Divulga informações selecionadas no Diário Oficial da União voltadas ao interesse das entidades que compõem o Sicomercio.
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A Comissão de Educação, Cultura e Esporte aprovou nesta terça-feira (22), requerimento de autoria da senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), para que seja realizada uma audiência pública com o objetivo de discutir a situação nacional e os caminhos para melhorar a qualidade do ensino técnico profissionalizante.
Segundo informações divulgadas pela Agência Senado, a autora do requerimento lamentou a falta de mão de obra qualificada em vários setores econômicos e observou que já ocorre importação de trabalhadores da África e de outros países do Mercosul.
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte aprovou nesta terça-feira (22), requerimento de autoria da senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), para que seja realizada uma audiência pública com o objetivo de discutir a situação nacional e os caminhos para melhorar a qualidade do ensino técnico profissionalizante.
Segundo informações divulgadas pela Agência Senado, a autora do requerimento lamentou a falta de mão de obra qualificada em vários setores econômicos e observou que já ocorre importação de trabalhadores da África e de outros países do Mercosul.
Recentemente, em conversa com a presidente Dilma Roussef, o deputado federal e vice-presidente da CNC Laércio Oliveira (PR/SE) ressaltou a importância do lançamento do Programa Nacional de Acesso à Escola Técnica (Pronatec), e colocou o Sistema CNC, responsável pela gestão do SESC e do Senac, à disposição do governo para o fechamento de parcerias com vistas à qualificação profissional. As duas entidades, presentes em todo o País, possuem cerca de 5 milhões de matriculados e realizam cerca de 700 milhões de atendimentos por ano. “O caminho para o desenvolvimento do Brasil passa pela educação e qualificação profissional”, afirmou Laércio.
Entre os convidados para a audiência estão o secretário de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC) do Ministério da Educação (MEC), Eliezer Pacheco, os presidentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, do Conselho Nacional de Educação (CNE), Antônio Carlos Caruso Ronca, e da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Roberto Ziulkoski, além do coordenador Executivo do ProJovem Urbano de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, Eduardo Fagundes.
A partir do segundo trimestre, que começa em abril, a inflação mensal tende a se deslocar para níveis compatíveis com o centro da meta, que é 4,5% ao ano, contra os atuais 6,01% (o acumulado de 12 meses do Índice de Preços ao Consumidor fechado em fevereiro). A previsão foi feita nesta terça-feira (22) pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, que falou na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) sobre fundamentos e forma de execução da política monetária.
A partir do segundo trimestre, que começa em abril, a inflação mensal tende a se deslocar para níveis compatíveis com o centro da meta, que é 4,5% ao ano, contra os atuais 6,01% (o acumulado de 12 meses do Índice de Preços ao Consumidor fechado em fevereiro). A previsão foi feita nesta terça-feira (22) pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, que falou na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) sobre fundamentos e forma de execução da política monetária.
Tombini advertiu, no entanto, que a inflação acumulada em 12 meses tenderá a permanecer em patamares mais elevados até o terceiro trimestre deste ano. O primeiro motivo para essa tendência é um efeito estatístico: mesmo que os índices de junho a agosto de 2011 fiquem dentro do centro da meta (4,5% ao ano), vão substituir percentuais “atipicamente baixos” observados nesses mesmos meses do ano passado – quando a inflação ficou ao redor de zero.
Outro motivo, conforme o presidente do BC, é que a inflação em março e nos próximos meses ainda estará sendo “negativamente impactada pela inércia” da disparada de preços no último trimestre de 2010, que elevou o acumulado no ano a 5,91%.
Commodities
Tombini atribuiu à “trajetória ascendente” dos preços internacionais das commodities agrícolas parte da escalada da inflação. Os preços dessas commodities, segundo ele, sofreram alguns impactos, como secas e enchentes em importantes produtores e exportadores mundiais, aumento de demanda nas economias emergentes e ampliação da liquidez financeira internacional, entre outros.
Embora considere “pouco provável” um cenário de redução drástica na produção de petróleo, seguido de forte aumento de preço do produto, o presidente do Banco Central apontou a crise nos países do Norte da África e do Oriente Médio como fator que alimenta as incertezas da economia global.
– O fato é que o preço internacional do petróleo subiu consideravelmente desde os primeiros movimentos sociais e políticos nessas regiões. E o atual impacto desses movimentos pode ainda estar sujeito a mais surpresas, caso grandes produtores não consigam nivelar a oferta global, dada as conseqüências que isto poderia ter sobre os níveis de inflação e o crescimento econômico mundial – afirmou.
