podendo o período ser convertido em dinheiro.