Japão
O terremoto seguido de tsunami, no Japão, completa o quadro de incertezas, na avaliação do presidente do Banco Central. No curto prazo, ele previu uma interrupção momentânea de importantes cadeias de produção, podendo impactar a economia de vários países, em especial do sudeste asiático. Do lado financeiro, alertou para a possibilidade de repatriação de ativos japoneses para ajudar o financiamento da recuperação, com impactos, nesse caso, sobre a evolução das taxas de câmbio.
No médio e longo prazos, Tombini previu um esforço de reconstrução e, talvez, mudança da matriz energética local e global. E isso, provavelmente, resultará em novos impactos sobre os preços das commodities, principalmente das minerais e do petróleo.
– A catástrofe no Japão, com seus desdobramentos de curto, médio e longo prazos, amplia as incertezas sobre a recuperação da economia global e a evolução dos preços de importantes ativos, sejam eles commodities ou mesmo taxas de câmbio – avaliou.
Efeitos
Tombini disse que o desafio adicional que se coloca ao Banco Central é analisar os efeitos, no cenário doméstico, desses choques potentes sobre a frágil recuperação da economia internacional. O BC, conforme disse, conduz a política monetária com foco em sua meta, em um cenário de extrema complexidade.
No contexto interno, acrescentou, a resposta adequada é “moderação da atividade”, a fim de que a trajetória de crescimento sustentável seja mantida e os ganhos da estabilidade econômica não sejam desperdiçados.
Tombini disse que o BC identificou outros fatores, além das incertezas internacionais, que pressionaram a inflação no início de 2011. Citou os preços administrados, como tarifas de transportes públicos; preços de alimentos in natura, em decorrências das chuvas excessivas; e preços de serviços, como resultado da ampliação da demanda.
Foi nesse contexto, para evitar a contaminação da economia por “pressões pontuais”, que ele defendeu a decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central de aumentar a taxa básica de juros em um ponto percentual nas suas duas últimas reuniões. O objetivo, garantiu, foi conduzir a inflação para o centro da meta, de 4,5% ao ano.
Fonte: Agência Senado
No período de 23 a 26 de março, o Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-AP realiza o XV Fórum de Presidentes e Superintendentes de Fecomércio e Diretores do Sesc e Senac da Amazônia Legal. O evento reunirá as principais lideranças do Sistema Comércio dos Estados do Amapá, Amazonas, Acre, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima e Tocantins, além dos Estados convidados que são o Mato Grosso do Sul e o Ceará.
No período de 23 a 26 de março, o Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-AP realiza o XV Fórum de Presidentes e Superintendentes de Fecomércio e Diretores do Sesc e Senac da Amazônia Legal. O evento reunirá as principais lideranças do Sistema Comércio dos Estados do Amapá, Amazonas, Acre, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima e Tocantins, além dos Estados convidados que são o Mato Grosso do Sul e o Ceará.
O Fórum, que está em sua 15ª edição, é realizado semestralmente em uma capital dos Estados participantes e tem como objetivo promover discussões e deliberações de assuntos relacionados ao comércio de bens, serviços e turismo, além da atuação do SESC e Senac na Amazônia Legal.
Para o presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-AP, Ladislao Pedroso Monte, o Fórum da Amazônia Legal é um importante momento para discutir e fortalecer as ações desenvolvidas pelo Sistema: “Este fórum se configura em um momento de união e integração do Sistema Comércio de nossa região. Através dele conseguimos discutir questões comuns e traçar planos para ações conjuntas que beneficiem não só o Amapá, mas a Amazônia. Além disso, é uma excelente oportunidade para mostrarmos as belezas e hospitalidade do Amapá”.
Para Hugo de Carvalho, presidente da Fecomércio Tocantins, o Fórum tem grande importância para as federações, pois além da troca de experiências bem sucedidas, reúne propostas e ideias que irão fortalecer ainda mais o comércio de cada estado participante. “O Fórum da Amazônia Legal tem como principal meta criar novos rumos e mecanismos que fomentem a economia e o comércio da região Norte, gerando melhorias não só para as empresas e seus empregados como também qualidade de vida para a sociedade”, ressalta.
Por ocasião da realização do Fórum da Amazônia Legal, será comemorado, na Choperia da Lagoa, o aniversário de 20 anos de fundação da Fecomércio-AP. Na ocasião será concedida pela primeira vez a Homenagem do Mérito Comercial do Amapá, por meio da entrega do troféu “Guerreiro do Comércio Tucuju”, que será destinado a personalidades e empresas com reconhecida relevância para o comércio, que tenha contribuído com o crescimento do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-AP no Estado.
A Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS) e o Ministério do Turismo (MTur) lançaram na cidade de Fortaleza, Ceará, o projeto Profissional Bom de Copa, que irá capacitar oito mil funcionários de bares e restaurantes nas 12 cidades sede da Copa do Mundo de 2014. O programa terá foco no atendimento de qualidade ao turista.
A Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS) e o Ministério do Turismo (MTur) lançaram na cidade de Fortaleza, Ceará, o projeto Profissional Bom de Copa, que irá capacitar oito mil funcionários de bares e restaurantes nas 12 cidades sede da Copa do Mundo de 2014. O programa terá foco no atendimento de qualidade ao turista.
Das oito mil vagas, 600 serão destinadas à Fortaleza, em cursos para garçons, atendentes, caixas e gerentes, com aulas semipresenciais, o que permite ao aluno montar a sua própria grade de estudos, com encontros ao longo do curso. Também serão oferecidos suporte a esses alunos por meio de coordenadores e tutores locais. Na capital cearense, os cursos serão oferecidos em parceria com o Sebrae-CE, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no estado (Abrasel-CE) e o Sindihotéis-CE.
As inscrições serão abertas em abril, com as aulas se iniciando em maio. Os funcionários participantes serão inscritos pelos próprios estabelecimentos.
O projeto da FNHRBS faz parte do Bem Receber Copa, programa do Ministério do Turismo que irá capacitar o setor de turismo em diversos segmentos, como alimentação, hospedagem, ecoturismo, turismo de aventura, transporte, entre outros.
O Instituto Brasileiro de Turismo, a Embratur, encomendou ao instituto de pesquisas Zaytec um estudo que revelou que o povo brasileiro é o principal atrativo do País enquanto destino turístico. Por meio de entrevistas, 45% dos visitantes estrangeiros responderam que o carisma do povo brasileiro é o que de melhor existe no Brasil.
As belezas naturais não foram esquecidas e foram citadas por 23% dos turistas que participaram da pesquisa. As praias/mares do litoral foram lembrados por 18% dos entrevistados, o sol e o clima tropical por 14% e a diversidade, 9%.
O Instituto Brasileiro de Turismo, a Embratur, encomendou ao instituto de pesquisas Zaytec um estudo que revelou que o povo brasileiro é o principal atrativo do País enquanto destino turístico. Por meio de entrevistas, 45% dos visitantes estrangeiros responderam que o carisma do povo brasileiro é o que de melhor existe no Brasil.
As belezas naturais não foram esquecidas e foram citadas por 23% dos turistas que participaram da pesquisa. As praias/mares do litoral foram lembrados por 18% dos entrevistados, o sol e o clima tropical por 14% e a diversidade, 9%.
A rede de televisão britânica BBC também realizou um estudo com cidadãos de 27 países que mostrou que 49% dos entrevistados consideram o Brasil como dono de uma influência positiva no mundo. 28 mil pessoas participaram da pesquisa.
O presidente da Embratur, Mário Moysés, disse em comunicado que “estes dados são essenciais na definição de mensagens e de estratégias de promoção do Brasil no exterior nos próximos anos, em que teremos uma enorme exposição com a Copa 2014 e os Jogos Olímpicos 2016”.
O trabalho doméstico remunerado (mar. 2011)
O trabalho doméstico remunerado (mar. 2011)
A obrigatoriedade da contratação de aprendizes (mar. 2011)
A obrigatoriedade da contratação de aprendizes (mar. 2011)
A Comissão de Minas e Energia (CME) realiza na quarta-feira (23) audiência pública para discutir os projetos de construção de usinas nucleares no Brasil e a situação das usinas que já estão em funcionamento (Angra 1 e Angra 2). As informações são da Agência Câmara de Notícias.
A Comissão de Minas e Energia (CME) realiza na quarta-feira (23) audiência pública para discutir os projetos de construção de usinas nucleares no Brasil e a situação das usinas que já estão em funcionamento (Angra 1 e Angra 2). As informações são da Agência Câmara de Notícias.
O debate foi sugerido pelos deputados Domingos Sávio (PSDB-MG), Fernando Jordão (PMDB-RJ) e Fernando Ferro (PT-PE), após o vazamento radioativo que ocorre em usina nuclear no Japão. “As imagens da tragédia no Japão já fizeram diferentes países anunciar mudanças na segurança de seus programas nucleares. É fundamental acompanhar os estudos em execução sobre a situação das usinas existentes e também sobre a construção de novas usinas nucleares no Brasil”, disse Domingos Sávio.
Foram convidados para a audiência da CME o presidente da Indústrias Nucleares Brasileiras (INB), Alfredo Tranjan Filho; o presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), Odair Dias Gonçalves; e o presidente da Eletrobras Termonuclear S/A (Eletronuclear), Othon Luiz Pinheiro da Silva.
Senado também entra nos debates
Já no Senado Federal, segundo a Agência Senado, a segurança das usinas atômicas brasileiras e o programa para geração de energia nuclear no país serão discutidos em duas audiências públicas, que reunirão senadores das comissões de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), de Serviços de Infraestrutura (CI), e de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). O primeiro debate acontece nesta quarta-feira (23), às 9 horas, quando serão ouvidos o diretor-presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, e o diretor de Radioproteção e Segurança Nuclear da Comissão de Energia Nuclear, Laécio Antonio Vinhas.
A segunda audiência pública será no mesmo dia, às 14 horas. Participam deste segundo debate Luiz Pinguelli Rosa, ex-presidente da Eletrobrás; José Goldemberg, físico com especialidade em produção de energia, e ex-ministro da Educação; e Aquilino Senra Martinez, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
CCJ e CCT devem votar PLs sobre segurança em atividades nucleares e meio ambiete
No que se refere a proposições sobre o assunto, as comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) deverão votar o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 191/10, que prevê um sistema de agências e órgãos governamentais com o objetivo de proteger a população, os trabalhadores em atividades nucleares e o meio ambiente. Seria o Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (Sipron). A matéria foi enviada ao Congresso Nacional em 20 de janeiro de 2004, pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo a Agência Senado.
A necessidade de o Estado e a iniciativa privada trabalharem em prol da inclusão social das pessoas com deficiência intelectual foi destacada pelos participantes do ato em homenagem ao Dia Internacional da Síndrome de Down, comemorado nesta segunda-feira. Mais de 350 pessoas lotaram o auditório Nereu Ramos, na Câmara, durante o evento.
A necessidade de o Estado e a iniciativa privada trabalharem em prol da inclusão social das pessoas com deficiência intelectual foi destacada pelos participantes do ato em homenagem ao Dia Internacional da Síndrome de Down, comemorado nesta segunda-feira. Mais de 350 pessoas lotaram o auditório Nereu Ramos, na Câmara, durante o evento.
A carioca Fernanda Honorato, conhecida como a primeira repórter down do Brasil, lembrou que, quando têm oportunidade, todos podem ser incluídos na sociedade. “Minha carreira começou com uma reportagem que fiz com a cantora Maria Bethânia e foi publicada em uma coluna do jornal O Globo. É isto que a gente precisa: a chance de desenvolver nosso potencial”, afirmou. Atualmente, Fernanda participa do “Programa Especial”, da TV Brasil.
Por sua vez, a representante da Associação de Pais e Amigos de Pessoas com Síndrome de Down do DF, Roxana Campos, ressaltou a importância de as escolas estarem preparadas para receber as crianças com deficiência intelectual. “As instituições de ensino devem encontrar a forma ideal de ensinar, pois todos nós somos diferentes. Tem gente que é bom em matemática, tem gente que é bom em português, tem gente que não é bom em nada. Então, a escola não pode simplesmente dizer: este aluno não me serve porque vai me dar trabalho”, sustentou.
Engajamento
Idealizador do ato, o deputado Romário (PSB-RJ), que é pai de uma menina com Down, afirmou que a solenidade é uma tentativa de engajar a sociedade pela melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência. Ele adiantou que não pretende apresentar novos projetos sobre o tema, mas vai trabalhar pela aprovação de propostas em tramitação na Casa, como a que concede a isenção do Imposto de Renda aos portadores da síndrome (PL 5761/09).
O coordenador do Departamento de Genética da Fiocruz, Juan Llerena destacou que ocorre um caso de Down a cada 800 nascimentos – mulheres fora da faixa etária dos 19 aos 24 anos têm mais chances de dar à luz bebês com a anomalia genética. Com os avanços da medicina, observou ele, a possibilidade de o indivíduo com Down atingir 35 anos de idade é muito maior hoje do que há uma década. Para Llerena, o grande desafio é vencer o preconceito e respeitar a escolha das famílias que decidem ter filhos em idade avançada, por exemplo. “Não é direito do casal decidir pelo futuro de sua prole? Essas questões são individuais, não são coletivas. Tem de ser respeitada a decisão individual”, sustentou.
Fonte: Agência Câmara de Notícias